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  • Tornarão os mortos a viver?
    A Sentinela — 1962 | 1.° de novembro
    • a oportunidade de aprenderem a vontade divina e se conformarem a ela.

      JUSTIÇA E FELICIDADE

      A base dessas informações bíblicas, podemos hoje olhar alegremente para ‘novos céus e uma nova terra que aguardamos segundo a sua promessa, e nestes habitará a justiça’. (2 Ped. 3:13) Aquele justo domínio, junto com a ressurreição miraculosa de todos os que estiverem nos túmulos memoriais, trará alegria ao coração de muitos que agora choram pelos seus mortos.

      Lembra-se da felicidade da mãe e do pai da menina a quem Jesus ressuscitou? “Ficaram sobremaneira admirados.” (Mar. 5:42, VB) Essa será a emoção que poderá partilhar ao ver a ressurreição de homens, mulheres e crianças que conheceu pessoalmente ou mediante a Bíblia. Assim como a pessoa conserva a sua identidade desde a infância até ser adulta, embora as aparências variem, assim também a personalidade dos ressuscitados será reconhecida em qualquer corpo que Deus se agrade dar-lhes.

      Os pais que receberem de volta à vida um filho morto ficarão tão contentes, que não lamentarão que o filho ressuscitado terá de crescer e levar a sua própria vida. Casais como Áquila e Prisca que ganham a ressurreição celestial, com alegria eterna como “noiva” de Cristo, não se lamentarão de que não são mais marido e mulher. (Rom. 16:3) A alegria na ressurreição de Abraão e de Sara; de Isaque e de Rebeca, de Jacó, Léia e Raquel não será diminuída só porque, iguais aos anjos, “não casam nem se dão em casamento”. A sua suprema exultação será viver no círculo familiar de Deus, “sendo filhos da ressurreição”. (Luc. 20:34-36, ALA) Portanto, qualquer de nós que vir voltar dentre os mortos alguém que anteriormente fora filho, esposa, marido, pai ou mãe ficará sobremaneira extasiado. Tal felicidade não ficará diminuída só porque o Pai celestial não reúne em matrimônio as pessoas ressuscitadas que outrora eram marido e mulher. A sua alegria superabundará em poderem gozar da convivência mútua como herdeiros da vida. Elevar-se-ão orações de gratidão a Jeová Deus de que um ente querido retornou ao círculo familiar de Deus, a fim de partilhar as bênçãos da vida sem fim no justo novo mundo. Os filhos gratos de Deus não pediriam mais que isso.

      A realização desse justo mundo próximo irá fazer plena justiça à reputação de Jeová como um Deus de amor, sabedoria, justiça e poder. Temos agora a resposta terminante à pergunta: “Tornarão os mortos a viver?”: “Vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos [memoriais, NM] ouvirão a sua voz e sairão.” — João 5:28, 29, ALA.

  • A honestidade da Bíblia
    A Sentinela — 1962 | 1.° de novembro
    • A honestidade da Bíblia

      ◆ O colunista de jornal, Sydney J. Harris, ficou tão impressionado com a perfeita honestidade da Bíblia, que escreveu na sua coluna: “A maioria dos livros que propagam um único ponto de vista, que propõem uma fé especifica, fazem precisamente o seguinte: Ignoram estritamente todas as incoerências, todas as fraquezas, todos os comentários adversos feitos pelos seus inimigos. Mas o Velho Testamento transborda de evidência de tais falhas e fraquezas humanas. Considere os livros cortantes dos profetas, como Isaías, que atacam os líderes religiosos, condenam o povo pela perversão da sua fé e avisam que o juízo de Deus será severo contra eles. Pode alguém imaginar a Comissão Nacional Republicana dos Estados Unidos incluir uma denúncia pungente por Adlai Stevenson na sua literatura de campanha? Ou vice-versa, naturalmente. Contudo, é exatamente isto que os editores do Velho Testamento permitiram que se tornasse parte da Escritura Sagrada.” — The Telepraph-Journal, de 16 de dezembro de 1959.

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