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  • Soberania e integridade
    A Sentinela — 1960 | 1.° de dezembro
    • soberania, que nem todos cederiam à pressão exercida pelo governo de Satanás. Ele sabia que não havia falha na sua obra criativa e que algumas de suas criaturas lhe permaneceriam fiéis. O mero fato de que o número destes tem sido pequeno não tem nada que ver com o caso, pois, pelo seu proceder provam que outros poderiam ter feito o mesmo, se quisessem.

      O proceder dos que permanecessem leais, embora não afetasse a soberania de Deus, reabilitaria o nome de Deus em vista do vitupério que Satanás lançou sobre ele com a sua jactância de que podia fazer que todos os homens se desviassem de Deus. Livrar-se-iam assim também do vitupério e provariam que Satanás é mentiroso. É por isso que Deus fala a tais: “Filho meu, sê sábio, e alegra ao meu coração, para que eu responda áquelle [Satanás, o Diabo] que me vitupera.” — Pro. 27:11.

      Uma vez que esta questão da integridade ou lealdade do homem à soberania de Deus tenha sido plenamente decidida, Deus fará valer a sua soberania. Fará isto por destruir a Satanás e todos os outros que se mostraram desleais à soberania de Jeová, na batalha do Armagedon, introduzindo depois um novo mundo em que habitará a justiça. — 2 Ped. 3:13; Apo. 16:14, 16.

      CERTEZA E HISTÓRIA

      Por que podemos ter tanta certeza de que Jeová vindicará a sua soberania, quando aparentemente por tanto tempo não fez nada a respeito disso? Porque a sua Palavra nos diz que ele, como Soberano Supremo, não pode negar a si mesmo. Se nunca agisse a favor da sua soberania, significaria que nega a sua própria existência, ou pelo menos que nega ter o poder e a vontade de fazer valer a sua soberania e assim se vindicar. Ele seria igual aos governos deste mundo que fazem vista grossa aos governos de bandidos dentro das suas fronteiras ou são incapazes de acabar com eles. Não agir ele mostraria falta de amor pelos oprimidos por Satanás e seus agentes. Além disso, se não agisse, as condições perversas se tornariam piores, ao ponto de extinguir toda a sua criação na terra. — 2 Tim. 2:13.

      O que nos fornece uma forte garantia de que Jeová, no seu tempo devido, fará valer a sua soberania, é o registro encontrado na sua Palavra. Não fez ele valer a sua soberania no tempo do Dilúvio, nos dias de Sodoma e Gomorra e nós dias de Moisés, contra Faraó e o poderio egípcio, contra o Capitão Sísera e seu exército, e contra Senaquerib e suas hostes acampadas diante de Jerusalém? Sim, a fez valer! — Gên. 7:1, 23; 19:24, 25; Êxo. 14:30, 31; Juí. 4:15; 2 Reis 19:35.

      Ao mesmo tempo, Jeová teve sempre do lado dele os que mantiveram a integridade para com a sua soberania e que vindicaram o seu nome por manterem assim a integridade. Entre estes é preciso mencionar Abel, Enoc, Noé, Abraão, Moisés, Davi e muitos outros, até o tempo de Jesus e seus primeiros seguidores, até onde mostra o registro bíblico. E a história secular mostra que sempre tem havido alguns desde então, até os nossos dias. Quando Jeová vindica a sua soberania, ele poupa os que demonstram a sua integridade a ele.

      A SITUAÇÃO ATUAL

      Hoje em dia, mais do que em qualquer tempo anterior da história humana, as condições clamam pela vindicação da soberania por parte de Jeová. O ímpio comunismo está assumindo o controle sobre cada vez mais dá população da terra. Ele não só está dedicado a uma ideologia ateísta, mas hostiliza, persegue e encarcera os que insistem em pagar de volta “a Deus as coisas de Deus” e que seguem o exemplo dos apóstolos, que disseram: “Precisamos obedecer a Deus como dominador, antes que aos homens.” — Mat. 22:21; Atos 5:29, NM.

      Na cristandade há um esforço deliberado e coordenado para eliminar o nome de Jeová. Isto se vê tanto na recusa de usar este nome nas suas modernas traduções da Bíblia como na zombaria e no vitupério que lança sobre os que levam o seu nome, as testemunhas cristãs de Jeová, tratando assim o nome de Jeová com desrespeito. — Isa. 52:5.

      Em toda a terra há mais crimes, mais delinqüência e mais imoralidade do que nunca antes, tanto da parte de adultos como da parte de jovens. Como nunca antes na história, pode-se dizer agora: “Porque a sentença não se executa logo contra uma má obra, por isso o coração dos filhos dos homens é inteiramente disposto a praticar o mal.” — Ecl. 8:11.

      Estes mesmos fatos, porém, provam que está próximo o tempo em que Jeová Deus vindica a si mesmo por fazer valer a sua soberania, pois não foi Jesus quem disse que no fim deste sistema de coisas havia de se “multiplicar a iniqüidade”? E não predisse o apóstolo Paulo que “nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos” por causa de toda espécie de iniqüidade? Certamente predisseram isso, do mesmo modo como o salmista da antiguidade: “Quando brotarem, como herva, os perversos, e florescerem os que obram a iniqüidade, é que serão destruídos para sempre.” — Mat. 24:12; 2 Tim. 3:1-5, Al; Sal. 92:7.

      Aproxima-se rapidamente o dia em que Jeová afirmará a sua soberania. Não há tempo a perder. Para escaparmos da destruição que virá sobre os inimigos da soberania de Jeová, precisamos provar a nossa lealdade a ela por nos separarmos do domínio criminoso de Satanás e nos negarmos a ser subornados ou intimidados por ele. Isto significa que precisamos manter-nos limpos de seu comercialismo materialista, de sua política corruta e de suas religiões hipócritas. Assim participaremos na vindicação do nome de Jeová, provando o Diabo mentiroso. Por fazermos isso, podemos esperar ser poupados quando Jeová demonstrar gloriosamente que ele é o Soberano Universal e quando ele limpar o seu nome de todo o vitupério maliciosamente lançado sobre ele; e isto ele fará por destruir a todos os iníquos no Armagedon, a batalha do grande dia do Deus Todo-poderoso.

      Não há meio-termo. É conforme Jesus disse. “Quem não é por mim, é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha.” (Mat. 12:30, ARA) Não podemos iludir-nos com o pensamento de que a crença passiva na Bíblia e a conduta duma vida de boa moral seja tudo o que se requer. Absolutamente não! A lealdade à soberania de Jeová exige que adquiramos conhecimento dele e de seu Filho, que nos associemos com outros cristãos, que nos dediquemos a fazer a vontade de Deus e cumprirmos esta vontade, a principal parte dela, nó tempo atual, sendo a pregação destas “boas novas do reino”. Por fazermos isso, teremos o bendito privilégio de demonstrar durante toda a eternidade a nossa integridade à soberania de Jeová e de honrar o seu nome como seus súditos obedientes no novo mundo justo. — Sof. 2:3; Mat. 24:14, NM.

  • “Igreja dependendo de subvenções do Estado”
    A Sentinela — 1960 | 1.° de dezembro
    • “Igreja dependendo de subvenções do Estado”

      Sob este cabeçalho, o escritor Bo Stromstedt concluiu um artigo no jornal Expressen de Estocolmo, em 6 de janeiro de 1959, sobre se a Igreja e o Estado deviam ser separados, dizendo: “É inevitável, certamente teria um aspecto mais limpo, e ao mesmo tempo seria a única coisa correta do ponto de vista da lei sobre a liberdade religiosa, se a Igreja renunciasse de uma vez para sempre à idéia de obter subvenções do Estado e embarcasse em vez disso ‘sozinha num barco frágil’, assim como precisam fazer todas as outras denominações. Com a passagem paga por ela própria.”

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