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  • Deus escolhe sabiamente os regentes da terra
    A Sentinela — 1972 | 15 de março
    • de Deus! Pois, o Sacerdote e Regente que coloca sobre a humanidade não é alguém a quem falte compreensão de nossos problemas e sentimentos. Em vista de sua experiência anterior no céu, onde colaborou com seu Pai na criação de todas as coisas, o Filho de Deus compreende a constituição dos homens e das mulheres, bem como dos anjos. (João 1:10; 2:25; Col. 1:15-17) Além disso, ao tornar-se homem de carne e sangue, na terra, teve experiência do serviço de Deus sob condições adversas. Compreende plenamente os problemas humanos. Sabe o que significa sofrer. (Heb. 5:7-9) Todos os homens podem ter plena fé no sacerdócio de Cristo, sabendo que ele passou pelas mesmas provações com bom êxito e conhece as necessidades humanas. — Heb. 4:14-16; João 16:33.

      Considere também a sabedoria de Deus na maneira em que escolheu o corpo de 144.000 reis e sacerdotes associados. Não foi desperdício de tempo. Durante a larga margem de dezenove séculos, estes foram escolhidos de todas as rodas da vida, de todas as raças, línguas e formações. Simplesmente não existe problema que alguns deles, ao se revestirem da nova personalidade cristã, não tiveram de enfrentar e vencer. (Efé. 4:22-24; 1 Cor. 10:13) Estes subsacerdotes também serão sacerdotes compassivos e misericordiosos, capazes de ajudar homens de toda espécie.

      Além disso, Deus tirou amorosamente uma parte substancial destes herdeiros espirituais com Cristo dentre as mulheres. Quanto à sua situação espiritual perante Deus e Cristo, não havia “nem macho nem fêmea” enquanto estavam na terra, e no céu não existe o princípio ou a distinção do sexo. (Gál. 3:28) No entanto, aqueles dentre os herdeiros do Reino que foram mulheres conhecem por experiência os problemas, as vicissitudes e o modo de pensar das mulheres, e mantiveram a sua integridade sob prova como mulheres. Isto é consolador para as mulheres que desejam ser fiéis a Deus e que procuram obter vida sob aquele governo do Reino. Quão sábio é nosso Criador!

      O FIM DA COLHEITA DOS REGENTES SIGNIFICA BÊNÇÃO PARA A HUMANIDADE

      A profecia bíblica predisse que Cristo assumiria o poder do Reino enquanto as nações mundanas ainda estivessem ativas. (Sal. 2:1-6; 110:1, 2) Ao assumir o poder do Reino, daria primeiro atenção àqueles dos 144.000 que haviam morrido. Depois passaria a ajuntar todos os prospectivos associados do seu Reino, na terra, chamados de ‘restante’, para uma prova e aprovação final. (1 Tes. 4:16, 17; Rev. 12:10, 17) As condições mundiais em cumprimento da profecia indicam que estamos nos dias finais deste ajuntamento, chamado de “colheita”. Com a sua terminação e a destruição do atual sistema e a sua administração, Cristo e seus reis e sacerdotes associados começarão o reinado milenar para a bênção da humanidade. — Mat. 13:37-40; Rev. 11:18; 19:19-21; 20:1-4, 6.

      O que significa isso agora para os habitantes da terra? Significa que já é tempo de todos nós decidirmos se queremos ser súditos voluntários e leais da administração do Reino ou não. Atualmente, os princípios desta administração e de seus regentes podem ser conhecidos por todos os que quiserem. Podemos aplicar estes princípios agora na nossa vida. Neste caso, candidatamo-nos à proteção de Deus durante a “grande tribulação” que assinala o fim da administração imperfeita do homem. Muitos fazem isso hoje em dia. (Rev. 7:9, 10, 14-17; Mat. 25:31, 32) Se estivermos entre estes, poderemos estar entre os primeiros súditos terrestres daquele Reino. Poderemos aguardar ver a ressurreição dos incontáveis milhões de mortos, por meio da qual receberão oportunidade de ter vida debaixo deste Reino. — Rev. 20:11-13.

      De modo que o Soberano Universal, na escolha dos regentes da terra, tomou em consideração os interesses da humanidade. Não passou a ninguém por alto. Ao escolher desta maneira estes administradores régios e sacerdotais, ele lançou sabiamente um alicerce sólido para a fé, revelando as suas qualidades e os seus atributos, para que os homens pudessem amá-lo e servi-lo de modo inteligente. Criou uma administração inabalável e incorruptível para a terra. — Efé. 2:6, 7.

      Os ‘governos e as autoridades nos lugares celestiais’ vêem como a sabedoria de Deus alcança assim seu objetivo. (Efé. 3:10) Estas hostes angélicas se colocam de bom grado sob as ordens do seu Rei messiânico. (Heb. 1:6) Podemos certamente exclamar em uníssono com elas: “A bênção, e a glória, e a sabedoria, e o agradecimento, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus para todo o sempre.” — Rev. 7:12.

  • Os livros das Crônicas — por que foram escritos?
    A Sentinela — 1972 | 15 de março
    • Os livros das Crônicas — por que foram escritos?

      JÁ LEU a Bíblia inteira? É possível que, quando chegou ao livro Primeiro das Crônicas, encontrou ali pouco para animá-lo a continuar com a leitura. Viu-se confrontado com listas aparentemente intermináveis de nomes desconhecidos. A narrativa histórica, principalmente dos acontecimentos do reinado do Rei Davi, só começa no capítulo dez. Depois, também, no Segundo das Crônicas, verificou que a história abrange basicamente acontecimentos do reinado do filho de Davi, Salomão, até a desolação de Judá e Jerusalém, período sobre o qual já leu nos livros Primeiro e Segundo dos Reis.

      Sim, é possível que tenha perguntado: ‘Por que foi esta informação escrita e preservada na Bíblia? Qual é o objetivo real disso?’ Para saber a resposta a estas perguntas, considere o fundo histórico do povo judaico no tempo em que Esdras, sacerdote e escriba, escreveu os livros Primeiro e Segundo das Crônicas.

      Haviam passado cerca de oito décadas desde a volta de um restante judaico fiel do exílio babilônico. O próprio exílio havia interrompido seus vínculos com o passado. Portanto, havia muita coisa que os judeus precisavam saber sobre a sua história, para evitar os erros desastrosos de seus antepassados. Era especialmente importante para eles chegar a avaliar o papel vital da adoração verdadeira. Precisavam ser fortalecidos na sua fidelidade a Jeová e no cumprimento das suas obrigações pactuadas. Os livros Primeiro e Segundo das Crônicas, neste respeito, satisfizeram admiravelmente as necessidades dos exilados que voltaram. Vejamos como.

      As genealogias ligavam os judeus diretamente com sua história passada. Estas genealogias forneciam a base para se determinar a descendência régia e as heranças de família. Revelavam também quem estava autorizado a servir no templo como sacerdote ou em outra qualidade. A genealogia da linhagem real foi de valor especial, visto que fornecia um meio para se identificar o Messias.

      Embora abrangessem basicamente o mesmo período tratado nos livros Primeiro e Segundo dos Reis, escritos mais de um século antes por Jeremias, o profeta, a narrativa histórica posterior dos livros Primeiro e Segundo das Crônicas dá maior destaque à adoração no templo. Por quê? Porque Esdras, sendo sacerdote, estava mais interessado na adoração no templo do que o profeta Jeremias? Jeremias também era sacerdote. Antes, igual a Jeremias, Esdras escreveu sob inspiração e segundo as necessidades de seus contemporâneos.

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