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    • Embora humano perfeito, Jesus tinha de ser ‘aperfeiçoado’ (Gr., teleióo) para tal posição, preenchendo cabalmente os requisitos determinados por seu Pai, e sendo conduzido ao fim ou alvo estabelecido. Tais requisitos exigiam que Jesus se tornasse “igual aos seus ‘irmãos’ em todos os sentidos”, que suportasse sofrimentos, que aprendesse a obediência sob prova, da mesma forma que seus “irmãos” ou seguidores de suas pisadas o fariam. Assim, ele seria capaz de se “compadecer das nossas fraquezas, [como] alguém que foi provado em todos os sentidos como nós mesmos, porém, sem pecado”. (Heb. 2:10-18; 4:15, 16; 5:7-10) Adicionalmente, depois de sua morte qual sacrifício perfeito e de sua ressurreição, receberia vida espiritual, imortal, nos céus, sendo assim “aperfeiçoado para sempre” para seu cargo sacerdotal. (Heb. 7:15 a 8:4; 9:11-14, 24) Da mesma maneira, todos os que servirão junto com Cristo quais subsacerdotes serão ‘aperfeiçoados’, isto é, serão conduzidos ao alvo celeste que perseguem, e para o qual são chamados. — Fil. 3:8-14; Heb. 12:22, 23; Rev. 20:6. 

      O “Aperfeiçoador de nossa fé”

      Jesus é chamado de “o Agente Principal [ou Líder Principal] e Aperfeiçoador da nossa fé”. (Heb. 12:2) Na verdade, muito antes da vinda de Jesus Cristo, a fé de Abraão foi “aperfeiçoada” por suas obras de fé e de obediência, de modo que Abraão obteve a aprovação de Deus e se tornou um co-participante com Deus num pacto juramentado. (Tia. 2:21-23; Gên. 22:15-18) Mas a fé de todos aqueles homens de fé que viveram antes do ministério terrestre de Jesus era incompleta ou imperfeita, no sentido de que eles não entendiam então as profecias ainda não cumpridas a respeito de Jesus qual Descendente e Messias de Deus. (1 Ped. 1:10-12) Através de seu nascimento, de seu ministério, de sua morte e de sua ressurreição à vida celeste, tais profecias vieram a cumprir-se e a fé a respeito de Cristo ficou com seu fundamento reforçado, sendo completado por fatos históricos. Assim, a fé, neste sentido aperfeiçoado, “chegou” por meio de Cristo Jesus (Gál. 3:24, 25), que deste modo provou ser o “líder” (NTV), o “pioneiro” (Moffatt, em inglês) ou o Agente Principal de nossa fé. No seu cargo celeste, Jesus continuou a ser o Aperfeiçoador da fé de seus seguidores, como ao derramar sobre eles o espírito santo, em Pentecostes, e por meio de revelações que, progressivamente, completaram e desenvolveram a fé que possuíam. — Atos 2:32, 33; Heb. 2:4; Rev. 1:1, 2; 22:16; Rom. 10:17. 

      ‘NÃO APERFEIÇOADOS À PARTE DE NÓS’ 

      Após recapitular os serviços prestados por homens fiéis do período pré-cristão, de Abel em diante, o apóstolo diz que nenhum deles obteve “o cumprimento da promessa, visto que Deus previu algo melhor para nós, a fim de que eles não fossem aperfeiçoados à parte de nós”. (Heb. 11:39, 40) O “nós” aqui se refere claramente aos cristãos ungidos (Heb. 1: 2; 2:1-4), “participantes da chamada celestial” (Heb. 3:1), para os quais Cristo “inaugurou. . . [um] caminho novo e vivente” para o lugar santo da presença celeste de Deus. (Heb. 10:19, 20) Tal chamada celeste inclui o serviço quais sacerdotes celestes de Deus e de Cristo, durante o reinado milenar de Cristo. O “poder para julgar” também lhes é conferido. (Rev. 20:4-6) Ao falar da “revelação dos filhos de Deus”, pela qual a criação espera ansiosamente, Paulo se refere, evidentemente, a tal investidura destes chamados em seus gloriosos cargos e funções celestes. (Rom. 8:18, 19) Logicamente, portanto, é a vida e os privilégios celestes que os chamados obtêm que é o “algo melhor”, previsto por Deus para tais cristãos ungidos. (Heb. 11:40) A revelação deles, contudo, deve resultar em libertação da escravização à corrupção para aqueles que, dentre a criação, alcancem “a liberdade gloriosa dos filhos de Deus”. (Rom. 8:19-22) Mostra-nos Hebreus 11:35 que os homens fiéis dos tempos pré-cristãos mantiveram integridade sob sofrimento, “a fim de que pudessem alcançar uma ressurreição melhor“, evidentemente melhor que a dos “mortos” mencionados no início do versículo, pessoas que foram ressuscitadas para apenas virem a morrer de novo. (Compare com 1 Reis 17:17-23; 2 Reis 4:17-20, 32-37.) Para tais homens fiéis dos tempos pré-cristãos, portanto, ‘serem aperfeiçoados’ deve-se relacionar com sua ressurreição ou sua restauração à vida, e, depois disso, com o serem ‘libertos da escravização à corrupção’ através dos serviços prestados pelo sacerdócio de Cristo Jesus e seus subsacerdotes, durante o governo milenar.

      A VOLTA DA HUMANIDADE À PERFEIÇÃO NA TERRA 

      Segundo a oração: “Realize-se a tua vontade, como no céu, assim também na terra“, este planeta deverá sentir o pleno impacto e o total efeito da realização dos propósitos de Deus. (Mat. 6:10) Isto implica na eliminação de todas as falhas e de todos os defeitos, de modo que o que reste se enquadre nos padrões divinos de excelência, de plenitude e de sanidade. Que isto incluirá a perfeição das condições terrestres e das criaturas humanas, torna-se evidente de Revelação 5:9, 10. Declara-se ali que as pessoas ‘compradas para Deus’ (compare com Revelação 14:1, 3) se tornam um “reino e sacerdotes para o nosso Deus, e reinarão sobre a terra”. O dever dos sacerdotes sob o pacto da Lei não era apenas de representar as pessoas perante Deus, quando elas ofereciam sacrifícios, mas eles, os sacerdotes, também eram encarregados de proteger a saúde física daquela nação, oficiando na purificação dos que se tornavam impuros, e decidindo quando a cura havia ocorrido, nos casos de lepra. (Lev., caps. 13-15) Mais do que isso, cabia ao sacerdócio a responsabilidade de contribuir para o aprimoramento e a saúde, tanto mental como espiritual, do povo. (Deut. 17:8-13; Mal. 2:7) Visto que a Lei tinha “uma sombra das boas coisas vindouras”, é de esperar que o sacerdócio celeste sob Cristo Jesus, que operará durante seu reinado milenar (Rev. 20:4-6), faça um trabalho similar. — Heb. 10:1. 

      Que “a humanidade” experimentará a remoção das lágrimas, do pranto, do clamor, da dor e da morte, é garantido pelo quadro profético de Revelação 21:1-5. Por meio de Adão, o pecado — e conseqüentemente o sofrimento e a morte — introduziram-se na raça humana (Rom. 5:12), e esses figuram, certamente, entre as “coisas anteriores” que passarão. A morte é o salário do pecado, e “como último inimigo, a morte há de ser reduzida a nada” por meio do governo do reino de Cristo. (Rom. 6:23; 1 Cor. 15:25, 26, 56) Para a humanidade, isto significa o retorno ao estado perfeito desfrutado pelo homem no começo da história humana, no Éden. Assim, os humanos desfrutarão não só da perfeição quanto à fé e ao amor, mas a perfeição quanto à impecabilidade, correspondendo de forma plena e sem falhas aos padrões justos de Deus para os humanos. A profecia em Revelação 21:1-5 também se relaciona ao reinado milenar de Cristo, visto que a “Nova Jerusalém”, cuja ‘descida’ é associada com a eliminação das aflições da humanidade, revela-se ser a “noiva” ou congregação de Cristo, portanto, os componentes do sacerdócio real do reinado milenar de Cristo. — Rev. 21:9, 10; Efé. 5:25-32; 1 Ped. 2:9; Rev. 20:4-6. 

      A perfeição humana será relativa, limitada à esfera humana. Contudo, certamente dará, aos que a atingirem, a capacidade de usufruir a vida terrestre na medida mais plena possível. ‘Alegria até a fartura [ou, “plenamente”] está com a. . . face [de Jeová]’, e ‘estar a tenda de Deus com a humanidade’ mostra que isto se refere à humanidade obediente, àqueles para os quais Jeová volta a sua face, em aprovação. (Sal. 16:11; Rev. 21:3; compare com Salmo 15:1-3; 27:4, 5; 61:4; Isaias 66:23.) Entretanto, a perfeição não significa o fim da variedade, conforme às vezes as pessoas presumem. O reino animal, produto da ‘atuação perfeita’ de Jeová (Gên. 1:20-24; Deut. 32:4), abriga enorme variedade. Da mesma maneira, a perfeição do planeta Terra não é incompatível com a variedade, a mudança ou o contraste; dá margem a que haja tanto o simples como o complexo, o desadornado e o adornado, o azedo e o doce, o áspero e o suave, os prados e as florestas, as montanhas e os vales. Abarca o estimulante frescor do começo da primavera, à quentura do verão, com seus límpidos céus azuis, o encanto das cores do outono e a beleza pura da neve recém-caída. (Gên. 8:22) Os humanos perfeitos não serão, pois, estereotipados, possuindo personalidades, talentos e habilidades idênticas. Conforme indicado pelas definições iniciais, a perfeição não tem necessariamente tal sentido. 

  • Perfumes
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    • PERFUMES

      Veja UNGÜENTOS E PERFUMES.

  • Pergaminho
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    • PERGAMINHO

      Peles de ovelhas, de cabras ou de bezerros, preparadas para serem utilizadas como material de escrita. (2 Tim. 4:13) Entre os povos antigos, há muito se empregava o couro como material de escrita; o Rolo do Mar Morto de Isaías, que data do século I ou II AEC, é de couro. O papiro do Egito veio a ser um material de escrita utilizado mais amplamente, porém, de acordo com Plínio, quando o governante do Egito proibiu a exportação de papiro, por volta de 190 AEC, o emprego do pergaminho de couro foi inventado em Pérgamo (o termo “pergaminho”, em português, derivando-se do latim pergamena). Talvez isto signifique simplesmente a popularização dum método já existente de tratamento de peles, de modo que se pudesse escrever em ambos os lados. Rolos de pergaminho eram muito mais duráveis do que os rolos, menos custosos, de papiro. 

  • Pérgamo
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    • PÉRGAMO

      Cidade da Mísia, na parte NO da Turquia asiática (Ásia Menor), sendo o local onde se achava uma das sete congregações às quais o apóstolo João dirigiu cartas, conforme registrado em Revelação ou Apocalipse. (Rev. 1:11; 2:12-17) A cidade se situava a uns 80 km ao N de Esmirna, e a uns 24 km de distância da costa do mar Egeu. Próximo do sítio da antiga Pérgamo (ou Pergamum) localiza-se a moderna Bergama. Pérgamo era, originalmente, uma fortaleza situada numa colina íngreme e isolada, entre dois rios. Com o tempo, a cidade se estendeu pelo vale abaixo, e a colina se tornou a acrópole. 

      “ONDE ESTÁ O TRONO DE SATANÁS” 

      Na carta do apóstolo João à congregação de Pérgamo, ele mencionou que a cidade estava “onde Satanás está morando”, e que os cristãos viviam assim “onde está o trono de Satanás”. (Rev. 2:13) É provável que João se referisse, em parte, “à posição oficial de Pérgamo como o centro da religião imperial.  . . . A adoração do imperador fora transformada na pedra de toque da lealdade cívica, pelo que o crente fiel, ainda que leal em extremo à autoridade secular do estado, era estigmatizado de traidor”. (O Novo Dicionário da Bíblia, editado por J. D. Douglas, p. 1272) Visto que o martírio de Ântipas e “o trono de Satanás” são mencionados no mesmo versículo, Ântipas talvez tenha sido morto por se recusar a adorar a César. 

      Talvez um fator adicional que contribuiu para a identificação de “onde está o trono de Satanás“ seja o destaque dado à adoração de Zeus ou Júpiter, o principal deus entre todos os deuses e as deusas pagãos. A lenda diz que, de cima da colina onde foi

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