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  • Aprender a viver sem a pessoa a quem se ama
    Despertai! — 1981 | 8 de agosto
    • O que fere ou cura é a maneira como se gasta o tempo. O período que se segue a uma morte pode ser mal usado sucumbindo-se ao sentimento de ter pena de si mesmo, ou pode ser usado sabiamente para desenvolver um padrão de vida satisfatório.

      Apesar da variedade de problemas que aparecerão, o básico é aprender a viver sem aquele a quem atuava. As medidas que tomar determinarão quão profunda será a cicatriz e quão longo será seu período de tristeza. E existe uma série de coisas que muitos descobriram serem úteis em lidar com o problema, coisas que envolvem a rotina cotidiana da vida.

      Mas, em adição, existe uma coisa mais, coisa esta que é uma ajuda muito poderosa para amenizar a dor e capacitar alguém a prosseguir vivendo com otimismo. É o que Anita e sua família tinham, e esta deixou os médicos e as enfermeiras que os atendiam surpresos porque se provou ser de tamanha ajuda em época de crise.

      Primeiro, contudo, consideremos algumas das coisas na rotina diária da vida que se provaram úteis ao se enfrentar a perda dum ente querido.

      Reassumir Responsabilidades

      Quando ocorre uma morte, você naturalmente terá que interromper sua rotina normal por algum tempo. Alguns talvez recomendem um longo período de luto. Mas isto poderia prolongar o processo de sobrepujar a dor e poderia tornar mais difícil vencer o sentimento de ter pena de si mesmo.

      Assim, muitos verificaram ser útil reassumir uma rotina mais normal tão rápido como for prático. Por exemplo, um casal trabalhava junto numa rota de entrega de pão. Mas, abateu-se a tragédia quando o marido caiu do telhado, onde estava trabalhando, e morreu. A esposa relata:

      “Em parte devido à necessidade financeira, tive que voltar logo ao trabalho. Dentro de duas semanas recomecei a entrega de pão, sozinha.

      “Mas, em certos sentidos isto foi uma bênção. A necessidade ensina muita coisa. Ajudou-me a retornar ao convívio com outros na comunidade, a ouvir seus problemas e a pensar em outros, ao invés de simplesmente ficar remoendo minhas próprias circunstâncias desanimadoras.

      “Ter que voltar tão cedo ao trabalho obrigou-me a aceitar as responsabilidades que eu sabia que teria de aceitar de qualquer jeito, no fim de contas.”

      Envolva-se com as Coisas da Vida

      Assim, chega um tempo em que a pessoa precisa aceitar realisticamente a situação e envolver-se no processo da vida. Conforme observou outra viúva:

      “Chega o tempo em que você compreende que está pensando demais a respeito da terrível perda que teve. Muitas de minhas lágrimas, pois, foram derramadas em autopiedade.

      “Comecei a entender que a minha aflição só teria fim caso me dedicasse a fazer alguma coisa cada dia. Assim, passei a elaborar planos, fazendo ocasionalmente alguma viagem e executando pequenas tarefas começadas que não haviam sido terminadas.

      “Pensar de modo positivo pode ajudar a sobrepujar a dor. Se não houver uma auto-análise a tristeza pode durar anos. Conheci viúvas que ainda choram todos os dias depois de cinco anos, provocando reais problemas emocionais e de saúde.”

      Isto traz à atenção um interessante relato mencionado na Bíblia. Envolvia o Rei Davi, do antigo Israel. Ele estava triste devido a um filho recém-nascido que agonizava. Enquanto o bebê ainda vivia, Davi sentia profunda tristeza. Mas, depois que o bebê morreu ele reassumiu rapidamente as suas responsabilidades, envolvendo-se com as coisas a fazer no dia-a-dia. Isto causou surpresa nos que o cercavam. Quando interrogado a respeito, disse: “Enquanto a criança ainda vivia, eu jejuei e pranteei. Pensei: ‘Quem sabe? O SENHOR talvez seja clemente comigo e permita que a criança viva.’ Mas agora que ela está morta, por que deveria eu jejuar? Posso recuperá-la?” — 2 Sam. 12:22, 23, New International Version (Nova Versão Internacional).

      Os sobreviventes não podem reviver os mortos. E, provavelmente, o desejo do falecido seria que você continuasse a levar uma vida significativa. Assim, não tente continuar a viver através da identidade de uma pessoa que não está mais ao seu lado. Desenvolva sua própria identidade e siga em frente com as coisas da vida, como fez o Rei Davi.

      Mudando as Coisas Que o Cercam

      Alguns que já passaram pela experiência de perder alguém da família descobriram ser útil deixar passar algum tempo antes de se livrarem das coisas ou de fazerem grandes mudanças. A questão que mais cedo ou mais tarde precisa ser encarada, porém, é a seguinte: Deveria livrar-se dos objetos pessoais que pertenciam ao falecido? Talvez queira fazer isto. Mas, por outro lado, algumas coisas talvez serão úteis no futuro, tais como as ferramentas do marido para consertos caseiros.

      Contudo, o que dizer caso os pertences pessoais guardados causem constante melancolia visto que são dolorosos lembretes da perda? Tentar preservar as coisas exatamente como eram antes ou tentar viver como se a pessoa amada ainda estivesse presente, não ajudará a sobrepujar a tristeza. Pelo contrário, isto poderá fazer do lar um museu de tristes recordações.

      Assim, após um período inicial de luto, é melhor verificar quais as coisas que precisam ser reajustadas a fim de enfrentar suas novas necessidades na vida, de modo que o passado não interfira indevidamente no presente.

      Casar de Novo

      No caso da perda dum cônjuge, o sobrevivente, com o tempo, talvez decida casar-se de novo. Mas, visto que não existem duas pessoas que desenvolvam exatamente os mesmos tipos de relacionamentos, pessoa alguma jamais substituirá exatamente a que morreu. Não faz sentido tentar achar alguém que o faça. Contudo, o novo parceiro poderá ser tão ímpar como o anterior, preenchendo muito bem a necessidade.

      Em muitos casos, um cônjuge talvez prefira não se casar de novo ou permanecer solteiro por um período mais longo de tempo. Tais pessoas talvez descubram rapidamente que têm maior habilidade para fazer as coisas do que imaginavam. A responsabilidade adicional de fazer mais na tarefa de criar os filhos, cozinhar ou executar outras tarefas que antes eram feitas por outra pessoa pode pôr em ação habilidades naturais não tão bem desenvolvidas antes. Até as crianças muitas vezes dão-se conta de que quando precisam se ajustar à perda dum genitor são capazes de fazer muito mais do que pensavam. Podem ajudar muito mais nas tarefas relacionadas com uma casa ou em cuidar dos membros menores da família.

      Ao passo que os amigos jamais podem substituir a pessoa amada perdida na morte, podem ser de grande ajuda e conforto. Talvez se ofereçam espontaneamente a ajudar a cuidar de muitas coisas. Se forem amigos de confiança, poderá até mesmo pedir que lhe ajudem. Naturalmente, não deveria ficar dependendo demais deles. Mas, um verdadeiro amigo, que esteja disposto a ouvir e a manter confidência e que aceite levar algumas de suas cargas por algum tempo e que o ajudará a fazer decisões sábias, é de grande valor em tempos de aflição.

      Assim, pensar em medidas práticas, tais como as consideradas, poderá contribuir muito para ajudar a pessoa a voltar a uma vida mais normal após a morte de um ente querido. Existe, ainda assim, outra ajuda poderosa. Foi esta que ajudou Anita Brown e sua família a enfrentarem seu desafio e a conservarem o otimismo quanto ao futuro.

  • A diferença que uma esperança certa faz
    Despertai! — 1981 | 8 de agosto
    • Parte 2

      A diferença que uma esperança certa faz

      ‘ISTO lhe teria causado espanto. A atitude dela era positiva e bem disposta até o último momento.’ Foi isto o que se falou a respeito de Anita Brown, quando morreu de câncer após ter dado à luz um menino.

      Um dos médicos que trabalham no hospital Esperanza (Califórnia, E.U.A.), o Dr. Ron Lapin, disse: “Aquela mulherzinha frágil de uns 36 quilos realmente me impressionou com a sua fé e com o que as Testemunhas de Jeová sustentam. Era uma verdadeira fonte de ânimo para toda a equipe do hospital — um pequeno dínamo.”

      Quando alguém está morrendo, de onde vem tal coragem e otimismo? Como isto está relacionado à fé de Anita, mencionada pelo médico?

      O assunto se torna mais claro pelo que disse uma enfermeira auxiliar, Cheryl Douglass. Mencionou que foi muito mais duro para ela enfrentar o choque da morte de Anita do que foi para a família de Anita. Por quê? Ela respondeu: “Eles se saíram muito melhor do que eu porque todos são Testemunhas de Jeová e eu não sou. A fé que eles têm está ajudando muito.”

      Esperança Sustentadora

      Mas, o que havia na fé de Anita e de sua família que tinha tal poder sustentador em tempo de necessidade? O caso foi que a fé deles incluía a esperança de algum dia viver numa nova ordem feita por Deus, na qual a doença, a tristeza, a dor e a própria morte não existirão mais. Naquela nova ordem, até mesmo os mortos viverão de novo por meio duma ressurreição!

      Estas são algumas das maravilhosas promessas que Deus fez registrar na sua Palavra inspirada, a Bíblia. Visto que as promessas do Criador jamais falham, a Bíblia declara simplesmente: “Há de haver uma ressurreição tanto de justos como de injustos.” (Atos 24:15) Anita sabia que a Bíblia assemelha a morte a um profundo sono temporário do qual seria acordada no tempo devido de Deus. — Ecl. 9:5; João 11:11-14.

      Quando Jesus Cristo esteve na terra falou a respeito da ressurreição. De fato, ele realmente a demonstrou por fazer reviver pessoas mortas! Por exemplo, quando ele ressuscitou o filho único de uma viúva, o relato bíblico diz que Jesus “o entregou à sua mãe”. (Lucas 7:11-17) Similarmente, Anita sabia que ela, algum dia, também teria a oportunidade de rever seu filho, o filho com o qual gastou apenas umas poucas horas preciosas antes de ela morrer.

      Em outra ocasião, Jesus ressuscitou uma mocinha. Um dos resultados foi que o pai e a mãe da menina e outros que lá se encontravam ‘ficaram fora de si com grande êxtase’. (Mar. 5:42) Do mesmo modo, será grande o êxtase quando as pessoas virem seus entes queridos saindo das sepulturas na nova ordem de Deus. — João 11:1-45.

      Naquela nova ordem, sob a direção de Deus, se desenvolverá uma nova sociedade humana que usufruirá a paz, o contentamento e a felicidade além de qualquer medida já experimentada por qualquer humano agora vivo. A promessa é: “Deus . . . enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores [desagradáveis] já passaram.” — Rev. 21:3, 4.

      É devido a que todas as atuais tristes condições serão removidas que a Palavra de Deus pode prometer: “Mas os próprios mansos possuirão a terra e deveras se deleitarão na abundância de paz.” E esta alegria não será apenas temporária, porque a Bíblia acrescenta: “Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre.” — Sal. 37:11, 29.

      Esta esperança certa de viver numa nova ordem aqui na terra, que inclui a esperança da ressurreição, é uma força poderosa que ajuda a sustentar aqueles que têm o correto tipo de fé em Deus. E são adicionalmente fortalecidos por saberem que esta nova ordem não está longe de se concretizar. Qual a base para se dizer isto? É que a profecia bíblica indica claramente que este atual sistema iníquo está em seus “últimos dias” e que no futuro imediato será aniquilado da existência por Deus. — 2 Tim. 3:1-5; Dan. 2:44.

      Assim, esta esperança possibilita às pessoas ter grande otimismo e força em época de tragédia. É por isso que a Bíblia diz: “Além disso, irmãos, não queremos que sejais ignorantes no que se refere aos que estão dormindo na morte, para que não estejais pesarosos como os demais que não têm esperança.” (1 Tes. 4:13) Assim, aqueles que têm esta esperança certa, embora certamente entristecidos pele morte, não se afligem excessivamente. Não perdem toda a alegria de viver. Sabem que a morte é um “sono” do qual a pessoa pode reviver para se beneficiar das promessas de Deus.

      Outra Poderosa Ajuda

      Em adição, aquele que tem verdadeira fé sabe que o Deus que vai restituir a vida é também capaz de agora mesmo suprir ajuda poderosa aos que recorrem a ele. Como? Por meio de Sua força ativa, seu espírito santo. Tal espírito santo é, sem sombra de dúvidas, a mais poderosa força no universo. — Gên. 1:2; Isa. 40:28, 29.

      A Bíblia declara que as pessoas sinceras podem “se ligar” a esta força em tempos de crise. Jesus disse, por exemplo, que Deus “dará espírito santo aos que lhe pedirem”. (Luc. 11:13) Este espírito capacita os sinceros adoradores de Deus a fazer coisas que os outros são incapazes de fazer. É por isso que aquilo que o espírito de Deus produz numa pessoa é chamado na Bíblia de “poder além do normal”. (2 Cor. 4:7) Este é o tipo de ajuda poderosa que ajudou Anita Brown e sua família. — 1 João 5:14.

      De modo que ter a pessoa a sólida esperança de uma nova ordem e da ressurreição faz uma grande diferença na maneira como enfrenta a morte. E a poderosa força ativa de Deus ajuda grandemente a sustentar os sobreviventes que perderam entes queridos. Estes apreciam e realmente já sentiram a verdade do conselho bíblico que diz: “Lança teu fardo sobre o próprio Jeová, e ele mesmo te susterá. Nunca permitirá que o justo seja abalado.” — Sal. 55:22.

      [Fotos na página 9]

      A leitura de relatos bíblicos que falam de Jesus reviver pessoas fortalece a nossa esperança na vindoura ressurreição, ajudando-nos a enfrentar a morte no presente.

  • Preparar a família para enfrentar a morte
    Despertai! — 1981 | 8 de agosto
    • Parte 3

      Preparar a família para enfrentar a morte

      ÀS VEZES, a pessoa, quer se trate de homem, quer de mulher, sabe que vai morrer em breve. O que pode ser feito para preparar os outros membros da família para enfrentarem tal situação?

      Muitos verificaram ser útil não encarar a morte como assunto tabu no lar, mesmo quando todos os membros da família estão com boa saúde. Especialmente isto é assim quando se tem o correto entendimento sobre o que é a morte e como será vencida.

      Assim, apropriado a cada ocasião, o assunto morte pode ser discutido quando há notícias de tragédias, ou quando morrem amigos ou parentes. Deste modo, os membros da família, especialmente os mais jovens, são ajudados a estar mais bem preparados para a possível morte daqueles a quem amam.

      Uma jornalista de Chicago, E.U.A., Jory Graham, que teve ela mesma de enfrentar o câncer, observou: “Quando uma família é capaz de falar abertamente a respeito da morte, acontece algo maravilhoso àquela família e eu tenho observado isto vez após vez. Quando são realmente comunicativos e preocupados, dando-se mutuamente apoio, edifica-se ali uma intimidade que não seria possível conseguir de outra maneira.”

      A Experiência de uma Família

      Isto é similar à experiência de uma família australiana, de cinco membros. A mãe, vítima de câncer, foi informada de que teria apenas poucos meses de vida. Naquele curto período antes de morrer ela ocupou-se em preparar sua família. Desejava preparar, em especial, sua filha mais velha, de 13 anos, para ajudar na criação de suas duas irmãs mais novas. E fez isto de modo muito realístico. A filha mais velha mais tarde falou sobre este assunto dizendo:

      “Lembro-me com gratidão que minha mãe nos informou ela mesma de que sua morte se aproximava e não dissimulava as coisas. Calmamente explicou as condições e então tomou medidas para enfrentar a situação.

      “Eu então preparava todas as refeições sob a supervisão dela, embora estivesse acamada. Juntas escrevemos as receitas básicas. Ela em seguida me ensinou a usar a máquina de costura de modo mais eficiente, pois sabia que eu me encarregaria da maior parte dos serviços de costura da família. Elaboramos uma tabela de limpeza da casa, repartimos os deveres, consideramos os primeiros socorros básicos e a necessidade de estar atentas a fatores de segurança básicos em casa. O fato de que meu pai tinha confiança em que eu seria capaz de dar conta do recado foi um grande incentivo para que eu tentasse dar o meu melhor.

      “Dezesseis anos depois da morte de minha mãe recebi a seguinte carta de uma de minhas irmãs mais jovens que é casada e tem três filhos. Ela diz: ‘É muito bom ter duas irmãs maravilhosas como você e Bev. Não existe substituto para irmãs que nos amam e nos compreendem e que são leais. Muito obrigada por ser a pessoa que você é. Eu acho que nunca disse isso antes e lamento caso não o tenha feito, mas obrigada por ter dado o seu melhor em criar Bev e a mim e por tomar o lugar da mamãe. Compreendo agora que isto exigiu de sua parte muito amor, esforço e abnegação. Muitas vezes pensei a respeito daqueles anos e tenho orado para que você seja abençoada. Eu sei que você tem sido.’”

      Confie na Promessa de Deus

      A filha mais velha continua sua narrativa: “Minha mãe nunca cedeu ao sentimentalismo, mas nos mostrou pelo exemplo que tinha completa confiança e fé na promessa bíblica da ressurreição.”

      “Após a sua morte, meu pai entregou a cada uma de nós uma carta dela. Parte da minha dizia: ‘Lynette, minha querida, eu quis escrever algo para lhe agradecer por ter sido essa filha meiga e amorosa que você é para mim. Não ter mãe vai ser duro para você, querida, mas outros a ajudarão e seu paizinho vai cuidar muito bem de você. Ajude suas irmãzinhas — eu sei que você o fará — à medida que recorrerem mais e mais a você. Desejo dizer-lhe obrigada, meu amor, por tudo o que fez por mim e por ser uma menininha tão amável e obediente, nunca me ‘dando qualquer preocupação. Oro para que Jeová se lembre de mim e que todos nos reencontremos no Novo Mundo. Muito amor de sua mamãe que a ama.’”

      Como foi no caso de Anita Brown, esta mãe não deixou o mundo às cegas, perguntando-se a respeito de seu futuro. Estava confiante em que haveria vida de novo na nova ordem de Deus. E por tomar medidas práticas ela ajudou a preparar seus entes queridos a encararem sua morte com mais facilidade.

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