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  • A verdadeira adoração — inventada pelo homem — ou revelada por Deus?
    A Sentinela — 1985 | 1.° de julho
    • A verdadeira adoração — inventada pelo homem — ou revelada por Deus?

      QUASE tudo o que o homem sabe, teve de descobrir por si mesmo.

      Os mais básicos elementos do conhecimento — como cultivar alimentos e cozinhá-los, como construir um teto para a própria cabeça — foram adquiridos apenas mediante dolorosas tentativas e erros. Mas, o último século presenciou o homem expandir rapidamente seus horizontes para além das meras necessidades domésticas. Agora ele divide o átomo, voa mais rápido do que a velocidade do som — até mesmo rotineiramente envia homens ao espaço sideral. Significa isso, porém, que o homem é igualmente capaz de discernir por si mesmo a melhor forma de servir a Deus?

      Não segundo o escritor do Salmo 143:10, que disse: “Ensina-me a fazer a tua vontade, porque tu és o meu Deus. Teu espírito é bom; guie-me ele na terra da retidão.” O salmista reconheceu assim que o homem, com todo o seu conhecimento e engenhosidade, necessita de ajuda divina para aprender qual é a vontade de Deus (Veja Jeremias 10:23.) No entanto, isto significaria que de algum modo Deus precisa revelar-se ao homem.

      Ocorreu tal coisa? Para milhões de pessoas, a Bíblia constitui evidência de que tal revelação divina já ocorreu. Outros, porém, discordam disso. São tão ofuscados pela engenhosidade do homem, que não vêem a necessidade de haver tal revelação. Estes talvez afirmem que o conhecimento religioso é “inerente em todas as pessoas”, ou que tal conhecimento “pode ser adquirido mediante o uso da razão”, em vez de “mediante quer uma revelação, quer o ensino de alguma igreja”.

      Entretanto, se isso for verdade, caberia na realidade ao homem inventar a sua religião, desenvolver suas próprias doutrinas e normas de moral. Parece-lhe isso razoável? A que propósito serviria uma religião inventada pelo homem? Seria realmente capaz de suprir as necessidades espirituais do homem? (Mateus 5:3) Poderia realmente responder às perguntas que pessoas que buscam a verdade fazem sobre Deus?

      Exploremos estas perguntas por fazermos um breve exame duma religião que procurou encontrar Deus mediante raciocínio e filosofias humanos — a fé hindu.

  • A religião inventada pelo homem — pode realmente satisfazer?
    A Sentinela — 1985 | 1.° de julho
    • A religião inventada pelo homem — pode realmente satisfazer?

      CERCA de 450.000.000 de pessoas são adeptos da religião hindu. O Dr. S. Radhakrishnan, filósofo hindu, diz: “A religião não é tanto uma Revelação a ser alcançada por nós mediante a fé como é um esforço para desvendar as mais profundas camadas do ser humano.” Ele acrescenta: “O homem, sem dúvida, é a medida de todas as coisas.”

      Nenhum corpo central governa os adoradores hindus, tampouco há uma forma estabelecida de adoração. Não há nenhum livro único, tal como a Bíblia, que seja a fonte de suas crenças. Surgiu, no decorrer dos séculos, uma vasta série de escritos hindus, e desenvolveram-se seis escolas de filosofia hindu: niaia (raciocínio analítico), vaisesica (conhecimento da ciência natural), sanquia (síntese dos elementos), ioga (união com deidade), mimansa (investigação) e vedanta (cumprimento dos Vedas).

      Estas filosofias foram desenvolvidas por diversos instrutores hindus em épocas e estágios diferentes da história, e cada um deles enfoca de forma diferente a adoração. Niaia, de sua parte, utiliza sistemas complicados de lógica para provar, por inferência, a existência de Deus (por exemplo, infere a realidade do vento por meio do farfalhar das folhagens das árvores).

      Esta abordagem tem obviamente alguma validade, visto que a Bíblia diz de modo similar: “Pois as suas qualidades invisíveis são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade.” (Romanos 1:20) Não obstante, pode um sistema de lógica realmente familiarizá-lo com o Criador? Pode tal sistema revelar qual é o nome dele? Pode explicar a origem do universo, ou por que são permitidos o mal e o sofrimento? Pode dar-lhe uma esperança satisfatória para o futuro? Vejamos que religião responde mais satisfatoriamente a tais perguntas — a religião de verdades reveladas ou a religião inventada pelo homem.

      Ensinamentos Humanos Versus a Bíblia

      Os hindus ponderaram muito sobre a natureza de Deus. A filosofia vedanta, por exemplo, baseia suas idéias nos escritos chamados Upanichades. Estes escritos investigam a natureza de Deus e sua relação com os humanos.

      Entretanto, a Bíblia sobressai em prover entendimento sobre Deus, e o faz de forma clara e coerente. Ele é identificado como o Criador de todas as coisas. (Revelação 4:11) Mas, não é retratado como alguma força sem nome. “Louvem eles o nome de Jeová, pois só o seu nome é inalcançavelmente elevado. Sua dignidade está acima da terra e do céu”, diz a Bíblia no Salmo 148:13. Ele é descrito como “Deus misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência e em verdade”. (Êxodo 34:6) Ele até mesmo convida humanos imperfeitos a chegar a conhecê-lo e a entrar numa relação com ele! (Salmo 34:8) Não é o que a Bíblia diz sobre Deus muito mais satisfatório do que as confusas investigações filosóficas?

      Os Upanichades também investigam a constituição da alma humana. A Bíblia, porém, explica claramente que “Jeová Deus passou a formar o homem do pó do solo e a soprar nas suas narinas o fôlego de vida, e o homem veio a ser uma alma vivente”. (Gênesis 2:7) Portanto, o homem é uma alma — não o possuidor de algum espírito espectral que passa por repetidas reencarnações. A alma tampouco é imortal. A Bíblia diz: “A alma que pecar — ela é que morrerá.” — Ezequiel 18:4.

      Os Upanichades sondam a natureza do Eu e do Ego. No entanto, apenas a Bíblia fornece a chave para o entendimento do homem por expor sua natureza pecaminosa. “Pois todos pecaram e não atingem a glória de Deus.” (Romanos 3:23) Em resultado disso, o homem precisa combater constantemente os impulsos errados. — Romanos 7:20, 25.

      Os Upanichades investigam dúvidas a respeito da realidade do mal e da recompensa. A Bíblia, porém, afirma claramente que a iniqüidade nesta terra é conseqüência de o homem ter escolhido o proceder de independência. “Vê! Achei somente o seguinte: que o verdadeiro Deus fez a humanidade reta, mas eles mesmos têm procurado muitos planos.” (Eclesiastes 7:29) Quanto à derradeira recompensa do mal, as Escrituras dizem: “E ele dará a cada um segundo as suas obras: vida eterna aos que estão buscando glória, e honra . . .; para os que são briguentos e que desobedecem à verdade, mas que obedecem à injustiça, haverá furor e ira, tribulação e aflição . . . Pois, com Deus não há parcialidade.” — Romanos 2:6-9, 11.

      E, ao passo que os Upanichades esforçam-se a explicar a vereda para a salvação, a Bíblia diz simplesmente: “A salvação pertence a Jeová.” (Salmo 3:8) Promete-se aos que seguem o caminho de Jeová: “Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre.” — Salmo 37:29.

      A Bíblia provê respostas simples, diretas e compreensíveis às perguntas que deixam perplexos os especuladores humanos. Nenhum filósofo poderia ter desenvolvido sozinho tais respostas.

      A Bíblia — Revelação de Deus?

      No entanto, significa isso necessariamente que poderá confiar na Bíblia como Revelação de Deus? Há muitas razões para se fazer isso.

      Antes de mais nada, é só razoável presumir que Deus, de alguma forma, se revelaria ao homem. O que pensaria dum homem que gera filhos e daí vai embora e os abandona?

      Que dizer se tal homem deixasse seus filhos completamente sem esclarecimento sobre sua pessoa, não lhes deixando nem mesmo seu nome? Não ficaria revoltado com ele? Portanto, não é só razoável concluir que um Criador amoroso de algum modo se revelaria aos seus filhos terrestres?

      ‘Mas, por que o faria por meio dum livro?’, talvez pergunte. ‘Será que um Deus Todo-poderoso não usaria algo mais dramático — talvez uma voz do céu?’ Em diversas ocasiões Deus realmente falou lá do céu, como quando deu os Dez Mandamentos. Naquela ocasião, as pessoas ficaram tão aterrorizadas com a manifestação de fenômenos naturais, que suplicaram a Moisés: “Não fale Deus conosco, para que não morramos.” Portanto, o povo ficou à distância enquanto Jeová falava a Moisés. (Êxodo 20:18-22)a Mas, mesmo Moisés poderia esquecer-se daquelas palavras ditas por Deus. Por conseguinte, Jeová sabiamente decidiu que Moisés e, mais tarde, outros homens fiéis preservassem por escrito as Suas palavras. (Êxodo 34:28) Desta forma as pessoas podem ler os pensamentos de Deus quando desejarem. Podem ponderar, meditar e estudar o que Deus tem a dizer. — Veja Josué 1:8; também 1 Timóteo 4:15.

      É verdade que a Bíblia foi escrita por homens, tão certamente como homens produziram os escritos hindus. Mas, os homens que escreveram a Bíblia fizeram isso sob a influência do espírito santo de Jeová Deus. (2 Pedro 1:21) Seus escritos não eram meras ponderações filosóficas. E a Bíblia tem as marcas da orientação de Deus. Pode algo senão a orientação de Deus explicar a exatidão da Bíblia ao narrar a ordem em que a vida surgiu na terra? (Gênesis, capítulo 1) Pode algo senão a orientação de Deus explicar a declaração exata da Bíblia, feita há mais de 2.700 anos, de que a terra não só é redonda, mas está suspensa “sobre o nada”? (Jó 26:7; Isaías 40:22) Pode algo senão a orientação divina explicar a exatidão inerrante da Bíblia no que diz respeito a profecias, tais como a de Isaías 44:28, em que se mencionou por nome o conquistador persa Ciro, o Grande, uns 130 anos antes de este nascer? Poderia algum homem ter predito uns 2.500 anos atrás o desenvolvimento de dois blocos de superpotências rivais que hoje ocupam o centro do cenário mundial? — Daniel 11:27, 36-40.

      Portanto, há motivos sólidos para crermos na Bíblia como Revelação da vontade de Deus. Convidamo-lo a examinar com mente aberta o que ela tem a dizer. As Testemunhas de Jeová têm prazer em ajudar pessoas a fazer isso. Assim, sua adoração não será uma busca vã de sabedoria humana. (Mateus 15:9) Tampouco estará, como os antigos samaritanos, adorando ‘o que não conhece’. (João 4:22) Com a ajuda do espírito santo de Deus, poderá realmente chegar a conhecer até “as coisas profundas de Deus”. (1 Coríntios 2:10) Pois, ‘se o buscar, deixar-se-á achar por você’. — 2 Crônicas 15:2.

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