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Pilatos — o governante político que julgou o SenhorA Sentinela — 1975 | 1.° de abril
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samaritanos. Enquanto Pilatos estava em caminho para Roma (em 37 E. C.), Tibério faleceu. Não se sabe o que aconteceu a Pilatos. A tradição diz que se suicidou. É evidente que a atuação de Pilatos pouco o recomendava.
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O resultado lamentável do pensamento negativoA Sentinela — 1975 | 1.° de abril
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O resultado lamentável do pensamento negativo
EM GERAL, é perigoso ter um ponto de vista negativo, e é especialmente perigoso quando alguém é negativo para com as coisas de Deus. Quem tiver atitude negativa pode passar a ter pensamentos amargos e realmente tornar-se iníquo.
Tal pessoa costuma também ser indolente, produzindo muito pouco. Para evitar fazer algo, aquele que tem pensamento negativo, a pessoa indolente, apresentará desculpas para justificar seu proceder. “O preguiçoso disse: ‘Há um leão lá fora! Serei assassinado no meio das praças públicas!’” — Pro. 22:13.
A Bíblia diz sobre o fim de tal pessoa: “Passei pelo campo do preguiçoso e pelo vinhedo do homem falto de coração [ou: de boa motivação]. E eis que todo ele produzia ervas daninhas. Urtigas cobriam-lhe a própria superfície, e seu próprio muro de pedra tinha sido derrubado. De modo que eu mesmo passei a observar; comecei a tomá-lo ao coração; vi, aceitei a disciplina: Um pouco de sono, um pouco de cochilo, um pouco de cruzar as mãos para se deitar, e certamente chegará a tua pobreza como um salteador de estrada e a tua necessidade como um homem armado.” — Pro. 24:30-34.
Os Provérbios têm tanto aplicação espiritual como literal. Os que são assim como os Provérbios descrevem podem ter começado com a atitude e o espírito corretos, mas depois desenvolveram um conceito negativo para com os atos e as obras justas. Por isso exige cuidado vigilante da nossa parte, para evitarmos criar tal espírito deplorável. — Pro. 4:23.
O ESCRAVO DEPRECIATIVO
Tal pessoa espiritualmente negativa, ou antes, tal classe de pessoas, é descrita na parábola de Jesus a respeito dos “talentos”. Nos números anteriores desta revista, consideramos os dois escravos fiéis mencionados na parábola, que receberam respectivamente cinco e dois talentos. O terceiro escravo recebeu um talento (sendo o talento uma unidade monetária de prata). Mas, visto que seu amo deu “a cada um segundo a sua própria capacidade”, este terceiro escravo não estava sob nenhum impedimento. Os outros escravos haviam produzido cem por cento de lucro com o dinheiro que lhes foi confiado durante a ausência de seu amo. O escravo com um talento podia ter feito o mesmo e assim ter agradado ao seu senhor; não precisava ganhar cinco, nem mesmo dois talentos.
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