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  • Que ajuda se obtém dos hormônios, das vitaminas e dos sais minerais?
    Despertai! — 1975 | 8 de outubro
    • “psiquiatria ortomolecular”. O professor Carlos A. León, do Equador, por exemplo, afirma que “ainda não existe prova conclusiva de [sua] efetividade”. No mesmo sentido, a Associação Norte-Americana de Psiquiatria fez registrar que os “proponentes da terapia megavitamínica têm feito afirmações surpreendentes, e amiúde não comprovadas, a respeito de sua eficácia”. E o Dr. S. Kety, professor de psiquiatria da Faculdade de Medicina de Harvard, afirma que tal enfoque é “aplicação prematura de conhecimento incompleto”.

      Por outro lado, o Dr. David Kawkins, em Manhasset, Nova Iorque, fala de ter tratado deste modo a 5.000 esquizofrênicos, e afirma que mais de 4.000 registraram melhoras. Com efeito, verificou que por se acrescentar o tratamento vitamínico à psicoterapia e à quimioterapia regulares, pode-se quase que dobrar a taxa de recuperação, reduzir a hospitalização à metade e eliminar inteiramente os suicídios, que são bem numerosos entre os esquizofrênicos.

      O Dr. Abram Hoffer, presidente da Fundação Canadense de Esquizofrenia, bem como de sua correspondente estadunidense, afirma: “Meus pacientes pensam que sou um psiquiatra maluco porque me vêm com problemas mentais e eu os mando de volta para casa com uma dieta. Mas, com o tempo, convencem-se de que ela é importante.”

      Na atualidade, mais de 300 psiquiatras estadunidenses empregam este enfoque “ortomolecular” em sua clínica, e seu número aumenta. Afirmam ter beneficiado mais de 30.000 pacientes. E, um item que não deve ser despercebido é que esta forma de tratamento custa apenas uma fração das outras formas de tratamento para os pacientes e suas famílias.

      O Que Fazer

      Talvez o leitor ou leitora, ou um ente querido tenha tido uma crise de doença mental. Se assim for, como podemos ver, há coisas que podem ser feitas a fim de ajudar a recuperação.

      Visto que a tensão excessiva é, com freqüência, um fator que provoca a doença mental, faça tudo que puder para remover ou diminuir a fonte da tensão que talvez esteja causando o problema. Pode-se sentir tensão devido a alguma relação pessoal, uma situação que influi no casamento da pessoa, ou alguma decisão no que tange ao emprego ou problemas similares da vida. Então, decida o que não tinha sido decidido, ou, de outro modo, faça tudo que puder para tirar o assunto da mente.

      No caso de graves aberrações mentais, há possibilidade de que o uso de medicamentos ou até mesmo do eletrochoque controle a situação. No entanto, tais tratamentos só são aconselhados sob a supervisão médica, e, geralmente, como último recurso. Nos anos recentes, relata-se grande êxito pelo uso de vitaminas e hormônios. Talvez ache proveitoso investigar as possibilidades.

      Mas, basicamente, a pessoa mentalmente enferma precisa de ajuda para controlar seu pensamento. Para obter ajuda, muitos se voltam para a psicoterapia, talvez a forma mais conhecida de tratamento. O que é psicoterapia? Pode ajudar uma pessoa a recuperar o equilíbrio mental?

  • Estará a solução com os psiquiatras?
    Despertai! — 1975 | 8 de outubro
    • Estará a solução com os psiquiatras?

      A PSICOTERAPIA é a arte de tentar ajudar pessoas mental ou emocionalmente perturbadas por ouvir seus problemas, e empenhar-se em oferecer-lhes a compreensão para enfrentarem tais problemas. Os psiquiatras — pessoas que utilizam esta forma de tratamento — aumentaram sete vezes nos Estados Unidos durante os últimos 25 anos.

      O enfoque psiquiátrico mais popular tem sido o da teoria do “divã” psicanalítico de Sigmund Freud. É usado principalmente nos EUA. Assim, a cidade de Nova Iorque, com nove milhões de habitantes, tem quase mil psicanalistas, ao passo que Tóquio, com onze milhões de pessoas, tem apenas três!

      O valor do tratamento psiquiátrico não é de jeito nenhum universalmente reconhecido. Com efeito, até mesmo o diretor do Instituto Nacional de Psicoterapias dos Estados Unidos falou da “controvérsia e da freqüente desilusão que caraterizam atualmente o campo da psicoterapia”. Também, o psiquiatra Karl Menninger observou: “Nove décimos de pessoas portadoras da chamada esquizofrenia ficam boas sem chegar perto dum hospital.”

      Numa acusação especialmente forte, o Dr. H. J. Eysenck, do Instituto de Psiquiatria, Universidade de Londres, escreveu em Medical Tribune, de 4 de abril de 1973, que o resultado “afirmado para os diferentes métodos de psicoterapia e psicanálise era quase que exatamente o encontrado pela remissão espontânea”. Em outras palavras, segundo Eysenck, as pessoas que recebem auxílio psiquiátrico tinham quase a mesma taxa de recuperação que as que não recebiam nenhum tratamento psiquiátrico!

      Ajuda Provida

      No entanto, não se pode negar que algumas pessoas obtiveram genuína ajuda dos psiquiatras. Escreve certo senhor da Califórnia: “A ajuda que recebi daquele homem bondoso foi extremamente proveitosa, e meu problema foi rapidamente resolvido.” Formulando a pergunta: “O que esse psiquiatra fez por mim?”, respondeu: “Escutou-me. Realmente me escutou. . . . ajudou-me a compreender que dentro de mim mesmo eu tinha a habilidade de desenvolver o autodomínio.”

      Este senhor perturbado tinha um problema de comportamento, que evidenciava grave aberração sexual. Mas, por meio da bondade e do encorajamento o psiquiatra ajudou-o a corrigir sua fraqueza. Até mesmo casos extremos corresponderam bem a tal tratamento psiquiátrico. Dando testemunho pertinente nesse sentido, há a anamnese descrita em The Vital Balance (O Equilíbrio Vital), de autoria duma equipe chefiada por Karl Menninger.

      A anamnese é de “Mary Smith” (Maria da Silva) que, com 63 anos, baixou ao hospital estadual. De algum modo, adquirira a idéia de que seu marido, um lavrador típico, bondoso, gentil, estava envolvido no tráfico ilegal de bebidas alcoólicas e que repetidas vezes tentara envenená-la. Assim, ela o atacara com um martelo enquanto ele dormia.

      Seu diagnóstico foi de “perturbada, inquieta e confusa”. Seis anos depois de sua hospitalização, foi julgada incuravelmente insana. Passaram-se outros sete anos, e surgiu novo médico que se interessou por ela. Ouvia pacientemente suas queixas estridentes, mostrava simpatia e concordava com ela sempre que podia. Caminhava junto com ela, ajudando-a a eliminar algumas de suas delusões. Mandou preparar óculos apropriados para ela, e mandava que a enfermeira lhe desse coisas para ler, e também conversasse com ela.

      Gradualmente, o tom de sua voz mudou, ela se tornou prestativa em arrumar camas, e teve permissão de andar sozinha pelos arredores. Logo obteve permissão de sair por alguns dias. Daí, com 76 anos, conseguiu um emprego de enfermeira prática, cuidando de uma senhora mais idosa. Anos mais tarde, sua filha relatou o seguinte sobre ela: “Ela é excelente trabalhadora, prestimosa e cooperadora . . . uma das mulheres mais organizadas que já conheci, de qualquer idade.”

      Tais êxitos em ajudar os mentalmente perturbados apontam para o tipo de tratamento de que especialmente necessitam. Sir Geoffrey Vickers, como presidente do Fundo de Pesquisas da Saúde Mental, explicou há alguns anos: “Sem comparação, a descoberta mais significativa da ciência mental é o poder do amor para proteger e restaurar a mente.”

      Sim, o amor, a bondade, a paciência e a compreensão são agora reconhecidos como vitais no tratamento bem sucedido dos pacientes mentais. Todavia, conforme antes observado, os psiquiatras não raro deixam de ajudar os pacientes a recuperar-se. Existe algum motivo fundamental para isso?

      Falha Básica no Enfoque

      Tem sido bem observado que as pessoas precisam conhecer a razão de sua existência, que propósito há na vida, de modo a ter forças para suportar a tragédia. Mas, são os psiquiatras os mais aptos a fornecer isto? Podem ajudar as pessoas a responder às perguntas básicas que as deixam indagando-se, tais como: “Por que estou aqui?” “Qual é mesmo a finalidade da vida?” “Que destino me aguarda?”

      A verdade é que, nenhum humano, mas apenas o Criador da humanidade, o Deus Onipotente, pode prover respostas sólidas, satisfatórias, a tais perguntas. E fez isso, para nossa esperança e nosso conforto, em sua Palavra, a Bíblia. Mas, o que os psiquiatras geralmente pensam sobre Deus?

      Uma enquête de 1970 mostra isso. Dentre os psiquiatras entrevistados, 55 por cento disseram que consideravam a crença em Deus “infantil”, e “incompatível com a realidade”.

      Que conclusão desarrazoada e ilógica! Pois, pense só: De que outro modo podemos explicar a origem da vida, se deixarmos de fora a existência dum Deus supremo? Ou que dizer do amor — de onde provém esta maravilhosa qualidade que é tão vital à saúde mental? Apenas a explanação da Bíblia é tanto razoável como lógica. E sua explicação é de que um Criador supremo, amoroso, é responsável. (Sal. 36:9; 1 João 4:8-11) Destacados homens de ciência, que de forma alguma eram “infantis”, expressaram a crença em tal Deus.

      Science Digest afirma sobre um deles: “A maioria dos historiadores da ciência declarariam de imediato que Isaac Newton foi a maior mente científica que o mundo já viu.” E, em sua obra-prima, Principia, Newton disse: “De seu verdadeiro domínio, segue-se que o verdadeiro Deus é um Ser vivo, inteligente e poderoso; e, de suas outras perfeições, que Ele é supremo, ou perfeitíssimo. Ele é eterno e infinito, onipotente e onisciente.”

      A falha básica dos psiquiatras mundanos é de que, em geral, não se voltam para este Deus verdadeiro em busca de sabedoria e orientação ao tratarem os emocional e mentalmente perturbados. E, sem dúvida, uma das conseqüências de sua atitude é que eles mesmos têm a mais elevada taxa de suicídios dentre todos os das especialidades médicas! A respeito disto, um dentre eles mesmos diz: ‘Até que os psiquiatras tenham a taxa mais baixa, todos os seus ensinos estão sujeitos à suspeita.’ — Journal of the American Medical Association.

      Outros Efeitos da Falha Básica

      Deixando de reconhecer a sólida instrução da Palavra de Deus, os psiquiatras raramente aplicam o amor de forma equilibrada. Exemplificando: em certo caso, o pai que não conseguiu afastar seu filho adolescente dos tóxicos o mandou a um psiquiatra. Com que resultados? O pai terminou ficando Cr$ 16.000,00 mais pobre, e o filho não mudou nem no mínimo.

      O pai queria ajudar seu filho. No entanto, nem ele nem o psiquiatra tinham apreço pelo ensino da Palavra de Deus, a saber, que a disciplina firme, porém bondosa, é parte vital no exercício do amor. (Heb. 12:6-9; Pro. 23:13, 14) Por fim, ouvindo conselhos sadios, o pai mandou seu filho para fora de casa até que estivesse disposto a ir a um centro de reabilitação contra tóxicos. Mais tarde, o filho, disse ao pai: “Sabe, quando o Sr. e mamãe me puseram para fora de casa, foi então que tive certeza de que o Sr. realmente queria ajudar-me.” O filho está agora curado.

      O fracasso geral dos psiquiatras em apreciar a Deus e seus ensinos quanto à moral resultou em grande dano. Como exemplo, o Press de Long Island estampava a seguinte manchete de primeira página: “Despedaçado um Bando de Sodomitas. Acusado o grupo de abusar sexualmente de jovens.” Dizia o artigo: “Quatro homens — inclusive um psiquiatra infantil internacionalmente conhecido . . . foram detidos ontem, acusados de sodomia, abusos sexuais e conspiração, envolvendo adolescentes.”

      Ao passo que este talvez seja um caso isolado, os incidentes de psiquiatras terem relações sexuais com suas pacientes não são. Assim, certa mulher cristã dirigiu-se a um psiquiatra em busca de ajuda por causa de suas frustrações quanto às suas relações matrimoniais com o marido. Ele lhe disse que ela tinha três escolhas: Tentar fazer com que o marido consultasse um psiquiatra; obter o divórcio; ou ter um caso extra-marital com um “namorado”, e ofereceu-se para ser o “namorado” dela.

      Daí, houve o psiquiatra que foi processado porque, conforme noticiado no Daily News de Nova Iorque: “Ele prescreveu relações sexuais com ele próprio como terapia e então cobrou os ‘tratamentos’.” Outro psiquiatra foi processado, exigindo-se US$ 1.250.000 em danos, perante a Suprema Corte do Estado de Nova Iorque, porque forçou sua paciente a ter relações sexuais com ele sob o disfarce de tratamento psiquiátrico. Com efeito, um psiquiatra escreveu um livro recomendando que os psiquiatras se tornem “sexualmente disponíveis ao paciente, mas não ‘insistentes’”. Chamou o livro The Love Treatment (Tratamento de Amor).

      Dois clínicos que dirigem a principal clínica sexual dos Estados Unidos disseram que grande parte dos oitocentos pacientes que trataram admitiram ter tido relações sexuais com seus psiquiatras ou conselheiros. Ao passo que alguns destes relatos possam ser meras fantasias, quimeras ou jactâncias, um dos médicos observou: “Se apenas 25% destes relatos específicos forem corretos, ainda há sobrepujante questão que confronta os profissionais neste campo.”

      É evidente que há motivo de se ter cuidado no que tange aos psiquiatras mundanos. Pois, ao passo que a pessoa pode ser ajudada, há também real possibilidade de que seja incentivada a seguir um proceder de conduta contrário aos justos princípios de Deus. Mas, mesmo se isso não acontecesse, o fracasso dos psiquiatras em geral em saber aplicar devidamente o melhor remédio para os males mentais — a qualidade divina do amor — provavelmente torne ineficaz o seu tratamento.

      Significa isso que em parte alguma as pessoas podem obter a psicoterapia fidedigna, no sentido de obterem ajuda para enfrentar seus problemas e solucioná-los? Felizmente tal ajuda é possível, e, por meio dela, muitas pessoas alcançaram a saúde mental neste mundo confuso.

  • O melhor meio de se recuperar a saúde mental
    Despertai! — 1975 | 8 de outubro
    • O melhor meio de se recuperar a saúde mental

      QUANDO a doença mental assola, é motivo de grande tristeza para os atingidos. Todavia, não há necessidade de uma família sentir vergonha quando isto acontece. Em muitos casos, as afecções mentais podem surgir assim como alguma doença física, tal como a gripe ou a doença do coração. E mesmo nos casos em que não constituem fator principal as causas físicas, ainda há motivo de se ter esperança e se adotar uma atitude positiva. A questão é: Qual é a melhor coisa a fazer?

      Com freqüência, uma combinação de tratamentos é o melhor. Mais importante, contudo, é que o sofredor receba ajuda de membros da família ou amigos compreensivos, que possam transmitir real esperança e encorajamento. Tais pessoas podem derivar conforto de que, como se dá com outras moléstias, as pessoas amiúde se recuperam espontaneamente da doença mental, visto que o corpo, com o tempo, ajusta-se e cura a si mesmo. E mesmo quando isto não ocorre, há muito que se pode fazer para ajudar o sofredor.

      A maior necessidade de tal pessoa é ser amada. A importância disto é agora sublinhada vez após vez nas publicações médicas. Isto significa que a família e os amigos devem ser pacientes, suportando a pessoa quando agir de modo excêntrico, irresponsável, ou for desarrazoada ou, de outra maneira, difícil de lidar.

      Qual é o melhor lugar em que se pode prestar esta ajuda necessária aos mentalmente enfermos? Em algum sanatório ou instituição para doentes mentais? É bem provável que não. Com efeito, um livro preparado por quatro médicos diz: “Um alvo principal é manter os pacientes fora do hospital sempre que possível. Às vezes, apenas isso já é uma vitória, porque, no caso de alguns dos nossos atuais sanatórios para doentes mentais, há probabilidade de que o paciente se sinta melhor ficando em casa.”

      Em casa, o paciente está num ambiente familiar. Ele ou ela recebe as atenções das partes vitalmente interessadas. Pode-se cuidar dele, visando sua recuperação ou melhora. Mas, é necessária a educação numa escola mundana de psiquiatria para dar tal ajuda?

      Necessária a Instrução Psiquiátrica?

      É interessante que os próprios psiquiatras reconhecem as falhas da educação psiquiátrica. David S. Viscott, para exemplificar, declara que os certificados

  • O alto custo do alcoolismo
    Despertai! — 1975 | 8 de outubro
    • O alto custo do alcoolismo

      ● O alcoolismo e problemas relacionados custam aos Estados Unidos uma soma fabulosa. Segundo recente relatório, o custo é de mais de Cr$ 200 bilhões por ano. Esta vasta soma é cinco vezes superior à quantidade de dinheiro necessária para fornecer alimento para todos naquele país que estão afligidos pela fome. Também, seria suficiente para construir 1.750.000 casas de baixo custo. Deveras, o alcoolismo custa caro.

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