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Fomos feitos para usufruir os parques florestaisDespertai! — 1989 | 22 de junho
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Fomos feitos para usufruir os parques florestais
A MAIORIA de nós tem uma sensação de paz e de contentamento quando nos afastamos do burburinho e da agitação da cidade para usufruir as belezas de algum cenário natural. John Muir, bem-conhecido conservacionista de primeira hora, comentou: “Os parques florestais e reservas montanhosos são úteis, não só como fontes de madeira e de rios que realizam a irrigação, mas também como fontes de vida.”
Assim, não deveria ser surpresa para nós que o nosso Criador tenha provido como lar, para o primeiro casal humano, um lindo parque, semelhante a um jardim. Este ocupava uma parte da região chamada Éden, e assim era chamado de “jardim do Éden”. Este parque semelhante a um jardim era bem amplo. Isto é indicado pelo fato de que um rio que o regava se subdividia e formava as nascentes de quatro rios principais, e de que havia no jardim “toda árvore de aspecto desejável e boa para alimento”. — Gênesis 2:8-10, 15.
Até o presente século, a maioria da humanidade vivia onde ela podia ser revigorada por tais “fontes de vida”. Mas, daí, as pessoas começaram a apinhar-se em grandes cidades, e as áreas de florestas virgens, naturais, começaram a sofrer danos e ser até devastadas pelo homem. Portanto, a concepção de reservar certas áreas como parques nacionais tem sido chamada de “grandiosa e fabulosa idéia”. Onde e quando se originou tal idéia?
Os Primeiros Parques Nacionais
Pode-se indicar a origem deles como datando de 1870. Depois de explorar a fundo a região de Yellowstone, dos Estados Unidos, uma expedição de homens se reuniu em volta duma fogueira de camping e rememorou os notáveis panoramas que haviam visto. Um deles, Cornelius Hedges, mais tarde um dos governadores do Território de Montana, propôs que a região fosse preservada como parque nacional, para o benefício das futuras gerações. Os outros concordaram com entusiasmo. Dois anos depois, essa idéia obteve aprovação geral, e, em 1872, o Presidente Ulysses S. Grant assinou um decreto-lei que tornava Yellowstone o primeiro parque nacional do mundo.
Mais tarde, imitando o exemplo de Yellowstone, criou-se em Nova Gales do Sul, Austrália, um santuário que atualmente é conhecido como Real Parque Nacional. Daí, apenas 13 anos depois da inauguração do Yellowstone, foi criado em Alberta, no Canadá, o terceiro parque nacional do mundo.É interessante como isto se deu.
O Canadá era então uma nova nação, comprometida a estabelecer um elo ferroviário que passasse pelas Montanhas Rochosas até a costa do Pacífico. Certo dia, em novembro de 1883, três operários da ferrovia, ao explorarem a região virgem, perto de Fort Calgary, encontraram água mineral quente, que borbulhava do solo. Discerniu-se o valor destas fontes termais, e seguiram-se batalhas legais para estabelecer os direitos de posse.
Logo depois, contudo, o governo canadense entrou na questão. Este podia ver que tal área tinha o potencial para atrair turistas, e o governo não se inclinava a conceder os direitos de propriedade a quaisquer empresários privados. Assim, em 1885, o governo expediu um decreto-real determinando que tal área fosse reservada para “vantagem salutar do público”, e fosse “preservada de venda, ou de povoamento, ou de ocupação ilegal”. A área original de 26 quilômetros quadrados foi ampliada, de modo a se tornar parte de uma reserva de 6.641 quilômetros quadrados conhecida como Parque Nacional Banff.
O Canadá possui atualmente cerca de 30 de tais parques, por todo o país, com uma área territorial que se iguala à da Inglaterra. Os Estados Unidos possuem mais de 300 de tais áreas em seu Sistema de Parques Nacionais, que somam bem mais do que o dobro da área terrestre da Inglaterra. Em todo o mundo, “a grandiosa e fabulosa idéia” de criar parques nacionais pegou, de tal modo, que existem mais de 2.000 áreas protegidas em cerca de 120 diferentes países.
Mudança de Ênfase
Originalmente, a área de Banff era, efetivamente, uma estação de águas para alguns privilegiados. “Visto que não podemos exportar a paisagem”, disse um dos seus promotores iniciais, “teremos de importar os turistas”. E os turistas chegaram mesmo. Com efeito, os turistas inundam de tal modo alguns parques nacionais que estes ficaram incrivelmente apinhados e congestionados. “As multidões”, disse uma família, depois de visitar o Yellowstone, “assustaram-nos — era como andar pelas ruas de Manhattan [Nova Iorque]”. Foi preciso dar aos guardas florestais, em alguns parques, algum treinamento em técnicas policiais e no combate aos narcóticos.
Recentemente, contudo, tem-se feito mais esforços para preservar a condição natural dos parques florestais. Por exemplo, em Yosemite, famoso parque da Califórnia, tem sido uma disputa a remoção da garagem comercial, de lojas de lembranças, de rinques de patinação no gelo, de campos de golfe, de quadras de tênis, e de piscinas. Os administradores do parque tentam prover atividades recreativas compatíveis com a proteção, a longo prazo, dos recursos naturais.
Isto certamente se dá no Canadá, conforme evidenciado pelas Diretrizes Para os Parques do Canadá, de 1979. Elas declaram que os parques nacionais visam ‘proteger para sempre as áreas naturais representativas, e deixá-las intactas para as futuras gerações’.
Uma das principais funções de muitos parques é proteger os animais. Na Itália, o Parque Nacional Gran Paradiso, criado em 1922, protege o íbex, outrora caçado a ponto de chegar à beira da extinção. E o Santuário da Vida Silvestre Gir, criado em 1965, na Índia, protege os últimos dos leões asiáticos que, outrora, vagavam pelo país. Calculadamente 60 milhões de bisões, ou búfalos, outrora vagavam pela América do Norte, mas, por volta de 1900, o bisão encarava a extinção. Agora, como resultado de medidas protetoras, muitos milhares deles podem ser encontrados em lugares tais como o grande Parque Nacional de Búfalos Wood.
Deveras, visitar os parques nacionais, caminhar pelas áreas de florestas virgens, e ver animais em seu ambiente natural, é revigorante para o espírito. É, por assim dizer, uma fonte de vida. Mas existem perigos sobre os quais a pessoa deve ficar cônscia.
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Usufrua-os em segurançaDespertai! — 1989 | 22 de junho
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Usufrua-os em segurança
Por um supervisor do Parque Nacional dos Lagos Waterton
OS SUPERVISORES muitas vezes ficam envolvidos em missões de busca e salvamento porque alguns turistas deixam de usar bom juízo e se metem em dificuldades. À guisa de ilustração: Dois rapazes estavam demorando demais a voltar depois de tentarem escalar um monte próximo do Parque Nacional Banff. Os pais deles entraram em contato com o serviço de supervisão, sendo que pouco depois disso nós localizamos o carro deles. Através de nosso visor de localização, avistamos um dos alpinistas parado numa saliência dum rochedo, sem poder mover-se.
Ao escalarmos o monte até perto dele, perguntamos onde estava seu companheiro. “Está acima de você, ou abaixo?” Só recebemos um grunhido como resposta. A mente das pessoas em situações estressantes às vezes foge da realidade. Encontramos o companheiro dele lá embaixo; ele tinha morrido na queda. Tais incidentes invariavelmente envolvem alguma falha humana.
Assim, quando as pessoas se dirigem a nós e indagam sobre como fazer uma caminhada, ou escalada, ou como percorrer uma região de ursos, as informações que lhes damos são simples, claras e específicas. Às vezes, os visitantes dos parques devem achar que nós nos dirigimos a eles como se fossem crianças. Muitos simplesmente não conseguem entender o que lhes pode acontecer numa floresta virgem, ou numa montanha. Parecem impacientes de se pôr a caminho, mas não entendem o que lhes reserva. Assim sendo, nossa mensagem é repetitiva e cheia de avisos.
No caso dos dois jovens, tudo que possuíam como corda de alpinismo era uma corda de caixilhos de janela de guilhotina, com um gancho de metal numa ponta. Ficaram numa situação em que não conseguiam subir e não podiam descer de onde estavam. O jovem que estava na saliência do monte estava aterrorizado. Ele se sentou e não conseguia mexer-se. Assim o amigo dele decidiu descer do monte com a corda até a próxima saliência e ir buscar socorro. Sabendo que iria ausentar-se por certo tempo, deixou sua jaqueta, de modo que seu companheiro pudesse manter-se aquecido. Ao descer, o gancho em que a corda estava presa escapou duma rachadura da rocha, e ele caiu lá de cima, vindo a morrer.
Na Região de Ursos
Em outro incidente, um casal concluía os últimos estágios duma descida, junto ao córrego Boundary, próximo de Waterton, no sul de Alberta. Subitamente, avistaram um urso descendo pela trilha, ao encontro deles. A mulher, que carregava uma mochila nas costas, pôs-se de cócoras, numa posição fetal, com as mãos na nuca, os joelhos tocando no estômago. Seu marido ficou paralisado de medo, mantendo-se de pé a uns 6 metros de distância dela, observando o urso que se aproximava.
O urso imediatamente avançou sobre a mulher, arranhando com suas garras a mochila nas costas dela, no esforço de obter algum alimento. Arranhou as costas, os quadris e as nádegas dela. O marido, compreendendo afinal que precisava fazer algo, enfiou a mão na sua própria mochila e lançou alguns sanduíches no chão. Ao assim fazer, uma panela caiu de sua mochila sobre uma pedra, e o barulho fez com que o urso saísse correndo em disparada em direção ao matagal. O casal então recuou apressadamente. Tivemos de matar o urso, visto que ele já se havia envolvido em outros incidentes com humanos.
A lição a se tirar disso é a seguinte: Se estiver carregando uma mochila e um urso se aproximar, livre-se da mochila. Os ursos muitas vezes se aproximam das pessoas para fazer com que elas larguem suas mochilas, por causa da comida que contêm; eles aprendem bem rapidamente a fazer isto. A mochila ou a câmara abandonada, ou seja lá que objeto for, pode distrair o urso, dando-lhe tempo para fugir.
Quem tira fotos deve ter muito cuidado de evitar aproximar-se demais dos ursos para bater as fotos. Na primavera setentrional de 1988, um senhor e sua esposa acampavam no Parque Nacional Glacier (das Geleiras). Eles avistaram uma ursa-da-montanha com três filhotes. O marido saiu com uma câmara que permitia exposições automáticas múltiplas. Ele tirou as primeiras fotos duma posição segura, na encosta do lado oposto aos ursos. Daí, começou a sentir-se superconfiante, visto que os ursos pareciam ignorar a presença dele.
Ele atravessou cautelosamente a encosta, até ficar na mesma faixa das avalanches em que os ursos estavam. As fotos de sua câmara de exposição múltipla, reveladas mais tarde, mostravam os ursos cada vez mais perto. Ele queria tirar aquela foto que só se tira uma vez na vida, e ficou próximo demais da ursa, violando o espaço vital dela, obrigando-a a decidir fugir ou atacar.
As fotos finais da câmara mostravam que a ursa já agüentara demais — e ela atacou! O fotógrafo tentou subir numa árvore, mas já era muito tarde. A ursa o alcançou primeiro e infligiu-lhe ferimentos fatais.
Em outro incidente na área do lago Louise, do Parque Nacional Banff, um senhor foi mordido na coxa e na mão por uma ursa-da-montanha. Ela tinha dois ursinhos junto dela. O incidente não fazia sentido. Ela tinha atacado de uma distância de cerca de 150 metros, deixando seus filhotes desprotegidos. Não é provável que uma ursa percorra tal distância, afastando-se de seus filhotes, para atacar uma pessoa sem que haja um motivo aparente.
Tivemos a impressão que o cão do caminhante tinha chegado até à ursa e que a ursa tinha escorraçado o cão até o seu dono. Quando sugerimos isso ao dono do cão, ele o negou, citando os regulamentos do parque, de que um cão precisa sempre ser mantido em sua coleira, e sob contínuo controle. Eu me virei para o supervisor que estava comigo e disse que nós tínhamos de matar a ursa. De imediato, a resposta do caminhante foi: “Por quê?”
“O ataque da ursa parece injustificado”, respondemos, “de modo que temos de matar esse animal”.
Ele pensou um instante, e então confessou: “OK. Os senhores estão certos. O que o senhor disse é exatamente o que aconteceu. Meu cão solto provocou a ursa.” Algumas pessoas, quando caminham pelo interior, acham que um cão servirá de proteção. É exatamente o contrário. Um cão não treinado muitas vezes avançará contra um urso, latirá, e então fará com que o urso perseguidor chegue até o seu dono indefeso.
Apenas para citar outro incidente envolvendo um ataque dum urso: Relatou-se que uma criança fora mordida por um urso. Ficamos sabendo que duas crianças estavam brincando num banco de cascalho enquanto seu pai pescava não muito distante dali. O urso surgiu de repente do matagal e agarrou uma das crianças e a arrastou consigo. O pai correu atrás do urso e recuperou a criança, que havia sido abandonada pelo urso.
Nossa opinião foi que houve uma confusão de identidade. As crianças que brincavam apoiadas nas mãos e nos joelhos poderiam ter sido confundidas pelos ursos com corças novas, ou talvez com filhotes de alces. O urso tinha, pelo visto, abandonado a criança por livre e espontânea vontade, quando verificou que sua presa era humana. Infelizmente, aquela única mordida foi suficiente para ferir mortalmente a criança. Assim, lembre-se de que os ursos não são domesticados só porque se encontram no parque. Eles podem atacar crianças e, às vezes, realmente as atacam, como tal experiência demonstra. Assim, mantenha seus filhos pequenos junto de si.
Outra coisa a lembrar é fazer barulho quando está numa região de ursos. Desta forma não surpreenderá os ursos. Há segurança nos números; um grupo de sete pessoas, mais ou menos, deslocará quase que qualquer urso. Por outro lado, se esteve relativamente quieto e então avistar um urso, e ele não o viu, talvez seja melhor não fazer nenhum ruído brusco, inesperado, que possa provocar um ataque. Às vezes, um urso surpreso fingirá atacar, bufando ou rosnando e se aproximando de forma ameaçadora. Você está chegando perto demais e está sendo avisado. É hora de usar de discernimento e recuar calmamente, deixando tal área para o urso. Este é um argumento que você não poderá derrubar.
Assim, tome tempo para ler os folhetos dos parques sobre os ursos, de modo a saber como agir e ao que ficar atento numa região de ursos.
Outros Deveres de Supervisão
Além de cuidar dos ursos, freqüentemente patrulhamos as rodovias do parque, seus lagos, áreas de camping, e partes remotas. Somos também responsáveis de fazer que as leis sejam cumpridas, pela utilização dos recursos, pela prevenção de incêndios, e pela segurança pública. Ao passo que protegemos e cuidamos do parque em muitos sentidos, também protegemos as pessoas delas mesmas. Para ilustrar:
No Parque Nacional Banff, existe uma área popular chamada “Johnston Canyon”. Localiza-se a uma hora de agradável caminhada até as Cataratas Superiores (Upper Falls). Há placas de aviso e barreiras erguidas para manter os caminhantes na trilha. Uma mulher não ligou para as placas, deu a volta pelo fim da cerca, e desceu até a beirada da água para lavar os pés. Outra mulher, que vinha subindo pela trilha, achou que esta era uma boa idéia, e fez a mesma coisa. Terminada esta coisa simples, ela se pôs de pé sobre a rocha escorregadia, perdeu o equilíbrio e deslizou na corrente que fluía rapidamente.
A primeira mulher mencionada esticou os braços e tocou na mão da segunda, mas não conseguiu agarrá-la. Ela foi levada pela correnteza, morrendo ao despencar lá de cima da queda d’água. O que era realmente triste era que ela estava em sua lua-de-mel, só estando casada há três dias. Que desperdício desnecessário duma vida — quem dera que ela não tivesse desconsiderado as placas e a barreira!
A vida dum supervisor de parques é geralmente uma vida recompensadora. Estamos bem envolvidos com a natureza, tendo parte na preservação e na restauração do que é natural. Mas, o elemento humano está sempre presente, e, como lhes narrei, algumas visitas aos parques terminam em tragédia. A maioria das outras, contudo, têm um final feliz, e, às vezes, até mesmo humorístico.
Por exemplo, quando descia de carro por uma movimentada estrada dum parque, um supervisor do parque notou um motorista parado no acostamento. Alguém que viajava no veículo dava comida para um urso, através da janela. O supervisor caminhou até o motorista, para falar sobre isso, uma vez que o animal estava sendo alimentado do lado oposto do veículo. Ao serem informados de que aquilo que faziam era tanto inseguro como ilícito, aquela pessoa rapidamente fez subir o vidro, para desagrado do urso, que prontamente correu para o outro lado do carro, onde o supervisor ainda falava com o motorista. O urso surpreso parou subitamente a apenas um metro do supervisor e ficou esperando, como se estivesse dizendo: “Esperarei a minha vez, supervisor, mas, apresse-se, por favor!”
Nossos deveres no parque foram consideravelmente alterados nas últimas duas décadas. O visitante moderno não está tão bem preparado para enfrentar as regiões virgens, naturais, como estavam os visitantes do passado. Assim, aqui vão alguns conselhos: Se planeja caminhar por dentro da mata, bermudas, camisetas, sandálias e um lanche leve simplesmente não serão satisfatórios. Um lindo dia de verão pode subitamente transformar-se num dia de muito vento e neve, fazendo com que você venha sofrer de exposição ao tempo ou de hipotermia. Esteja preparado para o inesperado, e sempre leve alimento e roupas extras, para concluir em segurança a sua excursão.
Ademais, nunca deve escalar um monte ou fazer caminhadas sozinho. Só suba ao ponto que puder. Os alpinistas amadores procedem do nível do mar, e não podem ter o mesmo desempenho físico numa altitude de 1.400 a 2.400 metros. Assim, não superestime seu vigor físico; as exigências sempre serão maiores do que você imagina. Comece cedo e poderá retornar num tempo adverso.
Em conclusão, lembre-se de que, num parque florestal virgem, você é uma visita. Até mesmo as rochas e os bichinhos são protegidos, como também as flores e a vegetação. Assim, deixe apenas pegadas. Leve para casa apenas fotos e recordações felizes.
[Foto na página 7]
É vital ter extrema cautela quando se acha num território de ursos-da-montanha.
[Foto na página 8]
Trabalho como supervisor aqui, no Parque Nacional dos Lagos Waterton.
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Lindos parques em todo o mundoDespertai! — 1989 | 22 de junho
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Lindos parques em todo o mundo
NOVA ZELÂNDIA
O Parque Nacional Fiordland, o maior parque da Nova Zelândia, foi criado em 1904. Contém uma espetacular faixa litorânea, montes elevados, lagos, rios, quedas d’água, florestas e geleiras. Foi descoberto aqui, em 1948, o takahe que não pode voar, que se julgava extinto.
QUÊNIA
O Parque Nacional de Nairóbi acha-se situado no limiar da capital daquela nação, distando, de carro, apenas alguns minutos do centro da cidade de Nairóbi. Permite que se vejam búfalos, zebras, girafas, boi-cavalos, avestruzes, rinocerontes, e leões adormecidos, que não se perturbam com a presença de visitantes.
EUA/CANADÁ
O Parque Nacional dos Lagos Waterton, onde as pradarias se encontram com as montanhas, foi estabelecido em 1895, e o Parque Nacional Glacier (ou das Geleiras), em 1910. Sob a instância de muitos, estes dois parques foram unidos em 1932 como o Parque Internacional da Paz Waterton-Glacier, o primeiro do seu gênero. O cenário desses parques é espetacular, uma vez que estão situados por sobre a Divisa Continental. Ursos-da-montanha, ursos-negros, carneiros-selvagens, cabras-montesas, alces americanos, e pumas fazem deste parque fronteiriço o seu lar, junto com o veado-de-orelhas-compridas, o veado-de-cauda-branca, e os alces.
BRASIL/ARGENTINA
O Parque Nacional do Iguaçu compõe-se, com efeito, de dois parques; o parque argentino, criado em 1909, e o adjacente parque brasileiro, em 1939. As Cataratas do Iguaçu, famosas em todo o mundo, são mais elevadas que as Cataratas do Niágara e mais amplas que as Cataratas de Vitória, na África. Aqui, também, pode-se encontrar a vegetação mais luxuriante e bela que não existe em nenhuma outra parte do mundo.
JAPÃO
O Parque Nacional Nikko abrange uma grande área de lagos, quedas d’água, platôs, e montes, e é típico da paisagem japonesa. É o lar do protegido nemorredo, ou antílope-cabra japonês. Outros animais do parque são o urso-negro japonês e o macaco japonês, um macaco de cauda curta.
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