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  • O “Movimento pró Jesus” — fenômeno moderno
    Despertai! — 1973 | 22 de maio
    • O “Movimento pró Jesus” — fenômeno moderno

      O “MOVIMENTO pró Jesus” — jovens que trajam roupas velhas, com abundante cabeleira — andam pela famosa “Sunset Boulevard” de Hollywood passando convites para reuniões. Dezesseis mil deles se reuniram para um conclave na Inglaterra. Em muitas cidades, tais jovens, vestidos de calças tipo vaqueiro e camisas de meia, vão para as ruas instar com outros a que “aceitem Jesus”.

      Também chamados “Jesus freaks” (aleijões pró Jesus), ou “cristãos das ruas”, erguem cartazes grandes pró Jesus, usam emblemas pró Jesus, e enfeitam os pára-choques de seus carros com letreiros adesivos que dizem: “Buzine, se ama a Jesus.”

      Estes jovens são comuns onde prevalece a cultura hippie, mas nem todos são hippies. Muitos já estiveram envolvidos em grupos revoltosos jovens, mas os abandonaram desiludidos. Milhares já foram toxicômanos. Alguns testificam que deixaram de lado a prostituição e a magia negra.

      Realizam batismos em massa e carregam Bíblias. Mantêm cantinas religiosas, distribuem jornais psicodélicos cuja arte “avançada” atrai os jovens hodiernos, e estabelecem comunas religiosas em que vivem muitos conversos.

      O “movimento pró Jesus” não é atividade organizada que tem uma liderança individual ou porta-voz central. Nem concordam, necessariamente, os vários grupos entre si.

      As pessoas do “movimento pró Jesus” antes eram católicos, judeus e protestantes de toda crença — bem como eram pessoas sem nenhuma religião. “Não é preciso ser judeu para amar a Jesus”, proclamava um grande cartaz levado por jovens que entoavam um hino e que bradavam “Amor sim, luxúria não”, em frente dum cinema que exibia filmes pornográficos na “Sunset Boulevard” de Hollywood.

      Uma jovem, que afirmou que seus pais eram “ateus judeus” comentou que se mudara para uma das “casas cristãs” ou comunas, em Los Angeles, onde viu a “alegria e felicidade” das pessoas amigas que “aceitaram Jesus”.

      Não há uma aceitação criteriosamente pensada do que se lhes ensina. O apelo do “movimento pró Jesus” parece ser: “Isto dá certo, experimente.”

      Como foi que isto surgiu? Por que a religião seguida pelos seus pais deixou de atrair tais jovens? Por que rejeitaram a “religião organizada” e se voltaram para o que consideram simplesmente ser a pessoa de Jesus?

  • O fracasso da religião em alcançar os jovens
    Despertai! — 1973 | 22 de maio
    • O fracasso da religião em alcançar os jovens

      HÁ MUITOS jovens hoje que questionam idéias que têm sido transmitidas já por várias gerações. Não compreendem como é que ter mais bens materiais que o vizinho — um carro maior ou uma casa mais ostentosa — seja um alvo digno na vida.

      Muitos rejeitam uma sociedade materialista que amiúde se inclina a julgar um homem por quanto dinheiro ele ganha, ao invés de pelo que ele é como pessoa, ou pelo que ele faz. Alguns até mesmo rejeitam o código de vestir-se que identifica a pessoa como sendo parte da comunidade próspera e estabelecida, que eles acham que oprime os pobres e necessitados.

      Observam as injustiças do mundo, e a falsidade e a hipocrisia das igrejas materialistas. Muitos jovens consideram as igrejas de seus pais como simples clubes sociais.

      Reconhecem, como disse o ministro metodista Charles Merril Smith, em seu livro The Pearly Gates Syndicate (O Sindicado das Portas de Pérolas), que muitos “aderem a uma religião por motivos que nada têm que ver com a espiritualidade — tais como, porque isso é popular, ou socialmente vantajoso, ou fonte de promissores contatos comerciais, ou boa política, ou por quaisquer razões elogiáveis, mas não exatamente espirituais”.

      Os jovens altamente críticos e profundamente observadores da atualidade não deixam tais fatos passar despercebidos. A revista Time noticiou que os conversos do “movimento pró Jesus” amiúde “falam de forma desdenhosa da afabilidade e da hipocrisia de suas anteriores igrejas”.

      “Os Estados Unidos estão morrendo de fome espiritual”, disse Joseph Laiacona, antigo seminarista católico-romano que se juntou a uma das “comunas cristãs” do estado de Nova Iorque.

      O Dr. Norman Vincent Peale, famoso clérigo protestante, disse num artigo em Reader’s Digest: “Durante anos, observamos um vácuo espiritual crescente entre os nossos jovens.” As igrejas forneceram “parca alimentação para os espiritualmente famintos”, disse ele. “‘Sumam daqui’, nós lhes dissemos. ‘Tomem um banho. Cortem o cabelo. Vistam suas roupas convencionais. Aceitem nossos valores. Então voltem e nós falaremos com vocês.’”

      As igrejas se preocuparam mais com os males sociais do mundo do que com o “Evangelho de salvação de Cristo” admitiu o famoso sacerdote católico Fulton J. Sheen. “Quando os púlpitos não mais ecoavam com o Nome ‘acima de todo outro nome’, os jovens começaram a se chamar de ‘movimento pró Jesus’.”

      Estes jovens perguntam: “Que satisfação há numa casa, num carro novo, e numa carreira, se apenas se vive para morrer depois, e toda a humanidade não dista mais do que 20 minutos da extinção?” Ninguém deseja que a raça humana seja apagada num holocausto atômico em questão de vinte minutos. “Ninguém deseja crer que esta vida não tem sentido”, afirmam, acrescentando: “Jesus é o sentido.”

      As hodiernas religiões “estabelecidas” têm os pés fincados em ambos os mundos. Afirmam seguir a Jesus, mas estão envolvidas na vida social e política do mundo. E, por certo, não exigem a obediência aos princípios estritos da moral, honestidade, doutrina e zelo que Jesus especificou para seus seguidores.

      A preocupação das igrejas com assuntos não bíblicos as tem afastado dos ensinos que geraram tamanho zelo entre os primitivos cristãos que viviam nos dias de Jesus e logo depois. Muitos jovens vêem muito pouco a que se apegar nas igrejas hodiernas. Alguns põem a religião de lado como sendo “irrelevante e hipócrita”. O “movimento pró Jesus” sublinha que não retornam à “religião”, mas sim para “Jesus”.a

      Por Que Atraídas?

      O que, então, atrai tantas pessoas a este movimento? O “movimento pró Jesus” não se preocupa com a aparência da pessoa, ou como ela se vista. Alguém, quer um dos seus ministros quer um membro de seu rebanho, empenhou-se em especial em interessar a tais jovens, e se a pessoa tem uma camisa social ou meias não lhes interessa.

      Às vezes, o ofício é dirigido por um jovem, que afirma que tomava tóxicos, mas que notou que esse negócio de drogas “não é lá o que se fala”. Faz-se com que os jovens que têm fome de Deus se sintam à vontade. E, apreciando o companheirismo e tendo inclinação de ajudar outros, trazem seus amigos.

      Outra coisa que atrai tais jovens é a oportunidade de participar das coisas. Talvez batam palmas ou cantem. Alguns erguem as mãos para o céu e gemem. Oferecem “testemunhos” sobre como abandonaram os tóxicos, a prostituição, ou outros vícios.

      Muitos ficariam surpresos com o interesse com que tantos jovens ouvem uma palestra sobre um livro bíblico tal como o de Oséias — e o esforço que fazem para aplicá-lo em sua vida. É grande o interesse na explanação bíblica; trata-se apenas que as igrejas ignoraram esta necessidade, e muitos jovens se desviaram delas para explanações meio-corretas, não sabendo onde encontrar algo melhor.

      Mas, o que há de errado com tais explanações? E será que há algo melhor?

      [Nota(s) de rodapé]

      a Um diálogo em uma de suas revistas de histórias em quadrinhos mostra um jovem oferecendo a outro um pouco de tóxico (“erva”). Acontece assim: “Quer um pouco de erva?” “Não, bicho, tenho algo melhor!” “O que é?” “Jesus!” “Oh, religião.” “Não, bicho, Jesus!”

  • É hora de retornar à verdade
    Despertai! — 1973 | 22 de maio
    • É hora de retornar à verdade

      OS SEGUIDORES do “movimento pró Jesus” estão fervorosamente convictos de que vivemos nos “últimos dias” e que é iminente a segunda vinda de Cristo. Ensinam princípios bíblicos que lhe mandam viver uma vida moralmente limpa — rejeitando os tóxicos, a magia, e assim por diante. Trata-se de elogiáveis conclusões, visto que tão poucos crêem ou praticam tais ensinos baseados na Bíblia nesta era moderna.

      No entanto, ensinam várias coisas que não compreendem que não se harmonizam com as Bíblias que lêem e carregam. Muitas destas idéias emanam dos clérigos protestantes independentes que fizeram especial esforço de interessar a tais jovens.

      Estes jovens se inclinam para Jesus, mas há mister de irem mais além. Precisam aprender também sobre Deus, o Pai. Jesus veio à terra para revelar o Pai. Foi enviado pelo Pai para ensinar, para dar um exemplo correto para nós, para dar sua vida em resgate pela humanidade pecadora. Mas, em tudo isto, Jesus deu a atenção primária e a proeminência a seu Pai.

      A oração modelar de Jesus, fornecida para instruir seus seguidores quanto à oração correta a Deus, começa com as seguintes palavras: “Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome.” (Mat. 6:9)a A Bíblia fornece o nome do Pai. As letras hebraicas do Nome de Deus, JEOVÁ, aparecem milhares de vezes na Bíblia hebraica original, e tal nome se acha na Tradução Almeida no Salmo 83:18, Gênesis 15:2, 8, e também em outros lugares.

      Jesus, sendo o mediador entre Deus e o homem, instruiu: “Tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar.” (João 16:23) Mas, ao invés de instruir seus seguidores a adorá-lo, como fazem os do “movimento pró Jesus”, disse Jesus: “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.” — João 4:23.

      Na verdade, as Escrituras dizem: “Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo, tu e tua casa.” (Atos 16:31) Mas, ‘crer em Jesus’ significa crer que ele disse a verdade — que estava certo no que disse. E isso inclui o que ele disse sobre assimilar conhecimento não só dele mesmo, mas também do Pai, a quem chamou de “único Deus verdadeiro”. — João 17:3.

      Um jovem explicou corretamente este conceito correto a outro: “Isso não significa que não amamos a Jesus — a questão é que Jesus não é Deus. A Bíblia mostra que ele é o segundo do universo depois de Deus. Temos grande afeição por ele — o único por quem nutrimos maior afeição é por Jeová Deus mesmo.”

      “Alma Imortal”?

      O movimento ensina doutrinas não bíblicas que há muito têm sido ensinadas pelas seitas da cristandade. Uma é a idéia de que o homem possui uma “alma imortal” que sofrerá no “inferno de fogo” se o homem não for salvo. Mas, a Bíblia não diz que uma “alma imortal” continua vivendo para receber recompensas ou castigos. Antes, afirma justamente o contrário. Afirma que a alma morre.

      Abra sua Bíblia em Ezequiel 18:4. Ali, segundo a Tradução Almeida, não lerá que a alma que peca vai para o “inferno de fogo.” Antes, diz: “A alma que pecar, essa morrerá.” Veja também o versículo 20.

      Segundo a Bíblia, os mortos não poderiam estar sofrendo num “inferno de fogo”. A Bíblia afirma especificamente, em Eclesiastes 9:5: “Os mortos não sabem cousa alguma.” O versículo 10 do mesmo capítulo acrescenta: “Na sepultura, para onde tu vais, não há obra, nem indústria, nem ciência, nem sabedoria alguma.” O Salmo 146:4 diz sobre o dia em que o homem morre: “Naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos.”

      Se os mortos nada sabem, e não pensam nem têm conhecimento, é óbvio que não poderiam sofrer tormentos nem dor, como crêem os do “movimento pró Jesus.

      “Então, o que dizer da palavra ‘inferno’?” — talvez pergunte, acrescentando: “Ela certamente se acha na Bíblia!”

      Os escritores bíblicos usaram a palavra hebraica “seol” e a palavra grega “hades” que algumas Bíblias traduzem como “inferno”. Mas seol e hades de jeito nenhum significavam um lugar de tortura. Antes, simplesmente queriam dizer a sepultura comum da humanidade — inclusive de homens tais como Jesus, que obedeceram a Deus. Sim, o apóstolo Pedro aplicou o Salmo 16:10 a Jesus, afirmando: “Porque dele [de Jesus] disse Davi: . . . não deixarás a minha alma no [inferno, Soares] Hades [hebraico, seol], nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção.” (Atos 2:25-27) Por certo, ninguém do “movimento pró Jesus” argumentaria que Jesus foi para o inferno de fogo ao morrer!

      Em vários casos, Jesus usou o Vale de Hinom (grego, Geena), a lixeira comunal de Jerusalém, para simbolizar a destruição completa dos que voluntariamente descrerem. Não se apresenta nenhuma esperança de ressurreição para os “lançados na Geena” em contraste com os que estão na sepultura comum da humanidade.

      O “Arrebatamento”

      Muitos do “movimento pró Jesus” crêem que a esperança para todos os homens que aceitaram Jesus é o “arrebatamento”, quando, crêem eles, todas as pessoas que aceitaram Jesus serão subitamente levadas para o céu.

      No entanto, a Bíblia mostra que, ao passo que haverá um grupo limitado, um “pequeno rebanho” no reino celeste, a esperança para a maioria da humanidade é a vida interminável aqui mesmo, numa terra renovada. — Luc. 12:32.

      Davi, do antigo Israel, não orava para ir para o céu. Tal esperança não estava sequer aberta para ele, pois a pequena classe celeste ainda não começara a ser escolhida. Antes, confiantemente, declarou: “Mas os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz.” — Sal. 37:11.

      Algumas das publicações usadas pelos do “movimento pró Jesus” tecem referências gerais à “nova terra”, mas as pessoas que freqüentaram suas reuniões por algum tempo disseram não ter ouvido nada sobre tal maravilhosa esperança. Por isso, há necessidade de aprofundar sua pesquisa da verdade e da verdadeira esperança para o futuro.

      Jeová Deus usou Isaías para predizer as condições justas que prevaleceriam na “nova terra”. Nesse tempo, outra pessoa não a explorará, beneficiando-se da casa que construir, ou da videira que plantar — como ocorre hoje com freqüência. Antes, a profecia promete que cada um usufruirá os benefícios de seus próprios labores — e as pessoas “gozarão das obras das suas mãos” por longo tempo. (Isa. 65:17-24) Referindo-se a esta promessa, o apóstolo Pedro escreveu: “Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus [o justo governo celeste de Deus] e nova terra em que habita a justiça.” — 2 Ped. 3:13.

      Um problema para os jovens de hoje é para onde se dirigir quando “se separam” dos empreendimentos vãos e egoístas deste mundo. Se a pessoa ama realmente as condições justas e corretas, não precisará procurar em outra parte, senão na terra paradísica de Deus, que agora está bem próxima de se tornar realidade.

      “Pular de um Lado Para o Outro”

      Muitos do “movimento pró Jesus” com freqüência se referem a manifestações “pentecostais” de contorcer o corpo. Falam de “pular de um lado para o outro”, falar em “línguas”, realizar “curas” e outras ações assim. O apóstolo Paulo identificou tais manifestações, tais como falar em “línguas”, com a ‘infância’ do Cristianismo. (1 Cor. 13:8-11) Depois de se referir especificamente aos dons de “línguas”, disse: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.” Conforme a própria predição do apóstolo, tais dons, já passaram.

      Por conseguinte, tais manifestações têm de vir agora de uma fonte diferente da dos “dons do espírito” evidentes no Cristianismo do primeiro século. Atualmente, este ouvir de vozes e contorções do corpo envolve o espiritismo. Daí a necessidade de acatarmos o aviso de íntimo discípulo de Jesus: “Amados, não acrediteis em toda expressão inspirada, mas provai as expressões inspiradas para ver se se originam de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora.” — 1 João 4:1, NM.

      Interesse em Doutrinas

      A existência do “movimento pró Jesus” indica que os assuntos espirituais deveras são de interesse de muitos dos jovens atuais. Alguns foram mais além. Têm visto que, apesar de sua leitura da Bíblia, o “movimento pró Jesus” não retornou plenamente às verdadeiras doutrinas bíblicas e tem mantido alguns ensinos da cristandade que são inteiramente falsos. Depois de examinar mais a fundo as Escrituras em seus estudos com as testemunhas de Jeová, têm visto a necessidade de porem de lado anteriores crenças que se acham arraigadas no paganismo, antes que na Bíblia, tais como a imortalidade da alma humana, o inferno de fogo, a Trindade, e assim por diante. Agora, ensinam ativamente as emocionantes verdades bíblicas a outros.

      As pessoas que estudam com as testemunhas de Jeová verificam que não se trata duma questão de “conversão instantânea”. Exige-se estudo. É preciso aprender os ensinos, os princípios e as profecias bíblicos. Criam verdadeira base sólida para sua fé — profunda convicção, baseada em conhecimento, ao invés de entusiasmo por uma moda passageira.

      Perguntou-se a anteriora participante do “movimento pró Jesus”: “O que realmente lhe interessou quanto às testemunhas de Jeová?”

      “As coisas doutrinais”, disse ela. “Faz sentido.”

      Explicou ela: “Eu cheguei ao Salão do Reino e disse: ‘Respondam às minhas perguntas!’ As respostas se baseavam tanto na Bíblia que não se podia combatê-las. Eu procurava falhas, mas simplesmente não havia nenhuma.”

      A compreensão da esperança magnífica da Bíblia quanto ao futuro imediato da terra remove a necessidade de tóxicos, ou de se gritar, bater palmas, pular de um lado para o outro, e de reuniões carregadas de emoções. A compreensão destas promessas produz uma determinação calma e racional na pessoa, que então encontra grande alegria em compartilhar esta esperança maravilhosa com os outros.

      [Nota(s) de rodapé]

      a A menos que seja indicado de outra forma os textos deste artigo citam a Tradução Almeida (Al) da Bíblia, que corresponde à Versão Rei Jaime, em inglês, que as pessoas do “movimento pró Jesus” em geral utilizam.

  • Sinais do real cristianismo
    Despertai! — 1973 | 22 de maio
    • Sinais do real cristianismo

      QUASE todos concordarão que uma igreja grande ou ser membro duma igreja por bastante tempo não significa que se disponha de sinais do verdadeiro Cristianismo. Mas, quais deveriam ser verdadeiramente tais sinais? Observe os comentários feitos por E. M. Green, em seu livro sobre o evangelismo entre os cristãos primitivos:

      “Uma das modalidades mais notáveis no evangelismo nos dias primitivos era as pessoas que se empenhavam no mesmo. Comunicar a fé não era considerado privilégio dos mais zelosos ou do evangelista oficialmente designado. O evangelismo era a prerrogativa e o dever de todo membro da Igreja. Temos visto apóstolos e profetas em peregrinação, nobres e pobretões, intelectuais e pescadores, todos tomando parte entusiástica nesta tarefa primária designada por Cristo à sua Igreja. As pessoas comuns da Igreja a consideravam ser seu dever: o Cristianismo era, de forma suprema, um movimento leigo, disseminado por missionários informais . . .

      “Este entusiasmo contagiante por parte de pessoas tão diversificadas, de diferentes idades, formações, sexo e culturas era apoiado pela qualidade de sua vida. Seu amor, sua alegria, seus hábitos transformados e seus caracteres progressivamente mudados davam grande peso ao que tinham a dizer.”

      Por isso, o evangelismo zeloso por parte de todos numa congregação, tanto por idosos como por jovens, bem como as evidências da real transformação cristã — estes são os sinais do verdadeiro Cristianismo.

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