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  • Viverão de novo?
    Despertai! — 1978 | 8 de setembro
    • Viverão de novo?

      QUANDO confrontam a morte de um parente querido ou dum amigo íntimo, os humanos ficam desalentados. O melhor conhecimento médico disponível no mundo de nada serve para livrar até mesmo uma única pessoa das garras da morte. Muita gente fica à procura de palavras, na tentativa de expressar conforto aos enlutados. A morte parece ser tão definitiva, tão irreversível. Mas é realmente assim?

      Um livro que afirma ter sido inspirado pelo Criador do homem fornece uma resposta a esta pergunta. Abundante evidência confirma sua afirmação de ter sido inspirado por Deus. A respeito de suas pesquisas neste livro, antigo ministro-presidente do Supremo Tribunal dos Estados Unidos declarou: “Foi um estudo longo, sério e profundo: e usando os mesmos princípios de evidência, nesta questão religiosa, que sempre uso em assuntos seculares, cheguei à decisão de que . . . proveio de Deus.” à base da evidência disponível, milhões de outros chegaram à mesma conclusão. O livro envolvido é a Bíblia Sagrada.

      A Bíblia revela que o homem foi criado dos elementos do solo. Lemos: “Jeová Deus passou a formar o homem do pó do solo e a soprar nas suas narinas o fôlego de vida, e o homem veio a ser uma alma vivente.” (Gên. 2:7) Esse primeiro homem, Adão, tinha diante de si a perspectiva de vida interminável. No entanto, quando desobedeceu à lei de Deus, foi proferida a seguinte sentença contra ele: “No suor do teu rosto comerás pão, até que voltes ao solo, pois dele foste tomado. Porque tu és pó e ao pó voltarás.” (Gên. 3:19) Nos muitos séculos que passaram desde a morte de Adão, bilhões de seus descendentes voltaram semelhantemente ao pó sem vida.

      Visto que o Deus Onipotente criou o primeiro homem dos elementos do solo, não é razoável concluir que Ele também possui a capacidade de ressuscitar os mortos? Trazer de volta à vida as pessoas mortas não exigiria a restauração de moléculas idênticas às que constituíam o corpo dos mortos. Mesmo durante a vida duma pessoa, tais moléculas são substituídas por volta de cada sete anos. Assim, não são o fator que determina exatamente quem é a pessoa. E nossa aparência física, nossa voz, nossa personalidade, nosso crescimento mental, nossas experiências e nossa memória que nos identificam. Por isso, não são as moléculas idênticas, mas as pessoas, ou almas, que têm de ser revividas.

      O Altíssimo prometeu que isto é exatamente o que ocorrerá. Lemos na Escritura: “Muitos dos adormecidos no solo de pó acordarão”. (Dan. 12:2) “Os teus mortos viverão. Um cadáver meu — eles se levantarão. Acordai e gritai de júbilo, os que residis no pó! Pois o teu orvalho é como o orvalho das malvas, e a própria terra deixará nascer mesmo os impotentes na morte.” — Isa. 26:19.

      Que perspectiva brilhante de se contemplar! Assim como o orvalho revive a vegetação, assim também a operação da força ativa, ou espírito de Deus, despertará os mortos de seu sono. A terra, como madre, dará à luz aqueles que, certa vez, estavam “impotentes na morte”.

      Se deseja mais informação sobre a restauração dos mortos à vida, por parte de Deus, instamos com o leitor a falar com as Testemunhas de Jeová da próxima vez que o visitarem. A fé bem alicerçada na promessa de ressurreição, dada por Deus, poderá encorajá-lo agora, e habilitá-lo a prover verdadeiro conforto a outros, quando sofrerem tais perdas.

  • A Eutanásia — o que dizem os advogados?
    Despertai! — 1978 | 8 de setembro
    • A Eutanásia — o que dizem os advogados?

      Do correspondente de “Despertai!” nas Filipinas

      IMAGINE só um senhor, de 80 anos, que é informado por seu médico de que é portador duma doença incurável. Diz-se-lhe que, dali em diante, seu quadro clínico se agravará. Haverá crescente dor e a perda gradual das funções orgânicas. Há drogas que amainarão sua agonia por certo tempo, mas, nos estádios finais, tal senhor sofrerá grandes dores até morrer. E, depois que as graves dores começarem, a morte poderá distar vários meses.

      O paciente reage por firmar um documento em que solicita formalmente que seu médico lhe administre uma injeção que produzirá rapidamente a morte quando a dor se tornar insuportável. As pessoas se referem a tal ação como “homicídio piedoso” ou eutanásia (do grego, “boa morte”). A eutanásia “ativa” ou “positiva” significa apressar a morte por venenos ou de algum outro modo. O homicídio piedoso “passivo” ou “negativo” se refere a permitir que uma pessoa doente, na fase terminal, morra sem começar ou continuar a usar um tratamento “extraordinário”, que apenas adiaria a morte por breve tempo.

      Até recentes anos, a maioria dos médicos provavelmente se recusariam a atender a pedidos de homicídios piedosos. Últimamente, contudo, parece ter havido uma mudança do ponto de vista em alguns setores. Uma autoridade médica distrital da Suécia, em

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