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    A Sentinela — 1962 | 1.° de setembro
    • doença e tôda a espécie de enfermidade” é realmente uma boa nova! Embora a obra de cura de Jesus indubitàvelmente gerasse esperança nos homens, ela foi estendida a apenas alguns, ao passo que os ensinos e a pregação de Jesus continham uma mensagem de esperança que se estende a tôda a humanidade. Que mensagem é esta?

      Segundo Mateus e os outros escritores do Evangelho, Jesus ensinou e pregou “as boas novas do reino”. (Mat. 9:35) Mediante seus maravilhosos atos de curar e de levantar os mortos, Jesus instruía os homens referente ao que ocorreria em maior escala na terra sob o reino de Deus. Seus miraculosos feitos eram para salientar a importância do Reino na mente dos homens de boa vontade, pois é por meio do Reino que tôda a humanidade que temer a Deus será abençoada.

      Por isso Jesus fêz do reino de Deus o tema do seu ministério. Êle instou com os homens que ‘buscassem primeiro o reino e a Sua justiça’. (Mat. 6:33) Ensinou-os a orar pelo reino de Deus, dizendo: “Venha o teu reino. Faça-se a tua vontade, como no céu, assim também na terra.” (Mat: 6:10) Um bom número de suas parábolas eram acêrca do reino. (Mat. 13:24-51) O próprio Jesus trabalhou incansàvelmente para que êste reino fôsse conhecido aos homens. Disse êle: “É necessário que eu anuncie o evangelho do reino de Deus também às outras cidades, pois para isso é que fui enviado.” (Luc. 4:43, ALA) Jesus foi aclamado Rei do reino de Deus — “aquêle que vem como o Rei em nome de Jeová”. (Luc. 19:38) Quando enviou os seus apóstolos, êle instruiu-os: “Indo, pregai, dizendo: ‘O reino dos céus se tem aproximado.” (Mat. 10:7) Quando enviou os setenta discípulos, êle lhes disse que deviam ir e dizer ao povo: “O reino de Deus se tem aproximado de vós.” (Luc. 10:9) Durante os quarenta dias após a sua morte e ressurreição, Jesus ensinou aos seus discípulos as “coisas acêrca do reino de Deus”. (Atos 1:3) Portanto, não era o sábado, nem a ressurreição dos mortos, nem o inferno, nem o céu que Jesus frisou, mas o reino de Deus. Êste era o seu tema, e esta é a doutrina principal da Bíblia.

      PARA TÔDA A HUMANIDADE

      O motivo para se frisar tanto o Reino e para chamá-lo de boas novas só pode ser entendido quando apreciamos o seu propósito. Em primeiro lugar, é para vindicar o nome de Deus em tôda a terra. Em segundo, é para restaurar a terra num jardim paradísico, habitado por criaturas humanas perfeitas. Por fazer isto, cumprirá tôdas as promessas e profecias concernentes à nossa terra. Isto é realmente boas novas!

      Por exemplo, digamos que esteja pensando em como o reino de Deus tratará os governos do mundo que estão em oposição a êle. O profeta Daniel responde: “Esmagará e porá fim a todos êstes reinos, e êle mesmo permanecerá por tempo indefinido.” (Dan. 2:44) Só um govêrno dominará a terra — o governo celestial de Deus.

      Aos que estiverem preocupados quanto ao seu domínio, o profeta Isaías diz: “Eis que um rei reinará para apropria justiça; e, quanto a príncipes, governarão como príncipes para a própria eqüidade.” (Isa. 32:1) A humanidade desfrutará um govêrno justo e reto.

      Se tem sido oprimido por dominadores severos e desprovido das necessidades da vida, ouça esta promessa do Reino: “Concede ao Rei, ó Deus, os teus juízos, e a justiça ao Filho do Rei. Julgue êle os aflitos do povo, salve os filhos dos necessitados, e esmague ao opressor. Floresça em seus dias o justo, e haja abundância de paz até que cesse de haver lua. Domine êle de mar a mar, e desde o rio até aos confins da terra.” — Sal. 72:1, 4, 7, 8, ALA.

      Se vive numa terra assolada e tem desejado melhoras, livres de todo o mêdo de guerra, então achará que as promessas do Reino são boas novas: “A própria terra dará certamente o seu produto; Deus, nosso Deus, nos abençoará.” “Êle faz cessar as guerras até a extremidade da terra.” “Abre a tua mão e satisfaz o desejo de todo o vivente.” — Sal. 67:6; 46:9; 145:16.

      Os habitantes da terra não sofrerão mais. Nunca mais se banharão em lágrimas. A morte não os dominará mais. Acredita? Ouça: “[Jeová] tragará a morte para sempre, e assim enxugará o SENHOR Deus as lágrimas de todos os rostos.” “Eis que a tenda de Deus está com os homens, e êle residirá com êles, e êles serão os seus povos. E o próprio Deus estará com êles. E êle enxugará tôda a lágrima dos olhos deles, e não haverá mais morte, nem haverá mais lamento, nem grito, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” — Isa. 25:8, ALA; Apo. 21:3, 4.

      Para o que tem coração pesaroso por ter perdido entes queridos, a promessa do reino é: “Todos os que estão nos túmulos memoriais . . . sairão.” Pois “há de haver ressurreição tanto dos justos como dos injustos”. (João 5:28, 29; Atos 24:15) Jesus disse a Marta: “Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim, não morrerá, eternamente. Crês isto?” Marta disse que sim. Crê o leitor nestas palavras de Jesus? — João 11:25-27, ALA.

      Gosta de criações? Então tem também uma promessa do Reino: “O lôbo habitará com o cordeiro e o leopardo se deitará junto ao cabrito; o bezerro, o leão novo e o animal cevado andarão juntos, e um pequenino os guiará.” — Isa. 11:6-9; 65:25, ALA.

      Tem alguma incapacidade, é enfêrmo ou está sofrendo de alguma doença? Então, a mensagem do Reino é a sua única esperança. Pois o cumprimento de profecias concernente à saúde espiritual dá agora a promessa de tais bênçãos físicas no nôvo mundo de Deus. Diz a profecia: “Então se abrirão os olhos dos cegos, e se desimpedirão os ouvidos dos surdos; os coxos saltarão como cervos, e a língua dos mudos cantará.” “Nenhum morador. . . dirá: Estou doente.” — Isa. 35:5, 6; 33:24, ALA.

      Gostaria de ter, a sua casa própria e de comer dos frutos de suas plantações? Então tem também uma promessa do Reino: “Êles edificarão casas, e nelas habitarão; plantarão vinhas, e comerão o seu fruto. . . . desfrutarão de todo as obras das suas próprias mãos”. — Isa. 65:21, 22, ALA.

      Há uma promessa do Reino para cada um dêstes problemas que afligem os homens. Não se admira, portanto, de Jesus ter mostrado que o reino de Deus é a única solução para a angústia do mundo e a única esperança da humanidade. — Mat. 6:10, 33.

      A GRANDE QUESTÃO DO QUANDO

      Como é natural, os discípulos de Jesus estavam ansiosos de saber quando tôdas estas promessas seriam cumpridas. Esperavam que Jesus estabelecesse um reino terrestre e que livrasse Israel do jugo de Roma, mas ficaram desiludidos com a sua morte. (Luc. 24:21) Mas, depois de sua morte e ressurreição, os discípulos foram induzidos pelas instruções de Jesus a perguntar-lhe: “Mestre, restaurás neste tempo o reino a Israel?” (Atos 1:3, 6) Jesus lhes respondeu que primeiro tinham que ser as suas testemunhas “tanto em Jerusalém como em tôda a Judéia e Samaria, e até a parte mais distante da terra”, indicando assim que o estabelecimento do reino de Deus ainda estava distante. — Atos 1:8.

      Noutra ocasião os discípulos tinham feito uma pergunta semelhante e Jesus respondera dando uma profecia de longo alcance que indicava os nossos próprios dias como o tempo do seu cumprimento. Disse êle: “Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá escassez de víveres, e terremotos num lugar após outro. Tôdas estas coisas são o princípio das dores de angústia.” (Mat. 24:7, 8) As profecias da Bíblia e os fatos físicos se unem para indicar que 1914 E. C. foi o ano em que estas profecias começaram a se cumprir. Foi a primeira vez na história em que as nações maiores do mundo se empenharam numa guerra total umas contra as outras — nações contra nações e reinos contra reinos. Grandes fomes, terremotos e ais seguiram-se. Todos êstes eventos, disse Jesus, marcariam o fim dos “tempos designados das nações”. Disse também que demarcariam o tempo em que êle viria no poder do Reino dos céus. O reino de Deus é celestial, não terrestre. Disse Jesus: “Meu reino não faz parte dêste mundo.” “O mundo não me verá mais.” — Luc. 21:24; João 18:36; 14:19.

      Referente a êste grande evento, somos informados pelo registro de Apocalipse de que houve grande regozijo nos céus; também, a seguinte declaração foi feita: “O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e êle dominará como rei para todo o sempre.” Mais adiante, o registro torna clara que esta ocasião momentosa seria marcada por um tempo de tribulação na terra, assim como se deu: “Graças te damos, Jeová Deus, o Todo-poderoso, que és e que eras, porque assumiste o teu grande poder e começaste a dominar como rei. Mas as nações se iraram, e veio a tua ira, e o tempo designado . . . para arruinar os que arruínam a terra.” Esta declaração concernente ao Reino ocorreu no ano designado de 1914 E. C., segundo e em cumprimento da profecia da Bíblia. — Apo. 11:15, 17, 18.

      A MAIOR NOTÍCIA DE NOSSOS TEMPOS

      O estabelecimento do reino de Deus nos céus, sendo um fato absoluto, o torna a maior notícia de nossos tempos. Por que, então, não se tem tornado conhecido? Êle tem-se, mas não pelos lançadores de notícias dêste mundo, porque êles não crêem no reino de Deus. Êles e os seus apoiadores religiosos, políticos, comerciais e militares, gritam como os lideres judeus dos dias de Jesus: “Não temos rei senão César.” (João 19:15) Entretanto, há testemunhas do Reino, que Jesus declarou que haveria: “Estas boas novas do reino serão pregadas em tôda a terra habitada, em testemunho a tôdas as nações; e então virá o fim.” — Mat. 24:14.

      Hoje há mais de 950.000 noticiadores do Reino que, por todos os meios disponíveis, levam as boas novas do reino de Deus em 185 países e ilhas do mar, em 158 idiomas diferentes. Há gente que toma posição do lado do reino de Deus antes que Êle, mediante o seu reino, ‘arruíne os que arruínam a terra’ na batalha do Armagedon. — Apo. 11:18; 16:16.

      Os que apoiam o reino de Deus sabem que os esforços humanos falham em produzir um mundo melhor, e estão cientes pela Palavra de Deus de que o seu reino será bem sucedido. Assim, se tiver orado pelo reino de Deus, se tiver esperança num bom govêrno, então regozije-se, porque o reino de Deus domina nos céus; em breve terá completo domínio sôbre a terra. Isto é realmente boas novas para todos os que temem a Deus! É uma notícia que requer ação, notícia para ser dita a outros.

  • Aleluia
    A Sentinela — 1962 | 1.° de setembro
    • Aleluia

      Muitas pessoas gritariam Aleluia com tôdas as fôrças dos seus pulmões se soubessem que isto significa “louvai a Já”, uma abreviação respeitosa do santo nome de Deus, Jeová. Algumas pessoas de certa idade no Rio Grande do Sul fizeram isto, embora tivessem ouvido pela primeira vez que Deus tem um nome, que deve ser louvado pelo seu nome e que êste nome é Jeová. Ficaram tão contentes quando uma testemunha de Jeová lhes explicou isto, que pediram que escrevessem o nome num pedaço de papel para que outros também o lessem e aprendessem. Ficaram ainda mais contentes quando se lhes abriu a oportunidade de conhecerem o significado completo do nome mediante um estudo bi̇́blico domiciliar na sua própria casa.

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