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  • Alegramo-nos com “o Deus que dá esperança”
    A Sentinela — 1980 | 1.° de abril
    • antemão para andarmos nelas”. Não somos mais como aqueles que Paulo descreveu como “estranhos aos pactos da promessa”, ‘não tendo esperança’ e estando “sem Deus no mundo”. Não andamos mais “assim como também as nações andam na improficuidade das suas mentes, ao passo que estão mentalmente em escuridão e apartados da vida que pertence a Deus, por causa da ignorância que há neles, por causa da insensibilidade de seus corações”. (Efé. 2:10, 12; 4:17, 18) Não, porque andamos agora com Deus, e nossas “boas obras”, que são a pregação e o ensino das “boas novas”, refletem nossa fé e a “esperança viva” que transborda em nosso coração. — Mat. 4:17; 5:16; 9:35; 24:14.

      ESPERANÇA DUM GOVERNO JUSTO

      15. (a) Por que é necessário haver um bom governo para termos uma “esperança viva”? (b) Que animadora profecia registrou Isaías sobre isso?

      15 Nossa esperança viva abrange muito mais do que a perspectiva de vida eterna. Considere o seguinte: Quão agradável seria viver para sempre sob governos humanos cruéis e opressivos, tais como os que tantas vezes governaram no decorrer da história? Alguns prefeririam a morte a tal escravidão. Felizmente, a esperança viva do povo de Deus inclui a esperança dum governo justo, o Reino pelo qual os cristãos têm orado por tanto tempo, e que santificará o nome de Jeová e fará com que Sua vontade se realize “como no céu, assim também na terra”. (Mat. 6:9, 10) Nos seus preparativos de longo alcance para este reino, Jeová usou o Rei Davi de Israel para tipificar Cristo Jesus no Seu papel de Rei. O profeta Isaías descreveu a Este como o “Príncipe da Paz”, dizendo: “Da abundância do domínio principesco e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer firmemente e para o amparar por meio do juízo e por meio da justiça, desde agora e por tempo indefinido. O próprio zelo de Jeová dos exércitos fará isso.” — Isa. 9:6, 7.

      16. Que garantia deram Gabriel e o salmista a respeito do Reino?

      16 Mais de 1.000 anos depois, o anjo Gabriel apareceu a uma virgem, Maria, dizendo-lhe: “Achaste favor diante de Deus; e eis que conceberás na tua madre e darás à luz um filho, e deves dar-lhe o nome de Jesus. Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; e Jeová Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai, . . . e não haverá fim do seu reino.” (Luc. 1:30-33) De modo que este “Filho do Altíssimo” não só fornece a via de salvação para a vida eterna, mas também bênçãos por meio do seu reino. Este governo regerá toda a humanidade em justiça e trará paz abundante aos seus súditos, em toda a terra. — Sal. 72:1-8.

      17. Então, por que devemos ‘abundar em esperança’ e como podemos expressá-la?

      17 Mencionando novamente as coisas “escritas outrora”, o apóstolo Paulo escreveu: “Novamente, Isaías diz: ‘Haverá a raiz de Jessé [pai de Davi], e haverá um surgindo para governar as nações; nele é que as nações basearão a sua esperança.’ Que o Deus que dá esperança vos encha de toda alegria e paz pela vossa crença, para que abundeis em esperança com poder de espírito santo.” (Rom. 15:12, 13) De fato, nossa esperança no reino de Deus por Cristo é motivo de alegria e de paz de coração, e ao passo que abundarmos nesta esperança, ficaremos animados a proclamá-la a outros, na força provida pelo espírito de Deus. — Zac. 4:6; Isa. 40:28-31.

      18. Que luminosa previsão fornece Isaías a respeito do Reino?

      18 Ao mencionar “a raiz de Jessé”, Paulo estava citando o capítulo 11 de Isaías, que fornece esta luminosa previsão do Reinado de Cristo: “Sobre ele terá de pousar o espírito de Jeová, o espírito de sabedoria e de compreensão, o espírito de conselho e de potência, o espírito de conhecimento e do temor de Jeová; e deleitar-se-á no temor de Jeová. E não julgará pelo que meramente parece aos seus olhos, nem repreenderá simplesmente segundo a coisa ouvida pelos seus ouvidos. E terá de julgar com justiça os de condição humilde e terá de dar repreensão com retidão em benefício dos mansos da terra.” Depois de descrever a qualidade pacífica do paraíso espiritual que o povo de Deus usufrui mesmo já agora, como se as feras da terra tivessem sido domadas, a profecia declara: “A terra há de encher-se do conhecimento de Jeová assim como as águas cobrem o próprio mar.” Que gloriosa esperança! Não é de admirar que muitos das nações se voltem, indagando, para “a raiz de Jessé”, o entronizado Jesus, que está posto “de pé qual sinal de aviso para os povos”. — Vv. Isa. 11:1-10.

      19. Por que devemos especialmente agora alegrar-nos com a esperança?

      19 Desde o ano momentoso de 1914, a humanidade está vivendo na “terminação do sistema de coisas”. “O Filho do homem” já chegou, e com ele todos os anjos, para sentar-se no seu glorioso trono celestial. Ele já passou a ajuntar as nações para julgamento e para separar “uns dos outros assim como o pastor separa as ovelhas dos cabritos”. Para as nações e os “cabritos” é um tempo de aflição sem esperança, mas para os humanos obedientes, semelhantes a ovelhas, é tempo de ‘erguer-se e levantar a cabeça, porque o seu livramento está-se aproximando’. — Mat. 24:3-8; 25:31-34; Luc. 21:26-28.

      20. Empenhados em que devemos agora persistir em esperança?

      20 Todavia, precisamos ter perseverança para poder alcançar o cumprimento da esperança. Ao passo que estes “últimos dias” chegam ao seu fim, temos de encarar as coisas assim como Jesus fez e Paulo admoestou: “O Deus que provê perseverança e consolo vos conceda terdes entre vós próprios a mesma atitude mental que Cristo Jesus teve, para que, de comum acordo, com uma só boca, glorifiqueis o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.” (Rom. 15:5, 6) Persistamos, pois, “de comum acordo” e “com uma só boca”, servindo com perseverança, ao passo que pregamos estas boas novas do Reino “em testemunho a todas as nações”, confiantes de que “então virá o fim”. (Mat. 24:13, 14) Sim, tenhamos inabalável confiança no nosso Soberano Senhor Jeová, o “Deus que dá esperança”.

  • Somos impelidos pela “Esperança viva”
    A Sentinela — 1980 | 1.° de abril
    • Somos impelidos pela “Esperança viva”

      “Para este fim estamos trabalhando arduamente e nos esforçamos, porque baseamos a nossa esperança num Deus vivente, que é Salvador de toda sorte de homens, especialmente dos fiéis.” — 1 Tim. 4:10.

      1. Por que deve a Palavra de Deus motivar-nos à ação?

      É NA palavra de Deus, a Bíblia, que encontramos “palavras deleitosas e a escrita de palavras

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