BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Deseja-se a paz, mas será que as nações se desarmarão?
    Despertai! — 1979 | 8 de junho
    • lançados, e, destes, 95 foram satélites militares.”

      Todavia, há base para confiança de que virão a existir o desarmamento e a paz. A promessa da Bíblia, inscrita num muro de pedra defronte do prédio principal das Nações Unidas proclama: “Converterão as suas espadas em relhas de arado, e as suas lanças em podadeiras: uma nação não levantará espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra.” — Isa. 2:4, Versão Autorizada, em inglês (similar à Almeida, em português).

      Mas como será cumprida esta promessa? As Nações Unidas obviamente não conseguiram cumpri-la. Que base existe, então, para se confiar de que virá a existir a verdadeira paz? É a religião a solução?

  • A verdadeira paz — virá alguma vez a existir?
    Despertai! — 1979 | 8 de junho
    • A verdadeira paz — virá alguma vez a existir?

      A RELIGIÃO amiúde é considerada como a principal defensora da paz. Especialmente na época de Natal, as igrejas prestam homenagem ao menino Jesus, o prometido “Príncipe da Paz”. Nos círculos religiosos em todo o mundo, cita-se de novo o relato bíblico sobre os anjos que apareceram aos pastores, dizendo: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens.” — Luc. 2:14, Almeida, revista e corrigida.

      Quão boas soam tais palavras neste mundo ameaçado pela guerra, sim, em muitos lugares, um mundo devastado pela guerra! A humanidade deveras anela a paz genuína. Assim, a promessa bíblica a respeito de a humanidade ‘não aprender mais a guerra’ provoca uma reação favorável no coração de muitos. (Isa. 2:4) Mas como se pode confiar que as religiões do mundo promovam tal paz há muito ansiada?

      O Que Mostra a História

      Bem, qual tem sido o registro das religiões do mundo? Têm sido uma força a favor da paz, ou, com efeito, têm sido apoiadoras da guerra? O que se deu nos tempos antigos?

      The Encyclopedia of Religion and Ethics (Enciclopédia de Religião e Ética), editada por James Hastings, comenta: “A religião egípcia jamais condenou a guerra. . . . Em suma, toda guerra era moral, ideal, sobrenatural, e sancionada pelo precedente divino.” Sobre a Assíria, W. B. Wright afirma em seu livro Ancient Cities (Cidades Antigas): “Lutar era o negócio daquela nação, e os sacerdotes eram fomentadores incessantes da guerra . . . esta raça de saqueadores era excessivamente religiosa.”

      ‘Mas isso foi muito antes de Jesus introduzir o cristianismo’, alguém talvez proteste. E isso é verdade. Os seguidores primitivos de Cristo não apoiavam as guerras das nações. O livro Paganism to Christianity in the Roman Empire (Do Paganismo ao Cristianismo no Império Romano), de W. W. Hyde, observa: “Durante os primeiros três séculos . . . os cristãos opunham-se a servir como matadores profissionais nos exércitos romanos. Este espírito primitivo, contudo, mudou gradualmente.” Sim, com o tempo, as igrejas da cristandade falharam em apegar-se aos ensinos de Cristo. O historiador católico E. E. Watkin admite:

      “Dolorosa como seja tal admissão, não podemos, nos interesses duma falsa edificação ou de lealdade desonesta, negar ou ignorar o fato histórico de que os Bispos apoiaram coerentemente todas as guerras travadas pelo governo de seu país. Não conheço, efetivamente, um único caso em que uma hierarquia nacional tenha condenado qualquer guerra como sendo injusta . . . Qualquer que seja a teoria oficial, na prática, ‘meu país está sempre certo’ tem sido a máxima seguida no tempo de guerra pelos

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar