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ProfeciaRaciocínios à Base das Escrituras
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dar-lhes vida ou entregá-las à destruição. (Mat. 25:31-33, 46) Contudo, a maioria das pessoas aguarda outra coisa.’
Ou poderá dizer: ‘Estou de acordo que é importante ser um bom cristão. Mas seria eu um bom cristão se fizesse algumas das coisas que Jesus ensinou, mas desconsiderasse o que ele disse que devemos pôr em primeiro lugar na vida? . . . Note o que ele disse, conforme se acha escrito aqui em Mateus 6:33.’ Daí, talvez possa acrescentar: ‘Não é verdade que Jesus nos ensinou a orar pedindo esse Reino, colocando-o até mesmo na frente do nosso pedido de perdão à base de nossa fé nele qual Salvador? (Mat. 6:9-12)’
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PurgatórioRaciocínios à Base das Escrituras
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Purgatório
Definição: “Segundo o ensinamento da Igreja [Católica Romana], o estado, o lugar, ou a condição no outro mundo . . . onde as almas dos que morrem na graça, mas que ainda não estão livres de toda a imperfeição, fazem expiação pelos pecados veniais não perdoados ou pelo castigo temporal devido a pecados veniais e mortais que já foram perdoados e, por assim fazerem, são purificados antes de entrarem no céu.” (New Catholic Encyclopedia, 1967, Vol. XI, p. 1034) Não é um ensinamento bíblico.
Em que se baseia o ensinamento do purgatório?
Depois de examinar o que os escritores católicos disseram sobre textos como 2 Macabeus 12:39-45, Mateus 12:32 e 1 Coríntios 3:10-15, a New Catholic Encyclopedia (1967, Vol. XI, p. 1034) admite: “Em última análise, a doutrina católica do purgatório baseia-se na tradição, não na Escritura Sagrada.”
“A igreja se valeu da tradição para apoiar um meio-termo entre o céu e o inferno.” — U.S. Catholic, março de 1981, p. 7.
Quanto à natureza do purgatório, que dizem os porta-vozes católicos?
“Muitos pensam que o sofrimento total no purgatório se identifica com a consciência da postergação temporária da visão beatífica, embora o conceito mais comum seja de que, além disso, há positivamente algum castigo . . . Na Igreja Latina, tem-se geralmente mantido que esta dor é imposta pelo fogo real. Isto, porém, não é essencial à crença no purgatório. Nem mesmo é certo. . . . Mesmo que alguém, como no caso dos teólogos do Oriente, decida rejeitar a idéia do sofrimento induzido pelo fogo, deve cuidar para não excluir do purgatório todo o sofrimento positivo. Ainda assim há real aflição, tristeza, angústia, vergonha de consciência e outras tristezas espirituais, capazes de infligir verdadeira dor à alma. . . . A pessoa deve lembrar, de qualquer forma, que, em meio aos sofrimentos dessas almas, elas gozam de grande alegria em razão da certeza da salvação.” — New Catholic Encyclopedia (1967), Vol. XI, pp. 1036, 1037.
“O que acontece no purgatório é incerto.” — U.S. Catholic, março de 1981, p. 9.
Será que a alma sobrevive à morte do corpo?
Eze. 18:4, So: “A alma [hebraico, né·fesh; “a pessoa”, BMD; “aquele”, BJ] que pecar, essa morrerá.”
Tia. 5:20, So: “Aquele que reconduzir um pecador do erro do seu caminho, salvará uma alma da morte e cobrirá uma multidão de pecados.” (Grifo acrescentado.) (Note que se fala aqui da morte da alma.)
Para mais pormenores, veja os tópicos “Alma” e “Morte”.
Exige-se punição adicional pelo pecado após a morte da pessoa?
Rom. 6:7, BJ: “Quem morreu, ficou livre do pecado.” (MC: “Aquele que morreu está absolvido do pecado.”)
Podem os mortos sentir alegria por confiarem na perspectiva da salvação?
Ecl. 9:5, BJ: “Os vivos ao menos sabem que vão morrer, enquanto os mortos não sabem nada.”
Isa. 38:18, BJ: “Não é o Xeol que te [Iahweh] louva, nem
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