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O desejo das “boas novas”A Sentinela — 1963 | 15 de julho
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19 (a) Que grande privilégio desfrutaram os israelitas quando eram fiéis? (b) Quando Deus rejeitou finalmente aquela nação, significou isto o fim dos tratos de Deus coma humanidade?
19 Os israelitas tinham desfrutado o alto privilégio de ser uma nação de testemunhas de Jeová. (Isa. 43:10-12) Não que eles tivessem recebido o mandamento de pregar referente a Jeová a todas as outras nações da terra; mas eles tinham sido separados para servir e adorar exclusivamente a Jeová. Mediante as obras maravilhosas que Jeová fez a favor deles e mediante a prática da verdadeira adoração quando eram fiéis, Jeová fez um grande nome para si mesmo. Mas eles só podiam continuar como suas testemunhas se se apegassem à verdadeira adoração e se honrassem o pacto feito com eles, obedecendo aos mandamentos divinos. Isto falharam de fazer. Por isso Jeová extirpou o Israel natural. O arranjo do pacto da lei feito com eles terminou, sendo cumprido em Jesus, e a sua lei cravada na estaca de tortura. (Col. 2:14) Mas isto não acabou com todos os tratos de Deus com os homens. Pois, com Cristo Jesus como Mediador, um novo sistema de pacto foi inaugurado, não com o Israel natural, mas com a nação que produz os frutos corretos, cujo procedimento seria digno de um reino celestial de Deus com Cristo como Rei. — Heb. 8:6; Mat. 21:43.
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As “boas novas” separam ‘um povo para o nome de Jeová’A Sentinela — 1963 | 15 de julho
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As “Boas Novas” Separam ‘um Povo Para o Nome de Jeová’
1, 2. (a) A que reino se referiu Jesus em Mateus 21:43? (b) Quem é o rei daquele reino e quando começou ele a reinar em plenos poderes do Reino? (c) Destina-se aquele reino a qualquer raça em especial?
A QUE nação se referiu Jesus quando disse, em Mateus 21:43: “O reino de Deus . . . será dado a uma nação que produza os seus frutos”? E a que reino se refere ali? Não, a nação assim abençoada não é alguma raça de pessoas em particular, pertencendo a algum ramo especial da família humana nem reunida sob algum reino feito pelo homem. Jeová Deus se propôs agora a chamar pessoas de todas as nações, para se associarem como um povo separado do mundo, “um povo para o seu nome”. — Atos 15:14, ALA.
2 O reino, cujos interesses precisam servir, não é um reino terrestre com capital em Jerusalém nem em qualquer outra cidade da terra. O reino referido é o “reino celestial” de Deus. (2 Tim. 4:18) Cristo Jesus, que foi rejeitado pela nação infiel de Israel e que foi morto, ressuscitou e mais tarde subiu ao céu. Esperou ali o tempo determinado de Deus para começar a dominar com plenos podares do Reino. (Heb. 1:13; Atos 2:32-36) Esse tempo veio em 1914 E. C. Seguiu-se então uma “guerra no céu”, que resultou em Satanás, o grande opositor de Deus e dos homens fiéis sobre a terra, ser lançado do céu, ficando então destinado a ser brevemente esmagado junto com todos os seus anjos iníquos, com governos mundanos e homens ímpios que se têm oposto ao domínio de Deus. Isto se dará na “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, chamada de Armagedon. — Apo. 12:7-12; Dan. 2:44; Apo. 16:14, 16.
3. Qual é a relação do Reino (a) para com o “pequeno rebanho” e (b) para com as “outras ovelhas”?
3 Governando agora desde os, céus purificados está o reino celestial de Deus, por intermédio de Jesus Cristo. Esse reino, na sua plenitude, é composto de 144.000 pessoas selecionadas dentre as nações da terra, pessoas estas que reinam como “reis” com Cristo. (Apo. 20:6; 14:1-4) Comparados com o grande
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