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  • A longa espera em esperança terminará em breve
    A Sentinela — 1973 | 15 de abril
    • anelantes deste sistema mortífero e aflitivo de coisas. Para o que devemos olhar, que seja espiritual e mais elevado do que o homem e o Diabo? Para o que somente podemos voltar-nos em confiança? Através dos corredores dos milênios passados de tempo ressoam as palavras do Governante Divino: “Voltai ao reduto, prisioneiros da esperança.” — Zac. 9:12.

      8. (a) A quem se dirigiram primeiro estas palavras de Zacarias 9:12, e qual era o “reduto” lá naquele tempo? (b) De onde deviam voltar aqueles “prisioneiros da esperança”, e como se abriu o caminho para a liberdade?

      8 Estas palavras estimulantes, proferidas por intermédio do profeta Zacarias há quase dois mil e quinhentos anos atrás, foram dirigidas aos que sinceramente desejavam ser o povo favorecido do Grande Espírito, a respeito de quem Jesus Cristo disse: “Deus é Espírito, e os que o adoram têm de adorá-lo com espírito e verdade.” (João 4:24) O “reduto” ao qual os “prisioneiros da esperança” precisavam ‘voltar’ era o reino messiânico de Deus, representado lá naquele tempo pela cidade de Jerusalém, onde um rei da família real de Davi, de Belém, costumava assentar-se num trono chamado de “trono de Jeová” (1 Crô. 29:23) Os “prisioneiros da esperança” tinham de ‘voltar’ a esta forma terrestre de regência divina, saindo de seu longo exílio na Babilônia pagã, lugar onde se iniciou a falsa religião organizada em oposição a Jeová Deus, nos dias de Ninrode, famoso caçador. (Gên. 10:8-10; 11:1-9) No tempo do profeta Zacarias, esta Babilônia havia ocupado a sede do domínio mundial como terceira potência mundial da história bíblica. Em 539 A. E. C., o Deus Todo-poderoso quebrou o poder de Babilônia sobre seus “prisioneiros” e abriu o caminho para a liberdade!

      9. (a) Por que não se trata aqui apenas de um pouco de antiga história morta? (b) Quem são hoje os “prisioneiros da esperança” e de que precisam eles?

      9 Era um pouco de história emocionante no passado longínquo! Mas não é história morta. É história profética que vive para nós hoje e encontra seu paralelo vivo hoje em dia, em nossa geração. Este é o motivo de ter sido escrita e preservada entre as profecias de Zacarias, um dos últimos profetas de Jeová antes de Jesus Cristo. Pois bem, podemos nós hoje ser classificados como ‘prisioneiros da esperança”? Sim, se compreendermos e aceitarmos a esperança que o “Deus de esperança” nos oferece. O último livro de suas Escrituras Sagradas, Revelação ou Apocalipse, indicou de antemão a existência, não da antiga Babilônia, mas de Babilônia, a Grande, nos nossos dias. Esta Babilônia mais poderosa simboliza o império mundial da religião falsa, que tem relações religiosas com os governos políticos deste sistema de coisas até mesmo com a Rússia comunista. Todos os povos do mundo, quer sejam praticantes das centenas de religiões, quer se apeguem às instituições políticas do mundo, são “prisioneiros” de Babilônia, a Grande, e de seus associados políticos. Estes “prisioneiros” precisam ser emancipados e liberados, para a sua salvação!

      10. (a) Por que é tal livramento muito urgente? (b) Qual é hoje este “reduto” ao qual devem voltar os “prisioneiros”, e o que enviou Jeová dali desde 1914

      10 Isto precisa acontecer urgentemente. Por quê? Porque Babilônia, a Grande, e todos os seus amantes políticos já estão condenados à breve destruição! Como podem homens ser emancipados de sua prisão espiritual, quando só se pode esperar a destruição na vindoura “grande tribulação”? Há um único modo de se alcançar a emancipação, e este é voltar ao “reduto” que Deus apresenta a todos os “prisioneiros da esperança”. Este “reduto” é o reino messiânico de Deus, antigamente representado pelo reduto da cidade de Jerusalém. O reino messiânico terrestre, na Jerusalém do Oriente Médio, deixou de existir há muito tempo. Foi revivificado em nosso tempo, não lá na Jerusalém terrestre, mas nos céus, onde se assenta o Descendente real do Rei Davi, a saber, Jesus Cristo. Seu trono não é um trono material, perecível, na Jerusalém terrestre, mas é realmente o “trono de Jeová”, pois ele está sentado à “direita” de Jeová Deus nos céus. (Sal. 110:1, 2; Atos 2:34-36; 7:55, 56; 1 Ped. 3:22; Rev. 3:21) Foi dali que Jeová enviou o ‘bastão da força de Cristo’ desde o fim dos Tempos dos Gentios em 1914.

      11. (a) Então, qual e a única esperança de toda a humanidade? (b) De onde e para onde ‘voltaram’ as testemunhas cristãs de Jeová, desde 1918 E.C., e como dizem a todos os outros ‘prisioneiros’, que voltem àquele “reduto”?

      11 É sob os pés deste Cristo e de seus seguidores fiéis que Jeová, em breve, ‘esmagará a Satanás’. (Rom. 16:20) O reino deste Emancipador messiânico é o representante comissionado da Regência Divina do Deus Altíssimo e Todo-poderoso, Jeová. É a única esperança de toda a humanidade. É o reduto divinamente designado para o qual se deve voltar em busca de liberdade e vida em felicidade infindável. As testemunhas cristãs de Jeová, desde o fim da Primeira Guerra Mundial em 1918, abandonaram seu encarceramento espiritual em Babilônia, a Grande, e ‘voltaram ao reduto’, ao reino messiânico de Deus, estabelecido na Jerusalém celeste. Apesar da piora das condições fatais do mundo, usufruem agora sua maravilhosa emancipação espiritual e se alegram com a sua gloriosa esperança quanto ao futuro próximo. Em grande compaixão para com toda a humanidade, clamam urgentemente a todos os “prisioneiros”, em toda a parte, para que ‘voltem ao reduto’, ao cumprirem a ordem profética de Cristo: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim. — Mat. 24:14.

  • Persistência
    A Sentinela — 1973 | 15 de abril
    • Persistência

      ☒ Às vezes, quando se procura fazer o bem aos outros, é preciso ser muito persistente. Isto amiúde acontece com os ministros das testemunhas de Jeová que fazem o maior bem possível, o de ajudar as pessoas a compreender e a aplicar a Palavra de Deus, e assim candidatar-se às bênçãos divinas.

      Uma senhora, que é ministro das testemunhas de Jeová na Malásia, visitou uma moça chinesa, que morava numa garagem atrás duma casa grande. Ela deixou com a moça um exemplar do compêndio bíblico Do Paraíso Perdido ao Paraíso Recuperado, em chinês. Providenciou-se uma revisita para se estabelecer um estudo bíblico domiciliar gratuito, para a moça.

      Na primeira visita, a moça estava ocupada com uma pilha de roupa para passar e ainda não havia lido o livro. Sábado era seu dia de folga do trabalho, de modo que se fizeram arranjos para ela ser visitada então. Na segunda visita, a Testemunha verificou que a moça novamente tinha uma grande pilha de roupa para passar, bem como a sala cheia de parentes em visita. No sábado seguinte, na terceira visita, a Testemunha foi informada que a moça estava atrasada em passar a roupa. Mas ela ainda estava interessada no estudo bíblico gratuito e planejava falar com sua irmã carnal, para ver se esta desejaria participar do estudo. Na próxima visita, a quarta, a moça tinha boas notícias; sua irmã também queria estudar, de modo que na semana seguinte todos deviam reunir-se na casa de sua irmã, uns três quilômetros distante.

      Logo cedo no sábado seguinte, ameaçava uma tempestade. Mas a testemunha de Jeová, não querendo faltar ao compromisso, foi fazer a visita de qualquer modo, ficando encharcada pela chuva. Ela encontrou a casa fechada e ninguém em casa. A Testemunha pensou: ‘Vou dar a esta moça só mais uma oportunidade.’

      Na sexta visita, a Testemunha foi à casa da moça e encontrou-a sinceramente apologética. Fizeram-se arranjos para o estudo ser realizado no sábado seguinte. Na sétima visita, iniciou-se realmente o estudo, e desde então não tem havido nenhuma demora nem interrupção. A moça chinesa estudou bem, começou a freqüentar as reuniões cristãs das testemunhas de Jeová e é agora ministro ordenado. Tudo isso por causa da perseverança em fazer o bem. — Gál. 6:9.

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