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Por dentro das notíciasA Sentinela — 1985 | 15 de março
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Por dentro das notícias
“Só Uma Boa Brincadeira”?
“Repentinamente, avistei um movimento, um soldado inimigo. Agachei-me atrás duma árvore e mirei na minha metralhadora Uzi, aguardando o momento para um tiro certeiro. A adrenalina corria pelas minhas veias. Minhas têmporas pulsavam.” Essas eram as emoções intensas que dominavam este soldado. Daí, inesperadamente, sentiu do lado uma dor pungente. “Olhei e vi um líquido vermelho escorrendo do meu uniforme de camuflagem. Eu fora atingido. Tudo havia terminado para mim.”
Contudo, 20 minutos depois ele estava lutando novamente. Como é isso possível? simplesmente porque este soldado não fora atingido por uma bala de verdade. Estava participando dum jogo de guerra, num campo de batalha simulado — um dos muitos espalhados por toda a América do Norte — onde os fregueses pagam para lutar, veicula o The Express de Easton, Pensilvânia, EUA. Usando armas de ar comprimido, alugadas, modeladas segundo as metralhadoras Uzi israelenses, dois grupos oponentes procuram “matar” uns aos outros com cápsulas que espalham nos alvos tintura solúvel em água, eliminando do jogo os inimigos. O objetivo é capturar a bandeira do grupo inimigo. “É só uma boa brincadeira”, afirma um panfleto de publicidade.
Mas, Thomas Radecki, presidente da Coalizão Nacional Sobre a Violência na Televisão, afirma que diversos pesquisadores especialistas sobre os efeitos da agressão concordam unanimemente que “este jogo provavelmente aumentaria a tendência das pessoas para a fúria e a agressão em geral”. Quer isso seja verídico, quer não, poderiam cristãos genuínos participar nisso? As Escrituras admoestam-nos a ser ‘meigos para com todos’, não “atiçando competição entre uns e outros”. (2 Timóteo 2:24; Gálatas 5:26) Além disso, as palavras proféticas de Isaías 2:4, “nem aprenderão mais a guerra”, aplicam-se ao povo de Deus hoje. Estes evitam diversões que promovam mentalidade bélica, e “empenham-se pelas coisas que produzem paz”. — Romanos 14:19.
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Uma noite de recordaçõesA Sentinela — 1985 | 15 de março
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Uma noite de recordações
A data de 14 de nisã é o aniversário da libertação de Israel da servidão no Egito. É o aniversário que se mandou que os judeus recordassem cada ano com uma refeição especial. Durante ela, deviam explicar aos mais jovens como o sangue do cordeiro pascoal, posto nas ombreiras e nas vergas das portas, protegeu os primogênitos das famílias israelitas contra o anjo executor da parte de Deus. — Êxodo 12:21-27.
Apenas 1.545 anos mais tarde, também em 14 de nisã, Jesus Cristo instituiu para os seus discípulos destinados para o Reino celestial uma nova celebração, que havia de substituir a Páscoa. Durante uma cerimônia simples, Jesus usou pão não fermentado ou asmo e vinho como símbolos de sua vida humana, que ele iria sacrificar a favor da humanidade. Seu sacrifício tem um poder salvador superior ao do cordeiro pascoal. (João 1:29) Quando instituiu a comemoração de seu sacrifício, Jesus disse: “Persisti em fazer isso em memória de mim.” — Lucas 22:19.
As Testemunhas de Jeová o convidam cordialmente a estar presente à observância desta importante Comemoração. Este ano, a data, que em nosso calendário corresponde ao dia 14 de nisã, é quinta-feira, 4 de abril, após o pôr-do-sol. Naquele dia, poderá assistir a ela no Salão do Reino mais próximo de sua casa. Consulte as Testemunhas de Jeová na sua localidade sobre a hora exata.
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