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  • É isso glutonaria?
    A Sentinela — 1974 | 15 de setembro
    • tais coisas não herdarão o reino de Deus.” — Gál. 5:21.

      Portanto, o cristão tem bons motivos para se empenhar arduamente em ser bom exemplo de moderação. Sua relação com Deus está envolvida.

  • Que proteção terá o povo de Deus?
    A Sentinela — 1974 | 15 de setembro
    • Que proteção terá o povo de Deus?

      JEOVÁ Deus pode proteger seu povo. Sobre isso não há dúvida, em vista das muitas vezes que fez isso no passado. Mas às vezes pode servir ao seu propósito deixá-los morrer em fidelidade a ele. Por reconhecerem isso, três exilados hebraicos, confrontados com a ameaça da morte numa fornalha ardente, disseram ao Rei Nabucodonosor de Babilônia: “Se for preciso, nosso Deus, a quem servimos, poderá salvar-nos. Ele nos salvará da fornalha de fogo ardente e da tua mão, ó rei. Mas, se não, seja do teu conhecimento, ó rei, que não é a teus deuses que serviremos e que não é a tua imagem de ouro que erigiste que adoraremos.” — Dan. 3:17, 18.

      Por que é que Jeová Deus protege alguns de seus servos, ao passo que permite que outros sofram e até mesmo morram? Será diferente quando a “grande tribulação” sobrevier a este sistema ímpio de coisas? Será que cada um daqueles que têm uma condição aprovada perante Jeová será preservado, mesmo que milagrosamente, se for necessário?

      OS TRATOS DE DEUS TÊM PROPÓSITO

      Sempre que Jeová Deus faz alguma coisa, é segundo um propósito. De modo que não foi sem um bom motivo que Jeová tem permitido que servos seus sofressem amarga perseguição e alguns até mesmo a morte violenta. Este motivo envolve uma questão de importância universal. Satanás, o Diabo, de fato, afirmou que nenhuma das criaturas inteligentes de Deus o serve por amor, mas que todas são movidas por motivos egoístas. Afirmou adicionalmente que, eliminando-se tais motivos egoístas, deixariam de ser servos leais de Deus. Com referência a Jó, Satanás disse a Deus: “Pele por pele, e tudo o que o homem tem dará pela sua alma. Ao invés disso, estende agora tua mão, por favor, e toca-lhe até o osso e a carne, e vê se não te amaldiçoará na tua própria face.” — Jó 2:4, 5.

      Precisava-se de tempo para resolver a questão suscitada por Satanás. E Jeová Deus deu a Satanás tempo para tentar provar sua afirmação e também lhe permitiu exercer pressão sobre todas as criaturas inteligentes. Por isso, no decorrer da história, não houve nenhuma espécie de provação e sofrimento que alguns dos servos de Deus não tenham sofrido. Muitas vezes, Jeová permitiu que a prova fosse até o ponto da morte. Reconhecendo a justeza do lado de Deus na questão, muitos estiveram dispostos a morrer por ela. Consideravam-no um privilégio participar na vindicação do nome de Deus e assim provar que a afirmação do Diabo é falsa. O apóstolo Paulo, que servia lealmente a Deus qual discípulo de Jesus Cristo, disse: “Estou pronto não só para ser amarrado, mas também para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus.” — Atos 21:13.

      Em tempo algum, porém, permitiu-se ao adversário eliminar todo o povo de Deus. Frustraram-se as tentativas de aniquilar o antigo povo de Deus, Israel. Quando o Faraó do Egito tentou destruir os israelitas como nação, por mandar matar todos os bebês masculinos, ele fracassou. (Êxo. 1:15-21) De modo similar, quando Hamã, no tempo do Império Medo-Persa, conseguiu obter um decreto real de aniquilamento de todos os judeus, a intervenção divina reduziu sua trama a nada. — Est. 6:1 a 9:22.

      Além de preservar seu povo como um todo, Jeová Deus tem ocasionalmente protegido seus servos individualmente. Um exemplo disso é a libertação espetacular dos já mencionados três hebreus da fornalha ardente. (Dan. 3:24-27) No caso deles, a prova de sua integridade já havia ido bastante longe para provar sua devoção em face da morte. E sua fidelidade ofereceu a Jeová Deus uma boa oportunidade de demonstrar seu poder de salvar. De fato, este seu poder de salvar havia sido posto em dúvida, porque o Rei Nabucodonosor havia dito aos três homens: “Quem é esse Deus que vos pode salvar das minhas mãos?” (Dan. 3:15) Portanto, por salvá-los, Jeová fez para si um grande nome, obrigando Nabucodonosor a reconhecer: “Não há outro deus que possa livrar assim como este.” — Dan. 3:29.

      De modo que os tratos de Jeová no passado revelam que ele pode proteger seu povo de modo coletivo e individual. Mas, devemos esperar a libertação para cada um dos seus servos, com relação à “grande tribulação” que sobrevirá ao atual sistema iníquo?

      O QUE ESTÁ ENVOLVIDO NA “GRANDE TRIBULAÇÃO”

      A fim de responder a esta pergunta, precisamos saber o que está incluído na “grande tribulação”. O apóstolo Paulo, escrevendo aos cristãos em Tessalônica, mencionou a execução do julgamento de Deus contra os ímpios como sendo uma tribulação. Lemos:

      “Isto toma em conta que é justo da parte de Deus pagar de volta tribulação aos que vos causam tribulação, mas, a vós, os que sofreis tribulação, alívio junto conosco, por ocasião da revelação do Senhor Jesus desde o céu, com os seus anjos poderosos, em fogo chamejante, ao trazer vingança sobre os que não obedecem às boas novas acerca de nosso Senhor Jesus.” — 2 Tes. 1:6-8.

      Não só pessoas e grupos, mas também organizações globais têm causado tribulação ao povo devoto de Deus. O livro de Revelação menciona a “fera” (simbolizando o sistema político, visível, do governo mundial de Satanás) e “Babilônia, a Grande” (o império mundial da religião falsa), como estando entre os perseguidores perversos. Somos informados a respeito dos atos iníquos de “Babilônia, a Grande”: “A mulher estava embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus.” (Rev. 17:6) E lemos sobre a tribulação causada pela “fera”: “Abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e da sua residência, mesmo dos que residem no céu. E foi-lhe concedido travar guerra com os santos e vencê-los, e foi-lhe dada autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua, e nação.” — Rev. 13:6, 7.

      A primeira destas organizações a desaparecer na destruição será “Babilônia, a Grande”. Segue-se, assim logicamente que a “grande tribulação” começa assim que ela sofrer o ataque que levará à sua aniquilação total.

      ODIADORES DO POVO DE DEUS SOBREVIVERÃO POR UM TEMPO

      Os meios de causar isso serão os sistemas

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