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  • O agente principal de Deus no governo mundial
    O Reino de Deus — Nosso iminente governo mundial
    • a muitos anos de prisão, na penitenciária federal de Atlanta, Geórgia, E.U.A.

      17 Esta sentença foi proferida em 21 de junho de 1918, e em 4 de julho de 1918, estes sete destacados promotores do estudo da Bíblia foram levados por trem de Brooklyn, Nova Iorque, a Atlanta, Geórgia. Isto serviu de esmagador golpe espiritual para os então perseguidos Estudantes Internacionais da Bíblia, os quais, desde o ano de 1931, são conhecidos como Testemunhas de Jeová.

      18. Mostra-se que os “santos” foram eliminados pelo chifre “pequeno”?

      18 A profecia de Daniel não mostra “os próprios santos do Supremo” como sendo eliminados pela hostilização do simbólico chifre “pequeno”, a Potência Mundial Dupla Anglo-Americana. O Deus Altíssimo, a cuja soberania universal estão apegados e que proclamam, está do lado deles. Ele cuida de que se lhes faça a justiça divina. (Lucas 18:7, 8) No entanto, a Sétima Potência Mundial e todas as outras nações da terra não tomam a sério o aviso que lhes é dado pelas Testemunhas de Jeová. Este aviso é no sentido de que, desde o fim dos tempos dos gentios, em 1914, elas estão sendo julgadas perante o Altíssimo. O sonho de Daniel, a respeito dos quatro animais e do chifre “pequeno”, retrata profeticamente este fato solene.

      A AUDIÊNCIA DO TRIBUNAL DIVINO

      19. Como lidou o Tribunal celestial com os quatro “animais”?

      19 Referindo-se a um tempo depois de o chifre pequeno ter vindo à existência e ter falado coisas grandiosas, Daniel prossegue com a descrição de seu sonho profético: “Eu estava observando até que se colocaram uns tronos e o Antigo de Dias se assentou. Sua vestimenta era branca como a neve e o cabelo de sua cabeça era como pura lã. Seu trono era chamas de fogo; as rodas dele eram fogo ardente. De diante dele corria e saía um rio de fogo. Mil vezes mil lhe ministravam e dez mil vezes dez mil ficavam de pé logo diante dele. Assentou-se o Tribunal e abriram-se livros. Continuei observando naquele tempo por causa do som das palavras grandiosas faladas pelo chifre; eu estava observando até que o [quarto] animal foi morto e seu corpo foi destruído, e foi entregue ao fogo ardente. Mas, quanto aos demais animais, tirou-se lhes o seu domínio e foi-lhes dado prolongamento de vida por um tempo e uma época.” — Daniel 7:9-12.

      20. Porque não precisa o “Antigo de Dias” consultar quaisquer livros?

      20 É somente aqui, nesta visão de Daniel, que o Deus imortal, que não tem princípio, é chamado “Antigo de Dias”. Ele tem prioridade sobre todos e sobre tudo, sendo o seu Criador. (Salmo 90:2) Como o Todo-sábio e Todo-justo, que precedeu a todas as suas criações, ele se assenta corretamente como Juiz de tudo, inclusive de nossa terra. Visto que os seus dias se estendem ao passado longínquo, ele conhece toda a história humana passada, como se estivesse escrita num livro. De modo que observou todas as quatro potências mundiais animalescas no seu proceder. Ele as julga, não à base do que outros atestam, mas segundo o que ele mesmo sabe diretamente sobre elas. Não precisa consultar um registro escrito com relatos escritos por anjos. Nos tribunais humanos, na terra, teriam de ser consultados livros sobre jurisprudência e de referência.Mas isso não se dá com Jeová, o “Antigo de Dias”.

      21. Como foi prolongada a vida dos “demais animais”?

      21 Conforme mostram os livros de história, os quatro “animais” imperiais deixaram o cenário mundial um após outro, na ordem dos quatro metais vistos no sonho da estátua representativa de potências mundiais, de Nabucodonosor. Primeiro saiu do palco a Potência Mundial Babilônica, depois a Potência Mundial Medo-Persa, daí, a Potência Mundial Grega e por fim a Potência Mundial Romana. Embora essas potências perdessem seu domínio, uma após outra, seus territórios imperiais e os habitantes do mesmo continuaram, sendo que alguns remanescentes deles existem até hoje. É por isso que Daniel 7:12 diz: “Mas, quanto aos demais animais, tirou-se lhes o seu domínio e foi-lhes dado prolongamento de vida por um tempo e uma época.”

      22. Por que é destruído o quarto animal, com seu chifre “pequeno”?

      22 O quarto “animal” simbólico, com seu agressivo chifre “pequeno”, sofre a destruição, por causa de seu proceder violentamente opressivo na terra, por causa de suas palavras blasfemas contra o Deus Altíssimo e por causa de sua contínua hostilização dos “santos” de Deus. Essas coisas ímpias foram feitas mais recentemente pelo chifre anglo-americano, da cabeça deste quarto animal.

      23. O que acontece com os domínios não representados pelos quatro animais?

      23 Portanto, o simbólico quarto animal é retratado como sendo destruído junto com o chifre “pequeno”. Na realidade histórica, porém, o simbólico quarto animal, a saber, a Potência Mundial Romana, perde o seu poderio imperial, a fim de dar lugar para a Potência Mundial Dupla Anglo-Americana. Diversos “reis”, ou “chifres” simbólicos, abrangidos dentro da Potência Mundial Romana, continuaram a governar como “chifres” inferiores, dominados pelo astuto chifre “pequeno”, que tinha olhos de homem e uma boca faladeira. Portanto, quando a Potência Mundial Dupla Anglo-Americana desaparece na destruição sob os julgamentos ardentes do Antigo de Dias, aqueles “reis”, semelhantes a chifres, como remanescentes da Potência Mundial Romana, perecem com ela. (Daniel 7:23-26) Mas, que dizer dos impérios, reinos, repúblicas e corpos políticos que nunca fizeram parte do Império Romano ou da Potência Mundial Dupla Anglo-Americana, incluindo a Comunidade Britânica de Nações? Todos estes também precisam ser destruídos, quando o Antigo de Dias executa o julgamento ardente neste mundo. — Revelação 16:13 a 19:21.

      APRESENTAÇÃO DO AGENTE PRINCIPAL DE DEUS

      24. Fica a terra sem governo por causa da destruição do governo humano?

      24 Será que os assuntos humanos, em vista de tal destruição de todos os governos e domínios humanos, terrenos, ficarão num estado caótico, sujeitos à anarquia, sem lei e ingovernáveis? Não temamos a destruição ardente deste sistema mundial de coisas, que se aproxima rapidamente. O Juiz Supremo, o Antigo de Dias, toma conta de nossa terra. Ele precisa eliminar os domínios políticos, constituídos pelo homem, de desgoverno e opressão, a fim de fazer lugar para o melhor governo que a humanidade poderia ter. Este será uma expressão de sua própria Soberania Universal para com o lar terreno da humanidade. Será um Governo Mundial indivisível, que exercerá seu poder e sua autoridade desde o céu, lugar superior a Londres, Washington, Moscou, Pequim, Tóquio ou qualquer outra capital nacional na terra. Jeová nos apresenta seu Agente Principal neste Governo Mundial no sonho profético, inspirado, que concedeu a Daniel. Daniel aponta agora para o céu, ao escrever:

      25. Como é apresentado o Agente Principal de Deus em Daniel 7:13, 14?

      25 “Continuei observando nas visões da noite e eis que aconteceu que chegou com as nuvens dos céus alguém semelhante a um filho de homem; e ele obteve acesso ao Antigo de Dias, e fizeram-no chegar perto perante Este. E foi-lhe dado domínio, e dignidade, e um reino, para que todos os povos, grupos nacionais e línguas o servissem. Seu domínio é um domínio de duração indefinida, que não passará, e seu reino é um que não será arruinado.” — Daniel 7:13, 14.

      26. Alguns argumentam que este “alguém semelhante a um filho de homem” representa a quem?

      26 Quem é este “alguém semelhante a um filho de homem”, que não vem da terra, mas dos céus, “com as nuvens”, e obtém acesso ao Antigo de Dias, entronizado no tribunal? Alguns acham que, visto que este “alguém semelhante a um filho de homem” não é mais mencionado depois disso na profecia, mas se diz que “os santos do Supremo” obtêm o reinado, ele se refere a uma pessoa composta, à “nação santa” de Deus, como corpo. Mas, há uma autoridade fidedigna que indica quem é este “alguém semelhante a um filho de homem” na realidade. De que modo?

      27, 28. (a) Como se viu certa autoridade obrigada a identificar quem é o “alguém semelhante a um filho de homem”? (b) Que tratamento recebeu então?

      27 Há mais de dezenove séculos, na noite da Páscoa (em 14 de nisã) do ano 33 E.C., um descendente natural do Rei Davi estava em julgamento pela sua vida, perante o Sinédrio judicial de Jerusalém. Depois que este homem se recusou a responder aos testemunhos acusatórios, apresentados contra ele, o sumo sacerdote presidente disse-lhe: “Pelo Deus vivente, eu te ponho sob juramento para nos dizeres se tu és o Cristo, o Filho de Deus!” Será que o acusado se reconheceu então como estando sob juramento perante o Deus vivente para dizer a verdade sobre si mesmo? Sim! Ele reconheceu a autoridade judicial do sumo sacerdote, de colocá-lo sob juramento para declarar os fatos, embora soubesse que falar a verdade o faria parecer ao Supremo Sinédrio como chocante blasfemador.

      28 O registro do julgamento nos diz: “Jesus disse-lhe: ‘Tu mesmo o disseste. Contudo, eu vos digo: Doravante vereis o Filho do homem sentado à destra de poder e vindo nas nuvens do céu.’ O sumo sacerdote rasgou então a sua roupagem exterior, dizendo: ‘Ele blasfemou! Que necessidade temos ainda de testemunhas? Vêde! Agora ouvistes a blasfêmia. Qual é a vossa opinião?’ Eles deram a resposta: ‘Está sujeito à morte.’ Cuspiram-lhe então no rosto e o esmurraram. Outros o esbofetearam, dizendo: ‘Profetiza-nos, ó Cristo. Quem te golpeou?’” — Mateus 26:63-68.

      29. Que mais mostra que Daniel 7:13 não se refere a um corpo composto?

      29 Ali estava então o único homem na terra que podia fidedignamente referir-se à profecia de Daniel, capítulo sete, versículo treze, e identificar corretamente quem era na realidade esse “alguém semelhante a um filho de homem”. Sessenta e três anos mais tarde, Jesus Cristo, ressuscitado dentre os mortos e glorificado no céu, transmitiu uma revelação ao seu apóstolo João, na terra, e João foi inspirado a escrever a respeito dele: “Eis que ele vem com as nuvens e todo olho o verá, e aqueles que o traspassaram; e todas as tribos da terra baterão em si mesmas de pesar por causa dele. Sim, amém.” (Revelação 1:7) Esta, bem como outras declarações da Bíblia, provam que este “alguém semelhante a um filho de homem”, observado na visão de Daniel, é Jesus Cristo, o Descendente do Davi. No Salmo 8:4 (Almeida), Davi falou dele profeticamente como sendo “o filho do homem”. (Hebreus 2:5-8, Almeida) Repetidas vezes, Jesus chamou a si mesmo de “Filho do homem”. Não o grupo dos “próprios santos do Supremo”, mas o Descendente real de Davi é a pessoa retratada em Daniel 7:13 como vindo “com as nuvens dos céus”. — Mateus 24:30.

      30, 31. Daniel 7:13 teve cumprimento, mas por que não em 70 E.C?

      30 Quando ocorre esta específica vinda? Segundo os versículos que precedem a Daniel 7:13, devia ocorrer depois de o chifre “pequeno”, que arranca três outros chifres da cabeça do quarto animal, crescer, o que aconteceu na última metade do século dezoito E.C. Portanto, a vinda do Filho do homem “com as nuvens dos céus” não ocorreu antes disso, nem mesmo em 70 E.C., quando se cumpriu esta sua profecia: “E [os judeus rebeldes] cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios [as nações não-judaicas], até que os tempos dos gentios se completem.” (Lucas 21:24, Almeida, rev. e corr.) Estes “tempos dos gentios” haviam começado na desolação de Jerusalém pelos babilônios, em 607 A.E.C. Durante esses tempos dos gentios, permitiu-se que as nações não judaicas dominassem a terra sem interferência do reino davídico de Deus.

      31 No fim 1914 E.C., o Herdeiro real de Davi podia legitimamente pedir a Deus o Reinado.

      32, 33. Por que não vimos a chegada daquele que tinha o direito legal?

      32 Os acontecimentos, em cumprimento de profecias bíblicas, desde 1914 E.C. e até agora, provam que a vinda do Filho do homem ocorreu naquele ano. Naturalmente, nenhum de nós viu tal vinda com nossos olhos literais. Não o poderíamos ter feito, pois, Daniel 7:13, 14, descreve o Filho do homem não como vindo à terra, mas ao Antigo de Dias, o Juiz no céu, que “muda os tempos e as épocas, removendo reis e estabelecendo reis”. (Daniel 2:21) Ele veio a convite do Antigo de Dias, conforme registrado no Salmo 2:8, 9: “Pede-me, para que eu te dê nações por tua herança e os confins da terra por tua propriedade. Tu as quebrantarás com um cetro de ferro, espatifá-las-ás como se fossem um vaso de oleiro.” Daí, sem se antecipar ao seu programa judicial, o Antigo de Dias pôde fazer conforme predisse em Ezequiel 21:25-27. Ele disse então, depois de ordenar a remoção do turbante e da coroa do reino davídico:

      33 “Põe no alto o rebaixado e rebaixa o que estiver no alto [o ocupante do trono de Davi]. Uma ruína, uma ruína, uma ruína a farei. Também, quanto a esta, certamente não virá a ser de ninguém, até que venha aquele que tem o direito legal e a ele é que terei de dá-lo.”

      34. Portanto, como demonstrou Deus a soberania universal, em 1914?

      34 Toda a evidência, até o momento, é que o Antigo de Dias deu o reino messiânico ao Herdeiro davídico, com o “direito legal”, no fim dos tempos dos gentios, em 1914. Conforme predissera Daniel 7:14: “Foi-lhe dado domínio, e dignidade, e um reino, para que todos os povos, grupos nacionais e línguas o servissem. Seu domínio é um domínio de duração indefinida, que não passará, e seu reino é um que não será arruinado.” Este foi o tempo exato para a retirada das simbólicas bandas de ferro e de cobre, em volta do “toco” da divina Soberania Universal, já que os proféticos “sete tempos” de 2.520 anos haviam terminado. Chegara então o tempo marcado para a Soberania Universal de Jeová fazer valer novamente os seus direitos para com a terra. Como? Por fazer com que um “rebentão” subisse daquele “toco” há muito dormente e assim provar que “o Altíssimo é Governante no reino da humanidade e que ele o dá a quem quiser, e estabelece nele até mesmo o mais humilde dos homens”. — Daniel 4:17, 23, 32; Isaías 11:1; Zacarias 3:8; 6:12.

      35. Que “pedra” real foi então posta em movimento, contra quê?

      35 Foi também o tempo para a “pedra” simbólica ser cortada do “monte” da Soberania Universal de Deus e ser lançada contra a “estátua” representativa de poder político mundial, na terra. Tem por alvo atingir os “pés” de ferro e de argila modelada. Daí, terá de pulverizar toda a estátua idólatra. Por fim, terá de desenvolver-se num monte, para, encher a terra inteira. — Daniel 2:34, 45.

      36. Que nascimento real ocorreu então, e também que anúncio?

      36 Correspondentemente, em 1914, o reino messiânico surgiu do ventre da organização-esposa de Jeová, no céu, e se cumpriram as palavras de Revelação 12:5: “Ela deu à luz um filho, um varão, que há de pastorear todas as nações com vara de ferro. E o filho dela foi arrebatado para Deus e para o seu trono.” Sem dúvida, foi então que os mil vezes mil anjos, que ministravam ao Antigo de Dias, e os dez mil vezes dez mil, que ficavam de pé bem diante dele, juntaram as suas vozes em anunciar universalmente: “O reino do mundo tornou-se o reino de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.” — Revelação 11:15; Daniel 7:10.

      37. Portanto, quem deve ser o Agente Principal de Deus no governo?

      37 À luz de tudo o que se acaba de mencionar, quem, então, é o Agente Principal de Deus para nosso iminente governo mundial? Jesus Cristo, o agora glorificado Herdeiro Permanente do Rei Davi. Como homem perfeito, da linhagem real de Davi, ele “ofereceu um só sacrifício pelos pecados, perpetuamente, e se assentou à direita de Deus [em 33 E.C.], daí em diante esperando até que os seus inimigos sejam postos por escabelo dos seus pés.” — Hebreus 10:12, 13; 1:3, 4; Salmo 110:1-6.

      38. Que perguntas surgem a respeito dos “santos” que são compartilhadores no governo?

      38 No vindouro governo mundial haverá compartilhadores com o Agente Principal de Deus, pois, Daniel 7:27, 28, declara: “E o reino, e o domínio, e a grandiosidade dos reinos debaixo de todos os céus foram entregues ao povo que são os santos do Supremo. Seu reino é um reino de duração indefinida e a eles é que servirão e obedecerão todos os domínios. Aqui termina o assunto.” Portanto, surge agora a questão: Era o “povo que são os santos do supremo” o próprio povo carnal do profeta Daniel, a nação de judeus ou israelitas naturais, circuncisos? Haviam de tornar-se as doze tribos de Israel, que eram descendentes de carne e sangue de Abraão, Isaque e Jacó, o povo primordial durante o reinado de duração indefinida do Messias (Cristo), ficando todas as nações gentias sujeitas a eles, como governantes mundiais? Pessoas de todas as raças têm feito estas perguntas. Vamos considerá-las agora juntos?

  • A escolha dos compartilhadores no governo mundial
    O Reino de Deus — Nosso iminente governo mundial
    • Capítulo 7

      A escolha dos compartilhadores no governo mundial

      1. Que questões, a respeito dos compartilhadores no governo mundial, eram antigamente um mistério?

      QUEM compartilhará com o glorificado Herdeiro Permanente do Rei Davi no prometido Governo Mundial? Quantos compartilhadores haverá? E onde se dará isso — aqui na terra ou lá em cima, no céu? Antigamente, estas questões eram um mistério. Mas, não o são mais!

      2, 3. Onde se encontrava João quando recebeu a Revelação, e por quê?

      2 Perto do fim do primeiro século de nossa Era Comum, o Herdeiro Permanente do Rei Davi no reino messiânico, a saber, Jesus Cristo revelou as respostas desejadas. Por meio duma revelação milagrosa, ele transmitiu, desde o céu, a informação a um homem aqui na terra, não em Jerusalém, mas na ilha carcerária de Patmos, no Mar Egeu, não muito longe da antiga Éfeso, na Ásia Menor. Sim, este homem era judeu natural, circunciso. Encontrava-se este judeu ali, nessa ilha penal, por ter participado, em 66 E.C., na revolta judaica que

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