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  • Quando o Reino de Deus assume o poder
    A Sentinela — 1969 | 1.° de agosto
    • Quando o Reino de Deus assume o poder

      POR milhares de anos, homens de fé têm vivido em grande expectativa do dia em que o reino de Deus começasse a sua regência. Sentiam a vívida necessidade de Deus intervir nos negócios da terra. Significa isso que Deus não tem sido Rei durante os séculos passados?

      Não, pois Jeová Deus tem sido sempre o Regente Supremo do universo. “Ele é o Deus vivente e o Rei por tempo indefinido”, diz a Bíblia. (Jer. 10:10) Mas, aqui na terra, sua regência fora desafiada. No entanto, por razões sólidas e visando um objetivo amoroso, Deus permitiu que governos humanos, sob a influência de Satanás, regessem por um período determinado de tempo.a

      Jeová prometeu, porém, que no fim deste tempo ele agiria diretamente contra todos os rebeldes e opositores de sua regência. E ele traria a terra e seus habitantes de novo completamente sob a sua regência. Como?

      Por meio do Reino, um novo governo celestial sob a chefia de seu Filho Cristo Jesus. Portanto, assumir este reino o poder significaria a iminência de grandes mudanças. Significaria que Jeová Deus entregou ao seu Filho “domínio, e dignidade, e um reino, para que todos os povos, grupos nacionais e línguas o servissem”. — Dan. 7:13, 14.

      Este evento já ocorreu no céu. A autoridade do Reino já foi entregue ao Filho de Jeová. Parece-lhe isso estranho? Talvez, especialmente em vista das terríveis condições que afligem a humanidade. Mas, é realmente por causa destas mesmas condições que podemos estar certos de que é verdade. Por quê?

      Porque o fato de o reino de Jeová assumir o poder não é bem-vindo por todas as criaturas. Nem todos desejam viver sob um governo que insiste na justiça. (Luc. 19:11-14) Por isso, Jeová registrou há muito, na sua Palavra, que, quando ele ‘começasse a reinar’ para com a terra, ‘as nações ficariam furiosas’. (Rev. 11:17, 18) Ele predisse que, na ocasião em que empossasse seu Filho para agir, seria necessário que ele dissesse: “Subjuga no meio dos teus inimigos.” — Sal. 110:2.

      Cristo Jesus expulsaria então a Satanás do céu, a sede do governo, lançando-o para a vizinhança da terra, como ato preparatório para eliminá-lo completamente. Nos céus se faria então o grandioso anúncio: “Agora se realizou a salvação, e o poder, e o reino de nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo.” (Rev. 12:5, 7-10) Mas, o que haveria para a terra?

      A Bíblia passa a dar a resposta: “Ai da terra e do mar, porque desceu a vós o Diabo, tendo grande ira, sabendo que ele tem um curto período de tempo.” (Rev. 12:12) Sim, o início da regência do reino de Deus não significaria imediatamente paz e justiça na terra. Ao contrário, iniciaria um período de tribulação sem precedentes para os habitantes da terra.

      Vivemos realmente, agora mesmo, neste período de aflição? Qual é o significado das terríveis tribulações agora existentes em toda a terra? Vejamos.

  • O significado da atual aflição mundial
    A Sentinela — 1969 | 1.° de agosto
    • O significado da atual aflição mundial

      JESUS CRISTO, perto do fim de seu ministério terrestre, falou sobre a sua segunda presença, ocasião em que começaria a sua regência como rei do reino celestial de Deus. Seus seguidores perguntaram-lhe: “Dize-nos: Quando sucederão estas coisas e qual será o sinal da tua presença e da terminação do sistema de coisas” (Mat. 24:3) Jesus descreveu então, para o benefício deles e o nosso, o que aconteceria na terra quando ele começasse a reger no céu.

      Deste modo, embora os eventos no céu fossem invisíveis aos olhos humanos, haveria prova visível de que Cristo finalmente estava sentado no trono, agindo como rei. Seria prova de que o sistema iníquo de coisas, que tem oprimido a humanidade durante séculos, entrou nos seus “últimos dias”. (2 Tim. 3:1) Embora se predissesse que haveria ridicularizadores que tentariam depreciar os fatos, ainda assim, a evidência seria clara. — 2 Ped. 3:3, 4.

      Ao considerarmos, juntos, a evidência, é importante que reconheçamos que Jesus não disse que qualquer um dos eventos, tais como a ameaça de guerra ou um terremoto horrível, seria prova de que “o fim” estivesse próximo. (Mat. 24:6) Antes, ele disse: “Reparai na figueira e em todas as outras árvores: Quando já estão em flor, sabeis por vós mesmos, observando isso, que já está próximo o verão. Deste modo também vos, quando virdes estas coisas ocorrer, sabei que está próximo o reino de Deus.” — Luc. 21:29-31.

      Quando vemos que uma só árvore brota folhas no meio do inverno, porque há um tempo quente por alguns dias, não imaginamos que já tenha chegado o verão, não é verdade? Mas, quando vemos todas as árvores brotarem e os dias ficarem mais compridos, sabemos que o verão está próximo. Assim, também, ao ocorrerem todas as coisas descritas por Jesus, podemos ter a certeza de que Cristo está no seu trono celestial e de que seu reino, de fato, já começou a reger ativamente. Ao acontecer isso, está próxima a libertação!

      CUMPRIMENTO DO “SINAL”

      Exatamente o que foi que Jesus indicou como marcando a sua segunda presença e a “terminação do sistema de coisas”? Ele disse: “Nação se levantará contra nação e reino contra reino, e haverá escassez de víveres e terremotos num lugar após outro.” — Mat. 24:7.

      Jesus nos diz ali que aguardássemos uma nova espécie de guerra — a guerra total! A guerra que começou em 1914 se harmoniza com a sua descrição. Não só os exércitos lutaram nos campos de batalha, mas também a população civil foi organizada para dar pleno apoio à guerra. Conforme Jesus predisse, nações e reinos inteiros lutaram uns contra os outros. Pela primeira vez na historia, o mundo todo estava em guerra. Por isso foi chamada de “Primeira Guerra Mundial”. O livro World War I (Primeira Guerra Mundial), de H. W. Baldwin, diz nas páginas 1 e 2:

      “No seu alcance, na sua violência, e, acima de tudo, na sua totalidade, ela estabeleceu um precedente. A Primeira Guerra Mundial introduziu o século de Guerra Total — pela primeira vez no pleno sentido da expressão — de guerra global.

      “Antes de 1914-1918, nunca uma guerra absorvera tanto dos recursos totais de tantos combatentes e se abrangeu tão grande parte da terra. Nunca estiveram envolvidas tantas nações. Nunca fora a matança tão compreensiva e tão indiscriminada.”

      The World Book Encyclopedia observa que o número dos soldados mortos e feridos era de mais de 37.000.000, e acrescenta: “O número dos civis mortos em áreas de guerra real totalizou cerca de 5.000.000. Fome, doença e exposição foram responsáveis por cerca de 80 dentre cada 100 destes civis mortos. A gripe espanhola, que algumas pessoas atribuíram à guerra, causou outras dezenas de milhões de mortes.” — Edição de 1966, Vol. 20, p. 377.

      Guerra total, fome e também a pestilência foram todas preditas por Jesus. Todas elas ocorreram. Todos juntos, estes fatos assinalaram 1914 como o princípio dos “últimos dias” e o ano em que o reino celestial de Deus começou a reger ativamente. — Veja também Lucas 21:10, 11.

      Outrossim, depois de 1914, uma série de terremotos abalou a terra, causando grandes danos. Em 1915, na Itália, foram mortos quase 30.000. Em 1920, na China, morreram 180.000. Em 1923, morreram 143.000 no Japão. E desde então têm continuado a ocorrer grandes terremotos, com freqüência incomum. Conforme Jesus predissera, são outro sinal dos “últimos dias”.

      No entanto, Jesus disse que os eventos que marcariam o começo dos “últimos dias”, em 1914, seriam apenas o “princípio das dores de aflição”. (Mat. 24:8) Viriam ainda maiores tribulações. E elas vieram, fiel à sua profecia. The World Book Encyclopedia (1966, Vol. 20) diz na página 379, sob o tópico “Primeira Guerra Mundial”: “A Primeira Guerra Mundial e suas conseqüências levaram à maior depressão econômica na historia, durante a primeira parte da década dos 1930. As conseqüências da guerra e os problemas do ajuste à paz levaram ao desassossego em quase cada nação.”

      Isto pavimentou o caminho para a Segunda Guerra Mundial. E a mesma enciclopédia observa sobre esta guerra, nas páginas 380 e 410, sob o topico “Segunda Guerra Mundial”: “A Segunda Guerra Mundial matou mais pessoas, custou mais dinheiro, danificou mais propriedade, afetou mais pessoas . . . do que qualquer outra guerra na historia. . . . Calculou-se que o número dos mortos na guerra, civis e militares, totalizou mais de 22.000.000. O número dos feridos foi calculado em mais de 34.000.000. “Deveras, as “dores de aflição”, que Jesus predisse, têm-se tornado maiores ao passo que os “últimos dias” avançam para o seu clímax.

      Durante e depois da Segunda Guerra Mundial, a ampla escassez de víveres aumentou a aflição. Pouco depois da guerra, a revista Look, no seu número de 11 de junho de 1946, observou: “Uma quarta parte do mundo está passando fome hoje em dia. Amanhã será ainda pior. A fome na maior parte do mundo é agora mais terrível do que a maioria de nós pode imaginar. . . . Há agora mais pessoas procurando desesperadamente alimento do que em qualquer outro tempo da historia.”

      Mais recentemente, o livro intitulado Famine-1975! (Fome-1975!), de William e Paul Paddock, disse sobre a atual escassez de víveres, nas páginas 52, 55 e 61: “A fome grassa hoje em um país após outro, e em um continente após outro, ao longo da faixa não desenvolvida dos trópicos e dos subtrópicos. A crise atual só pode avançar em uma única direção — à catástrofe. Hoje, nações famintas; amanhã, nações morrendo de fome. . . . Por volta de 1975, distúrbios civis, anarquia, ditaduras militares, inflação galopante, o colapso dos transportes e um tumulto caótico serão a ordem do dia em muitas nações famintas.”

      Jesus predisse também um “aumento do que é contra a lei” como sinal dos “últimos dias”. (Mat. 24:12) E Deus inspirou o apóstolo Paulo para acrescentar: “Nos últimos dias . . . os homens serão amantes de si mesmos, . . . desobedientes aos pais, . . . sem autodomínio, ferozes, sem amor à bondade, . . . mais amantes de prazeres do que amantes de Deus, . . . os homens iníquos e os impostores passarão de mal a pior.” (2 Tim. 3:1-5, 13) Estas são as condições que se desenvolveram numa proporção explosiva desde 1914! Certamente as tem visto com os seus próprios olhos.

      Olhe em volta de si! Em todo o mundo estão aumentando vertiginosamente as ações contrárias à lei. Certo proeminente advogado britânico, Lorde Shawcross, disse: “Quase em toda a parte, inclusive na Rússia Soviética, parece haver um aumento no crime, e, especialmente, no crime juvenil . . . . Nem são exageradas as nossas estatísticas. Ao contrário, os algarismos sobre os crimes conhecidos à polícia constituem provavelmente apenas uma pequena proporção dos que não se descobrem, ou, por uma razão ou outra, não são relatados à polícia.”a

      De uma nação após outra vêm notícias tais como a seguinte: “Uma onda de crimes e de amotinações está atravessando os Estados Unidos . . . Em muitas cidades, as mulheres têm medo de sair depois do escurecer. E têm boa razão para isso. Estupros, assaltos, erupções sadísticas de violência insensata estão aumentando. Os crimes parecem muitas vezes ser cometidos em pura selvajaria . . . O respeito pela lei e ordem está em declínio.”b

      Jesus falou de grande confusão e temor entre as nações e seus líderes como sendo outra particularidade dos “últimos dias”. Ele predisse: “Na terra angústia de nações, não sabendo o que fazer . . . os homens ficando desalentados de temor e na expectativa das coisas que vêm sobre a terra habitada.” — Luc. 21:25, 26.

      O cumprimento desta profecia é evidenciado pelas notícias dos nossos tempos. O U. S. News & World Report de 27 de novembro de 1967, página 62, disse: “Acha-se o mundo em maior tumulto do que antes da Segunda Guerra Mundial Sem dúvida alguma. Incidentes de tiros, em média, irrompem uma vez por mês. Descontando-se as guerras reais, tais como as da Coréia e do Vietname, o registro ainda assim mostra mais de 300 revoluções, golpes de estado, levantes, rebeliões e insurreições, em todo o mundo, desde o fim da Segunda Guerra Mundial.”

      Em adição a tudo isso há o temor de se ser destruído pelos enormes estoques de armas nucleares que algumas nações têm. David Lawrence, redator de notícias comentou: “O fato é que hoje em dia a maior emoção singela que domina nossas vidas é o medo. É medo de guerra, medo de holocaustos nucleares e medo de um ataque de surpresa que possa deixar enormes regiões do mundo devastadas e juncadas de milhões de mortos.”c Conforme disse o ex-Secretário de Defesa dos Estados Unidos: “Mais de 120 milhões de [norte-]americanos morreriam no caso de um ataque soviético de mísseis . . . Se se incluíssem os centros urbanos, . . . a mortandade seria de 149 milhões.”d É exatamente conforme Jesus predisse: a humanidade tem medo e as nações estão em angústia.

      Temos presentes todos os sinais preditos dos “últimos dias”. Eles provam além de dúvida que desde 1914 estamos nos “últimos dias”. Por isso foi naquele ano que o reino celestial de Deus assumiu o poder! — Rev. 11:17, 18.

      É verdade que em gerações passadas houve períodos marcados pela violência e por muita conduta imoral. Um exemplo disso foi o declínio do Império Romano. Mas, nunca antes na historia humana observaram-se na mesma geração todas as condições especificadas por Jesus. E nunca antes existiram ao mesmo tempo em toda nação da terra. Vivemos hoje em dia não apenas nos últimos dias de um único império político, mas nos “últimos dias” de todo o sistema iníquo controlado por Satanás.

      [Nota(s) de rodapé]

      a U. S. News & World Report, 1.° de novembro de 1965, p. 80.

      b Ibid, 1.° de agôsto de 1966, págs. 46, 47.

      c U. S. News & World Report, 11 de outubro de 1965, p. 144.

      d Times de Nova Iorque, 19 de fevereiro de 1965.

  • 1914, um ano marcado
    A Sentinela — 1969 | 1.° de agosto
    • 1914, um ano marcado

      OS VERSADOS na Bíblia já reconheciam com anos de antecedência que 1914 seria um ano de grande significação. A cronologia bíblica apontava especificamente para aquele ano,a e os estudantes atentos da Palavra de Deus sabiam disso. Esperavam que ocorressem grandes mudanças. De fato, apontavam publicamente para diante, para a significação da data de 1914.

      O número de 30 de agosto de 1914 da publicação secular chamada The World (O Mundo) observou: “O horrível irrompimento da guerra na Europa tem cumprido uma profecia extraordinária. . . . ‘Olhem bem para 1914!’ tem sido o brado de centenas de evangelistas viajantes que . . . têm percorrido o país proclamando a doutrina de que ‘o Reino de Deus está próximo’.”

      Os fatos da historia confirmam que 1914 foi realmente um ano marcado. O Evening Star de Londres, de 4 de agosto de 1960, comentou que a Primeira Guerra Mundial “despedaçou o inteiro arranjo político do mundo. Nada seria outra vez igual. . . . algum historiador no século que vem poderá concluir que o dia em que o mundo enlouqueceu foi o 4 de agosto de 1914.”

      Em 1954, ao se aproximar o quadragésimo aniversário daquele ano marcado, o historiador H. R. Trevor-Roper disse a respeito da grande mudança causada por 1914: “É instrutivo comparar a primeira Guerra Mundial com a segunda . . . a primeira guerra assinalou uma mudança muito maior na historia. Encerrou uma longa era de paz geral e deu início a uma nova era de violência, em que a segunda guerra era um simples episódio. Desde 1914, o mundo tem assumido um novo caráter: o caráter de anarquia internacional . . . . Assim, a primeira Guerra Mundial assinala um momento crítico na historia moderna.”b

      Líderes do mundo também têm comentado a significação do ano de 1914. Konrad Adenauer, ex-chanceler da Alemanha Ocidental, falou do tempo de “antes de 1914, quando havia verdadeira paz, tranqüilidade e segurança nesta terra — um tempo em que não conhecíamos o medo”. Depois ele acrescentou: “Segurança e tranqüilidade desapareceram da vida dos homens desde 1914. E a paz? Desde 1914, os alemães não têm conhecido verdadeira paz, nem a tem grande parte da humanidade.”c

      Queira notar também o comentário do livro (inglês) intitulado “1914”, de J. Cameron:“No ano de 1914, o mundo, como então era conhecido e aceito, chegou ao fim. Muito mais do que qualquer outro ano antes ou depois dele, foi este o sinal de pontuação do século vinte . . . daí para diante, nada seria novamente igual.” — Págs. v, vi.

      Satanás, o Diabo, e seus demônios sabem que têm apenas um “curto período de tempo” antes de sua destruição. (Rev. 12:12) Até mesmo quando Jesus estava na terra, os demônios sabiam que algum dia seriam destruídos. Já naquele tempo mostravam ter uma disposição perversa, e agora que sabem que Seu tempo é curto são ainda mais perversos e desesperados que nunca. (Luc. 8:27-33) Estão decididos a causar toda a dificuldade que puderem, a fim de desviar a atenção da humanidade do reino de Deus. Esta é a razão por que este sistema iníquo de coisas tem agido de modo tão louco desde 1914. Age como um pião, o brinquedo de crianças, que bamboleia loucamente pouco antes de deixar de girar.

      Ficamos desanimados com esta situação? Jesus disse que seus discípulos têm razão para erguer a cabeça. Por quê? Porque reconhecem o significado de tudo isso. Vêem nestes eventos a prova de que o livramento está próximo! (Luc. 21:28) E eles não guardam estas novas alegres para si mesmos, mas pregam em toda a terra a notícia emocionante de que o reino de Deus já está regendo.

      Jesus predisse que esta pregação seria feita, na sua grande profecia a respeito da terminação do sistema de coisas. (Mat. 24:14) Na América do Norte e do Sul, na Europa, na África, na Ásia e nas ilhas do mar, as testemunhas de Jeová continuam a proclamar zelosamente esta mensagem urgente. Poderá encontrá-las tanto nas grandes cidades como nas pequenas aldeias. Sim, esta parte do “sinal” também está sendo cumprida.

      Além de qualquer dúvida, a evidência indica 1914 como o ano em que o reino de Deus entrou em operação, e este evento faz que aconteçam coisas aqui na terra. Naquele mesmo ano, o “atual sistema iníquo de coisas” entrou nos seus “últimos dias”. (Gál. 1:4) Agora, dentro em breve, será respondida a oração em prol da ‘vinda’ do reino de Deus, quando demonstrar seu grande poder por destruir todo o sistema iníquo de Satanás. Então funcionará apenas o reino de Deus como o único governo a reger a terra por toda a eternidade. — Dan. 2:44.

      Assumindo o controle direto de todos os assuntos da terra, o reino de Deus derramará bênçãos de paz, felicidade e vida sobre toda a humanidade obediente. A oração, para que ‘se realize a vontade de Deus, como no céu, assim também na terra’, terá sido cumprida gloriosamente, pois o reino de Deus terá vindo para reger eternamente. E imagine só! Poderá usufruir vida eterna sob a regência amorosa deste reino. — Mat. 6:9, 10.

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