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  • As ilhas Canárias cantam o louvor de Jeová
    A Sentinela — 1983 | 1.° de outubro
    • mais ocidental das ilhas. Durante séculos, os navegantes a consideraram como a borda do mundo. Prejudicada pela falta de água, sustenta uma esparsa população de 7.000 pessoas, isoladas dos problemas da civilização moderna. Em 1973, os já mencionados Gary e Hasse foram as primeiras Testemunhas a pisar ali. Atualmente, a obra de pregação está sendo cuidada por Trinidad Vidal, de 70 anos, que se mudou para lá de Málaga, na Espanha, há quatro anos.

      Caso esteja curioso, as ilhas Canárias não receberam esse nome devido aos canários selvagens, mas aos cães selvagens que foram encontrados ali 2.000 anos atrás. Por conseguinte, Plínio, o Velho, escreveu sobre a “Canária [do latim canis, cão] assim chamada devido à multidão de grandes cães”. Não obstante os cães ou as aves, porém, os louvores de Jeová estão sendo entoados em todas as ilhas Canárias pelas Testemunhas de Jeová, que se ocupam urgentemente em anunciar o Reino de Deus por Cristo. — Mateus 6:9; 24:14.

  • “Diante de reis”
    A Sentinela — 1983 | 1.° de outubro
    • “Diante de reis”

      “Vou também falar sobre as tuas advertências diante de reis”, entoou o salmista inspirado. (Salmo 119:46) Visto que as “boas novas do reino” dizem respeito a um governo celestial, também hoje “reis” ou governantes devem ouvir as advertências de Deus. (Mateus 24:14) Têm eles ouvido? Sim. O seguinte relato dum ex-missionário inglês mostra como certo estadista do mundo ouviu:

      “Certo dia, no fim dos anos 40, eu estava pregando de casa em casa em Kent. Falava com certo homem numa casa de campo, quando chegou um visitante. Era Sir Winston Churchill. Minha palestra foi interrompida, mas Sir Winston notou A Sentinela e elogiou-me pelo meu trabalho.

      “Vários dias depois, eu estava pregando novamente, quando toquei a campainha duma enorme casa. O mordomo abriu a porta, e, quando pedi para falar com o dono da casa, perguntou se eu sabia de quem era aquela casa. Não tinha a mínima idéia. ‘Esta é Chartwell’, disse ele, ‘a residência de Sir Winston Churchill’. Nesse momento, Sir Winston apareceu. Ele se lembrou de nosso encontro anterior e convidou-me a entrar. Conversamos um pouco, ele aceitou três livros e convidou-me a voltar.

      “Duas semanas mais tarde, numa tarde agradável, retornei e fui novamente convidado a entrar. Sir Winston ofereceu-me uma limonada, e, após um breve cumprimento, disse: ‘Vou dar-lhe meia hora para dizer-me o que pensa que o Reino de Deus é, mas, depois, você precisa deixar que eu lhe diga o que acredito que este é.’ Foi o que fizemos. Ele achava que o Reino de Deus seria estabelecido por meio de estadistas tementes a Deus, e que este nunca viria até que os homens aprendessem a viver em paz. Tive a oportunidade de explicar o conceito da Bíblia sobre o Reino de Deus e as bênçãos que este traria. Sir Winston foi bem cordial e indicou que respeitava a nossa obra.

      “Infelizmente, nunca pude contatá-lo novamente. Mas, foi uma bênção para um rapaz de 17 anos ser usado para dar testemunho a ele, mesmo naquela única vez.”

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