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  • A verdadeira adoração — inventada pelo homem — ou revelada por Deus?
    A Sentinela — 1985 | 1.° de julho
    • pessoas que buscam a verdade fazem sobre Deus?

      Exploremos estas perguntas por fazermos um breve exame duma religião que procurou encontrar Deus mediante raciocínio e filosofias humanos — a fé hindu.

  • A religião inventada pelo homem — pode realmente satisfazer?
    A Sentinela — 1985 | 1.° de julho
    • A religião inventada pelo homem — pode realmente satisfazer?

      CERCA de 450.000.000 de pessoas são adeptos da religião hindu. O Dr. S. Radhakrishnan, filósofo hindu, diz: “A religião não é tanto uma Revelação a ser alcançada por nós mediante a fé como é um esforço para desvendar as mais profundas camadas do ser humano.” Ele acrescenta: “O homem, sem dúvida, é a medida de todas as coisas.”

      Nenhum corpo central governa os adoradores hindus, tampouco há uma forma estabelecida de adoração. Não há nenhum livro único, tal como a Bíblia, que seja a fonte de suas crenças. Surgiu, no decorrer dos séculos, uma vasta série de escritos hindus, e desenvolveram-se seis escolas de filosofia hindu: niaia (raciocínio analítico), vaisesica (conhecimento da ciência natural), sanquia (síntese dos elementos), ioga (união com deidade), mimansa (investigação) e vedanta (cumprimento dos Vedas).

      Estas filosofias foram desenvolvidas por diversos instrutores hindus em épocas e estágios diferentes da história, e cada um deles enfoca de forma diferente a adoração. Niaia, de sua parte, utiliza sistemas complicados de lógica para provar, por inferência, a existência de Deus (por exemplo, infere a realidade do vento por meio do farfalhar das folhagens das árvores).

      Esta abordagem tem obviamente alguma validade, visto que a Bíblia diz de modo similar: “Pois as suas qualidades invisíveis são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade.” (Romanos 1:20) Não obstante, pode um sistema de lógica realmente familiarizá-lo com o Criador? Pode tal sistema revelar qual é o nome dele? Pode explicar a origem do universo, ou por que são permitidos o mal e o sofrimento? Pode dar-lhe uma esperança satisfatória para o futuro? Vejamos que religião responde mais satisfatoriamente a tais perguntas — a religião de verdades reveladas ou a religião inventada pelo homem.

      Ensinamentos Humanos Versus a Bíblia

      Os hindus ponderaram muito sobre a natureza de Deus. A filosofia vedanta, por exemplo, baseia suas idéias nos escritos chamados Upanichades. Estes escritos investigam a natureza de Deus e sua relação com os humanos.

      Entretanto, a Bíblia sobressai em prover entendimento sobre Deus, e o faz de forma clara e coerente. Ele é identificado como o Criador de todas as coisas. (Revelação 4:11) Mas, não é retratado como alguma força sem nome. “Louvem eles o nome de Jeová, pois só o seu nome é inalcançavelmente elevado. Sua dignidade está acima da terra e do céu”, diz a Bíblia no Salmo 148:13. Ele é descrito como “Deus misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência e em verdade”. (Êxodo 34:6) Ele até mesmo convida humanos imperfeitos a chegar a conhecê-lo e a entrar numa relação com ele! (Salmo 34:8) Não é o que a Bíblia diz sobre Deus muito mais satisfatório do que as confusas investigações filosóficas?

      Os Upanichades também investigam a constituição da alma humana. A Bíblia, porém, explica claramente que “Jeová Deus passou a formar o homem do pó do solo e a soprar nas suas narinas o fôlego de vida, e o homem veio a ser uma alma vivente”. (Gênesis 2:7) Portanto, o homem é uma alma — não o possuidor de algum espírito espectral que passa por repetidas reencarnações. A alma tampouco é imortal. A Bíblia diz: “A alma que pecar — ela é que morrerá.” — Ezequiel 18:4.

      Os Upanichades sondam a natureza do Eu e do Ego. No entanto, apenas a Bíblia fornece a chave para o entendimento do homem por expor sua natureza pecaminosa. “Pois todos pecaram e não atingem a glória de Deus.” (Romanos 3:23) Em resultado disso, o homem precisa combater constantemente os impulsos errados. — Romanos 7:20, 25.

      Os Upanichades investigam dúvidas a respeito da realidade do mal e da recompensa. A Bíblia, porém, afirma claramente que a iniqüidade nesta terra é conseqüência de o homem ter escolhido o proceder de independência. “Vê! Achei somente o seguinte: que o verdadeiro Deus fez a humanidade reta, mas eles mesmos têm procurado muitos planos.” (Eclesiastes 7:29) Quanto à derradeira recompensa do mal, as Escrituras dizem: “E ele dará a cada um segundo as suas obras: vida eterna aos que estão buscando glória, e honra . . .; para os que são briguentos e que desobedecem à verdade, mas que obedecem à injustiça, haverá furor e ira, tribulação e aflição . . . Pois, com Deus não há parcialidade.” — Romanos 2:6-9, 11.

      E, ao passo que os Upanichades esforçam-se a explicar a vereda para a salvação, a Bíblia diz simplesmente: “A salvação pertence a Jeová.” (Salmo 3:8) Promete-se aos que seguem o caminho de Jeová: “Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre.” — Salmo 37:29.

      A Bíblia provê respostas simples, diretas e compreensíveis às perguntas que deixam perplexos os especuladores humanos. Nenhum filósofo poderia ter desenvolvido sozinho tais respostas.

      A Bíblia — Revelação de Deus?

      No entanto, significa isso necessariamente que poderá confiar na Bíblia como Revelação de Deus? Há muitas razões para se fazer isso.

      Antes de mais nada, é só razoável

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