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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1983
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1983
w83 15/2 p. 15

Por dentro das notícias

Espremido o Rebanho

“Casas de adoração por todos os EUA estão intensificando os esforços para obter mais dinheiro dos paroquianos”, disse a revista Money.

Que métodos estão sendo utilizados? “A Igreja Católica Romana esta buscando a salvação financeira por treinar sacerdotes na arte de arrecadar dinheiro”, dizia o artigo. “Para donativos maiores, os sacerdotes recorrem aos comungantes ricos da igreja — às vezes . . . o alvo de suas investidas são as ovelhas negras de seus rebanhos” para que usem seus ganhos, adquiridos desonestamente, para o “bem”. Afirma-se também que às vezes eles “astutamente embaraçam membros abastados de modo a forçá-los a dar mais”.

“Os judeus enfrentam quase que os mesmos problemas financeiros”, afirmou Money. “Para levantar fundos adicionais, as sinagogas talvez aluguem bancos para os membros por [US] $ 200 [c. Cr$ 50 mil] a $ 2.000 [c. Cr$ 500 mil] ao ano, e cobrem de $ 50 [c. Cr$ 13 mil] a $ 500 [c. Cr$ 130 mil] pelos ingressos para os ofícios dos dias mais santificados, no outono” (setentrional), bem como “solicitam promessas adicionais no Dia da Expiação, quando as sinagogas realizam ofícios memoriais para os mortos”. Essas ocasiões sentimentais são as melhores para se arrecadar dinheiro, segundo certa autoridade, “porque as pessoas estão completamente dominadas pelo sentimento de culpa”. Um exemplo citado foi o de uma sinagoga que recorreu até mesmo ao “tribunal para cobrar três promessas não pagas para um fundo de construção”.

O Divino, em favor de quem supostamente tais ‘dádivas’ são feitas, fornece em sua Palavra escrita um conceito diametralmente oposto à “arrecadação de fundos”: “Faça cada um conforme tem resolvido no seu coração, não de modo ressentido, nem sob compulsão, pois Deus ama o dador animado.” — 2 Coríntios 9:7.

Em Busca dum Governo Mundial

“As nações precisam unir-se num único governo que possa controlar os armamentos e evitar a guerra”, disse o redator Ben Bova na revista Omni. “Mas”, perguntou ele, “como se chega até lá”?

Em resposta, ele se referiu à solução apresentada pelo Movimento Estadunidense em prol dum Governo Mundial, cujo lema é “Um só mundo ou nenhum”, e que tem por objetivo o “empenho para alcançar esse ‘um só mundo’ e evitar a catástrofe nuclear”. Essa organização, escreveu ele, prevê uma “onda inexorável” da opinião pública, que resultará numa federação mundial, “sob a qual cada nação mantém sua própria forma de sociedade e controle dentro de suas próprias fronteiras. . . . Como condição para se tornar membro, todo o poder militar nacional seria transferido para o governo mundial, destinado à defesa comum”. Por fim, acredita-se, todas as nações ingressarão nela e “o mundo será liberto da ameaça de guerra nuclear — e de toda a guerra”.

Ele concluiu: “A maioria das pessoas considera tal governo mundial como uma utopia, como um sonho de ficção científica que nunca poderá tornar-se realidade. É um sonho sim, mas, em comparação com o pesadelo . . . da guerra nuclear, é um sonho em que vale a pena crer, e pelo qual vale a pena empenhar-se.”

Todavia, os que estudam a Palavra de Deus sabem que esse governo não é um sonho mas é uma realidade. E, em vez de esforços humanos formarem uma federação de nações existentes, é Deus quem estabelecerá um governo mundial sob seu prometido reino. A Bíblia nos assegura de que em breve esse reino “esmiuçará e porá termo a todos estes reinos [humanos] e ele mesmo ficará estabelecido por tempos indefinidos”. — Daniel 2:44.

Truman e a Profecia

De acordo com uma reportagem do New York Times, o ex-presidente dos EUA, Harry S. Truman, expressou a preocupação “de que o mundo possa acabar em breve num holocausto nuclear”. Truman, que aprovou o uso da bomba atômica na Segunda Guerra Mundial, escreveu num memorando de 1958, descoberto recentemente: “Confrontamo-nos agora com a destruição total. Os antigos profetas hebreus apresentaram a idéia da destruição do mundo por fogo, após sua apresentação duma destruição por água. Bem, tal destruição será iminente a menos que os grandes líderes do mundo a evitem.”

Mas, a destruição mencionada na Bíblia, em 2 Pedro 3:5-13 e em Revelação 16:14, 16, refere-se à guerra de Deus, o “dia de Jeová” para purificar a terra da iniqüidade. Em vez de permitir que o homem cause ‘destruição total num holocausto nuclear’, Ele primeiro ‘arruinará os que arruínam a terra’, ao passo que preservará vivos os que apóiam o Seu reino. Não há nenhuma força que possa impedir isso de ocorrer. — Revelação 11:18; 21:5.

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