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  • Ouve-se hoje realmente boas novas?
    A Sentinela — 1978 | 15 de maio
    • “à base da esperança de que a própria criação será também liberta da escravização à corrução e terá a liberdade gloriosa dos filhos de Deus”. (Rom. 8:20, 21) Estas são boas novas a respeito de perfeição e vida eterna para a humanidade.

      “Filhos de Deus”! Isto significa uma relação com Deus qual família, vivendo na terra em união, diretamente sob os cuidados dele, felizes, bem supridos, com bastantes coisas para manter as pessoas ocupadas em trabalho agradável. Porque a terra foi feita para ser o lar da humanidade, e é deveras um belo lar, feita para durar para sempre. ‘Os mansos herdarão a terra’, disse Jesus Cristo, citando os salmos hebraicos, os quais também dizem que a terra “não será abalada, por tempo indefinido ou para todo o sempre”. (Mat. 5:5; Sal. 37:11; 104:5) Estas são boas novas; é maravilhoso saber delas! Como cumprirá Deus seu propósito declarado para com a terra?

  • O tema central das boas novas — o Reino de Deus
    A Sentinela — 1978 | 15 de maio
    • O tema central das boas novas — o Reino de Deus

      “Buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” — Mat. 6:33, “Almeida”, rev. e corr.

      1. Em torno de que giram as boas novas, e por quê?

      AS BOAS NOVAS da Bíblia giram em torno do reino de Deus. Por quê? Porque todos os propósitos de Deus para com a humanidade enfocam o Reino. O que o homem necessita hoje é um bom governo — um governo que proveja a devida orientação, mas não elimine liberdades, direitos, incentivos, iniciativa ou individualidade.

      2. Por que é um governo por parte de Deus melhor do que o de homens?

      2 Um governo exercido por Deus é essencial para a vida e a felicidade da raça humana. O homem tem demonstrado amplamente que não consegue governar a si mesmo com bom êxito, por nenhuma forma de governo que tenha inventado. O profeta inspirado escreveu: “Bem sei, ó Jeová, que não é do homem terreno o seu caminho. Não é do homem que anda o dirigir o seu passo.” (Jer. 10:23) Mas o Criador sabe exatamente de que os homens, sua criação, precisam. Conhece seus sentimentos, suas necessidades, seus gostos e seus desejos. (Mat. 6:7, 8, 32) Somente Ele pode dar verdadeira satisfação à vida deles. “[Tu, ó Deus,] abres a tua mão e satisfazes o desejo de toda coisa vivente”, diz a Bíblia. Ele fará isso por intermédio do seu reino. — Sal. 145:16.

      3. (a) Que relação existe entre o Reino e a soberania de Deus? (b) Descreva a seleção e a composição do Reino.

      3 O reino messiânico de Deus é um governo arranjado e estabelecido por Jeová Deus, o único Soberano Universal. O Reino está subordinado à sua soberania e atua em sujeição a ela. (1 Cor. 15:27, 28) É o instrumento para expressar a autoridade soberana e o domínio de Deus sobre a terra. Na chefia deste reino está o Filho de Deus, Jesus Cristo, o Messias, que agora é uma pessoa espiritual, imortal e celestial. Ele é ‘o reflexo da glória de Deus e a representação exata do seu próprio ser’. (Heb. 1:3) Sob ele, como Chefe, haverá 144.000 reis e associados, “comprados” dentre a humanidade, cuidadosamente selecionados durante um período de 1.900 anos. (Rev. 14:15) Diz-se a respeito de Cristo: “Com o teu sangue compraste pessoas para Deus, dentre toda tribo, e língua, e povo, e nação, e fizeste deles um reino e sacerdotes para o nosso Deus, e reinarão sobre a terra.” (Rev. 5:9, 10) Este reino há de governar a terra por mil anos, para levar os habitantes dela a uma relação correta com Deus. — Rev. 20:4-6.

      O QUE O REINO DE DEUS FARÁ PELO POVO

      4. Como ajudará o Reino as pessoas debaixo dele?

      4 O profeta de Deus diz: “Quando há julgamentos teus [Jeová] para a terra, os habitantes do solo produtivo certamente aprenderão a justiça “ (Isa. 26:9) Por meio do arranjo do Reino, far-se-ão provisões para cada pessoa na terra, para que tenha atenção pessoal e especial, e ajuda para aprender o modo correto de viver. A todos os obedientes, o Rei “guiará a fontes de água da vida”. — Rev. 7:17.

      5. Em que sentido falham os governos quanto a darem ao povo agora a ajuda necessitada?

      5 Será que as pessoas, em geral, usufruem hoje tal cuidado e orientação? Não; as pessoas recebem pouquíssima ajuda pessoal de seus governos. Há leis para proteção e orientação, feitas e postas em vigor por homens. Mas não se cultiva a obediência de coração, por ser a lei direita. A falta de justiça, junto com desigualdade e corrução por homens em altos cargos, cria desrespeito pelos governos e resulta no colapso moral por parte do povo.

      6. Que outra necessidade vital é suprida pelo Reino?

      6 Também, outra necessidade vital, hoje, é a esperança, esperança que tenha fundamento. O apóstolo Paulo falou de sua “esperança para com Deus”, esperança que os judeus também tinham, de que “há de haver uma ressurreição tanto de justos como de injustos” (Atos 24:15) A esperança é expectativa alegre com a perspectiva de alcançar o que se espera. O mundo pouca esperança oferece aos vivos, e absolutamente nenhuma para os que faleceram. A ressurreição é a única esperança real para os mortos. É a provisão duma oportunidade, mesmo para os que usaram mal a sua vida, para fazer mudanças e obter a vida eterna. Milhões de pessoas serão ressuscitadas sob o governo do reino de Deus, para aprenderem a justiça e viverem. Jesus disse: “Vem a hora em que todos os que estão nos túmulos memoriais ouvirão a sua voz e sairão . . . para uma ressurreição.” — João 5:28, 29; Rev. 20:11-13.

      7. Como se cumprirão as palavras de Jesus a respeito do Paraíso?

      7 Ao malfeitor que morria ao lado de Jesus, como um de tais, prometeu-se: “Estarás comigo no Paraíso.” (Luc. 23:43) “Paraíso” significa “jardim” ou “parque”, assim como a bela região que Deus tornara um lar adequado para Adão, o homem perfeito. (Gên. 2:8, 9) Sob o governo do Reino, a terra inteira será um ‘glorioso escabelo’ para Deus e um prazer para o homem. (Isa. 66:1; 60:13) Além disso, ao governar a sua própria terra por meio do Reino, Deus cuidará de que ela se torne de novo ecologicamente equilibrada, apagando os efeitos de cerca de 6.000 anos de empenhos mal aplicados e abusos do homem. A terra e seu clima, sua vegetação, sua vida animal e o homem, ficarão coordenados para uma vida agradável — todos dando crédito e louvor ao Criador. — Sal. 148.

      AJUDA FÍSICA, MORAL E EMOCIONAL

      8. (a) Além da administração régia, que outro serviço será prestado pelos 144.000 associados de Cristo? (b) Que espécie de sacerdotes serão? (Heb. 4:15)

      8 Podemos ver, assim, que há muito mais envolvido no reino de Deus do que usualmente esperamos dum governo. O reino de Deus obterá esses maravilhosos resultados porque seus reis também constituirão um sacerdócio celestial — não uma hierarquia de sacerdotes, na terra, a quem se façam confissões, e que dominem com rigor e por meio de superstição, a grandes custas para o povo. Esses reis, em número de 144.000, são por isso chamados de “sacerdócio real”, sob o seu Sumo Sacerdote, Jesus Cristo. (1 Ped. 2:9) Este sacerdócio não procurará os seus próprios interesses, nem riquezas materiais, porque será de sacerdotes celestiais e imitadores de seu grande e misericordioso Sumo Sacerdote. Terão a responsabilidade de administrar a educação espiritual do povo. Não haverá então nenhuma religião falsa, enganosa, na terra, nem organizações políticas para exercer pressão sobre o povo, nem exploração comercial. Tais organizações ruinosas terão elas mesmas sido arruinadas. — Rev. 11:18.

      9. Qual será o resultado das atividades do “sacerdócio real”?

      9 Ao passo que as pessoas progredirem em sentido espiritual, aplicando princípios corretos na sua vida diária, serão soerguidas à perfeição pelo poder do corpo celestial de reis-sacerdotes. Depois disso, nenhum homem terá mais de dizer: “O bem que quero, não faço, mas o mal que não quero, este é o que pratico.” (Rom. 7:19) Cada homem, em perfeição, terá pleno domínio sobre todos os seus poderes e faculdades, e será deveras à ‘imagem e semelhança de Deus’, refletindo a glória dele. — Gên. 1:26, 27; Rom. 3:23.

      10. Estará este “sacerdote real” sujeito à deterioração como os sacerdócios no passado? Por quê?

      10 Que certeza podemos ter de que podemos confiar neste reino de sacerdotes? Ficará no fim sujeito à deterioração, assim como governos e sacerdócios no passado? Não. Deus não faz nada sem primeiro ter uma base correta na justiça. “Justiça e direito são o fundamento do teu trono”, escreveu o salmista. (Sal. 89:14, Almeida, atualizada; Êxo. 34:6, 7) Por conseguinte, ao providenciar seu “sacerdócio real”, ele levou séculos para selecionar, treinar, provar e aperfeiçoar os membros individuais deste.

      O FILHO CELESTIAL DE DEUS TORNA-SE CARNE

      11. Descreva a vida do Rei do Reino até o tempo em que se tornou homem perfeito, plenamente desenvolvido.

      11 Em primeiro lugar e acima de tudo vem o Rei, Chefe do “sacerdócio real”. Ele é a primeira criação de Deus, o “Filho unigênito” de Deus. (1 João 4:9; Rev. 3:14) Em parte alguma diz a Bíblia que ele seja parte duma chamada “Trindade”, ou que ele esteja no mesmo nível de Jeová Deus. Ele chamava a Jeová de ‘meu Pai e meu Deus. (João 20:17) Este Filho, Jesus Cristo, quando na terra, admitiu que tivera existência pré-humana no céu, junto a seu Pai. (João 8:56-58) Para o Criador, Jeová Deus, não foi nenhum problema transferir a vida de seu Filho para o ventre duma virgem, chamada Maria. Por conseguinte, embora Jesus tivesse Pai celestial, nasceu duma mulher, como filho humano, perfeito, não sendo mais a pessoa espiritual que era antes. (Gál. 4:4; Luc. 1:35) Desenvolveu-se à plena e perfeita varonilidade — sendo o equivalente do perfeito Adão, o qual depois pecou e se tornou o pai de toda a humanidade. — João 1:14; 1 Cor. 15:45.

      12. Como se demonstraram na carreira de Jesus a humanidade de Cristo e o amor de Jeová?

      12 A Bíblia diz sobre o Filho de Deus descer da vida superior, espiritual, para a natureza humana, em humilde obediência ao seu Pai e por amor à humanidade: “Ele se esvaziou e assumiu a forma de escravo, vindo a ser na semelhança dos homens. Mais do que isso, quando se achou na feição de homem, humilhou-se e tornou-se obediente até à morte, sim, morte numa estaca de tortura.” (Fil. 2:7, 8) Grande foi o amor do Pai em assim sacrificar seu Filho. O apóstolo João escreveu: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” — João 3:16.

      COMO O SOFRIMENTO DE JESUS AJUDOU A HUMANIDADE

      13. Por que era necessário que Cristo sofresse e morresse?

      13 Por que era necessário que o Filho de Deus sofresse todas essas provações e até mesmo a morte? Primeiro, o propósito de Deus, de ter um governo justo do Reino para expressar sua soberania, exigia isso. Ao mesmo tempo, a morte de Jesus era essencial para a salvação e a vida de toda a humanidade. Como?

      14. (a) O que garantiu para nós a carreira terrestre de Jesus? (b) Como são a carreira vitalícia de Jesus e seu resultado descritos pelo apóstolo Paulo?

      14 Em primeiro lugar, o proceder adotado por Jesus Cristo, segundo a vontade de Deus, magnifica a justiça e a minuciosidade de Deus, e garante um governo inabalável e incorruptível para a terra. Provê uma firme base para a nossa fé. Porque Jesus, para se habilitar como Rei e Sumo Sacerdote celestiais, teve de passar pela mais severa e mais esquadrinhadora prova. Sobre isso, o apóstolo Paulo disse:

      “Cristo, nos dias da sua carne, ofereceu súplicas e também petições aquele que era capaz de salvá-lo da morte, com fortes clamores e lágrimas, e ele foi ouvido favoravelmente pelo seu temor piedoso. Embora fosse Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu; e, depois de ter sido aperfeiçoado, tornou-se responsável pela salvação eterna de todos os que lhe obedecem, porque ele tem sido chamado especificamente por Deus como sumo sacerdote à maneira de Melquisedeque [um sacerdote dos tempos de Abraão, antes de se fazer o pacto da Lei, e que recebera sua designação diretamente de Deus].” — Heb. 5:7-10.

      15. (a) O que suplicava Cristo a Deus com fortes clamores e lágrimas? (b) Como aprendeu ele a obediência, e com que resultado?

      15 Jesus manteve a sua integridade de modo perfeito. Seus ‘clamores a Deus’ não eram para evitar sua morte como sacrifício para a humanidade, mas a morte devido ao desfavor de Deus por qualquer infidelidade ou falha de sua própria parte. Ele queria que sua carreira fosse coroada de êxito. “Aprendeu a obediência.” Havia sido obediente no céu, em condições totalmente favoráveis. Mas na terra a obediência a Deus trouxe perseguição e sofrimento, até mesmo situações esmagadoras. Jesus era perfeito e justo, sem falha de nascença, mas, no fim de sua carreira, ficou aperfeiçoado de maneira muito mais ampliada, como Rei-Sacerdote plenamente qualificado, provado e fiel.

      16. De que modo resultaram a prova e o sofrimento terrestres de Jesus na salvação da humanidade?

      16 De que modo resultaram a prova, o sofrimento e a morte terrestres de Jesus na salvação da humanidade? Novamente, o apóstolo responde:

      “Ele estava obrigado a tornar-se igual aos seus irmãos, em todos os sentidos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas referentes a Deus, a fim de oferecer sacrifício propiciatório pelos pecados do povo. Por ter ele mesmo sofrido, ao ser posto a prova, pode vir em auxílio daqueles que estão sendo postos à prova.” — Heb. 2:17, 18.

      A RAÇA HUMANA COMPRADA POR CRISTO

      17-19. (a) Em que situação má encontrava-se a raça humana? (Rom. 7:14; Sal. 49:6-9) (b) Como se tornou Jesus a solução para a situação calamitosa da humanidade?

      17 Quando Adão se rebelou contra Deus, tornou-se inimigo de Deus, perdendo assim sua vida e causando que sua descendência nascesse pecaminosa — vendida em escravidão ao pecado e à morte. (Gên. 3:17-19; Sal. 51:5) Portanto, os filhos não eram pecadores deliberados. Podiam ser remidos. (Rom. 8:20) Jesus Cristo, como Sacerdote, tinha de oferecer um sacrifício de valor e qualidade exigidos para expiar o pecado. Nenhum homem da descendência de Adão podia fazer isso com dinheiro, nem mesmo com o sacrifício de sua vida — o preço era alto demais, porque aquilo que se exigia era o equivalente de Adão, uma vida humana perfeita. Cristo proveu o necessário “resgate correspondente por todos”. (1 Tim. 2:5, 6) Veio para suprir o que a Lei havia prefigurado com os seus sacrifícios inferiores de animais.

      18 A respeito de Jesus dirigir-se a Deus por ocasião de seu batismo, o registro retrata Jesus como dizendo: “‘Sacrifício e oferta não quiseste, porém, preparaste-me um corpo [humano, perfeito]. Não aprovaste os holocaustos e as ofertas pelos pecados.’ Então disse eu: ‘Eis aqui vim (no rolo do livro [o rolo da Lei, especialmente para os reis, como em Deuteronômio 17:19, 20] está escrito a meu respeito) para fazer a tua vontade, ó Deus.”’ — Heb. 10:5-7; Sal. 40:7, 8.

      19 De modo que Deus tornou tudo o que havemos de receber — todas as nossas esperanças — dependentes de Jesus Cristo. O que este grandioso Rei tem feito e fará para o nosso bem será considerado no artigo que segue.

  • Os “filhos de Zeus”
    A Sentinela — 1978 | 15 de maio
    • Os “filhos de Zeus”

      ● Segundo as mitologias grega e romana, Castor e Pólux eram filhos gêmeos de Leda e descendentes do deus Zeus (Júpiter), sendo por isso chamados Dióscuros (em grego: dióskouroi) ou “Filhos de Zeus”. Entre outras coisas, eram considerados como protetores dos marujos, capazes de salvar marinheiros dos perigos do mar. O barco alexandrino em que o prisioneiro Paulo foi de Malta para Putéoli, em caminho para Roma, levava como figura de proa os “Filhos de Zeus”, talvez tendo a imagem ou símbolo, e possivelmente o nome de Castor num lado da proa, e o de Pólux, no outro. — Atos 28:11; Ajuda ao Entendimento da Bíblia, (ingl.), p. 1691.

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