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Apoderando-se de modo permanente da vidaA Sentinela — 1968 | 1.° de fevereiro
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Ao passo que é verdade que Jesus Cristo está à destra de Deus, qual Seu rei designado, todavia, aqui entrega o reino a Jeová, seu Deus e Pai. O contexto nos mostra que entrega sua realeza com respeito ao reinado especial milenar sobre a terra. Terminou seu serviço e entrega o trabalho terminado a seu Pai, para a inspeção e aprovação finais. Dentre todo o universo, a terra tem, em relação à soberania de Deus, sido o único lugar que tem estado “fora de órbita”, falando-se figuradamente. Agora, tendo tudo sido alinhado com a vontade de Deus, está de novo em sua devida órbita. — Fil. 2:9-11; Rev. 11:15.
PERGUNTA FINAL A SER AINDA RESPONDIDA
6. Até mesmo no tempo que a humanidade atingir a perfeição, que pergunta ainda precisa ser respondida, e por quê?
6 No entanto, há ainda uma pergunta que exige uma resposta final. Pode a iniqüidade surgir de novo para lançar a terra ou qualquer parte do universo numa órbita desordenada e desobediente, para o detrimento ou perturbação de todas as criaturas nela, como se deu durante os primeiros seis mil anos da história humana? Tal pergunta desconfortável ainda existe, porque a perfeição não torna a pessoa incapaz de pecar ou de desobedecer. A questão da soberania universal de Deus, portanto, tem ainda uma modalidade a ser resolvida antes que Deus fique satisfeito e antes que a vida completa e eterna possa ser concedida a todos os que vivem na terra.
7. Por que Satanás não é completamente aniquilado quando é lançado no abismo, logo depois da batalha do Armagedom?
7 Por tal razão, não se pretendeu que Satanás e seus demônios ficassem para sempre no abismo ao qual foram lançados pouco antes de começar o reinado milenar de Cristo. Por meio do reino messiânico, Deus tem mantido Satanás apenas em reserva, esperando a destruição eterna dele. Isto não é feito em misericórdia para com Satanás, mas Deus tem um propósito, a saber, resolver para sempre a questão controversial da soberania universal, de modo que jamais surja de novo e nem crie perturbação para os que desejam servir a Deus e que amam a Sua soberania.
8. Por que é Satanás acorrentado, e por quem?
8 Deus nos diz, mediante seu servo angélico: “Ora, assim que tiverem terminado os mil anos, Satanás será solto de sua prisão.” (Rev. 20:7) Satanás é aquele que suscitou a questão da legitimidade e da justeza da soberania de Deus, e quem fez que Adão e Eva trouxessem a morte sobre a raça humana, por induzi-los a se rebelar contra a soberania de Deus. O anjo do abismo, aquele que recebeu antes a “chave da cova do abismo” (Rev. 9:1, 2), é quem recebe agora a ordem de Jeová de quebrar o selo do abismo e deixar sair Satanás e seus demônios, desacorrentando-os, soltando-os na terra. Quem é este anjo? Obviamente é o mesmo anjo que os lançou no abismo, o Descendente da “mulher” de Deus, o Senhor Jesus Cristo, pois Deus sujeita todas as coisas a ele. — 1 Cor. 15:27; Heb. 2:8.
DEUS SE TORNA “TODAS AS COISAS PARA COM TODOS”
9. De que modo toda a humanidade se torna diretamente responsável a Deus, depois do fim do reinado milenar de Cristo?
9 O apóstolo Paulo passa a dizer-nos que, quando Jesus chega ao fim do seu reinado milenar, Jesus, por sua vez, submete-se Àquele que lhe sujeitou todas as coisas. Por quê? “Para que Deus seja todas as coisas para com todos.” (1 Cor. 15:28) Até este ponto, Cristo tem reinado em nome de seu Pai, e o sacrifício de resgate tem sido disponível e tem sido utilizado pelos que estão na terra, mas, por volta deste tempo, já foram completamente aplicados os benefícios do resgate. Cristo, como Sumo Sacerdote, põe-se de lado, por assim dizer, a fim de que a humanidade aperfeiçoada possa colocar-se perante Deus em seus próprios méritos, sem que Cristo, como sumo sacerdote sacrificante, ministre em seu favor e venha em seu socorro quando cometerem erros. Agora são humanamente perfeitos, tendo pleno controle de todas as suas faculdades, e qualquer coisa que vierem a fazer em seguida se deve à sua própria vontade e não é um erro devido à imperfeição. Visto que “é Deus quem os declara justos”, Deus reserva para si mesmo a autoridade de conceder a vida eterna - o direito permanente à vida em seu universo. — Rom. 8:33.
10. Por que as pessoas perfeitas precisam ser provadas na questão da soberania de Jeová?
10 Por conseguinte, estes humanos aperfeiçoados têm de provar seu inquebrantável apego à Sua soberania. Há muitas pessoas que apreciariam e usufruiriam a soberania de Deus enquanto isto significasse boas coisas para elas mesmas. Seriam obedientes às leis, pois observariam que isso significaria para elas a satisfação de todos os anseios do coração. Mas, é diferente quando a soberania de Deus é desafiada e quando há uma questão poderosamente suscitada, quando a pessoa talvez pense que tem a oportunidade de adquirir a absoluta independência e fazer exatamente o que bem quiser. Se, ademais, tiver de trazer transtornos para si mesma, pondo em perigo seus próprios interesses egoístas para sustentar a soberania de Deus, então talvez haja de forma diferente, pois a perfeição orgânica não significa que a criatura perfeita não possa ser tentada a cometer pecado. Todos que estiverem na terra naquele tempo têm de ser finalmente provados quanto a se é inquestionável seu amor à soberania de Deus. Têm de desejá-la mais do que qualquer outra coisa. Têm de desejar a soberania de Deus e têm de estar dispostos a lutar por ela e, se necessário, dar suas vidas por ela.
11. Como é que surge a prova final de toda a humanidade?
11 Como esta prova se dá, passa-nos a mostrar a Revelação: “E ele [Satanás, acompanhado dos seus demônios] sairá para desencaminhar aquelas nações nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de ajuntá-las para a guerra. O número destes é como a areia do mar.” (Rev. 20:8) Por volta do fim dos mil anos, a terra será povoada até os seus “quatro cantos”, em seus quadrantes, como resultado da ressurreição de todos os mortos dos túmulos terrestres e aquosos, durante o reinado milenar de Cristo. Este povoamento talvez tenha sido contribuído por aqueles da “grande multidão” de sobreviventes do Armagedom que se casem ou que já sejam casados, e que, por algum tempo depois do fim deste sistema iníquo, criem famílias, como o fizeram os filhos de Noé depois do dilúvio global. Não sabemos agora quantos in toto habitarão a terra, embora, durante os mil anos, talvez sejam feitos recenseamentos. O número dos que lutam contra a soberania de Deus, quando Satanás for solto, e que seguem a ele e aos seus demônios não nos é revelado. Será um número considerável, embora seja indefinido como os grãos de areia ao longo da praia. — Compare-se com Gênesis 22:17.
“GOGUE E MAGOGUE”
12. Quem são os descritos como “Gogue e Magogue” naquele tempo, e quais são seus motivos e objetivos?
12 Na Revelação, faz-se um lembrete de “Gogue da terra de Magogue” predito em Ezequiel 38:1 a 39:16. A profecia de Ezequiel descreve Satanás em seu domínio rebaixado agora, desde que foi expulso do céu e degradado à terra por volta do ano de 1918, da Primeira Guerra Mundial. Revelação 20:8 tece aqui uma comparação, porque, na profecia de Ezequiel, o Gogue da terra de Magogue, mil anos antes, atacara o povo espiritualmente próspero de Jeová Deus desde sua restauração em 1919 E. C. Tal ataque, nesse tempo, trouxe a ira de Jeová Deus e resultou na destruiçao da organização terrestre visível de Satanás. Mas, agora, no fim dos mil anos, estes humanos desorientados lançam seu ataque depois de o paraíso edênico ter sido restaurado a toda a terra pelo reino de Deus, depois de toda a humanidade viva ter sido soerguida à perfeição humana e à semelhança de Deus que Adão e Eva tinham no jardim do Éden. Estas pessoas rebeldes que seguem a Satanás têm o mesmo espírito que Gogue tinha naquele tempo. Por conseguinte, são descritas pelos termos de Gogue e Magogue, assim como as pessoas, atualmente, chamam uma multidão violenta de “turba hitlerista” ou uma localidade imoral como “Sodoma e Gomorra”. Revelação fala delas como “nações nos quatro cantos da terra”. Por serem mencionadas como nações podemos entender o que se quer dizer, pois, atualmente, o nacionalismo é uma questão. Cada vez mais as nações desejam a sua soberania independente. As “nações nos quatro cantos da terra” daquele tempo seriam as que se rebelaram e que se estabeleceram independentemente como nações afastadas de Jeová Deus e de sua organização central.
13. Como é que tais “nações” desorientadas tentam cumprir seu objetivo, e contra o que lutam em realidade?
13 Que ação tomam tais “nações”? “E avançaram sobre a largura da terra e cercaram o acampamento dos santos e a cidade amada.” (Rev. 20:9) Estas pessoas rebeldes, como o anterior Gogue de Magogue, separaram-se do povo de Deus e, por conseguinte, são descritas como sendo duma localidade distante. Odeiam a cidade amada; naturalmente, também odeiam os que, na terra, servem a tal cidade amada, mas, a cidade amada se refere aqui a Sião ou Jerusalém, a cidade celeste composta daqueles “santos” que tiveram parte na primeira ressurreição e que, por volta desse tempo, já reinaram com Cristo por mil anos. (Sal. 87:2, 3; Isa. 49:14-16) É uma revolta contra a soberania de Jeová, que vigora especialmente quando Cristo entrega o Reino ao Pai. Não desejam tal soberania. Agora que o Diabo lhes apresenta supostamente uma oportunidade de saírem de debaixo da soberania de Deus, aproveitara-se disso. Assim, a revolta, embora dirigida diretamente contra os justos na terra, é realmente contra o governo capital de Deus. A questão é a mesma suscitada no Éden, a antiga questão universal. É a respeito desta questão que os rebeldes se movem a atacar a cidade amada.
PROVA QUE PESQUISA A ALMA
14. Que efeito terá o ataque da parte das “nações” desorientadas sobre os fiéis de Jeová na terra?
14 Naturalmente, estas “nações” não podem tocar na Sião celeste; por conseguinte, provocam grande perigo àqueles na terra que são firmes a favor do domínio da cidade amada e da soberania de Jeová — que retêm sua lealdade à soberania de Jeová. Mas, estes fiéis não serão feridos nem no mínimo, embora as coisas pareçam mui ameaçadoras e por certo forneçam uma prova cabal, de pesquisar a alma. Deus protege os fiéis, pois fogo desce do céu e devora os inimigos. (Rev. 20:9) Não vão para o Seol ou Hades, mas são queimados, aniquilados para sempre.
15. Como é que Gênesis 3:15 tem seu cumprimento final e completo neste ponto?
15 Satanás, o Diabo, e seus demônios prontamente são lançados no lago de fogo e enxofre. Isto, por certo, partirá das mãos do Descendente real da mulher de Deus, o Rei Jesus Cristo. Embora tenha entregue o Reino ao Pai, isso se deu para que se realizasse esta prova, e ele ainda é a Principal Autoridade Executiva de Jeová Deus e é seu Executor. A “fera” simbólica e o “falso profeta”, representando o sistema político de Satanás, já estão agora por mil anos no lago de fogo, e jamais reapareceram. O Diabo se junta a eles ali, por fim, para a sua destruição eterna. A cabeça da Serpente é por fim esmagada completa e eternamente pelo Descendente da mulher de Deus, Jesus Cristo. (Gên. 3:15) O Rei triunfante tem usado as chaves da morte, do Hades (Seol) e do abismo, mas, não tem chave alguma para este “lago de fogo e enxofre”. Jamais deixa que a simbólica besta-fera e o falso profeta, e Satanás, o Diabo, e seus demônios saiam do lago ardente e sulfuroso. É por isso que se diz que ali “serão atormentados dia e noite, para todo o sempre”. — Rev. 20:10.
QUESTÃO JAMAIS SUSCITADA DE NOVO
16. Qual é o significado do verbo grego traduzido em Revelação 20:10 “serão atormentados”?
16 No grego original, a palavra traduzida “serão atormentados” é o tempo futuro da palavra grega basanízõ. Significa primariamente “esfregar na pedra de toque, pôr à prova, daí, examinar pela tortura (básanos), pedra de toque, tormento”. — The Expository Dictionary of New Testament Words, Volume IV, página 141, por W. E. Vine, publicado por Oliphants Ltd., Londres, Inglaterra.
17. Até que ponto é resolvida a questão da soberania, e como é que vemos que Deus está justificado em permitir que a iniqüidade exista na terra por quase seis mil anos?
17 Pode deduzir disto que, na solução da questão da soberania de Deus, que tem sido desafiada já por sete mil anos antes, o julgamento judicioso do Deus Altíssimo, Jeová, ficará como um precedente eterno. Se por acaso surgir de novo a questão da soberania de Jeová por parte de qualquer indivíduo, espiritual ou físico, em qualquer parte do universo, este caso ou precedente jurídico poderia ser citado como uma pedra de toque a respeito de quem legitimamente mantém a soberania universal. Isto se dá porque o caso que envolveu a Satanás já chegou ao próprio fundo das coisas como prova de que não há nenhuma questão não solucionada quanto à soberania de Deus. Já foi completa e cabalmente resolvida. Por conseguinte, qualquer pessoa que fizer qualquer declaração em desarmonia com a soberania de Deus seria julgada à base deste precedente e imediatamente destruída no “lago de fogo e enxofre”. Assim, Deus não tem desperdiçado tempo em permitir que a iniqüidade entre na fase decisiva durante os 6.000 anos da história humana. A pedra de toque (básanos) sobre a soberania universal, sendo para uso eterno, atormentará para sempre ou acumulará vitupério sobre o nome de Satanás, o Diabo.
18. (a) Ilustrem como a questão é cabalmente resolvida. (b) O que aconteceria se alguém, em qualquer parte do universo, de novo desafiasse a soberania de Deus?
18 Isto poderia ser ilustrado. Digamos, por exemplo, que um bom homem numa comunidade tenha uma família que é leal a ele. Há um iníquo odiador dele na vizinhança, que o calunia e mente a seu respeito, pondo em dúvida seu nome ou reputação na mente das pessoas do povoado. Faz-se uma investigação, reúnem-se os fatos, e, no caso legal que se segue, mostra-se que a pessoa que faz as acusações mentirosas é um caluniador e uma pessoa inteiramente iníqua. Daquele tempo em diante, o nome daquele homem iníquo, ao ser mencionado na comunidade, seria como um cheiro ruim nas narinas das pessoas. Diriam: “Oh, aquele mentiroso e caluniador!” — quando seu nome fosse mencionado. Tal fama e a menção repetida daquilo a que ficou exposto seriam um tormento ou angústia para o seu nome e, se tivesse família, isto resultaria em tormento para aqueles que levavam tal nome. Assim, caso a questão da soberania de Deus surja em qualquer lugar, seria apenas um lembrete da rebelião de Satanás, que é um cheiro ruim nas narinas de todos os que amam a soberania de Deus. Tal desafiador da soberania universal de Jeová seria morto.
ASSEGURADA A VIDA ETERNA
19. Será que qualquer pessoa que então viver na terra precisará temer que algum dia talvez morra? Por quê?
19 Da parte de qualquer pessoa que permanecer fiel durante a prova final, não haverá temor de que venha em qualquer tempo se tornar um dos iníquos desafiadores da soberania de Deus. A prova feita pelo próprio Jeová será completa, cabal, garantindo a obediência eterna dos que a passarem com êxito. Ele profere as decisões judiciais que os aprovam ou justificam, declarando-os justos, com direito a um lugar permanente na terra. Sob a sua soberania eterna, podem estar seguros de que Êle sabe que sua fidelidade é tamanha e sua integridade é tamanha que jamais se desviarão dele. Aguardam uma vida por, um milhão de anos, sim, por mil milhões de anos no futuro, com plena certeza de que o amoroso Deus, Jeová, protegerá e susterá suas vidas por toda a eternidade. Ele lhes proverá coisas progressivamente maravilhosas de seu inesgotável depósito de riquezas, pela contínua administração de seu amado Filho e Principal Agente, Jesus Cristo. — Rom. 11: 33-36; Fil. 4:19; 2:9-11.
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Alegrias, provas e bênçãos no serviço de nosso DeusA Sentinela — 1968 | 1.° de fevereiro
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Alegrias, provas e bênçãos no serviço de nosso Deus
conforme narrado por RICHARD BLÜMEL
NO VERÃO setentrional de 1918, a Alemanha travava desesperada batalha, estando os seus homens distribuídos em todas as frentes de batalha. Por trás das linhas, mulheres e crianças passavam fome e muitos milhares morriam diariamente de subnutrição e de gripe espanhola. Como as multidões ansiavam a paz então! Nas grandes indústrias, a maior parte do trabalho era feita por homens mais idosos, pelas mulheres e pelas crianças do país. Eu tinha dezoito anos e estava empregado numa encadernadora de Leipzig, onde acabara de concluir um aprendizado de gravador a ouro e encadernador.
Foi durante este tempo que recebi pela primeira vez certa mensagem de esperança. Veio de uma senhora de meia-idade que falava muito a respeito de suas convicções a outros. Certo dia, falou-me a respeito dum livro maravilhoso, O Plano Divino doas Eras, e, notando meu vívido interesse, deu-me um tratado intitulado “Publicação Trimestral da Velha Teologia”, contendo prova de que os “tempos das nações” se esgotaram. (Luc. 21:24) Li-o vez após vez, por achar tão interessante esta mensagem da Bíblia.
Mais tarde, aquela mesma senhora me falou a respeito das reuniões semanais em que assuntos similares eram comentados, assim, aceitei seu convite de assistir a elas. Na data combinada, eu esperava à entrada do auditório escolar em que as reuniões eram feitas, e, quando a senhora chegou, levou-me para dentro. Cerca de cinqüenta pessoas estavam presentes. O tópico em debate era um capítulo em O Plano Divino das Eras, e meu interesse foi plenamente suscitado. Decidi adquirir o livro e comecei a lê-lo. Com efeito, fiquei tão absorto em suas páginas dia após dia que meus pais começaram a preocupar-se comigo, e tive de achar um lugar mais quieto para ler. Que lugar mais quieto podia haver do que o cemitério próximo, onde achei que não seria visto e nem perturbado. Foi maravilhoso aprender deste livro que Deus há muito preconhecia e predisse a ascensão e a queda das potências mundiais e como todas chegariam ao seu fim.
A assimilação destas emocionantes informações me trouxe tanta alegria e satisfação que simplesmente tive de começar a falar a outros a respeito delas. Naturalmente, meus pais foram os primeiros a ouvir-me, mas, nesta ocasião, não as acolheram. Nas reuniões a que eu comparecia, obtive um estoque de tratados e comecei a ir de casa em casa, introduzindo a profecia bíblica em
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