BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • A eliminação da mancha do pecado
    A Sentinela — 1981 | 1.° de junho
    • oportuno o incentivo do salmista: “Desvia-te do que é mau e faze o que é bom, e reside assim por tempo indefinido. Porque Jeová ama a justiça e ele não abandonará aqueles que lhe são leais. Hão de ser guardados por tempo indefinido.” — Sal. 37:27, 28.

  • O que proporciona verdadeira paz mental?
    A Sentinela — 1981 | 1.° de junho
    • O que proporciona verdadeira paz mental?

      PAZ mental? Quem a pode achar hoje neste mundo turbulento? Terroristas amiúde põem em perigo a vida dos outros. Refugiados recorrem à fuga de um país para outro. Há abundância de armas nucleares e elas constituem sentinelas potencialmente mortíferas para toda a raça humana. A inflação consome rapidamente as economias acumuladas e muitas vezes a poupança de toda uma vida. Acrescente a isso as muitas “batalhas” pessoais com problemas de saúde, o pesar causado pela morte dum ente querido — e as miríades de ansiedades compartilhadas por todos, em toda a parte — e isso certamente torna a verdadeira paz mental um item raro na atual sociedade humana.

      Mas, onde é que muitos procuram segurança e a esperada paz mental? Muitas vezes é na posse de dinheiro e de muitas coisas materiais. No entanto, será que isso dá verdadeira paz mental?

      Talvez pareçam assim. Todavia, silenciosamente, quase de modo imperceptível, o valor das coisas materiais diminui com o passar dos anos. Por exemplo, um homem rico talvez tenha muitos ternos caros. Mas, quão imprudente é dar valor demais ao guarda-roupa! Um inseto de quatro asas — especialmente no seu estágio de larva — pode causar grandes estragos na roupa cara. Sim, a traça pode ser ameaça, e, pelo menos até certo ponto, pode privar a pessoa de seu senso de segurança e de sua suposta paz mental. Quanto a isso, até mesmo quando a roupa escapa dos ataques das traças, ela se gasta ou pode ser roubada por um ladrão.

      “Um Tesouro Que Nunca Falha”

      Isaías, profeta de Deus, mostrou que o resultado final de seus opositores obstinados seria comparável ao duma roupa gasta e carcomida pelas traças. Mas, no mesmo contexto, Isaías indicou a verdadeira fonte de segurança e paz mental, dizendo: “Eis que o próprio Soberano Senhor Jeová me ajudará. Quem é que me pode pronunciar iníquo? Eis que todos eles se gastarão iguais a uma veste. A mera traça os consumirá.” (Isa. 50:7-9) De fato, ao passo que as coisas materiais são de valor transitório, a relação pessoal, íntima, com Deus é sustentadora. Dá verdadeira paz mental.

      Jesus Cristo levou a questão um passo mais adiante, ao dizer: “Não temas, pequeno rebanho, porque aprouve a vosso Pai dar-vos o reino. Vendei as coisas que vos pertencem e fazei dádivas de misericórdia. Fazei para vós mesmos bolsas que não se gastem, um tesouro que nunca falhe, nos céus, onde o ladrão não chega perto nem a traça consome. Pois onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração”. (Luc 12:32-34) Jesus falava então aos seus seguidores ungidos que se tornariam seus co-herdeiros no reino celestial. (Rom. 8:12-17) Mas, o princípio básico é aplicável a todos os cristãos. As coisas espirituais são de valor excelente.

      A Prezada “Intimidade com Jeová

      Contudo, a coisa mais prezada de todas é ter uma relação pessoal com o Deus Altíssimo. O salmista Davi disse sobre este “tesouro”: “A intimidade com Jeová pertence aos que o temem.” (Sal. 25:14) E quão grandioso é associar-se com outros que usufruem uma relação pessoal, íntima, com Deus, como seu povo! Em outra ocasião, Davi declarou alegremente: “Vou elogiar-te na grande congregação; louvar-te-ei entre um povo numeroso.” — Sal. 35:18.

      Importante como é estarmos com o povo de Deus, porém, nosso serviço não pode ser meramente formal e rotineiro, se há de obter a aprovação divina. De fato, a verdadeira paz mental pode estar faltando quando alguém simplesmente se empenha em atividades cristãs sem a devida motivação. Certa mulher jovem, antes de dedicar sua vida a Deus, agradava-se muito de se associar com as Testemunhas de Jeová. Mas, ela admite:

      “. . . Sentia-me atraída às pessoas desta nova religião. Era gente feliz e amigável, que gostava de observar as elevadas normas de moral da Bíblia. Eu gostava de estar com elas. Freqüentava as suas reuniões e até mesmo participava em ir de casa em casa, para falar a outros sobre a Bíblia.

      “Daí, certo dia, veio-me à mente uma pergunta séria. Deve a religião ser uma relação com outra gente, ou deve antes ser uma relação com Deus? Eu via que estava-me tornando ativa como Testemunha de Jeová porque gostava muito das pessoas e também queria agradar à minha sogra [que era Testemunha], e não porque amava a Deus. Ia de casa em casa, com a Bíblia, mas não sabia por que o fazia. Parei com o que estava fazendo.”

      Com o passar dos meses, esta jovem chegou a avaliar “o que significa ter uma relação pessoal com Jeová Deus”. Recebeu também ajuda bíblica de certa mulher cristã, passando a sentir a amorosa preocupação por parte da congregação local das Testemunhas de Jeová. Com que resultado? Ela ‘encontrou uma esperança viva na [sua] relação pessoal com Jeová’ A jovem foi batizada em símbolo de sua dedicação a Deus e começou a servir a Jeová alegremente com o Seu povo.

      A paz mental e um verdadeiro senso de segurança são usufruídos pelos que têm uma relação íntima com Jeová. E apesar das diversas ansiedades da vida, eles, junto com seus concrentes, ‘servem a Jeová com alegria’. (Sal. 100:2) Mas, examinemos isso mais a fundo, e vejamos por que os cristãos genuínos têm paz mental e de coração no meio deste mundo turbulento.

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar