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  • Por que um preço de resgate tão caro?
    A Sentinela — 1976 | 15 de janeiro
    • alguém que não podia pagar o exigido preço de redenção. Não havia esperança de alguma vez escapar da morte. Jeová Deus, porém, na sua ilimitada misericórdia, providenciou o pagamento deste preço precioso. Como? Por meio de seu espírito santo, Deus transferiu a vida de seu Filho unigênito para o ventre duma virgem judia chamada Maria. Isto tornou possível que Seu Filho Jesus nascesse “santo”, sem pecado. O anjo Gabriel explicou isso a Maria, dizendo: “Espírito santo virá sobre ti e poder do Altíssimo te encobrirá. Por esta razão, também, o nascido será chamado santo, Filho de Deus.” — Luc. 1:35.

      Como Filho perfeito de Deus, Jesus podia dar sua vida humana perfeita em sacrifício, provendo assim o preço valioso necessário para resgatar a raça humana. Jesus Cristo interveio voluntariamente e aceitou a penalidade destinada a nós. Trazendo isso à atenção, o apóstolo Pedro escreveu: “Ele mesmo levou os nossos pecados no seu próprio corpo, no madeiro, a fim de que acabássemos com os pecados e vivêssemos para a justiça. E ‘pelos seus vergões fostes sarados’.” (1 Ped. 2:24) Por assim “dar a sua alma como resgate em troca de muitos”, Jesus Cristo comprou a raça humana. — Mat. 20:28.

      Depois de sua morte, ressurreição à vida espiritual e ascensão ao céu, Jesus Cristo apresentou a Jeová Deus o mérito de seu sacrifício precioso. Seu Pai aceitou este preço como contrabalançando o que havia sido perdido para a inteira raça humana, pelo primeiro homem, Adão.

      Agora, que já foi pago o preço caro do resgate da humanidade, há uma base para nos proteger contra a condenação à morte. Assim como o israelita, cujo touro perigoso matou um homem, tinha de aceitar o preço de redenção decidido pelos juízes, podemos tirar proveito do resgate de Cristo apenas se aceitarmos os benefícios resultantes dele nos termos de Deus.

      BENEFÍCIOS

      À base do precioso preço de resgate, Jeová Deus pode declarar justos os homens que preenchem os seus requisitos, e, pela geração por espírito, adotá-los como seus filhos, com o objetivo de serem co-herdeiros de Jesus Cristo no reino celestial. Com referência a isso, o apóstolo Paulo escreveu: “Deus faz que todas as suas obras cooperem para o bem daqueles que amam a Deus, os que são os chamados segundo o seu propósito; porque aqueles a quem deu o seu primeiro reconhecimento, a esses também predeterminou que fossem modelados segundo a imagem de seu Filho, para que este fosse primogênito entre mui os irmãos. Ademais, os que ele predeterminou são também os que chamou; e os que ele chamou são também os que declarou justos. Finalmente, os que ele declarou justos são também os que glorificou. . . . Quem levantará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os declara justos. Quem é que condenará? Cristo Jesus é aquele que morreu, sim, antes, é aquele que foi levantado dentre os mortos, que está à direita de Deus, que também intercede por nós.” — Rom. 8:28-34.

      Além dos que recebem o “primeiro reconhecimento”, quer dizer, os que recebem uma chamada celestial como co-herdeiros de Cristo, muitos outros da humanidade, inclusive bilhões dos que agora estão mortos, estão em necessidade de que se apliquem a seu favor os benefícios do resgate. Por esta mesma razão é que Jeová Deus se propôs que seu Filho, junto com os chamados para serem “irmãos” de Jesus, servissem quais reis e sacerdotes celestiais por mil anos. Revelação 20:6 nos diz sobre eles: “Feliz e santo é todo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes a segunda morte não tem autoridade, mas serão sacerdotes de Deus e do Cristo, e reinarão com ele por mil anos.” Iguais aos sacerdotes do antigo Israel, que ofereciam sacrifícios para expiar pecados, estes reis-sacerdotes aplicarão os benefícios expiatórios de pecados do sacrifício de Jesus. Para com quem?

      Junto com Jesus Cristo, ajudarão os homens na terra, inclusive os ressuscitados dentre os mortos, para vencer suas fraquezas e imperfeições, a fim de finalmente estarem perante Deus como homens perfeitos, livres de toda a condenação. Daí, por escolherem a soberania de Deus, podem tornar-se membros da família de Deus. Baseado no que lhe foi revelado numa visão, o apóstolo João descreveu os meios puros para se dar vida e cura à humanidade como sendo iguais a um rio límpido como cristal, com árvores frutíferas ao longo de suas margens. Lemos: “Ele me mostrou um rio de água da vida, límpido como cristal, correndo desde o trono de Deus e do Cordeiro, pelo meio de sua rua larga [da cidade]. E deste lado do rio e daquele lado havia árvores da vida, produzindo doze safras de frutos, dando os seus frutos cada mês. E as folhas das árvores eram para a cura das nações.” (Rev. 22:1, 2; Centro Bíblico Católico; A Bíblia na Linguagem de Hoje) Por conseguinte, para se ser completamente curado do pecado e de seus efeitos, exige-se acatamento obediente de Jesus Cristo e seus reis-sacerdotes. Somente assim poderá a pessoa participar plenamente das provisões de vida da parte de Jeová Deus.

      Graças sejam dadas a Deus pela sua ilimitada misericórdia em prover o preço de resgate necessário para contrabalançar o que perdemos por meio do pecado de Adão. Apenas a vida preciosa do homem perfeito Jesus podia satisfazer os requisitos da justiça perfeita. Que aquilo que Jeová Deus fez pela humanidade nos induza a desejar estar à altura de seus requisitos para que se apliquem a nós os benefícios expiatórios de pecados do sacrifício de seu Filho, visando a vida eterna.

  • Acautele-se da impureza espiritual
    A Sentinela — 1976 | 15 de janeiro
    • Acautele-se da impureza espiritual

      JESUS Cristo disse a respeito de seus discípulos: “Não fazem parte do mundo, assim como eu não faço parte do mundo.” (João 17:14) Significa isso que os verdadeiros cristãos devem tornar-se reclusos ou evitar qualquer contato com outras pessoas? Não; pois, se fosse assim, teriam de sair do mundo. (1 Cor. 5:10) Eles “não fazem parte do mundo” no sentido de que não participam com o mundo na sua busca de poder, riquezas, prazeres irrestritos e práticas erradas. (Mat. 6:31, 32; 1 Ped. 4:3) Na maior parte, têm os mesmos empregos, usam roupa similar e gostam

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