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  • Supriu a religião as nossas necessidades?
    A Sentinela — 1987 | 15 de novembro
    • Supriu a religião as nossas necessidades?

      MARIA era freira católica romana por 21 anos. Foi criada num meio muito religioso. Ora, mesmo quando criança, ela se levantava de noite para orar pelos outros! Mas, por fim, a pobreza, o sofrimento e as injustiças que perduram apesar de milhares de anos de influência religiosa levou-a a se perguntar: ‘Supriu a religião realmente as nossas necessidades?’

      A maioria das religiões defende elevados ideais e princípios morais. No entanto, em muitos casos, a religião é tida como causadora de problemas, algo que agrava as nossas dificuldades em vez de suprir as nossas necessidades. Por exemplo, considere os seguintes comentários de observadores do cenário religioso: “A mais profunda razão da selvageria desumana é religiosa.” (National Review) “A principal motivação para a guerra não é mais a ganância, mas sim a religião.” (Toronto Star) “O Holocausto ‘foi na inteireza perpetrado por cristãos batizados’.” — The Tampa Tribune.

      É de admirar que as pessoas desprezem a alegação da religião de que ela é a supridora de nossas necessidades? As pessoas têm visto os seus frutos. Por exemplo, “foi o xintoísmo, a religião nacional do Japão, que não somente deu seu fervoroso apoio à máquina de guerra, como também proveu a própria justificativa para a guerra”, disse a revista The Christian Century. Quantas religiões fizeram exatamente isto — ‘dar fervoroso apoio à máquina de guerra’! Pense nos massacres e nas represálias levados a efeito pelos budistas e hindus em Sri Lanka, os assassinatos e as atrocidades envolvendo católicos e protestantes na Irlanda — ora, a lista parece infindável! “Hindus, muçulmanos, siques e outras seitas têm ensangüentado uns aos outros por séculos na Índia”, deplorou a revista U.S.News & World Report.

      Outros talvez não encarem a religião como força para o mal, mas certamente não a encaram como poderosa força para o bem. O jornal National Catholic Reporter falou “do fracasso da igreja tradicional em atender adequadamente aos anseios e às necessidades do ser humano”. E a revista Liberty disse que a sociedade aparentemente encara o clérigo como aquele que “benze, santifica e abençoa”, convocado apenas em ocasiões cerimoniais. Acrescentou: “Na mente de muitas pessoas ele é o ministro do status quo.” É sob esse ângulo que você encara a religião — sem probabilidade de nos prejudicar, mas também sem probabilidade de trazer grandes benefícios?

      A religião hoje é muito semelhante ao que era quando Jesus Cristo esteve na terra. Ele disse que os líderes religiosos de seus dias honravam a Deus apenas da boca para fora. O resultado de suas práticas foi que aumentaram as cargas do povo, em vez de suprir as suas necessidades. “Amarram cargas pesadas e as põem nos ombros dos homens”, disse Jesus. (Mateus 23:4) Hoje, a religião promete muito, mas parece cumprir muito pouco do que promete. Assim, há alguma razão para crer que a religião possa suprir as nossas necessidades?

  • Pode a religião suprir as nossas necessidades?
    A Sentinela — 1987 | 15 de novembro
    • Pode a religião suprir as nossas necessidades?

      QUE havemos de comer? Que havemos de beber? Que havemos de vestir? Tais perguntas vêm acompanhadas de um senso de urgência, em especial quando é difícil obter as necessidades básicas da vida. Não obstante, note o que Jesus Cristo disse: “Parai de estar ansiosos pelas vossas almas, quanto a que haveis de comer ou quanto a que haveis de beber, ou pelos vossos corpos, quanto a que haveis de vestir.” (Mateus 6:25) Parece estranho isso? Afinal, se a pessoa carece de alimento, roupa e abrigo, o que ela precisa é de ajuda prática, e não daquilo que alguns poderiam encarar como vã coisa religiosa.

      Jesus não se mostrava indiferente, tampouco tentava esquivar-se do assunto. Ele estava bem ciente das necessidades do povo. Todavia, também se apercebia de um perigo muito real. No empenho de suprir as nossas necessidades, é muito fácil centralizar a nossa vida em torno de coisas materiais, e achar que Deus é irrelevante. Portanto, temos de fixar corretamente as nossas prioridades.

      Estaremos fixando corretamente as nossas prioridades se acatarmos o conselho de Jesus: “Persisti, pois, em buscar primeiro o reino e a . . . justiça [de Deus], e todas estas outras coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:33) Se acatarmos esse conselho, a religião — a religião verdadeira fundamentada em verdades bíblicas — poderá suprir as nossas necessidades.

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