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  • “A verdade vos libertará”
    A Sentinela — 1971 | 15 de abril
    • “A verdade vos libertará”

      A MENÇÃO de liberdade, entre muitos latino-americanos, faz lembrar invariavelmente os nomes dos “Libertadores”, Simón Bolívar e José de San Martín. Eles são comemorados em grande parte da América Latina pelo seu papel como comandantes militares na libertação da América do Sul do domínio espanhol, na primeira parte do século dezenove.

      No entanto, Bolívar e San Martín foram substituídos no afeto de muitos por alguém mais digno do título de “Libertador”. Este alguém não é outro senão o Filho de Deus, Cristo Jesus, que realizou e está realizando uma verdadeira emancipação, não pela força das armas, mas pela verdade que falou. Foi ele quem disse: “Se permanecerdes na minha palavra, . . . conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” — João 8:31, 32.

      Embora os latino-americanos sejam conhecidos no mundo inteiro pela sua alegria, o fato é que muitos deles estão escravizados a um modo de vida que resulta em muita infelicidade. Precisam ficar livres de crenças e práticas que os têm mantido presos por muito tempo. Vejamos algumas destas crenças e práticas, e vejamos ao mesmo tempo como a verdade da Palavra de Deus realiza a sua obra de libertação na América Latina e em outras partes.

      A VERDADE SOBRE OS MORTOS LIBERTA

      Muitas das crenças e práticas que escravizam seus aderentes se relacionam com a morte. Por exemplo, muitos vivem com medo do purgatório, onde, segundo o ensino católico romano oficial, a “punição por fogo é mais severa do que qualquer punição que sobrevenha aos homens nesta vida”.

      Naturalmente, tal ensino se baseia na suposição de que a alma humana não morre. Para que alguém possa sofrer após a morte, é evidente que teria de continuar a viver a parte consciente dele e o sistema nervoso, que transmite a sensação da dor ao cérebro.

      Mas, apóiam as Escrituras Sagradas o ensino da alma imortal, e, portanto a idéia do purgatório? Ao contrário, elas ensinam que “os mortos . . . não estão cônscios de absolutamente nada”, portanto, são incapazes de sofrer; também, que “a alma que pecar — ela é que morrerá”. — Ecl. 9:5; Eze. 18:4.

      Com relação ao purgatório, a Igreja Católica afirma que “as almas nele detidas são ajudadas pelos sufrágios dos fiéis”. Mas, visto que os mortos, por não estarem cônscios, não podem sofrer, então, de que valor são as orações dispendiosas a seu favor? Em vez de a esperança de uma vida futura depender de contribuições monetárias, a Bíblia mostra que ela se baseia corretamente no poder de Deus, de dar vida por meio duma ressurreição. — João 5:28, 29.

      No princípio talvez se surpreenda de ver o que é que a Bíblia ensina com relação à condição dos mortos. Esta foi a primeira reação dum habitante de Honduras, que começou a estudar a sua Bíblia católica. Mas depois ficou indignado com a Igreja Católica por ter ocultado a verdade da Palavra de Deus. Parou logo de ir à missa, embora antes tivesse ido cada manhã às seis horas. Em vez disso, começou a levar a sua família às reuniões das testemunhas de Jeová, onde sabia que se ensinava a verdade libertadora.

      LIBERTAÇÃO DA ADORAÇÃO DE IMAGENS

      É comum ver quadros e imagens religiosas nos lares, nos estabelecimentos comerciais e nos automóveis, na América Latina. O seguinte comentário do livro Fiesta Time in Latin America (Tempo de Festa na América Latina) lança luz sobre a escravização resultante disso: “Os índios amam as imagens sagradas, oram a elas, crêem nos seus milagres e lhes fazem oferendas . . . Nos países andinos, os santos cristãos e os deuses pagãos ficaram inseparavelmente misturados.”

      Embora tal adoração de imagens seja fomentada pela Igreja Católica, a Bíblia é firme na sua denúncia dela. É uma violação direta do segundo dos Dez Mandamentos: “Não deves fazer para ti imagem esculpida . . . Não te deves curvar diante delas.” (Êxo. 20:4, 5) Em linguagem igualmente clara, o apóstolo cristão Paulo exorta: “Fugi da idolatria.” — 1 Cor. 10:14.

      Muitos latino-americanos, tomando a peito estas palavras, fazem exatamente isso. De Maracaí, na Venezuela, vem a notícia sobre um homem que havia estudado por quatro anos para ser sacerdote, mas que, após apenas alguns estudos da Bíblia com as testemunhas de Jeová, fez uma fogueira e queimou cada imagem e quadro ‘santo’ que tinha. Depois disso, podia-se dizer dele, assim como se dizia dos conversos cristãos do primeiro século: “Vós . . . vos voltastes para Deus, desviando-vos dos vossos ídolos, a fim de trabalhar como escravos para um Deus vivente e verdadeiro.” — 1 Tes. 1:9.

      LIBERTAÇÃO DA INFLUÊNCIA DEMONÍACA

      A Bíblia é o único livro que explica a origem do Diabo e dos seus demônios, e que expõe seus desígnios enganosos. Mostra como se pode resistir a eles por se ‘revestir da armadura completa de Deus’, que inclui “a espada do espírito, isto é, a palavra de Deus”. — Efé. 6:11, 17.

      É de se esperar, então, que abunde o demonismo quando há falta de compreensão da Bíblia. Isto é corroborado pela situação religiosa na América Latina. Por exemplo, comentando a popularidade do espiritismo no Haiti, o livro Tempo de Festa na América latina diz: “A maior parte da população professa ser católica, mas muitos dos que freqüentam a primeira missa nas igrejas vão para lá diretamente de cerimônias de vodu [macumba] durante toda a noite. Os próprios ritos de vodu mostram a influência do catolicismo.”

      E do Brasil se relata que “mais de 67 por cento dos católicos do Brasil freqüentam sessões de macumba”. O Bispo-Auxiliar do Rio de Janeiro lançou a culpa desta situação sobre a ‘superficialidade da instrução católica no Brasil’. Ao passo que a instrução católica é muito superficial para impedir que se crie tal situação, a verdade bíblica, que é ‘poderosa em Deus para demolir as coisas fortemente entrincheiradas’, pode fazer isso e o faz. — 2 Cor. 10:4.

      Isto é corroborado pela seguinte experiência na Venezuela. Ali, uma senhora afirmava ter o poder de se comunicar com os mortos e predizer muitas coisas na vida de seus amigos, havendo até mesmo ‘vozes’ de parentes falecidos falando por meio dela. Mas, quando as ‘vozes’ lhe disseram que se divorciasse de seu marido, ela se interessou em saber a fonte de sua faculdade. Por isso, quando foi visitada pelas testemunhas de Jeová, foi informada franca e claramente sobre a origem de sua faculdade e que isto era condenado na Bíblia. (Atos 16:16; Lev. 19:31) Já depois de poucas semanas de estudo bíblico, ela ficou livre da influência demoníaca, libertação que trouxe bênçãos a toda a sua família.

      Nos Estados Unidos, em Montana, a Palavra de Deus libertou do demonismo uma senhora de origem índia. A família desta senhora se havia metido no demonismo, e ela sofria muitos problemas estranhos com a saúde. As ‘vozes’ lhe disseram também que se suicidasse. Depois de estudar a Bíblia com as testemunhas, foi ajudada a se livrar de objetos relacionados com a adoração falsa. Ela se livrou duma imagem do “deus trovão” que havia usado pendurada no pescoço, e de outros objetos. Depois disso, sua saúde melhorou logo. Livre do demonismo, ela diz agora que Jeová é mais forte do que seus deuses anteriores.

      A consideração destas experiências mencionadas não deixa dúvida de que a verdade bíblica pode livrar a mente de idéias e práticas religiosas erradas. Mas o que se pode dizer do seu efeito sobre a conduta das pessoas? O que pode ela fazer a favor da personalidade? Que alcance tem a liberdade que Jesus indicou que a verdade traz? Convidamo-lo a considerar as respostas a estas perguntas, no artigo que segue.

  • A palavra libertadora de Deus em operação entre crentes
    A Sentinela — 1971 | 15 de abril
    • A palavra libertadora de Deus em operação entre crentes

      DESSEMELHANTES de muitos dos que vivem numa sociedade mais materialista e que rejeitam tudo o que é espiritual, muitos humildes latino-americanos respeitam a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada. Crêem que há certo mérito ou bênção em se possuir o Livro dos livros em casa. Todavia, muitos não reconhecem que não adianta terem a Bíblia se não se familiarizarem com seu conteúdo e se esta Palavra não se tornar uma força para o bem na sua vida. Quem é que compra um jornal só para pô-lo de lado, sem o ler? Portanto, por que fazer isso com a Bíblia, que é de valor infinitamente maior, por causa da verdade libertadora que contém?

      Não, não basta apenas aceitar a Bíblia como livro sagrado. Ela precisa ser posta em operação no crente ou ser aplicada, se há de libertá-lo. Isto é o que a aceitação da Palavra de Deus significava para os que criam, no primeiro século, a respeito dos quais o apóstolo Paulo escreveu: “Quando recebestes a palavra de Deus, que ouvistes de nós, vós a aceitastes, não como a palavra de homens, mas, pelo que verazmente é, como a palavra de Deus, que também está operando em vós, crentes.” — 1 Tes. 2:13.

      Sua aceitação da Palavra de Deus significava mais do que a receberem na sua casa e a considerarem como escritura sagrada. Significava aceitarem a sua mensagem de verdade na mente e no coração, receptivos ao que ela ensinava. Por isso ela tinha um efeito libertador sobre eles, efeito que resultava em pensamentos e ações mudadas, sim, em personalidades transformadas.

      Pode-se dizer que a Palavra de Deus está sendo aceita por muitos latino-americanos assim como foi aceita por aqueles primitivos cristãos, a respeito dos quais o apóstolo Paulo escreveu com elogios? O registro responde retumbantemente que Sim! Vejamos como eles e outros põem em operação na sua vida a Palavra libertadora de Deus.

      FUGA DA IMORALIDADE SEXUAL

      Embora alguns círculos religiosos tolerem a imoralidade sexual, Jesus falou da fornicação e do adultério como sendo “coisas que aviltam o homem”. (Mat. 15:19, 20) E o apóstolo Pedro falou dos cristãos como tendo “escapado dos aviltamentos do mundo pelo conhecimento exato do Senhor”. — 2 Ped. 2:20.

      Apesar da condenação direta de toda a imoralidade sexual por Deus, é muito comum, na América Latina católica, um homem e uma mulher viverem juntos consensualmente em fornicação ou adultério. E a prostituição é tão comum que, segundo o diário Occidente, de Cali, na Colômbia, moças entre oito e quinze anos de idade servem como prostitutas naquela cidade.

      Em conseqüência de tal vida imoral, nascem crianças não desejadas em lares já superlotados e pobres, e incontáveis milhares deles, já em idade tenra, se encontram nas ruas, onde levam uma vida de vagabundagem e de crime. Como método de controle da natalidade, muitos recorrem ao infanticídio mediante aborto.

      O que acontece, porém, quando a Palavra de Deus é posta em operação na vida de tais pessoas? Do Panamá vêm notícias sobre um homem que iniciou um estudo da Bíblia e em conseqüência disso abandonou suas bebedeiras, a jogatina, o fumo e o espancamento de sua companheira, mãe de suas quatro filhas. Querendo harmonizar-se com as normas justas de Deus, desejou casar-se com ela. Ela consentiu nisso; foram casados, e na mesma semana ele foi ordenado como ministro cristão.

      Ou considere o efeito da verdade sobre uma devota senhora católica, cuja pensão era usada para prostituição, em Honduras. Ao receber conselho bíblico, limpou imediatamente sua casa e se negou a hospedar alguém que usasse sua casa para fins imorais. Sua pensão é agora freqüentada por famílias respeitáveis e ela pode servir a Jeová de modo aceitável como uma das suas testemunhas.

      VENCER O DESEJO DA JOGATINA

      “¡Loteria para hoy!” (“Loteria para hoje!”) Quão comum é este grito nas ruas das cidades latino-americanas! Naturalmente, quem quiser jogar não fica limitado às loterias. Há também jogos de baralho, jogos de futebol, corridas de cavalos e de cães, e as brigas de galos, em que pode apostar. Embora talvez não tenha dinheiro suficiente para pagar o aluguel ou comprar comida, roupa ou remédios para a sua família, ainda assim cede à tentação da jogatina.

      Visto que se diz que ‘a jogatina entra no sangue da gente’, o que seria suficientemente forte para vencer esta paixão forte? É evidente que a resposta não é ‘mais influência da igreja’, porque a própria igreja promove a jogatina.

      Novamente, esta força libertadora é a Palavra de Deus em operação na pessoa. Na verdade, a jogatina é extorsão, tem as suas raízes na ganância, na preguiça e desmoraliza, levando muitas vezes a outros males. Sabendo que todas estas coisas são condenadas por Deus, quem deseja a aprovação Dele não tem dificuldade em decidir livrar-se de tal hábito indesejável. — 1 Cor. 6:9, 10; Pro. 21:25.

      Um exemplo disso é o dum leproso na Colônia de Leprosos Palo Seco, no Panamá. Sua paixão era comprar bilhetes de loteria, mas depois de um período de estudo bíblico venceu o vício e tomou a resolução de fazer a vontade de Deus.

      Outro exemplo é o de um homem nas Honduras Britânicas, que costumava apostar e vender bilhetes de loteria. Parou de fazer ambas as coisas, mudando além disso de vocabulário e fazendo outros ajustes de conduta, quando empreendeu estudar a Bíblia e começou a aplicar os seus ensinos.

      TORNAR-SE HONESTO EM TUDO

      Mentir é tão comum e aceito hoje em dia, que muitos mentem como se fosse a coisa correta a fazer. Até mesmo conselheiros matrimoniais o recomendam. Assim, num artigo intitulado “A Mentira no Matrimônio”, publicado na revista colombiana Cromos, o autor escreveu: “A mentira . . . é indispensável ao bom funcionamento do matrimônio.” Para dar apoio à sua convicção, citou alguma personalidade que dissera: “Nas relações humanas, a bondade e a mentira valem mais do que mil verdades.”

      O roubo está relacionado com a mentira, sendo que ambos são formas de desonestidade. Em grande parte do mundo, manifesta-se pouco respeito pelos direitos de propriedade dos outros. As pessoas têm medo de deixar seu lar sem ninguém para cuidar dele, mesmo durante as horas do dia, temendo que alguém entre à força e leve tudo o que é móvel, fazendo ainda o insulto de deixar na janela um cartaz dizendo “Aluga-se”.

      Embora as organizações religiosas hipócritas, por ensino e por exemplo, tenham tido um efeito tão desmoralizador sobre as massas, a poderosa Palavra de Deus tem agora o efeito oposto sobre os que a põem em operação na sua vida. Sabem que não se pode violar injunções diretas da Bíblia, tais como: “Não estejais mentindo uns aos outros”, e: “Não deves furtar.” — Col. 3:9; Êxo. 20:15; Efé. 4:28.

      Uma das testemunhas de Jeová, na Califórnia, teve a sua honestidade posta à prova no ginásio. Andando pelo corredor para sua sala de aula, ela viu uma moça correndo, que sem se aperceber deixara cair a sua carteira de dinheiro. A Testemunha a apanhou e procurou alcançar a moça, mas sem êxito. Ela entregou a carteira ao escritório da escola, embora algumas das suas colegas lhe dissessem que era tola por não ficar com o dinheiro. Os pais dela receberam pouco depois uma carta do diretor da escola, dizendo:

      “Poucas vezes tenho a oportunidade de escrever uma carta como esta. Sua filha Debra encontrou uma carteira de dinheiro na escola de Vanguard e a entregou ao escritório, havendo nela cinco dólares. Esta espécie de honestidade é bom exemplo de sua instrução no lar. . . . Devo congratulá-los por terem tal filha excelente e honesta . . . e agradecer-lhes, como pais, por instruí-la a ser uma pessoa tão boa.” Conforme admitiu a moça: “Nosso estudo bíblico familiar é o principal responsável por eu ser justa e honesta em todas as coisas.”

      As verdades libertadoras da Palavra de Deus tiveram um grande efeito num homem de Zâmbia, que costumava usar feitiços para ajudá-lo a roubar. Depois de estudar a Bíblia com uma testemunha de Jeová, este homem disse ao fim de um estudo: “Eu gostaria de revelar-lhe, como aquele que representa a Jeová, quais as coisas que tenho na minha casa.” Depois tirou um bracelete e um colar, procedentes da Inglaterra, dizendo: “Uso este colar na loja onde trabalho com o senhor, para furtar objetos sem que me veja. Agora estou arrependido e lhe entrego estas coisas para que as possa destruir para mim.” Isto aconteceu depois de apenas quatro meses de estudo com ele e sua esposa.

      LIBERTAÇÃO DO PECADO E DA MORTE

      Voltando agora à pergunta feita anteriormente: Que alcance tem a liberdade a que Jesus se referiu quando disse: “A verdade vos libertará”? Suas palavras seguintes, em João 8:33-36, nos fornecem a resposta. Alguns daqueles a quem Jesus falava naquela ocasião não compreendiam por que lhes falava sobre serem livres. Indignados, responderam: “Nunca fomos escravos de ninguém.” Mas, Jesus respondeu-lhes: “Todo o praticante do pecado é escravo do pecado.”

      Torna-se evidente, pois, que a liberdade de que Jesus falou incluía a libertação do pecado. Isto significaria também ficar livre da morte, “pois o salário pago pelo pecado é a morte”. — Rom. 6:23.

      Não podemos negar que a nossa condição moribunda prova que somos escravos do pecado. Também, estarem mortos os chamados “Libertadores” da América do Sul, Bolívar e San Martín, prova que eles também foram escravos do pecado e por isso precisam da libertação que resulta apenas por meio do sacrifício de Cristo e por meio da verdade que ele falava.

      “COLUNA E AMPARO DA VERDADE”

      Jeová Deus fez a provisão amorosa da verdade por meio da Sua Palavra, a Bíblia. Mas, além disso, ele proveu também “a congregação do Deus vivente, coluna e amparo da verdade”, por meio da qual pode receber ajuda para por em operação a verdade bíblica na sua vida. — 1 Tim. 3:15.

      Apesar de todas as afirmações em contrário, os fatos provam que nenhuma das religiões da cristandade constitui “a congregação do Deus vivente”, porque, sem exceção, estão suprimindo a verdade em vez de apoiá-la. Foi por isso que Deus determinou causar a destruição delas e diz: “Saí do meio deles.” — 2 Cor. 6:17; Rom. 1:18, 25; 2 Tes. 2:9-12.

      Por outro lado, os fatos provam que “a congregação do Deus vivente, coluna e amparo da verdade”, é a congregação cristã identificada pelo nome de “testemunhas de Jeová”. As testemunhas de Jeová, em toda a terra, ajudam a centenas de milhares de pessoas a obter a liberdade que só a verdade pode dar. Fazem isto por meio de estudos bíblicos, domiciliares, gratuitos, e reuniões instrutivas em que se ensina a Palavra de Deus sem custo. Convidamo-lo cordialmente a se aproveitar deste serviço. Para obter o endereço da congregação mais próxima de seu lar, queira escrever ao endereço do escritório mais próximo da Sociedade Torre de Vigia. Encontrará os endereços na segunda página desta revista. Assim dará um passo muito importante em direção à “liberdade gloriosa dos filhos de Deus”. — Rom. 8:21.

  • Por que se ensina a Trindade
    A Sentinela — 1971 | 15 de abril
    • Por que se ensina a Trindade

      ◆ Uma senhora em Reidsville, na Carolina do Norte, nos E. U. A., começou a estudar a Bíblia com as testemunhas de Jeová. Depois de apenas um mês de estudo, ela visitou seu ministro para fazer-lhe diversas perguntas, algumas delas sobre a doutrina da Trindade. Sua palestra sobre a Trindade foi mais ou menos assim:

      “Foi a Trindade ensinada pelos apóstolos?” perguntou a senhora.

      “Não”, respondeu o ministro.

      “Então, ensinou Jesus a Trindade?”

      “Não”, replicou novamente o ministro.

      “Então, por que é que ensina a Trindade?” perguntou ela. A resposta do clérigo foi que, visto que a igreja havia adotado o ensino da Trindade vários séculos depois, por isso a ensinava.

      Mas a Bíblia diz que ‘todo aquele que não permanece no ensino do Cristo não tem Deus’. — 2 João 9.

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