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    Despertai! — 1978 | 8 de outubro
    • crime de traição e de contribuir para a morte dum homem inocente, o de matar a si mesmo. Seu proceder se realça em nítido contraste com o de Pedro, cujo choro amargo, depois de ter negado ao Senhor, provinha dum coração quebrantado e levou à sua restauração. — Mat. 26:75, coteje com Lucas 22:31, 32.

      A lástima, o remorso e as lágrimas, então, não são uma medida segura do genuíno arrependimento; a motivação de coração é determinante. Oséias expressa a denúncia de Jeová contra Israel, pois, em sua aflição “não clamaram a [Ele] por socorro de seu coração, embora continuassem uivando sobre as suas camas. Estavam vadiando por causa do seu cereal e do seu vinho doce . . . E passaram a retornar, não a algo mais elevado . . .” Seus uivos por alívio no tempo da calamidade tinha motivação egoísta e, se lhes fosse concedido alívio, não usariam a oportunidade para aprimorar sua relação com Deus, por meio da aderência mais de perto às Suas altas normas (compare com Isaías 55:8-11); eram como um “arco frouxo” que jamais atinge o alvo. (Osé. 7:14-16, coteje com Salmo 78:57; Tiago 4:3.) O jejum, o pranto e a lamentação eram apropriados — mas apenas se os arrependidos ‘rasgassem os seus corações’ e não simplesmente suas vestes. — Joel 2:12, 13 veja JEJUM; PRANTO.

      Confissão do erro

      A pessoa arrependida, então, humilha-se e busca a face de Deus (2 Crô. 7:13, 14; 33:10-13; Tia. 4:6-10), suplicando seu perdão. (Mat. 6:12) Não é como o fariseu auto-justo, da ilustração de Jesus, mas como o cobrador de impostos a quem Jesus representou como batendo no peito e dizendo: “Ó Deus, sê clemente para comigo pecador.” (Luc. 18:9-14) Declara o apóstolo João: “Se fizermos a declaração: ‘Não temos pecado’, estamos desencaminhando a nós mesmos e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar e para nos purificar de toda a injustiça.” (1 João 1:8, 9) “Quem encobre as suas transgressões não será bem sucedido, mas, ter-se-á misericórdia com aquele que as confessa e abandona.” — Pro. 28:13, compare com Salmo 32:3-5; Josué 7:19-26; 1 Timóteo 5:24.

      A oração de Daniel, em Daniel 9:15-19, é um modelo de confissão sincera, expressando preocupação primária com o nome de Jeová, e baseando seu apelo ‘não segundo os nossos atos justos . . . mas segundo as tuas muitas misericórdias’. Compare, também, a expressão humilde do filho pródigo. (Luc. 15:17-21) Os sinceramente arrependidos ‘elevam seu coração junto com as palmas das mãos a Deus’, confessando sua transgressão e procurando o perdão. — Lam. 3:40-42.

      Confessar os pecados uns aos outros

      Tiago aconselha: “Confessai abertamente os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sejais sarados.” (Tia. 5:16) Tal confissão não é porque qualquer humano sirva de “mediador” ou de “ajudador [“Advogado”, Almeida]” para o homem perante Deus visto que apenas Cristo preenche esse papel em virtude de seu sacrifício propiciatório. (1 Tim. 2:5, 6; 1 João 2:1, 2) Os humanos, por si mesmos, não podem realmente corrigir o erro contra Deus, em seu próprio favor ou em favor de outros, não podendo prover a expiação necessária. (Sal. 49:7, 8) Os cristãos, contudo, podem ajudar uns aos outros, e suas orações a favor de seus irmãos, ao passo que não exercem nenhum efeito sobre a aplicação da justiça por parte de Deus (visto que apenas o resgate de Cristo serve para remir pecados), deveras contam perante Deus ao solicitar que Ele preste sua necessária ajuda e dê forças àquele que pecou e que procura auxílio. — Veja ORAÇÃO (A Resposta às Orações).

      [Continua]

  • “Açoitar com varas de vidoeiro” — é ruim?
    Despertai! — 1978 | 8 de outubro
    • “Açoitar com varas de vidoeiro” — é ruim?

      ◆ O costume de “açoitar com varas de vidoeiro” os transgressores jovens da Ilha de Man, possessão inglesa, foi atacado como sendo “castigo degradante”. A Comissão Européia de Direitos Humanos apresentou queixas perante o Tribunal Europeu de Direitos Humanos em Estrasburgo, França. Mas, um legislador daquela ilha afirma que o açoite com varas de vidoeiro é “o prêmio do seguro pago para proteger nos da violência”. Apenas jovens transgressores entre 15 a 20 anos são açoitados com os prescritos ramos de vidoeiro, até seis vezes. A violência entre os 60.000 habitantes da ilha é um tanto menor do que na Grã-Bretanha, que proscreveu o açoite em 1948.

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