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  • Parte 1b: Precisamos realmente dum governo?
    Despertai! — 1990 | 8 de agosto
    • Quer sejam muito simples, quer extremamente complexas, todas elas têm certas similaridades. Eis aqui algumas:

      Os governos cuidam das necessidades de seus súditos. Um governo que deixa de fazer isso perde sua legitimidade.

      Os governos estabelecem certo código de conduta, que, se não for obedecido por seus súditos, resulta em punição. Este código é composto de regras e de leis, bem como das tradições desenvolvidas com o decorrer dos séculos. Os cidadãos, na maior parte, obedecem ao código de conduta, ou porque discernem os benefícios derivados de se fazer isso, porque acham que ‘é o certo a fazer’, porque estão sujeitos à pressão dos colegas, ou simplesmente porque serão punidos, caso não façam isso.

      Os governos prestam serviços legislativos, executivos e judiciais por meio de algum tipo de estrutura organizacional. Fazem-se leis, administra-se a justiça e as normas são implementadas.

      Os governos mantêm fortes vínculos econômicos com o mundo do comércio.

      Os governos também, muitas vezes, aliam-se com alguma forma de religião, alguns mais intimamente do que outros. Eles fazem isto para conceder certa legitimidade a seu domínio — ‘a bênção do céu’ — que, de outra forma, não teriam.

      Naturalmente, os governos também diferem. Os cientistas políticos classificam-nos e distribuem-nos em viárias categorias. “Existe, por exemplo”, escreve The New Encyclopædia Britannica, “a clássica distinção entre os governos, em termos do número de governantes — o governo de um só homem (monarquia ou tirania), o governo de alguns (aristocracia ou oligarquia) e o governo por parte de muitos (democracia)”.

      Às vezes, classificam-se os governos em termos de suas instituições-chaves (parlamentarismo, governo de gabinete), segundo seus princípios básicos de autoridade política (tradicional, carismática), segundo sua estrutura econômica, ou em termos de seu uso ou abuso do poder. “Embora nenhum deles seja compreensivo”, observa esta obra de referência, “cada um destes princípios de análise tem certa validade”.

      Mas, não importa como os classifiquemos, a coisa vital a lembrar-se é que as várias formas de governo humano — sem exceção — estão agora sendo pesadas na balança. Isto terá conseqüências de muito maior alcance para todos nós.

  • Parte 1c: O governo humano é pesado na balança — por quê?
    Despertai! — 1990 | 8 de agosto
    • O Governo Humano É Pesado na Balança

      Parte 1c: O governo humano é pesado na balança — por quê?

      “Despertai!” tem o prazer de anunciar uma série de artigos sobre “O Governo Humano é Pesado na Balança”.

      NINGUÉM pode negar a influência que os governos — para limitar nossa consideração à política — têm tido sobre a História Universal e sobre cada um de nós individualmente. A língua que o leitor fala, o padrão de vida que leva, o tipo de trabalho que faz, o sistema social em que vive, possivelmente até mesmo a religião que professa, lhe têm sido ditados, pelo menos parcialmente, pelos caprichos das mudanças políticas.

      Uma vez que é necessário haver governo, quem dentre nós não deseja viver sob uma forma de governo que satisfaça nossas necessidades da melhor maneira possível? Mas que tipo de governo é o melhor? E será que temos sequer alguma escolha na questão de regência?

      Despertai! tem o prazer de anunciar uma série de artigos sobre “O Governo Humano É Pesado na Balança”. Estes terão prosseguimento em futuras edições desta revista. No restante de 1990, a série tratará do fundo histórico das monarquias, aristocracias, oligarquias e plutocracias. Penetrará no amplo espectro das democracias, junto com os muitos tipos diferentes de repúblicas. Focalizará as autocracias, ditaduras e governos totalitários, tais como o fascismo e o nazismo da safra da II Guerra Mundial. Também consideraremos o socialismo e o comunismo.

      As complexidades do governo humano são muitas e complicadas, de modo que não se poderá apresentar tudo que há para se saber sobre governos. Os artigos não visam ser um manual abrangente sobre política. Não endossarão nem promoverão os interesses dos governos humanos em geral, ou de determinada forma, em particular. Qualquer comparação entre as várias formas não terá por objetivo advogar uma forma como superior a outra. Despertai! aderirá de perto às orientações fixadas na página 5, onde lemos: “Ela sonda abaixo da superfície e aponta o verdadeiro significado por trás dos eventos correntes, todavia, permanece politicamente neutra.”

      Os artigos sobre “O Governo Humano É Pesado na Balança” visam ser parte daquele processo de ‘sondar abaixo da superfície’. Eles apontarão “o verdadeiro significado por trás dos eventos

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