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    • A. Acabe casa-se com Jezabel e se torna adorador de Baal (16:29-33)

      B. Hiel, o betelita, reconstrói Jericó (16:34)

      C. Atividade profética de Elias, seus milagres, confronto com Acabe, execução dos adoradores de Baal, fuga diante da ira de Jezabel, e comissão de ungir Hazael, Jeú e Eliseu (17:1 a 19:21)

      D. Conflitos de Acabe com o rei sírio, Ben-Hadade, a vitória de Acabe, concedida por Deus, seguida pela censura por deixar de devotar Ben-Hadade à destruição (20:1-43)

      E. Acabe cobiça vinhedo de Nabote; Jezabel manobra as coisas para Nabote ser assassinado, e Acabe se apossa do vinhedo; por tal ação vil, Jeová, mediante Elias, declara a condenação de Acabe e sua casa (21:1-29)

      F. Acabe e o Rei Jeosafá, de Judá, unem-se no esforço de retirar Ramote-Gileade das mãos dos sírios, ataque fracassa, Acabe ficando mortalmente ferido em batalha (22:1-40)

      XIV. Reinados do Rei Jeosafá, de Judá, e do Rei Acazias, de Israel (22:41-53)

      2 REIS

      I. Período final da obra profética de Elias em Israel (1:1 a 2:13)

      A. Elias anuncia morte do ferido Rei Acazias (1:1-18)

      B. Elias levado num vendaval, quando estava na companhia de Eliseu (2:1-13)

      II. Serviço de Eliseu como profeta abrange reinados dos reis Jeorão, Jeú, Jeoacaz e Jeoás, de Israel (2:14 a 13:21)

      A. Águas do Jordão se partem para Eliseu; cura água em Jericó e, a caminho do monte Carmelo, invoca o mal sobre crianças zombeteiras, quarenta e duas das quais são subseqüentemente despedaçadas por duas ursas (2:14-25)

      B. Durante expedição militar contra Moabe, exércitos aliados de Jeorão, de Israel, de Jeosafá, de Judá, e do rei de Edom, ficam enredados em região sem água; conselho inspirado de Eliseu, fornecido por causa de Jeosafá, salva-os e resulta em derrota dos moabitas (3:1-27)

      C. Eliseu aumenta milagrosamente o azeite da viúva, habilitando-a a pagar dividas (4:1-7)

      D. Recebido hospitaleiramente por casal em Suném, Eliseu promete filho à sunamita; filho nasce, morre depois e é ressuscitado por Eliseu (4:8-37)

      E. Eliseu torna inofensivo o cozido venenoso, multiplica estoque de pão, cura Naamã de lepra, e faz que cunha do machado flutue (4:38 a 6:7)

      F. Durante guerra de Israel com a Síria, Eliseu alerta o rei de Israel sobre movimentação dos sírios; sírios tentam, sem êxito, capturar Eliseu (6:8-23)

      G. Ben-Hadade, rei sírio, invade com tropas em grande número e sitia Samaria, provocando extrema fome na cidade; rei de Israel culpa Eliseu por isso e tenciona matar profeta (6:24-33)

      H. Eliseu prediz fim da fome causada por sítio; predição cumprida (7:1-20)

      I. Outros entendimentos de Eliseu com a sunamita, e eventos da vida desta (8:1-6)

      J. Eliseu vai a Damasco e ali torna conhecido que Hazael se tornaria rei da Síria; cumprem-se as palavras dele (8:7-15)

      L. Relacionamento entre as famílias governantes de Judá e de Israel no tempo de Eliseu (8:16-29)

      M. Eliseu manda ajudante ungir Jeú como rei; Jeú conspira contra Jeorão, rei de Israel, age contra a casa de Acabe e destrói adoradores de Baal (9:1 a 10:36)

      N. Obra executora de Jeú também causa morte de Acazias, rei de Judá (9:27, 28), habilitando a rainha-mãe, Atalia, a apoderar-se do trono e governar até a unção de Jeoás qual rei, e a execução dela; reinado de Jeoás começa bem, mas termina em fracasso (11:1 a 12:21)

      O. Israel fica sob opressão síria durante reinado de Jeoacaz, mas há algum alivio mais tarde; seu sucessor, Jeoás (de Israel), visita Eliseu e recebe indicio de sua vitória sobre os sírios; Eliseu morre (13:1-21)

      III. Jeoás, rei de Israel, abate os sírios três vezes (13:22-25)

      IV. Reinados do Rei Amazias, de Judá, e do Rei Jeoás, de Israel, e derrota de Judá às mãos de Israel (14:1-22)

      V. Jeroboão (II) governa sobre Israel e restaura territórios perdidos (14:23-29)

      VI. Reinados dos reis Azarias e Jotão, de Judá, e dos reis Zacarias, Salum, Menaém, Pecaías e Peca, de Israel (15:1-37)

      VII. Reinado do Rei Acaz, de Judá, sua idolatria e seus tratos com a Assíria (16: 1-20)

      VIII. Reinado do Rei Oséias, de Israel; tendo estabelecido maus antecedentes perante Deus, Israel é levado para o exílio na Assíria, e outros povos são fixados pelo monarca assírio nas cidades de Samaria (17:1-41)

      IX. Reinado do Rei Ezequias, de Judá (18: 1 a 20:21)

      A. Campanha de Ezequias contra a idolatria, sua rebelião contra a Assíria e a guerra contra os filisteus; reino setentrional é levado para exílio na Assíria, durante seu reinado (18:1-12)

      B. Rei Senaqueribe, da Assíria, invade Judá; Jerusalém, embora ameaçada, é salva, em cumprimento da profecia de Isaias, o anjo de Jeová destruindo 185.000 membros da hoste assíria, obrigando assim Senaqueribe a voltar para sua terra (18:13 a 19:37)

      C. Doença e recuperação de Ezequias, sua recepção dos mensageiros babilônicos e sua morte (20:1-21)

      X. Reinados de Manassés e de Amom (21:1-26)

      XI. Reinado de Josias (22:1 a 23:30)

      A. Empreende-se a obra de restaurar o templo; achado livro da Lei, motivando extensiva reforma religiosa e a destruição dos instrumentos da idolatria (22:1 a 23:27)

      B. Morte de Josias em batalha contra o faraó Neco (23:28-30)

      XII. Reinados de Jeoacaz e de Jeoiaquim (23: 31 a 24:7)

      XIII. Governo de Joaquim e primeiro exílio babilônico (24:8-17)

      XIV. Reinado de Zedequias; destruição de Jerusalém e do templo por babilônios, e exílio subseqüente (24:18 a 25:21)

      XV. Gedalias é designado governador sobre o povo não levado para o exílio; depois de ele ser assassinado, povo vai para o Egito (25:22-26)

      XVI. Rei Evil-Merodaque, de Babilônia, eleva o exilado Rei Joaquim (25:27-30)

      Veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 62-72.

  • Relâmpago
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • RELÂMPAGO

      Brilhantes lampejos resultantes da descarga da eletricidade atmosférica entre as nuvens, ou entre as nuvens e a terra. Este fenômeno que acompanha uma tempestade com trovões é comum na Palestina, durante os períodos chuvosos da primavera e do outono setentrionais, alcançando especialmente um auge nos meses frios de novembro e dezembro.

      Como Criador dos elementos necessários para a produção do relâmpago, Jeová é sua fonte. (Jó 37:3, 11) Ele também pode controlá-lo, e, pelo visto, empregou o relâmpago, e meios comparáveis a ele, para livrar Seus servos dos inimigos deles, e para executar Seus julgamentos. (2 Sam. 22:1, 15; Sal. 18:14; 77:16-20; Zac. 9:14; compare com Jó 36:32; Salmos 97:4; 144:6.) Apropriadamente, por conseguinte, os relâmpagos estão associados ao trono de Deus (Rev. 4:5; compare com Revelação 11:19), e a expressões da ira divina (Rev. 8:5; 16:18), e são representados em sentido figurado como relatando a realização de sua tarefa. (Jó 38:35) No monte Sinai, lampejos de relâmpagos acompanharam as atemorizantes manifestações físicas da presença de Deus. — Êxo. 19:16; 20:18.

      O relâmpago é empregado figuradamente para representar o lampejo do metal polido. (Deut. 32:41 [Nota da NM, ed. 1953, em inglês: “Literalmente, ‘o relâmpago de minha espada”’]; Eze. 21:10 [Nota da NM, ed. 1960, em inglês: “Literalmente, ‘relâmpago’”]; Naum 3:3; Hab. 3:11) Em Naum 2:4, com as palavras: “Estão correndo como os relâmpagos”, tem-se presente, seja o lampejo, seja a grande velocidade dos carros inimigos nas ruas de Nínive. E os rostos radiantes, ou a aparência, das criaturas angélicas são comparados com o relâmpago. — Dan. 10:5, 6; Mat. 28:2, 3; veja também Ezequiel 1:14.

      Cristo Jesus mostrou que sua presença não seria mantida em segredo, assim como é impossível ocultar o relâmpago que “sai das regiões orientais e brilha sobre as regiões ocidentais”. (Mat. 24:23-27; Luc. 17:20-24) Anteriormente, quando os setenta discípulos que ele enviara retornaram com um relatório de que até mesmo os demônios lhes ficavam sujeitos pelo emprego do seu nome, Jesus fez alusão à futura expulsão de Satanás do céu, como sendo certa, afirmando: “Comecei a observar Satanás já caído como relâmpago do céu.” — Luc. 10:1, 17, 18.

  • Relógio De Sol
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • RELÓGIO DE SOL

      Instrumento para indicar a hora do dia por meio de os raios solares atingirem um objeto e lançarem uma sombra numa superfície ou mostrador graduado, a sombra gradualmente se tornando mais comprida ou mais curta conforme a distância do sol de seu zênite. O objeto empregado para produzir a sombra era, usualmente, um estilo ou gnômon, isto é, fina placa metálica triangular colocada sobre a superfície do relógio, embora também se usasse um cordão ou outro objeto. A face do relógio de sol podia ser uma superfície plana, côncava, ou até mesmo um cilindro.

      Em 2 Reis 20:8-11 e em Isaías 38:4-8, a narrativa se relaciona com o portento que Deus forneceu ao doente Rei Ezequias, em resposta à oração de Isaias. Consistia em fazer com que uma sombra que havia gradualmente descido invertesse sua direção e recuasse dez degraus. Isto poderia referir-se aos degraus ou graduações dum relógio para se medir o tempo, e não é impossível que o pai de Ezequias possuísse tal relógio de sol, até mesmo o obtendo de Babilônia. No entanto, o historiador judeu, Josefo, ao considerar esse relato, fala destes degraus de Acaz como estando “em sua casa”, pelo visto indicando que faziam parte duma escadaria. É possível que houvesse uma coluna colocada ao longo da escadaria de modo a receber os raios solares e lançar uma sombra que se estendesse gradualmente pelos degraus, e que servisse como medidor de tempo.

      O milagre realizado evidentemente envolvia a relação entre a terra e o sol, e, se assim for, foi similar ao milagre registrado em Josué 10:12-14. Parece que este portento teve efeitos de longo alcance, uma vez que, como 2 Crônicas 32:24, 31 mostra, foram enviados mensageiros de Babilônia para Jerusalém, a fim de indagar a respeito.

  • Relva
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • RELVA

      Veja GRAMA (RELVA).

  • Remuneração
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • REMUNERAÇÃO

      Veja COMPENSAÇÃO (REMUNERAÇÃO).

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