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  • Jeová Deus, o grande oleiro
    A Sentinela — 1965 | 15 de dezembro
    • estavam isentos de impostos e eram tidos em alta estima entre o povo. Vestiam-se de linho branco e banhavam-se duas vezes por dia. Até mesmo as tarefas mais corriqueiras não podiam ser empreendidas sem referência a algum regulamento sacerdotal. Os egípcios tinham mais festas religiosas do que qualquer outro povo, sua terra estava coberta de templos; e, cada cidade tinha seu deus padroeiro e seu templo, para o qual certo animal era sagrado, templo este que mantinha grande grupo de sacerdotes. Segundo o historiador John Lord, o controle que os sacerdotes tinham sobre o povo era similar ao dos sacerdotes da cristandade durante a Idade Obscura.b

      25. O que se pode bem dizer que era a modalidade mais repulsiva e degradante da religião do Egito?

      25 A coisa mais repulsiva e degradante a respeito da religião destes egípcios era a sua adoração aos animais. Um gato, qualquer gato sem dono, era mais estimado do que uma criatura humana. O estrangeiro que acidentalmente matasse um gato, era literalmente reduzido a pedaços pela turba enfurecida. Os bois Ápis eram adorados como os próprios deuses, porque se cria que os deuses habitavam neles em realidade. Tais bois eram mantidos em suntuosos templos e, ao morrerem, eram sepultados em gigantescos e custosos caixões, enquanto todo o Egito chorava. Entre outros animais considerados sagrados achavam-se o crocodilo, o peixe oxirrinco e a mosca icnêumon. Dentre alguns animais, tais como o gato, todos eram considerados sagrados; dentre outros, apenas alguns deles, tais como os touros que tinham certas marcas.

      26. Como era considerado o Faraó do Egito?

      26 Sobressaía com proeminência na religião do Egito também seu dominador, Faraó. A respeito dele, diz-se-nos:c “O próprio Faraó era um dos deuses, e figura central nas vidas dos súditos. Cada rei dominante era ao mesmo tempo o Horus encarnado, o deus-céu falconídeo, e Horus . . . o legítimo herdeiro do trono de seu pai, Osíris. O bem-estar do Egito se associava diretamente com o do rei. . . . Todo rei era o sucessor da inteira linha de ancestrais reais, que se estendia além das dinastias históricas humanas.. às dinastias dos próprios deuses sobre a terra, e, ao morrer, cada rei se juntava à augusta companhia”, nas mentes dos egípcios!

      27. Por que foi que Jeová tolerou a falsa adoração e a opressão do Egito por tanto tempo?

      27 Este, então, era o Egito que mantinha a Israel em escravidão, e para o qual Moisés foi enviado. Verdadeiramente consistia em “vasos de furor, feitos próprios para a destruição”. (Rom. 9:17-22) Todavia, o Grande Oleiro permitiu que continuasse como grande potência mundial. Por quê? Por causa de seu Grande nome. Ademais, não predissera ele que a semente de Abraão seria afligida durante quatrocentos anos? Assim, até que se esgotasse esse tempo, permitiu-se ao Egito que oprimisse o povo escolhido de Deus. — Gên. 15:13.

      28, 29. Por que se permitiu que todo o Egito sofresse por causa da teimosia de Faraó?

      28 Ao examinarmos o registro, verificamos que apresenta os tratos do Grande Oleiro com um homem, Faraó. Visto que isto se dá, pode-se bem perguntar: Por que deveria toda uma nação sofrer por causa de um homem apenas? Por quê? Por mais de uma boa razão. Por um lado, Faraó sozinho não poderia ter oprimido a nação de Israel nem ter desafiado a Jeová. Isso envolvia uma poderosa organização; e, assim, todos que apoiaram a Faraó em suas medidas desafiadoras contra Deus e opressoras, tornaram-se partícipes de seus crimes. Mais do que isso, não é verdade que uma “vasta companhia mista” de não-israelitas deixou o Egito e marchou para a liberdade junto com os israelitas? (Êxo. 12:38) Certamente que sim. Portanto, ninguém pode atribuir a injustiça ao Grande Oleiro, Jeová Deus.

      29 Mais do que isso, as Escrituras mostram que há tal coisa como a responsabilidade comunal. Assim, no antigo Israel, os homens mais idosos duma cidade tinham de tomar certa ação para absolver sua cidade da culpa de sangue, no caso dum assassinato não esclarecido, pois se considerava culpada a inteira cidade. (Deu. 21:1-9) Pela mesma razão, a inteira tribo de Benjamim foi considerada culpada de se recusar a entregar os homens que não prestavam de Gibeá, que abusaram da concubina dum certo levita até matá-la. (Juí. 20:8-48) Em realidade, tal responsabilidade é reconhecida até nos tempos modernos; um exemplo sendo a forma que a Alemanha Ocidental, embora seja agora democrática, decidiu voluntariamente indenizar aos judeus e a outras vítimas da perseguição nazista.

      30, 31. De que interesse e importância são para nós, atualmente, os eventos em conexão com as dez pragas?

      30 O relato bíblico de como o Grande Oleiro procedeu com seus vasos, lá naqueles dias de Moisés, é de grande interesse e importância para nós, atualmente. A consideração disso aumentará a nossa apreciação da sabedoria, da justiça, do poder e do amor do Grande Oleiro, Jeová Deus. Também inculcará em nós a importância de sermos submissos a Ele, de deixar-nos guiar pela sua Palavra, pelo seu santo espírito e pelo seu instrumento visível, seu canal terrestre de comunicações. Pois, quem pode resistir à Sua vontade expressa?

      31 E, ademais, ajudar-nos-á a fortalecer nossa fé grandemente, pois verificaremos que estes eventos tem paralelo em nossos dias. Por fim, ajudará a todos os ministros cristãos a ter incrementada apreciação de sua própria comissão de pregar, pois é seu o privilégio de ter parte em derramar as pragas modernas sobre o Egito moderno, inclusive Babilônia, a Grande. Por certo, estas razões devem motivar-nos a desejar examinar mais a fundo este assunto com o mais vivo interesse!

  • O grande oleiro molda os vasos humanos
    A Sentinela — 1965 | 15 de dezembro
    • O grande oleiro molda os vasos humanos

      “Eu sou Jeová, e não há nenhum outro. Formando a luz e criando as trevas, fazendo a paz e criando a calamidade, sou eu, Jeová, que faço tôdas estas coisas.” — Isa. 45:6, 7.

      1. Para quem é que Jeová cria a luz e a paz? Para quem cria as trevas e a calamidade? Por quê?

      JEOVÁ Deus, sendo o Grande Oleiro, tem o direito de lidar com suas criaturas segundo a Sua vontade soberana. Conforme lhe apraz, ele forma a luz e faz a paz, e cria as trevas e a calamidade, assim como lemos em Isaías 45:7. Para o justo, ele designa a luz e a paz, assim como lemos: “A luz difunde-se para o justo.” “Grande paz têm os que amam a tua lei.” Mas, para o iníquo, Jeová cria as trevas e a calamidade: “O caminho dos perversos é como a escuridão.” “Fará chover sobre os perversos brasas de fogo e enxofre.” — Sal. 97:11; 119:165; Pro. 4:19; Sal. 11:6, ALA.

      2. Além de enviar a luz do sol e a chuva sobre os bons e os maus, o que mais tem Jeová, às vezes, achado apropriado enviar aos desobedientes, conforme observado por que exemplo?

      2 O Grande Oleiro deu notável exemplo de fazer estas coisas nas dez pragas que enviou sobre o antigo Egito, nos

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