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  • A quem pertence?
    A Sentinela — 1975 | 1.° de junho
    • 16. (a) Como simbolizou Jesus a apresentação de si mesmo para fazer a vontade de Deus para ele, qual homem? (b) De que modo é isto um modelo para você, leitor, lembrando-se de que diferença?

      16 Pedro escreveu: ‘Cristo vos deixou uma norma para seguirdes de perto os seus passos.’ (1 Ped. 2:21) o primeiro passo visível que Jesus deu, quando sabia que era o tempo devido de Deus, foi o do batismo em água às mãos de João Batista. Isto foi em símbolo de sua própria apresentação de si mesmo para fazer a vontade de Deus, conforme predita para ele no Salmo 40:6-8. (Veja também Hebreus 10:5-10.) Jesus não tinha pecados de que se arrepender. Tinha uma boa consciência para com Deus. Mas no seu caso, leitor, o passo do batismo é um símbolo externo e público de sua dedicação a fazer a vontade de Deus, e, visto que tem sido escravo do pecado, é também “a solicitação de uma boa consciência, feita a Deus”. Embora ainda imperfeito, ‘apresenta agora os seus membros como escravos à justiça, visando a santidade’. — 1 Ped. 3:21 a 4:3; Rom. 6:19.

      17. Em vista de 2 Coríntios 5:14, 15, como deverá encarar os passos precedentes?

      17 Encarado na luz correta, deve sentir-se movido a dar estes passos em resposta amorosa e ansiosa à provisão amorosa e ao convite bondoso de Deus. Não sofre pressão, nem é obrigado a fazer isso. Antes, deve encarar isso como grande privilégio. — 2 Cor. 5:14, 15.

      GRANDE PRIVILÉGIO

      18. (a) Como mostrou Jesus que o seu mandamento em João 13:34 era um novo? (b) Por que é um grandioso privilégio seguir o mesmo proceder que Jesus adotou?

      18 O segundo dos dois grandes mandamentos dados a Israel, conforme resumido por Jesus, era: “Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.” (Mat. 22:39) Mas Jesus disse aos seus discípulos: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.” Mais tarde, naquela mesma noite, ele acrescentou: “Ninguém tem maior amor do que este, que alguém entregue a sua alma a favor de seus amigos.” (João 13:34; 15:13) Jesus fez isso mesmo. Negou-se a si mesmo. Não procurou preservar ou salvar a sua própria alma para si mesmo. Convidou seus seguidores a fazer o mesmo. Por quê? Porque era do propósito preconhecido de Deus que, enquanto a permissão do mal estivesse em pleno vigor, fosse concedida a oportunidade de aceitar o seu convite: “Sê sábio, filho meu, e alegra meu coração, para que eu possa replicar àquele que me escarnece.” (Pro. 27:11) Conforme ilustrado no caso de Jó, Satanás escarnecia de Jeová no sentido de que ninguém manteria sua integridade para com Deus sem ser por motivo egoísta, sem ser pago para isso. (Jó 1:9-11; 2:3-5) Em outras palavras, ninguém negaria voluntariamente a si mesmo por amor a Deus. Jesus, plenamente reconhecendo a situação, aproveitou voluntariamente e de bom grado a oportunidade de adotar tal proceder. Até o dia de hoje, os que voluntariamente se tornam discípulos de Jesus empreendem um proceder similar. Quão glorioso é nosso privilégio de termos uma parte pequena, mas real, na vindicação do nome de Jeová! Temos o privilégio de contribuir para essa grandiosa e completa resposta que Jeová pode dar ao seu adversário e escarnecedor.

      19. Que privilégio e requisito se apresentam agora a todos nós?

      19 Todos os discípulos cristãos têm o privilégio de levar a “estaca de tortura” enquanto ainda se permite a última arremetida do mal, quer a sua esperança de vida relacionada com o reino seja celestial, quer terrestre. A dedicação ainda estará certa após a “grande tribulação”, motivada pelo mesmo amor que agora, mas em condições diferentes. Haverá o requisito de dar devoção de toda a alma a Jeová, mas não o de levar uma “estaca de tortura”. — Isa. 25:8.

      20. (a) Como será realmente solucionada a questão do domínio? (b) Quanto a Deus merecer o domínio, que atitude adotam todos os verdadeiros cristãos?

      20 Assim podemos apreciar como será realizada a solução da questão do domínio, já assegurada. A solução da questão na realidade será demonstrada depois da “grande tribulação”, quando Satanás e seus demônios forem lançados no abismo, e ela será eternamente resolvida quando eles e os do lado deles forem destruídos para sempre. Mas, no tocante a Jeová merecer o domínio, já foi provida abundante evidência pelos verdadeiros discípulos de Cristo e pelo próprio Cristo Jesus, de que reconhecem de bom grado a autoridade suprema de Jeová, e que, mesmo recebendo a oportunidade de escolher um proceder de independência de Deus, eles o rejeitariam firmemente.

      21. Que obra emocionante e perspectiva gloriosa temos diante de nós?

      21 Durante o governo de mil anos do Reino, não haverá desafio organizado ou prolongado ao mérito contínuo de Jeová. Mas a tremenda obra a ser realizada durante este período, a de desfazer todo o mal e prejuízo causados nesta terra por seis mil anos de regência do pecado — esta será um desafio emocionante. E o que se seguirá, depois de terminada? Conforme Paulo escreveu: “A seguir, o fim, quando ele [Cristo] entregar o reino ao seu Deus e Pai, tendo reduzido a nada todo governo, e toda autoridade e poder. . . . então o próprio Filho também se sujeitará Àquele que lhe sujeitou todas as coisas, para que Deus seja todas as coisas para com todos.” (1 Cor. 15:24-28) Tendo sido realizada a unificação de toda a humanidade, Cristo entregará o Reino ao seu Pai, em reconhecimento de que toda a criação realmente pertence a Jeová. Diante de tal perspectiva, somos exortados a participar agora naquele cântico celestial: “Digno és, Jeová, sim, nosso Deus, de receber a glória, e a honra, e o poder, porque criaste todas as coisas e porque elas existiram e foram criadas por tua vontade.” — Rev. 4:11.

      22. Como pode e deve ser respondida a pergunta: A quem pertence?

      22 A quem pertence? Já aceitou aquele convite amoroso de entregar-se em dedicação a fazer a vontade de Deus, conforme delineado na Palavra dele? Se ainda não o fez, será que não haverá algum raciocínio ou anseio egoísta que o refreia? Nós “rogamos, como substitutos de Cristo: ‘Sede reconciliados com Deus’”. Pertença a ele. Entre numa relação íntima com ele e usufrua a intimidade da amizade dele. Usufrua o senso de domínio mútuo, fazendo dele seu Deus e tornando-se um dos de seu povo devoto. — 2 Cor. 5:20; Miq. 4:5; João 15:15; Rev. 21:3.

  • Firmes a favor da regência de Deus
    A Sentinela — 1975 | 1.° de junho
    • Firmes a favor da regência de Deus

      “TESTEMUNHAS DE JEOVÁ VÃO PARA CASA” — esta foi uma de várias manchetes similares nas primeiras páginas dos principais jornais da Holanda, em 31 de julho de 1974. O que aconteceu para causar tal notícia?

      Os jornais daquele dia noticiaram o clímax duma série de ações tomadas pelo Ministério da Defesa e pelo Ministério da Justiça da Holanda com respeito às testemunhas cristãs de Jeová em idade militar. O problema era que jovens distintos e bem comportados, cujo único “crime” era a recusa de serem treinados para matar outros, haviam sido postos na prisão ao lado de criminosos empedernidos, alguns por um período maior do que o aplicado àqueles criminosos. Estes jovens das testemunhas de Jeová tomaram esta atitude porque reconhecem que a regência de Deus tem precedência na sua vida.

      Há alguns anos atrás, o Ministério da Justiça tomou as primeiras medidas nesta série de ações. Isto resultou em se conceder às testemunhas cristãs de Jeová permissão para terem literatura bíblica na prisão. Mais tarde, as Testemunhas foram transferidas para outra parte do estabelecimento penal, onde viveram sob circunstâncias menos rígidas. Permitiu-se até mesmo que realizassem suas próprias assembléias, e permitiu-se que representantes do escritório da Sociedade Torre de Vigia em Amsterdã os visitassem e proferissem discursos. Ainda mais tarde, permitiu-se que estes jovens das Testemunhas saíssem da prisão para assistir a congressos nacionais e internacionais das testemunhas de Jeová. Permitiu-se até mesmo que voltassem para casa durante certas semanas.

      Levando o assunto mais adiante, funcionários do Ministério da Defesa mantiveram vários contatos com representantes da Sociedade Torre de Vigia (na Holanda). Em 11 de julho de 1974, o Ministério da Defesa anunciou a estes representantes da Sociedade que nenhuma Testemunha batizada precisava

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