-
Vivemos agora neste “último dia” de ressurreiçãoA Sentinela — 1979 | 1.° de novembro
-
-
depois de seu Senhor, Jesus Cristo, ter sido pendurado numa estaca e sepultado.
12. Como foi tal revivificação do restante espiritual também predita na visão de Ezequiel 37:1-14?
12 Tal revivificação do restante sobrevivente foi também predita em Ezequiel 37:1-14. Jeová deu ali ao profeta Ezequiel a visão dum vale cheio de ossos secos de israelitas. Estes ossos foram então reconstituídos em israelitas vivos, prontos para partirem de seu exílio na Babilônia pagã. Falando sobre como a visão teria cumprimento, Jeová disse: “Eis que estou abrindo as vossas sepulturas e vou fazer-vos subir das vossas sepulturas, ó meu povo [exilado em Babilônia], e vou fazer-vos chegar ao solo de Israel. E tereis de saber que eu sou Jeová, quando eu abrir as vossas sepulturas e quando vos fizer subir das vossas sepulturas, ó meu povo.” — Eze. 37:12, 13.
13. Como se cumpriu nos tempos modernos esta visão do vale de ossos secos, e como corresponde isso ao que aconteceu com os discípulos de Jesus após o que ocorreu “na metade da semana”?
13 No cumprimento moderno desta visão, os do restante dos israelitas espirituais foram revivificados em meados do primeiro semestre de 1919 e foram libertos de Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa, e da sujeição servil aos amantes políticos, judiciais e militares dela, que fizeram as vontades dela durante a primeira guerra mundial. É provável que, com relação profética à cronometragem moderna dos acontecimentos, a revivificação dos discípulos pessoais de Jesus e sua libertação do opressivo sistema judaico de coisas só tenha ocorrido após a morte, o sepultamento e a ressurreição dele dentre os mortos, no terceiro dia, em 16 de nisã de 33 E.C. Isto foi pouco depois da “metade da semana”, em que Jesus foi sacrificado como resgate para toda a humanidade.
14. A que classe, mencionada em 1 Tessalonicenses 4:15-17, pertencem estas testemunhas revivificadas e reativadas dos tempos modernos, e de que modo é “feliz” para eles o que Jesus chamou de “último dia”?
14 Nos tempos modernos, o revivificado e reativado restante dos israelitas espirituais, que empreendeu novamente a obra de testemunho em meados do primeiro semestre de 1919, foram os de quem o apóstolo Paulo falou como “nós, os viventes, que sobrevivermos até a presença do Senhor”. (1 Tes. 4:15) Eles esperam, após terminarem o testemunho final do Reino em todo o mundo, morrer “em união com o Senhor” e durante a sua presença. A morte deles ocorre durante este “último dia” em que, conforme Jesus disse, ele ressuscitaria dentre os mortos os discípulos que têm o privilégio de alimentar-se de sua carne e beber o seu sangue. Significa para eles serem “arrebatados” ao encontro dele, seu Senhor, “no ar”. Esta sua ressurreição instantânea para a vida celestial é invisível aos humanos que ficam na terra, como se fosse obscurecida por “nuvens”. São realmente “felizes” porque “morrem em união com o Senhor, deste tempo em diante”, durante a “presença do Senhor”, não precisando dormir na morte, na expectativa de sua segunda vinda. — Rev. 14:13; João 6:53, 54; 1 Cor. 15:52, 53.
15. Que colaboradores recentes estarão presentes quando o restante sobrevivente partir no fim do “último dia” e que espécie de despedida talvez seja?
15 Deixam atrás muitos companheiros cristãos, uma “grande multidão” deles. Estes se tornaram colaboradores do restante dos israelitas espirituais, durante este “tempo do fim” e durante a invisível “presença do Senhor”, no testemunho final dado a todas as nações a respeito do Reino. Os desta “grande multidão” esperam sobreviver à “grande tribulação” em que este sistema mundano de coisas perecerá. (Rev. 7:9, 14) Estarão assim presentes quando chegar o tempo feliz para os últimos do restante dos israelitas espirituais serem “arrebatados em nuvens, para encontrar o Senhor no ar”. (1 Tes. 4:17) Quão amoroso seria se os da “grande multidão”, vivendo neste último dia de ressurreição, se despedissem do restante sobrevivente quando este terminar sua carreira terrestre no fim do “último dia”! (João 6:53, 54) Esta separação talvez não fosse fácil, mas poderia vir acompanhada de um intercâmbio sincero de afeição entre os que vão embora e os que ficam atrás, na terra paradísica. A “grande multidão” nunca mais os verá.
16. A associação com quem perderá a “grande multidão”, mas tendo a alegria de acolher que novatos na terra paradísica?
16 Embora percam a associação física do restante glorificado, os da “grande multidão” serão consolados pela inúmera multidão dos novos habitantes da terra paradísica. Quem são estes e donde vêm? São os outros remidos da humanidade, que serão ressuscitados da terra do “último inimigo”, a morte adâmica. (1 Cor. 15:26) Quanta alegria dará então à “grande multidão” encontrar-se com o ressuscitado Jó sim, e também com Abraão, Isaque, Jacó, João Batista, e também até mesmo com as criancinhas de Belém, que foram mandadas para o domínio dos mortos por seu inimigo, Herodes, o Grande! Quanta alegria será também encontrar-se com amigos conhecidos, as “outras ovelhas” do Pastor Excelente, que não sobreviveram à “grande tribulação” e não entraram diretamente no seu reinado de 1.000 anos! (Rev. 20:4, 6; João 10:16) Será que os membros do restante ungido, que sobreviverem à “grande tribulação”, viverão na Nova Ordem para presenciar o começo da ressurreição dos mortos terrenos no “último dia” deles? (João 11:24) As Escrituras não dão nenhuma certeza quanto a isso.
17. (a) Com respeito à colheita dos mortos terrenos, o que serão estes ressuscitados em comparação com Cristo? (b) Embora os da “grande multidão” não precisem duma ressurreição do túmulo, em que sentido serão iguais aos ressuscitados, e que bendita situação prevalecerá no fim do reinado milenar de Cristo?
17 Tais humanos ressuscitados serão colhidos como safra posterior, da qual o ressuscitado Jesus se tornou “Cristo, as primícias”. (1 Cor. 15:20, 22, 23) Embora não precisem de nenhuma ressurreição do túmulo, os sobreviventes da “grande multidão” serão como os mortos ressuscitados, ainda precisando dos benefícios adicionais do sacrifício propiciatório de Jesus Cristo. Todos os efeitos da morte herdada terão de ser eliminados. Será deveras uma ocasião bendita quando, no fim do reinado milenar de Cristo, “como último inimigo, a morte há de ser reduzida a nada” para toda a humanidade remida e obediente, inclusive a “grande multidão” de sobreviventes da tribulação. Daí, bem merecidamente, Jeová Deus será “todas as coisas para com todos”. — 1 Cor. 15:26, 28; Rev. 1:18; 20:11-14.
-
-
Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1979 | 1.° de novembro
-
-
Perguntas dos Leitores
● Em 2 Samuel 8:13 declara-se que Davi golpeou os edomitas no Vale do Sal, mas 1 Crônicas 18:12 atribui esta façanha a Abisai, e o cabeçalho do Salmo 60 diz que foi Joabe quem infligiu esta derrota. Por que se dá isso?
Os três relatos, pelo visto, apresentam a derrota dos edomitas de ângulos diferentes. Em 2 Samuel, a vitória é atribuída a Davi, porque ele era o rei, o comandante supremo do exército israelita e aquele que autorizou a batalha. Visto que Joabe era o general-de-exército, o cabeçalho do Salmo 60 atribui-lhe o triunfo. Abisai serviu como general-de-divisão sob Joabe, e, sem dúvida, teve uma destacada parte na campanha militar. Isto explicaria por que se lhe atribui a vitória no relato de Crônicas. De modo que não há contradição. Mesmo hoje, costuma-se atribuir determinado ato àquele que o autorizou ou a alguém que teve uma destacada parte na sua execução com bom êxito.
-
-
CorreçãoA Sentinela — 1979 | 1.° de novembro
-
-
Correção
Quando se fez a Tradução do Novo Mundo do texto de Levítico 23:21, confundiu-se o hebraico יהיה (“será”), que foi lido como יהוה (“Jeová”). Portanto, a primeira sentença deste versículo deveria rezar: “E neste mesmo dia tendes de fazer uma proclamação; haverá para vós um santo congresso.”
-