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  • A grande questão — somos a favor ou contra a regência divina?
    A Sentinela — 1973 | 1.° de abril
    • devido de Deus no altar de Sua “vontade”, foi então que aquele grande templo espiritual de Deus pela primeira vez veio à existência. A residência celestial de Deus tornou-se então semelhante ao compartimento Santíssimo dos templos materiais, visto que Jeová estava então disposto a ser propiciado pelo sacrifício perfeito de seu Sumo Sacerdote Jesus Cristo. Portanto, a partir de seu batismo, Jesus começou a andar no antitípico pátio sacerdotal, e, de fato, supervisionava seu sacrifício humano. E como Filho de Deus gerado pelo espírito, ele oferecia oração, louvor e serviço a Deus, assim como os sacerdotes típicos ofereciam incenso no Santo do templo material.

      Os seguidores gerados pelo espírito, do Senhor Jesus Cristo, servem de modo similar no pátio sacerdotal do templo de Deus, usufruindo uma posição especial perante Deus por serem contados justos e sem pecados. E sua condição de gerados pelo espírito, embora ainda estejam na carne, foi representada pelo compartimento Santo no templo típico, freqüentado pelos subsacerdotes.

      O orador mostrou a seguir que estes filhos de Deus, gerados pelo espírito, como “israelitas espirituais”, não são os únicos encontrados servindo hoje no templo de Jeová. Pessoas de todas as espécies são convidadas a vir e a servir neste templo, assim como a Bíblia predisse. (Isa. 2:2, 3; Rev. 7:9, 15) Os que aceitam isso têm o privilégio de adorar a Jeová no pátio não-sacerdotal, comparável ao “pátio dos gentios” do templo construído pelo Rei Herodes.

      Pode assim ver o motivo pelo qual as testemunhas de Jeová exortam a tantos quantos possível a vir ao templo espiritual de Deus. Sabem que em breve todos os que não são adoradores verdadeiros de Jeová serão destruídos. Na realidade, a essência de sua mensagem estava contida no amplamente anunciado discurso público proferido no clímax destas assembléias de quatro dias: “Regência Divina — Única Esperança de Toda a Humanidade.” Todos os presentes foram convidados a levar consigo um ou dois exemplares impressos deste discurso oportuno.

      Ao todo, foi uma série grandiosa de assembléias de distrito! Foram tantas as coisas novas aprendidas e tantas as coisas antigas esclarecidas melhor! De fato, Jeová abriu a mão e derramou muitas bênçãos satisfatórias sobre o seu povo, não tendo sido menos significativa a compreensão melhor das responsabilidades maiores que agora recaem sobre o corpo local de anciãos em cada congregação. Deveras, Jeová está levando seu povo congregado a um estado de organização em que poderá sobreviver ao Armagedom para a nova ordem de Deus sob a regência divina. Sim, a regência divina! Nós somos a favor dela, e esperamos que também o seja!

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1973 | 1.° de abril
    • Perguntas dos Leitores

      ● O que é o “banho que nos trouxe à vida” mencionado em Tito 3:5? — E. U. A.

      O apóstolo Paulo referiu-se aos que se tornaram cristãos gerados pelo espírito, escrevendo: “A benignidade e o amor ao homem da parte de nosso Salvador, Deus, [manifestou-se] não devido a obras de justiça que tivéssemos realizado, mas segundo a sua misericórdia, [e] ele nos salvou por intermédio do banho que nos trouxe à vida, e por nos fazer novos por espírito santo.” — Tito 3:4, 5.

      A expressão, “banho que nos trouxe à vida”, pode também ser traduzida “banho do renascimento” ou “banho de regeneração”. Por conseguinte, este banho deve ser uma purificação que resulta num renascimento ou numa regeneração. O meio pelo qual se dá esta purificação é identificado em 1 João 1:7: “O sangue de Jesus, seu Filho, purifica-nos de todo o pecado.” E Revelação 1:5 diz com referência a Jesus Cristo: “Àquele que nos ama e que nos soltou dos nossos pecados por meio de seu próprio sangue.” Que esta purificação do pecado produz uma nova vida é confirmado pelas palavras de Efésios 2:1: É a vós que Deus vivificou, embora estivésseis mortos nas vossas falhas e pecados.” — Veja também Efésios 2:4, 5, e Colossenses 2:13, 14.

      Naturalmente, a purificação produzida pelo sangue de Jesus não se limita aos cristãos gerados pelo espírito. Eles não são os únicos que se beneficiam com a expressão da benignidade e do amor de Deus para com o homem ao entregar seu Filho. O ungido apóstolo João escreveu a respeito de Jesus Cristo: “Ele é um sacrifício propiciatório pelos nossos pecados, contudo, não apenas pelos nossos, mas também pelos do mundo inteiro.” (1 João 2:1, 2) Em harmonia com isso, Revelação 7:9, 14, descreve uma “grande multidão” dos que “lavaram as suas vestes compridas e as embranqueceram no sangue do Cordeiro”. Portanto, os desta “grande multidão” obtêm uma condição limpa perante Jeová Deus à base do sangue de Jesus. Mas, conforme evidencia o contexto do capítulo 3 de Tito, não são estes os mencionados como recebendo o ‘banho que traz à vida’.

      Mencionar-se o ‘banho que traz à vida’ antes de ‘se fazer novo por espírito santo’ indica que este banho precede à geração pelo espírito. Para alguém ser adotado com filho espiritual de Deus, ele precisa primeiro ser justificado ou declarado justo, quer dizer, é preciso que se lhe impute filiação humana perfeita. Isto se dá porque Jeová Deus, sendo perfeito e santo, não pode aceitar como seu filho alguém que é impuro. No entanto, à base do sangue derramado de Jesus, ele pode justificar homens pecadores. Como disse o apóstolo Paulo: “Os em união com Cristo Jesus não tem nenhuma condenação. Pois a lei desse espírito que dá vida em união com Cristo Jesus libertou-te da lei do pecado e da morte.” — Rom. 8:1, 2, 33.

      Assim se pode ver que Jeová Deus purifica ou ‘banha’ os a quem introduz na relação de filhos. ‘Banha-os’ no sangue de seu Filho, aplicando a eles o mérito do sacrifício resgatador de Jesus. Por meio deste “banho” que resulta na sua justificação eles obtêm a condição de filhos humanos perfeitos. Isto os coloca na condição de ‘serem feitos novos por espírito santo’, quer dizer, tornar-se filhos de Deus, gerados por espírito. Tornam-se uma “nova criação”. — 2 Cor. 5:17.

      ● Pode-se esperar que o cristão pague impostos a um governo que se empenha em práticas contrárias às suas crenças? — E. U. A.

      A Bíblia mostra definitivamente que é correto que os cristãos paguem impostos. Quando se lhe perguntou se era lícito ou não pagar o imposto por cabeça a César, Jesus Cristo respondeu: “Portanto, pagai de volta a César as coisas de César, mas a Deus as coisas de Deus.” (Mat. 22:17, 21) O apóstolo Paulo escreveu ao considerar a submissão às autoridades governamentais: “Há . . . uma razão compulsiva para que estejais em sujeição, não somente por causa desse furor [contra os que violam a lei], mas também por causa da vossa consciência. Pois é também por isso que pagais impostos; porque eles são servidores públicos de Deus, servindo constantemente com este mesmo objetivo. Rendei a todos o que lhes é devido, a quem exigir imposto, o imposto.” — Rom. 13:5-7.

      Nem nas palavras de Jesus, nem nas do apóstolo Paulo, há o mínimo indício de que o servo de Deus tenha qualquer responsabilidade quanto ao uso que as autoridades governamentais fazem do dinheiro do imposto. A situação é comparável à de se pagar ao eletricista, ao bombeiro ou a outro profissional pelos serviços prestados.

      As autoridades governamentais são “servidores públicos de Deus” no sentido de que os cristãos se beneficiam com os seus serviços, os quais incluem o correio, a proteção contra incêndios, o abastecimento de água, a construção e manutenção de ruas e estradas, bem como a proteção provida pelos agentes da lei e pelo sistema judiciário. Mesmo quando os governos se empenham em práticas contrárias às crenças do cristão, ele ainda tira proveito destes serviços.

      Jesus salientou também que o dinheiro pertence a “César”. Isto se dá porque é a autoridade governamental que emite o dinheiro e estipula seu respectivo valor. Portanto, quando o governo exige que parte do dinheiro seja devolvido por serviços prestados, o cristão tem a obrigação de fazer isso.

      Os governos que abusam de sua autoridade terão de prestar contas a Deus. — Rom. 12:19.

      “Exorto . . . a que se façam súplicas, orações, intercessões e se dêem agradecimentos com respeito a toda sorte de homens, com respeito a reis e a todos os em altos postos, a fim de que continuemos a levar uma vida calma e sossegada.” — 1 Tim. 2:1-3.

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