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  • Nossa recordação dos falecidos
    A Sentinela — 1972 | 1.° de novembro
    • INTERESSE DE DEUS NOS FALECIDOS

      Portanto, nunca pense que Deus não se interessa. Ele certamente não mostrou ter falta de interesse na humanidade quando enviou seu Filho unigênito para sofrer às mãos de homens rebeldes e para morrer como resgate. Tampouco é Deus injusto ao ponto de aplicar os benefícios do resgate apenas a alguns — desperdiçando a maior parte. Senão, não teria inspirado seu apóstolo a escrever: “Pois, assim como pela desobediência de um só homem muitos foram constituídos pecadores, do mesmo modo também pela obediência de um só muitos serão constituídos justos. . . . assim como o pecado reinou com a morte, do mesmo modo também a benignidade imerecida [reina] por intermédio da justiça, visando a vida eterna por intermédio de Jesus Cristo, nosso Senhor.” — Rom. 5:19-21.

      Então, por que não usa Deus seu poder desde já para trazer de volta os falecidos! Mesmo nisso demonstra-se sua benevolência. Porque ele não os traz de volta para sofrerem novamente as terríveis aflições que agora oprimem a humanidade, em que há perigo de morte cada dia. Antes, propõe-se restabelecê-los quando vigorar em toda a terra o reinado justo de seu Rei messiânico, Jesus Cristo. O ambiente será então ideal para a verdadeira vida em felicidade. Quanto Jeová e seu Filho devem estar aguardando este tempo, com expectativa ainda maior do que nós! — Atos 17:31; 24:15.

      ENSINOS FALSOS TIRAM O CONSOLO

      Em vista das provisões amorosas de Deus tanto para os vivos como para os mortos, quão blasfemo é que os clérigos afirmem que Deus atormenta os mortos num purgatório ou num “fogo do inferno”. E quão cruel e impiedoso é que estes homens cobrem dinheiro dos parentes e amigos enlutados, sob o pretexto de ajudar as pessoas ou as almas em um destes lugares imaginários.

      Um exemplo da falta de interesse nos que perderam entes queridos é um tratado publicado pela Liga Franciscana de Missa, distribuído na Confraria de S. Francisco, na cidade de Nova Iorque. Incentiva o leitor a ‘inscrever-se agora na Liga da Missa Para os Vivos’. “Não dependa demais dos que deixa atrás para que lhe ajudem, quando cair nas mãos do Senhor em julgamento”, diz o folheto. “‘Longe da vista, longe do coração’, será a sorte da maioria de nós.”

      O panfleto exorta então à inscrição de parentes e amigos “falecidos” na Liga da Missa, cuja “oferta usual para membros” é: “Para os vivos, $ 5,00. Esta qualidade de membro continua perpetuamente após a vida; Para os falecidos, $ 2,00.” “Seus entes queridos falecidos talvez sofram no Purgatório por sua culpa”, diz o tratado. Faz-se a citação dum livro apócrifo, que não faz parte das Escrituras inspiradas: “‘É um santo e salutar pensamento orar pelos mortos, para que sejam livres dos seus pecado’ (2 Mac. xii, 46).”

      Entretanto, deve-se observar que Judas Macabeu, citado no texto, não estava orando a favor de almas que estivessem sofrendo num suposto purgatório, mas a respeito de sua esperança de ressurreição dentre os mortos, conforme mostra o texto circundante. (Versículos 43, 44; Matos Soares) E no versículo 45 (veja a versão do Pontifício Instituto Bíblico) diz-se que os falecidos não estavam no purgatório ou num estado consciente, mas que haviam ‘adormecido’.

      Os clérigos, ao ensinarem uma falsidade a respeito do estado dos mortos e por se aproveitarem da tristeza das pessoas por causa dos seus entes queridos que faleceram, têm tomado dinheiro por se aproveitaram dos temores e da sensação de incapacidade dos sobreviventes. Por isso são realmente culpados de extorsão. Estão mentindo e apresentando mal a Deus, e estão tirando dos vivos a esperança e o consolo que as Escrituras oferecem.

      Segundo a promessa certa e a garantia de Deus, os vivos podem esperar com plena certeza que seus queridos falecidos voltem para ter plena oportunidade de vida. Daí, sob a regência do Reino de Cristo, que o malfeitor ao lado de Jesus aguardava, poderão provar se são pessoas que amam as instruções de Deus e lhes obedecem, ou não.

      Por conseguinte, o que devemos nós, os vivos, fazer neste tempo para garantirmos estar vivos a fim de acolhê-los de volta dos mortos e realmente ajudá-los, Devemos estudar agora a Palavra de Deus, a Bíblia, visando a plena obediência aos seus princípios justos. Por fazermos isso, poderemos sobreviver à destruição do atual sistema de coisas, que segundo todas as evidências está muito próxima. (Mat. 24:7-14, 34; Sof. 2:3) Quão bom será receber de volta os falecidos e participar em ajudar estes ressuscitados a obter mais conhecimento de Deus, resultando em vida eterna! — João 17:3.

  • Exortação à humildade na formatura de Gilead
    A Sentinela — 1972 | 1.° de novembro
    • Exortação à humildade na formatura de Gilead

      NA SEGUNDA-FEIRA, 6 de março de 1972, às 14 horas, duas mil e uma pessoas lotaram o Salão de Assembléias das Testemunhas de Jeová na cidade de Nova Iorque. O motivo disso? A formatura da 52.ª classe da Escola Bíblica de Gilead da Torre de Vigia.

      O presidente da escola, N. H. Knorr, presidiu ao programa. Depois dum cântico inicial e de uma oração, o irmão Knorr fez algumas observações sobre a mocidade e o entusiasmo desta classe de estudantes.

      Seguiu-se uma série de pequenos discursos, proferidos pelos instrutores de Gilead e por outros. O primeiro destes discursos salientou que não havia crise de identificação entre as Testemunhas, assim como se dá admitidamente entre outros que professam ser ministros cristãos. O segundo orador salientou a importância do interesse no bem-estar dos irmãos cristãos. Ele foi seguido por alguém que advertiu contra olhar-se para trás com anseio, porque isto resulta em comiseração de si mesmo e em desânimo. O próximo discurso mostrou a importância da faculdade de raciocínio treinada pela Bíblia para fazer decisões. Ainda outro orador salientou a humildade, a humildade mental, e exortou os missionários a aceitarem as pessoas na sua designação missionária. O último destes pequenos discursos lembrou aos missionários a felicidade que os aguardava por terem fixado para si alvos sábios.

      A seguir leram-se diversas mensagens, inclusive cabogramas e telegramas, após o que falou F. W. Franz, vice-presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos E. U. A.). Ele salientou a seriedade do compromisso que assumiram, de sua dedicação como servos de Deus. Considerou também em pormenores Eclesiastes 5:1-7, a respeito de votos. Entre outras coisas, observou que o “sonho” mencionado ali, que resulta duma ‘porção de negócios’, não se refere aos sonhos que se tem ao dormir, por causa dum dia atarefado. Antes, são sonhos egoístas, pessoais, que resultam quando alguém se deixa desviar do serviço de Deus e se envolve em atividades materialistas. Permitir isso produziria uma porção de “vaidades” e de “palavras” em justificação própria. Terminou por salientar a importância de se temer “o verdadeiro Deus”, como ajuda para ser fiel na designação missionária.

      Depois veio o discurso principal da formatura, proferido por N. H. Knorr. Ele recapitulou brevemente a história da escola missionária e o trabalho maravilhoso feito pelos formados. Desde o início da Escola, em 1.º de fevereiro de 1943, formaram-se bem mais de cinco mil estudantes, dos quais cerca da metade ainda está empenhada ativamente no ministério de tempo integral.

      O orador observou que, em grego, a expressão “agarrai-vos ao que é bom” é literalmente ‘grudares ao que é bom’, e ele exortou os estudantes a ficar grudados à sua designação. (Rom. 12:9, 11; Kingdom Interlinear Translation) Perseverar

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