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Real proteção bem às portas!Despertai! — 1976 | 8 de maio
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Sim, Jeová Deus abençoará seu povo com paz. Não permitirá que qualquer forma de injustiça mine a segurança de seu povo. Ter-se-á então vencido a luta contra o crime! Nesse novo sistema, feito por Deus, não haverá motivos de temor, nenhuma razão para se recear andar em qualquer rua ou entrar em qualquer parque público à noite. Não haverá necessidade de nenhuma tranca em suas portas; nenhuma necessidade de preocupar-se com sua proteção, ou de ficar imaginando em que reside o perigo.
Gostaria de viver em tal mundo maravilhoso, livre de crimes? Esta pode ser sua feliz perspectiva, porque se baseia na segura Palavra de nosso próprio Criador. As Testemunhas da Jeová ficarão felizes de ajudá-lo a assimilar mais conhecimento a respeito desta perspectiva baseada na Bíblia. Simplesmente peça-lhes que considerem esses assuntos vitais em pormenores com o leitor e sua família, em sua própria casa, gratuitamente. Aceite este convite, e veja por si mesmo que as promessas de Deus, de um mundo livre de crimes, tem sólida base.
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Pode a união salvar as igrejas?Despertai! — 1976 | 8 de maio
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Pode a união salvar as igrejas?
O CONVÍVIO íntimo tem sido considerado como algo altamente desejado. Esta condição unida tem sido considerada particularmente proveitosa no nível familiar. E a Bíblia afirma a respeito da harmonia entre os que têm formação espiritual comum: “Eis que quão bom e quão agradável é irmãos morarem juntos em união!” — Sal. 133:1.
Bem, então, não seria bom promover a união das religiões? Muitos acham que seria. Por exemplo, em 20 de janeiro de 1974, o Papa Paulo VI solicitou orações para a união de todas as fés “cristãs” na Igreja Católica Romana, e esta reconciliação se tornou o tema do findo “Ano Santo” católico. Também, a reunião de 1975 do Conselho Mundial de Igrejas se focalizou na construção de pontes entre os países e as fés. Com efeito, em fevereiro de 1975, a Catedral de São Patrício e o Templo Emanuel da cidade de Nova Iorque anunciaram planos para uma palestra de um ano ele duração sobre os problemas que tornam tensas as relações entre os membros de suas respectivas fés. Daí, pela primeira vez, um rabino judeu falou do alto púlpito daquela catedral católica.
A maioria das pessoas sabem que muitas organizações religiosas estão agora cercadas de dificuldades, tais como a perda de membros é ais financeiros. Naturalmente, estes problemas talvez não existam em sua comunidade, mas grassam em outras partes. Assim, a união das religiões esta sendo promovida por muitos clérigos que sem dúvida acham que isto promoveria os interesses de suas respectivas denominações. Mas, será biblicamente correto unir várias religiões? E, se isso for conseguido, será que tal união salvaria as igrejas?
Faz Diferença a Doutrina?
As transigências doutrinais sem dúvida ajudariam a promover a união das religiões. O que pensam disso as pessoas? Bem, resumindo uma enquête de certa área metropolitana dos Estados Unidos, o Journal de Milwaukee, de 28 de outubro de 1974, estampava a manchete “Idéia de ‘Uma Só Fé Verdadeira’ Perde Terreno.” Dentre as 1.323 pessoas entrevistadas, quase oito de cada dez estavam a favor de movimentos ecumênicos. Certo senhor católico sustentava que “não importa tanto em que se crê como em se crer em algo”. E uma senhora luterana exclamou: “Todos cremos basicamente nas mesmas coisas. Não acho que a interpretação doutrinal seja tão importante assim.”
Todavia, tentar atingir a união religiosa por meio de compromissos doutrinais não goza de precedente favorável na Bíblia. Quando o profeta Moisés estava no topo do Monte Sinai, recebendo instruções de Deus, os israelitas procuraram fundir a adoração de Jeová Deus com a prática religiosa egípcia. Aarão fez um bezerro de ouro, e foi dito: “Este é o teu Deus, ó Israel, que te fez subir da terra do Egito.” Arão passou a construir um altar diante do bezerro e então bradou: “Amanhã há uma festividade para Jeová.” No dia seguinte, foram feitas ofertas queimadas e sacrifícios de comunhão. Depois disso, o povo comeu e bebeu, daí se levantou “para se divertir”. O que foi que Jeová Deus pensou sobre isso? Ficou grandemente indignado. Tentar misturar a adoração verdadeira com a religião falsa por certo não tem a aprovação de Deus. — Êxo. 31:18-32:10.
Longe de encorajar a união religiosa com outros, Deus, por meio de Moisés, disse ao Seu povo antigo: “Não concluirás pacto algum com eles ou com os seus deuses.” “Quem oferecer sacrifícios a quaisquer deuses, e não somente a Jeová, deve ser devotado à destruição.” (Êxo. 23:32; 22:20) Também, Jesus Cristo, o Filho de Deus, jamais transigiu com os que detinham conceitos religiosos incorretos. Por exemplo, Cristo declarou: “Ai de vós, escritas e fariseus, hipócritas! porque fechais o reino dos céus diante dos homens; pois, vós mesmos não entrais, nem deixais entrar os que estão em caminho para entrar.” — Mat. 23:13.
O Que Exige Deus?
Obviamente, a união religiosa ‘a qualquer preço’ não goza do favor divino. O que, então, exige Jeová Deus das pessoas que desejam ter sua aprovação? “Os que o adoram têm de adorá-lo com espírito e verdade”, declarou Jesus Cristo. (João 4:24) Claramente, a união religiosa que ignora a verdade bíblica é inaceitável a Jeová Deus.
Outro essencial da adoração verdadeira é a aceitação do Filho de Deus, Jesus Cristo. “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida”, disse Jesus. “Ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14:6) Todavia, mesmo se as seitas divididas da cristandade alcançassem a suposta união em nome de Cristo, não se poderia presumir que isso agradasse a Jeová Deus ou a Jesus. Por que não? Declarou Cristo: “Nem todo o que me disser: ‘Senhor, Senhor’, entrará no reino dos céus, senão aquele que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome e não expulsamos demônios em teu nome, e não fizemos muitas obras poderosas em teu nome?’ Contudo, eu lhes confessarei então: Nunca vos conheci! Afastai-vos de mim, vós obreiros do que é contra a lei.” — Mat. 7:21-23.
Outro ponto que merece meditação é que as religiões da cristandade, bem como outras fés, tornaram-se parte deste mundo. Por exemplo, certo clérigo católico advoga o ecumenismo que chega ao ponto de “acordo e ação em questões vitais como guerra e paz, etnicismo e nacionalismo; os direitos das minorias, desenvolvimento humano, e pobreza”. Mas, deve o cristianismo envolver-se em assuntos mundanos como guerra e nacionalismo?
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