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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1990
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  • Continuam os Riscos do Sangue
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1990
w90 15/10 p. 21

Por dentro das notícias

Homossexuais — Iguais Perante Deus?

No estado australiano de Queensland, atos homossexuais — ainda que em particular e com o consentimento mútuo dos parceiros — são ilegais. Recentemente, um grupo das principais igrejas naquele estado manifestou-se fortemente contra tais leis: elas querem que a homossexualidade deixe de ser considerada crime.

Segundo o jornal The Courier Mail, este Grupo de Igrejas Associadas Para a Justiça Social compõe-se de membros das igrejas Anglicana, Católica Romana, Luterana, Batista e Unida, e dos Quacres (Sociedade de Amigos). Alegando que as leis vigentes contra os homossexuais baseiam-se em ignorância e preconceito, o grupo declarou: “Nosso apoio a esta postura baseia-se na crença de que todas as pessoas são iguais perante Deus e devem ser iguais perante a lei. Cremos que o homossexual não é mais nem menos humano do que o heterossexual.”

Embora seja verdade que todas as pessoas nascem iguais, qual é o conceito de Deus sobre a homossexualidade? Na Bíblia, todos os atos homossexuais são condenados como desnaturais e merecedores da desaprovação de Deus, conduzindo à morte. Isto era assim, não apenas no antigo Israel, mas também nos tempos cristãos. (Levítico 18:22; Romanos 1:26, 27) A condenação é clara e dispensa interpretação: “Nem fornicadores,. . . nem homens mantidos para propósitos desnaturais, nem homens que se deitam com homens. . . herdarão o reino de Deus.” — 1 Coríntios 6:9, 10.

Em vez de clamarem em favor de a homossexualidade não mais ser considerada crime, os genuínos cristãos instam as pessoas escravizadas a essa prática que desonra a Deus que se libertem dela, voltando-se para a Palavra da verdade de Deus.

Continuam os Riscos do Sangue

Recente investigação revelou que centenas de enganos foram cometidos pela Cruz Vermelha Americana no manuseio de sangue contaminado. Quase metade dos 12 a 15 milhões de unidades de sangue usadas anualmente nos Estados Unidos é fornecida pela Cruz Vermelha Americana. Quando são liberadas quaisquer unidades de sangue que depois se descobre estarem contaminadas, deve-se notificar a FDA (Administração de Alimentos e Remédios), órgão do governo federal. Contudo, o jornal The New York Times declara que um inspetor federal afirma que a Cruz Vermelha não raro deixou de fazer isso. Ele diz que uma investigação de seus registros revelou 380 casos de manuseio de sangue contaminado que nunca foram relatados ao governo. Além disso, de 228 casos de AIDS que talvez tenham sido causados por transfusões de sangue, o inspetor descobriu que a Cruz Vermelha relatou apenas 4 à FDA.

Embora muitos ainda a considerem capaz de salvar vidas, a transfusão de sangue é responsável pela morte de milhares de pessoas todo ano. Todavia, os verdadeiros adoradores de Deus, ao obedecerem Suas leis relativo ao sangue, são ao mesmo tempo protegidos dos perigos das transfusões. Deus ordenou: “Sê firme. . . para não comeres o sangue. . . Derrama-o por terra como água. . . para que tudo corra bem a ti e a teus filhos depois de ti, pois deste modo estarás fazendo o que é reto.” — Deuteronômio 12:23-25, A Bíblia de Jerusalém.

O Conceito do Papa Sobre o Serviço Militar

No ano passado, o papa reuniu-se com mais de 7.000 cadetes militares na guarnição de Cecchignola, em Roma. Na ocasião, quatro oficiais jovens representando a guarnição perguntaram ao papa se o serviço militar é compatível com a consciência cristã. Segundo o jornal L’Osservatore Romano da Cidade do Vaticano, eles perguntaram especificamente: “Será que alguém pode ser cristão fiel e, ao mesmo tempo, soldado fiel?” Em resposta, o papa disse: “Não há nenhuma dificuldade básica ou impossibilidade em conjugar a vocação cristã com o serviço militar. Se encararmos este último de modo positivo, ele pode ser considerado como algo belo, digno e excelente.”

É tal conceito, porém, compatível com a neutralidade mantida pelos primitivos cristãos? Arnold Toynbee, no livro An Historian’s Approach to Religion (A Religião Vista por um Historiador), cita o caso de Maximiliano, mártir do terceiro século que, ao ser ameaçado de morte pelo tribunal romano por recusar alistar-se nas forças militares, disse: “Não servirei. Vós podeis decapitar-me, mas eu não servirei aos poderes Deste Mundo; servirei, sim, a meu Deus.” Por que negou-se ele, em face da morte certa, a participar no serviço militar? Porque, para ele, os genuínos seguidores de Jesus “não fazem parte do mundo”, assim como Jesus não fazia parte do mundo. Ademais, ele achava ser espiritual o combate dos cristãos, em harmonia com as palavras do apóstolo Paulo: “Não travamos combate segundo o que somos na carne. Porque as armas de nosso combate não são carnais.” — João 17:16; 2 Coríntios 10:3, 4.

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