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  • Um governo capaz de trazer alívio
    Despertai! — 1972 | 22 de abril
    • Mas, não produziram os homens organizações internacionais como a Liga das Nações e a Organização das Nações Unidas? Sim, mas estas não foram verdadeiros governos mundiais. Por que não? Porque as nações-membros apegaram-se às suas próprias soberanias e se recusaram a entregar o poder que um governo mundial tem de ter.

      Realisticamente, nenhum governo global pode existir e trazer alívio enquanto a terra estiver dividida em governos nacionais desunidos e rivais. Os homens informados também reconhecem isto Sob o título “PAZ, INTERNACIONAL”, The Encyclopœdia Britannica (edição de 1959), afirma:

      “As tentativas de assegurar a paz por meio de um governo internacional de nações soberanas têm sido todas vítimas de uma contradição inerente a essas mesmas tentativas . . . [Tal contradição] pode ser eliminada apenas por um ataque direto à própria soberania nacional.” (O grifo é nosso.)

      Removida a Barreira do Nacionalismo

      Mas, a Bíblia há muito tornou isto evidente. Na profecia de Daniel, a regência divisória da terra sob governos e impérios rivais foi descrita. Observe, agora, o que ela diz que o reino de Deus fará a tais governos, conforme registrado em Daniel 2:44:

      “E nos dias daqueles reis o Deus do céu estabelecerá um reino que jamais será arruinado. E o próprio reino não passará a qualquer outro povo. Esmiuçará e porá termo a todos estes reinos, e ele mesmo ficará estabelecido por tempo indefinido.”

      Tal esmiuçamento é indicado em outras partes como devendo ocorrer no que é chamado de ‘guerra do Armagedom’. (Rev. 16:13-16) Não só porá fim à confusa, ineficaz e não raro opressiva regência política da terra, mas também trará uma ordem inteiramente nova que governará todos os assuntos da terra.

      Assim, no Armagedom, se derrubarão todas as fronteiras divisórias nacionais! O planeta Terra, com todos seus continentes, suas ilhas e seus mares, virá a estar sob a regência de um único governo: o reino de Deus por seu Filho. Suas leis e diretrizes prevalecerão por todo o globo. E terá o poder de impô-las além de toda possibilidade de resistência.

      Mais do que Poder e Leis

      O poder e as leis apenas, porém, jamais trarão alívio das pressões que agora afligem o gênero humano. Para que qualquer governo traga real alívio, tem de atingir a fonte de tantas das pressões: os corações e as mentes dos homens. Nisto, também, os homens deste mundo vêem tal necessidade, como se tem indicado no artigo anterior.

      É precisamente por isto que o governo de Deus, por seu Filho, terá êxito onde todos os governos humanos falharam. Por quê? Porque terá o poder de impor a justiça em toda a terra e de punir todos os malfeitores. Mas, não apenas isso.

      Primariamente terá êxito porque aqueles que obtiverem o privilégio de viver quais súdito s terrestre desse governo do Reino serão pessoas que não são obrigadas a observar a justiça. Serão aqueles que desejam fazer isso, que preferem fazer isso.

      Todos os que sobreviverem ao fim dos atuais sistemas mundiais opressivos serão pessoas que já conhecem e voluntariamente vivem segundo as leis do governo do Reino de Deus. Fundamentais são as seguintes: “Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de toda a tua mente.” “Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.” — Mat. 22:37-39.

      O amor não pode ser imposto. Nem pode ser legislado nos corações das pessoas. Mas, pode ser cultivado e o governo de Deus fará exatamente isto — até mesmo está fazendo agora.

      Corpo de Regentes Justos Traz Refrigério

      Quando Jesus Cristo estava na terra, disse às pessoas cansadas: “Vinde a mim, todos os que estais labutando e que estais sobrecarregados e eu vos reanimarei.” — Mat. 11:28-30.

      A Bíblia mostra que Cristo Jesus terá regentes associados com ele em seu governo celeste, no número de 144.000, todos eles sendo tirados dentre seus discípulos provados e testados. (Rev. 5:10; 14:1) Seu governo também terá representantes visíveis na terra. (Sal. 45:16; Isa. 32:1, 2) Visto que todos eles tem de ajustar-se ao padrão que o próprio Jesus Cristo estabeleceu, podemos ficar confiantes de que servirão humilde e prestimosamente, trazendo refrigério a seus concidadãos.

      Verdadeira Justiça e Paz Duradoura

      Não é de admirar, então, que a profecia de Isaías 11:3, 4 predissesse a respeito do Filho de Deus e da regência do seu Reino:

      “Deleitar-se-á no temor de Jeová. E não julgará pelo que meramente parece aos seus olhos, nem repreenderá simplesmente segundo a coisa ouvida pelos seus ouvidos. E terá de julgar com justiça os de condição humilde e terá de dar repreensão com retidão em benefício dos mansos da terra. E terá de golpear a terra com a vara da sua boca; e ao iníquo entregará à morte com o espírito de seus lábios.”

      Não haverá “injustificada confiança” sob sua regência, nem irritação e frustração por causa da envolvente “burocracia”, conluios políticos e corrupção em assuntos legais e julgamentos.

      Sendo capaz de ler os corações de todos os homens, este rei fará o que os homens Jamais conseguiriam — livrar a terra dos perversos. Não apenas dos atacantes pelas costas, dos estupradores e assassinos, mas também daquelas pessoas superficialmente “decentes” que deliberadamente praticam o roubo e a opressão mortífera de forma mais sutil. Sob a regência do Reino, os habitantes da terra não terão necessidade de ficar em constante vigília a fim de não serem roubados, defraudados ou trapaceados por negociantes ou pessoas desonestas. A espiral do custo de vida cessará; a poluição em massa do solo, da água e da atmosfera da terra findará.

      A corrida armamentista será eliminada. Nenhuma ameaça de guerra nuclear total pairará sobre as pessoas, nem mesmo as chamadas guerras “limitadas”, como as que hoje matam e aleijam centenas de milhares em terras asiáticas e em outras. Por que não? Porque a sobrevivência para a nova ordem sob este governo exige que cada pessoa tenha primeiro cumprido as seguintes palavras de Isaías 2:4:

      “E terão de forjar das suas espadas relhas de arado, e das suas lanças, podadeiras. Não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerra.”

      Desaparecerá a esmagadora carga dos custos militares que agora atingem mais de Cr$ 1.200.000.000.000,00 por ano. Pense no custo do labor humano e de materiais que essa enorme soma representa! E pense no bem que pode ser feito quando os esforços dos homens e os materiais da terra forem todos dirigidos para atividades construtivas e úteis.

      Condições Agradáveis de Vida e de Trabalho

      A moderna sociedade industrializada tem apinhado as pessoas em gigantescas selvas de concreto, chamadas cidades, sujeitando-as à sujeira, ao ruído e à falta de privatividade. Os fatos mostram agora o dano ao bem-estar humano que isto trouxe. Tais pontos focais do crime, da doença, da poluição, da pobreza, do racismo e do vício de tóxicos devem desaparecer. A Bíblia mostra que Deus propôs que o homem vivesse em condições semelhantes a um jardim, e seu governo do Reino tornará isto uma realidade. — Gên. 1:28; 2:15; Mat. 6:10.

      Assim como o antigo Israel usufruiu a restauração no favor de Deus depois de anos de opressão em Babilônia, assim também, na vindoura nova ordem, as pessoas “hão de construir casas e as ocuparão; e hão de plantar vinhedos e plenamente o trabalho das suas próprias mãos. Não labutarão em vão”. Sim, “realmente sentarse-ão, cada um debaixo de sua videira, e debaixo de sua figueira, e não haverá quem os faça tremer”. — Isa. 65:21-23; Miq. 4:4.

      Nenhuma pessoa enfrentará então um “aperto diário” como meros “parafusos” numa máquina de produção em massa, executando um serviço monótono que não apresenta nenhum desafio à sua inteligência ou habilidade, trabalhando para pessoas que não conhece e produzindo coisas em que não tem nenhum orgulho pessoal real. Terão verdadeiro propósito na vida — fazer coisas para trazer louvor a seu Criador, para embelezar o planeta que ele provê como seu lar.

      Saúde e Vida

      Muitas doenças são atualmente chamadas de “doenças da civilização”, inclusive as doenças de coração, as úlceras do estômago e o câncer. Por si só, o livramento da tensão e da pressão na nova ordem de Deus ajudará grandemente a saúde mental e física da humanidade Mas, o que é mais importante, Cristo Jesus, que deu sua vida como preço resgatador para a redenção da humanidade, incentivará e nutrirá a saúde espiritual de todos os seus súditos. O progresso na saúde espiritual resultará na cura do pecado e da imperfeição herdados. Por fim, terá completo cumprimento a promessa divina dada em Revelação 21:4:

      “E [Deus] enxugará de seus olhos toda a lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.”

      Que alívio será jamais temer ouvir o temível diagnóstico de câncer ou de alguma outra doença mortífera ou aleijadora! Sim, que surpreendente esperança de obter o privilégio de vida infindável, de ficar livre da pressão de uma vida curta e incerta de algumas dezenas de anos.

      Esta “esperança não conduz a desapontamento”, pois se baseia nas promessas seguras de Deus. (Rom. 5:5) Mas, quando é que seu governo atuará para livrar a terra dos problemas que geram tensão? Quão breve podemos esperar usufruir o pleno alívio?

  • Acha-se às portas um tempo de descanso e refrigério
    Despertai! — 1972 | 22 de abril
    • Acha-se às portas um tempo de descanso e refrigério

      NOSSA geração presenciará o fim da atual ordem assolada de pressões. Com efeito, há até boa razão para se esperar que uma nova ordem de Deus possa começar na presente década. Por que isto?

      Desde o ano de 1914, as pressões sobre a humanidade aumentaram dramaticamente, chegando quase a um ponto explosivo. Conforme indicado antes neste número, a profecia bíblica cumprida assinala o ano de 1914 como sendo o início do predito “tempo do fim” para esta ordem atual, cheia de pressões. Mas, ao mesmo tempo, torna a geração que então vivesse uma geração ‘marcada’. Como assim?

      Jesus mostrou isto em sua grande profecia registrada em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21. Na verdade, grande parte dessa profecia teve cumprimento no primeiro século. Predisse o colapso da ordem judaica e a desolação de Jerusalém e de seu templo. As próprias palavras de Jesus, porém, tornam claríssimo que essa profecia teria outro cumprimento, um cumprimento maior, no tempo de sua ‘segunda presença’. Esse cumprimento maior ocorre neste “tempo do fim” que se iniciou em 1914. — Mat. 24:27, 30.

      Jesus predisse as guerras, a fome, as doenças, os terremotos, o aumento do crime e outras angústias que se têm combinado para produzir tão tremenda tensão sobre esta geração desde 1914. Falou da “angústia das nações” por não conhecerem a saída do dilema existente, os homens ficando “desalentados de temor na expectativa das coisas que vêm sobre a terra habitada”. Tais palavras se ajustam à condição entre a humanidade desde 1914, como em nenhum outro período da história humana.

      Felizmente, porém, Jesus disse àqueles que colocassem sua confiança e esperança no seu governo do Reino: “Mas, quando estas coisas principiarem a ocorrer, erguei-vos e levantai as vossas cabeças, porque o vosso livramento está-se aproximando. . . . Deveras, eu vos digo: Esta geração de modo algum passará até que todas estas coisas ocorram.” — Luc. 21:25-32.

      A geração judaica que ouviu essa profecia no primeiro século viu o cumprimento da profecia de Jesus sobre Jerusalém menos de quatro décadas mais tarde, quando Jerusalém foi destruída no ano 70 E. C. Podemos estar certos de que o cumprimento maior dessa profecia em nossos próprios tempos não se provará menos fidedigno.

      A geração que vivia em 1914, quando ‘estas coisas principiaram a ocorrer’ já envelheceu agora. No mais de meio século que já passou, o número de pessoas

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