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  • Um mistério — quem é a meretriz Babilônia, A Grande?
    A Sentinela — 1989 | 1.° de abril
    • Um mistério — quem é a meretriz Babilônia, A Grande?

      UMA mulher, uma infame prostituta, que tem influenciado a vida de bilhões de pessoas, é morta, executada. Mas, não se trata de uma execução comum. O que a diferencia? O executor é um animal, uma fera que a desnuda, devora a sua carne e daí deixa os seus restos para serem destruídos por fogo. Quem é essa influente mulher? Por que uma fera a ataca? O que fez ela para merecer esse fim violento? a — Revelação (Apocalipse) 17:16, 17.

      Isso poderia ser a base para um intricado conto de mistério — exceto que não é um enredo para romance. Trata-se de uma realidade histórica em vias de cumprimento. E é de seu interesse, pois essa infame prostituta talvez esteja influenciando a sua vida agora mesmo. Ademais, ficar ou romper com ela significará para você a diferença entre vida e morte. Portanto, quem é ela?

      Os Clientes da Mulher Misteriosa

      Essa femme fatale, essa sedutora descarada, é descrita por João no livro profético de Revelação, onde lemos: “E [o anjo] me levou no poder do espírito para um ermo. E avistei uma mulher sentada numa fera cor de escarlate, que estava cheia de nomes blasfemos e que tinha sete cabeças e dez chifres. E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlate, e estava adornada de ouro, e de pedra preciosa, e de pérolas, e tinha na sua mão um copo de ouro cheio de coisas repugnantes e das coisas impuras da sua fornicação. E na sua testa havia escrito um nome, um mistério: ‘Babilônia, a Grande, a mãe das meretrizes e das coisas repugnantes da terra.’” — Revelação 17:3-5.

      Essa “Babilônia, a Grande”, deve ser uma mulher fantástica, pois o relato diz, no versículo 1 de Re 17, que “está sentada sobre muitas águas”. O que significa isso? O anjo de Deus explicou a João: “As águas que viste, onde a meretriz está sentada, significam povos, e multidões, e nações, e línguas.” (Revelação 17:15) Sem dúvida, trata-se de uma meretriz de influência mundial. Mas, não é uma prostituta comum. Ela é “a mãe das meretrizes”, a proxeneta da instituição. No que tange à fornicação, ela dita as ordens. Mas ela tem também clientes especiais.

      O anjo revela quem são esses clientes favorecidos da grande meretriz. Como é que ele os identifica? Ele diz que Babilônia, a Grande, é aquela “com a qual os reis da terra cometeram fornicação, enquanto que os que habitam na terra se embriagaram com o vinho da fornicação dela”. (Revelação 17:2) Deve ser uma meretriz sedutora, com boas ligações, para poder atrair os governantes políticos do mundo, os próprios “reis da terra”! Portanto, quem é ela?

      O anjo diz que ela tem um nome, um nome misterioso, “Babilônia, a Grande”. Existem duas pistas quanto à sua identidade — uma são os clientes a quem ela recebe e a outra é o seu nome, Babilônia, a Grande. A que conclusão levam essas pistas?

  • A grande meretriz é desmascarada
    A Sentinela — 1989 | 1.° de abril
    • A grande meretriz é desmascarada

      O ATUAL sistema mundial, controlado por Satanás, tem três componentes principais que são manipulados por tal “deus deste mundo”. Estes são os governos políticos, o controle e a influência do alto comércio e a religião. No decorrer dos milênios da história, esses três fatores têm sido os constantes de virtualmente todo sistema governante. Quais dessas forças poderosas é simbolizada pela “mãe das meretrizes”? — 2 Coríntios 4:3, 4, A Bíblia de Jerusalém; Revelação 12:9; 17:5.

      Segundo a visão de João em consideração, os governantes, “os reis da terra”, têm comparecido prazerosamente ao leito de fornicação dessa meretriz. (Revelação 18:3) (Evidência histórica disso será apresentada nas páginas seguintes.) Assim, Babilônia, a Grande, não pode simbolizar o fator governos políticos no sistema mundial.

      Que dizer do setor do alto comércio, que desempenha hoje um papel tão vital nos assuntos humanos? Ele certamente é uma poderosa influência em muitas nações e, de fato, decide quem será rico e quem será pobre. Poderia ele ser Babilônia, a Grande? Um anjo forneceu a João uma pista vital, que responde a esta pergunta. Ele anunciou um espantoso acontecimento — Babilônia cai na desgraça! Ela perde seus clientes e amantes, que subitamente a acham repugnante. Quem mais, além dos “reis da terra”, têm estado entre seus freqüentadores regulares? O anjo diz: “Todas as nações caíram vítimas por causa do vinho da ira da sua fornicação, e os reis da terra cometeram fornicação com ela, e os comerciantes viajantes da terra ficaram ricos devido ao poder de sua impudente luxúria.” Sim, os comerciantes do mundo têm-se beneficiado de negociar e de consorciar com ela, aumentando a “impudente luxúria” desta. Assim, ela não pode simbolizar o alto comércio em escala mundial. — Revelação 18:3.

      Portanto, num processo de eliminação, os governos políticos e o controle e a influência do alto comércio estão fora do páreo. O que nos resta? Tem de ser aquele setor de poder que também se enquadra na denúncia: “Pois todas as nações foram desencaminhadas pelas tuas práticas espíritas.” Trata-se do outrora poderoso, mas hoje declinante, elemento que tem influenciado profundamente o raciocínio e as ações das nações desde os dias da antiga Babilônia. Ela é quem tem tido “um reino sobre os reis da terra” — a saber, a religião falsa! — Revelação 17:18; 18:23.

      Sim, chocante quanto possa parecer para algumas pessoas religiosas sinceras, Babilônia, a Grande, a mãe das meretrizes, é um símbolo do império mundial da religião falsa, de Satanás. Ela é um símbolo das religiões do mundo, que, de um modo ou de outro, têm transigido com os setores do domínio político e financeiro no curso de toda a história.

      Babilônia, a Fomentadora de Guerra

      Segundo a visão profética, Babilônia, a Grande, é a grande prostituta que tem induzido nações, povos e tribos a guerras, a cruzadas e a conflitos sangrentos entre clãs, abençoando-os com magia, água benta, orações e inflamados discursos patrióticos.a — Revelação 18:24.

      O seu clero, especialmente seus capelães, têm sido instrumentos espontâneos dos governantes em arregimentar as massas para servirem de bucha de canhão na matança em duas guerras mundiais e em outros grandes conflitos. Católico tem matado católico e, em nome do dever, protestante tem massacrado protestante, com uma perda de cerca de 50 a 60 milhões de vidas.

      Neste esclarecido século 20, o legado da religião continua a gerar ódio e morte — não apenas no domínio da cristandade, com seu confronto de católico contra protestante, como também no mundo não cristão, com seu islamismo contra judaísmo, hinduísmo contra islamismo, budismo contra hinduísmo, siquismo contra hinduísmo, e assim por diante.

      Ademais, a religião sempre desejou exercer poderosa influência sobre “os reis da terra”, procurando decidir seus destinos e seus sucessores. Consideremos brevemente alguns exemplos.

      [Nota(s) de rodapé]

      a As “santas” Cruzadas (1096-1270), A Guerra dos Trinta Anos na Europa (1618-48), as duas guerras mundiais e a matança de uns 200.000 hindus e muçulmanos no desmembramento da Índia (1948) são apenas alguns exemplos da culpa de sangue da religião.

      [Foto na página 4]

      Qual destes — a política, o auto comércio ou a religião — é simbolizado por “Babilônia, a Grande”?

  • A meretriz e “os reis da terra”
    A Sentinela — 1989 | 1.° de abril
    • A meretriz e “os reis da terra”

      A HISTÓRIA da cristandade está repleta de exemplos de jogo de influência e de envolvimento nas esferas do poder. Consideremos alguns deles. Carlos Magno (742-814 EC) foi um governante que viu os benefícios de ligar-se à religião e de ter a bênção do clero da Igreja Católica.

      The New Encyclopædia Britannica (A Nova Enciclopédia Britânica) explica que o papa sagrou Carlos Magno, seu pai, e seu irmão, na fundação de uma nova dinastia depois de a anterior família regente ter sido ‘afastada’. Daí acrescenta: “A aliança política entre os francos [o povo de Carlos Magno] e o papa contra os lombardos foi firmada na mesma ocasião. . . . Carlos [que se tornou Carlos Magno] cedo reconheceu a íntima conexão entre o poder temporal e a igreja.”

      No ano 800 EC, o papa Leão III, “decidido a tornar Carlos o imperador” do Império Romano do Ocidente, coroou-o na Missa de Natal na Basílica de São Pedro, Roma.

      Meretriz Gananciosa

      Mas uma meretriz exige pagamento. O que poderia Carlos Magno pagar ao representante de Babilônia, Roma? “Carlos. . . reiterou, na Basílica de São Pedro, a promessa de seu pai de transferir para o domínio papal largas porções da Itália.” A mesma fonte acrescenta: “Em sua religiosidade politicamente condicionada, o império e a religião se transformaram numa unidade institucional e espiritual.”

      Outro exemplo da antiga poderosa influência da religião no governo é o cardeal Wolsey, da Inglaterra (1475-1530). A Britânica diz que ele era “um cardeal e estadista que dominava o governo do rei Henrique VIII, da Inglaterra. . . . Em dezembro de 1515, Wolsey tornou-se presidente da Câmara dos Pares da Inglaterra. . . . Wolsey usou o seu vasto poder secular e eclesiástico para acumular uma fortuna que era inferior apenas à do Rei.” Aplicando a linguagem simbólica de Revelação, a prostituição de alta classe exige um pagamento de alta classe.

      Outro exemplo notório de influência religiosa no Estado foi o cardeal e duque de Richelieu (1585-1642), que exerceu grande poder na França e também acumulou uma riqueza “excessiva até mesmo segundo os padrões da época”, diz a Britânica.

      Richelieu foi sucedido por outro cardeal, Jules Mazarin (1602-61), que serviu como primeiro-ministro da França no reinado do rei Luís XIV. Embora não fosse sacerdote ordenado, ele foi feito cardeal em 1641 pelo papa Urbano VIII. O cardeal Mazarin também era ambicioso por riqueza. A enciclopédia diz: “Os inimigos de Mazarin o censuravam por sua ganância. Ele acumulara cargos e benefícios e às vezes confundia renda do reino com a sua própria.”

      Nos tempos modernos a religião falsa ainda acumula riqueza, tenta influenciar e, se possível, controlar os setores políticos. Um notável exemplo é a organização católica secreta Opus Dei (latim, Obra de Deus), que atualmente tem o favor do papa e, segundo o autor Lawrence Lader, está “totalmente comprometida com o anticomunismo e com a política de direita”. A sua diretriz é recolher a nata intelectual da juventude católica através de suas escolas secundárias e universidades e daí ter seus homens colocados em altos cargos de influência e controle no governo, nas finanças e nos meios de comunicação. Na Espanha tiveram um apogeu sob o ditador católico fascista Franco quando, durante certo período, 10 de seus 19 membros de gabinete eram associados da elitista Opus Dei.a

      Nos Estados Unidos, evangelistas de TV se destacam por sua ostentação de riqueza e luxuosos estilos de vida. Alguns clérigos protestantes têm orgulhosamente entrado na arena política e até mesmo aspirado a presidência. Não há dúvida quanto a isso — embora num estado decadente, a velha meretriz, de uma maneira ou de outra, ainda usufrui os arreios e o luxo do poder e tenta ditar as ordens. — Revelação 17:4.

      Mas, que dizer do nome da meretriz, Babilônia, a Grande? Como ajuda este a confirmar a identificação da mulher simbolizada em Revelação?

      [Nota(s) de rodapé]

      a Para obter mais informações sobre a Opus Dei e sobre o envolvimento da igreja na política, consulte os livros Hot Money and the Politics of Debt, de R. T. Naylor, e Politics, Power, and the Church, de L. Lader.

      [Fotos na página 6]

      Os cardeais Wolsey, Mazarin e Richelieu acumularam fortunas servindo o Estado.

      [Crédito das fotos]

      Fotos: Culver Pictures

  • Babilônia — centro de adoração falsa
    A Sentinela — 1989 | 1.° de abril
    • Babilônia — centro de adoração falsa

      “ELA caiu! Babilônia caiu, e todas as imagens entalhadas dos seus deuses ele destroçou no chão!” Que tipo de cidade era a Babilônia a respeito da qual Isaías profetizou? Trata-se de uma pista vital para entendermos a significação da moderna Babilônia, a Grande. — Isaías 21:9.

      A antiga Babilônia se destacava por sua adoração de deuses e deusas pagãos. Em seu livro Religião Babilônica e Assíria (em inglês), o professor S. H. Hooke diz: “Babilônia era a cidade em que Marduque ocupava o lugar principal entre os demais deuses adorados ali. . . . Havia em Babilônia, nos dias de Nabucodonosor II, nada menos de cinqüenta e oito templos pertencentes a deuses específicos, sem se mencionar muitos outros templos não dedicados a deuses específicos. Vê-se assim quão grande deve ter sido o papel que a casta sacerdotal desempenhava na vida duma grande cidade.” Segundo se diz, o templo de Marduque, em Babilônia, tinha 55 capelas secundárias. Quanto isso faz lembrar os muitos templos, igrejas e catedrais da atualidade que têm capelas secundárias para deuses, santos e Nossas Senhoras menos importantes!

      Babilônia era um centro de idolatria no culto dos deuses. Certo relato diz que os sacerdotes e os fiéis “costumavam dar uma exuberante atenção a suas imagens sagradas, considerando as estátuas como intermediários entre os homens e os deuses. As estátuas eram cobertas de vestimentas caras, adornadas com colares, pulseiras e anéis; repousavam em camas suntuosas e eram levadas em procissão por sobre o solo e a água, a pé, em carros e em barcos particulares”.a Quão parecido isso é com a adoração prestada a deuses, a santos e a Nossas Senhoras no moderno hinduísmo, budismo e catolicismo, em que similarmente carregam em procissão as suas imagens pelas ruas, pelos rios e pelo mar!

      Como outro exemplo do paralelo entre a antiga Babilônia e a religião moderna, veja a seguinte descrição extraída dessa mesma enciclopédia: “Os seus crentes fiéis a chamam pelos nomes mais carinhosos que existem: Ela não é apenas deusa e senhora, mas também mãe misericordiosa, aquela que escuta orações, aquela que intercede. . . aquela que deu vida ao universo e à humanidade.” Compare isso com a seguinte oração extraída de El Santo Rosario: “Damos-te graças, Soberana Princesa, pelos favores que recebemos diariamente de tua generosa mão; tem a bondade, Senhora, de nos ter agora e para sempre sob a tua proteção e abrigo.”

      Quem é o objeto dessa descrição e da oração? Muitos concluirão imediatamente: “A Virgem Maria.” Esta resposta é apenas metade correta. A oração é oferecida a Maria. Contudo, como nos informa Las Grandes Religiones Ilustradas, a primeira citação é uma descrição de Istar, a “Senhora do Amor”, a deusa babilônica da fertilidade, do amor e da guerra. Às vezes ela é representada em imagens “como uma mãe amamentando seu filhinho”.b Mais um exemplo de como a moderna religião não difere muito da antiga Babilônia!

      Poderíamos também traçar um paralelo entre a antiga Babilônia, com seus conceitos sobre a alma humana e suas tríades de deuses, e os atuais conceitos similares de alma imortal e as tríades da religião moderna. A evidência confirma o nosso entendimento de que “Babilônia, a Grande”, é um símbolo apropriado do império mundial da religião falsa, de Satanás.

      Babilônia — Arrogante Inimiga da Adoração Verdadeira

      Babilônia era também a arrogante inimiga do antigo povo de Jeová, Israel, e menosprezadora de sua adoração verdadeira. Babilônia destruiu o templo em Jerusalém, em 607 AEC, levou embora todos os valiosos utensílios da adoração de Jeová e profanou esses vasos no banquete de Belsazar. — Daniel 5:3, 4.

      Similarmente, nos tempos modernos, Babilônia, a Grande, tem sido uma incansável opositora da adoração verdadeira. Na maioria dos casos em que as Testemunhas de Jeová têm sofrido perseguição, esta tem sido promovida pelo clero, não raro através de suas alianças com governantes políticos.

      Um claro exemplo de oposição incitada pelo clero remonta a 1917, e esse padrão tem sido repetido vez após vez. Naquele ano, os Estudantes Internacionais da Bíblia, como as Testemunhas de Jeová eram então conhecidas, publicaram o livro The Finished Mystery (O Mistério Consumado). Algumas páginas desse livro foram interpretadas como subversivas pelo clero canadense e americano, cujos países estavam envolvidos na Primeira Guerra Mundial. O clero logo informou seus amantes políticos a respeito dessa publicação. O resultado? Segundo o professor Martin Marty, em seu livro Moderna Religião Americana — A Ironia Disso Tudo (em inglês): “O clero virou-se contra os russelitas [Testemunhas de Jeová] e aplaudiu ao ouvir que seriam impostas sentenças de vinte anos [por alegada sedição] contra líderes das Testemunhas de Jeová condenados.”

      Mas, qual foi a reação do clero poucos meses depois quando esses líderes foram inocentados das acusações? “Não houve aplausos da parte dos membros das igrejas ortodoxas.” As Testemunhas ficaram sozinhas na defesa dos princípios bíblicos “a ponto de atrair o antagonismo do governo federal contra a sua religião”. As Testemunhas não estavam e nunca estiveram dispostas a ser solícitos consortes de governantes políticos, nem mesmo sob o regime nazista na Alemanha, ou sob o regime fascista na Itália, Espanha e Portugal.

      Babilônia É Denunciada e Envergonhada

      Quão apropriada é, pois, a declaração em Revelação de que Babilônia, a Grande, está “embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus” e que “nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra”. A culpa de sangue da religião do mundo, por ativamente participar nas guerras, ou passivamente tolerá-las, e por perseguir os cristãos verdadeiros, foi sempre evidente, ao longo dos séculos. — Revelação 17:6; 18:24.

      Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa, tem usufruído luxo e poder no decorrer de toda a história. Mas, um anjo avisou a João que o dia da grande meretriz viria. O relato nos diz: “E ele clamou com forte voz, dizendo: ‘Caiu! Caiu Babilônia, a Grande, e ela se tornou moradia de demônios, e guarida de toda exalação impura, e guarida de toda ave impura e odiada!’” — Revelação 18:2.

      Quando cairá Babilônia? Ou será que já caiu? Em que sentido sofre ela uma queda? E como isso o afeta? Estas e outras perguntas relacionadas serão respondidas no próximo número de A Sentinela.

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