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  • Sacerdotes dizem o que está errado com o celibato
    A Sentinela — 1971 | 1.° de janeiro
    • Assim, a Igreja Católica, disse Riga, “não está perdendo seus filhos piores, mas os seus melhores”.

      O superior duma comunidade de sacerdotes da costa oriental dos Estados Unidos lamentou os efeitos desta partida em massa. Ele disse: “Acho também que as personalidades pervertidas no sacerdócio se destacarão de modo mais claro nas fileiras minguantes, . . . Eu sou um dos muitos que não esperam terminar a vida no meio de personalidades deturpadas.”

      Pode culpar os sacerdotes por desistirem? Quando uma organização religiosa se apega a práticas não-bíblicas, não deve qualquer pessoa temente a Deus querer abandonar aquela organização? Muitos o fazem agora.

  • Juízes e conselheiros da sociedade duma nova ordem
    A Sentinela — 1971 | 1.° de janeiro
    • Juízes e conselheiros da sociedade duma nova ordem

      “Vou novamente trazer de volta juízes para ti, como no princípio, e conselheiros para ti, como no início. Depois serás chamada Cidade de Justiça, Vila Fiel.” — Isa. 1:26.

      1. Qual era a situação em Israel no tempo de Isaías, e a que levou ela? Quando se lhes restabeleceram os juízes?

      QUANDO Deus falou as palavras acima citadas por meio do profeta Isaías à nação de Israel, no oitavo século A. E. C., esta era uma nação que vivia sob a lei Dele, mas era difícil conseguir justiça, e a injustiça prevalecia desenfreadamente no país. (Isa. 1:23) Isto resultou por fim num colapso tão grande, que Deus permitiu que o reino das dez tribos de Israel fosse ao cativeiro dos assírios. Mais tarde, o reino meridional de Judá e Benjamim foi levado ao exílio pelo Rei Nabucodonosor de Babilônia. Deus restabeleceu seu povo em 537 A. E. C., após o decreto de Ciro, rei da Pérsia e conquistador de Babilônia, libertando os judeus. Mas a nação piorou outra vez, seus juízes tornando-se corrutos. — Mat. 23:23; Luc. 20:47.

      2. Como restabeleceu Deus juízes justos no sentido mais pleno e mais importante?

      2 Num sentido mais pleno e mais importante, Deus cumpriu a sua promessa, de restabelecer juízes justos e causar verdadeira aderência às suas leis justas, com o estabelecimento da congregação cristã. No primeiro século E. C., durante a vida dos doze apóstolos, fez-se que a lei de Deus se destacasse na sua plena clareza e pureza. Os designados como superintendentes da congregação cristã eram homens justos, dirigidos pelo espírito santo de Deus. O próprio Jesus Cristo designou todos os juízes primários entre eles, a saber, os apóstolos fiéis. (Mar. 3:14; Atos 9:15) Estes juízes e conselheiros dirigiam a congregação de modo próspero e bem sucedido. Por exemplo, lemos em Atos 16:4, 5: “Ora, enquanto viajavam através das cidades, entregavam aos que estavam ali, para a sua observância, os decretos decididos pelos apóstolos e homens mais maduros, que estavam em Jerusalém. Portanto, as congregações continuavam deveras a ser firmadas na fé e a aumentar em número, dia a dia.”

      “DÁDIVAS EM HOMENS”

      3. O que fizeram as “dádivas em homens” para a congregação?

      3 Deus selecionou também homens adicionais como “dádivas” para a congregação e deu-lhes capacidades especiais, para que a organização jovem ficasse firmemente estabelecida. Neste sentido está escrito em Efésios 4:8, 11, 12: “Por isso ele diz: ‘Quando ele ascendeu ao alto, levou consigo cativos; deu dádivas em homens.’ E ele deu alguns como apóstolos, alguns como profetas, alguns como evangelizadores, alguns como pastores e instrutores, visando o treinamento dos santos para a obra ministerial, para a edificação do corpo do Cristo.” Os apóstolos de Cristo, sob a direção do espírito santo, designaram outros homens, tais como Timóteo e Tito, homens de zelo e lealdade, que haviam de ser juízes e conselheiros para cuidar de que se mantivesse a justiça dentro da congregação. (1 Tim. 1:3, 4; cap. 5; Tito 1:5-13) Além disso, os apóstolos e outros homens maduros deram muitos conselhos por escrito. Com a adição destes escritos às Escrituras Hebraicas, pode-se dizer que “toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça, a fim de que o homem de Deus seja plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra.” — 2 Tim. 3:16, 17.

      BALUARTE CONTRA A APOSTASIA

      4. Por quanto tempo usufruiu a congregação juízes e conselheiros justos?

      4 Enquanto os apóstolos viviam, e até certo ponto durante a vida dos fiéis designados, que talvez sobrevivessem aos apóstolos, a congregação prosseguia servindo a Deus fielmente. Houve tentativas da parte de alguns para introduzir a injustiça e a perversão do juízo, mas a forte autoridade dos apóstolos os refreou. (2 Tes. 2:7, 8) Por exemplo, podemos indicar a ação dos apóstolos em julgar e corrigir prontamente os assuntos.

      5-7. Dê alguns exemplos da ação dos juízes e conselheiros justos para manter a congregação limpa perante Deus.

      5 Quando Ananias e Safira conspiraram no seu coração mentir a Deus, introduzindo a hipocrisia na congregação, Pedro, orientado pelo espírito de Deus, percebeu a sua hipocrisia e expressou um julgamento, que foi realmente o próprio julgamento de Deus contra eles. — Atos 5:1-11; Mat. 18:18.

      6 Novamente, fez-se uma tentativa para profanar a congregação por introduzir nela flagrante imoralidade. Isto aconteceu na congregação em Corinto. Os encarregados da congregação coríntia eram apáticos para com a infiltração insidiosa, mas o apóstolo Paulo agiu para eliminar a coisa nociva e cancerosa entre eles. Paulo escreveu em 1 Coríntios 5:1-5, 13: “Realmente, relata-se entre vós fornicação, e fornicação tal como nem há entre as nações, que certo homem tenha por esposa a de seu pai. E estais vós enfunados, e nem ao menos pranteastes, a fim de que o homem que cometeu esta ação fosse tirado do vosso meio? Eu, da minha parte, embora ausente em corpo, mas presente em espírito, certamente, como se estivesse presente, já tenho julgado o homem que agiu de tal modo, para que, em nome de nosso Senhor Jesus, quando estiverdes ajuntados, também o meu espírito com o poder de nosso Senhor Jesus, entregueis tal homem a Satanás, para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no dia do senhor. . . . ‘Removei o homem iníquo de entre vós.’” Outros fizeram esforços para introduzir doutrina falsa e um espírito errado na mesma congregação, sendo que tais homens afirmavam ser apóstolos. Começaram a reger altivamente sobre os seus irmãos cristãos, e a promover seitas, por meio de adulação e seguir homens. — 1 Cor. 1:10-13; 4:8; 2 Cor. 11:19, 20.

      7 Havia outras injustiças e desvios da lei de Cristo, naquela congregação, mas as cartas de Paulo evidentemente corrigiram a maior parte deles. A sua segunda carta a eles dá a entender isso. Elogia-os pela tristeza piedosa que expressaram por causa da imoralidade existente, e pelo seu arrependimento e pela ação enérgica em eliminá-la. Falou bem de seu espírito melhorado e depois deu conselho adicional a respeito dos falsos apóstolos. (2 Cor. 7:9-11; 11:12-15) Cartas poderosas tais como estas dos apóstolos tinham o efeito de proteger as congregações e de harmonizá-las novamente com a lei do Cristo. Salientando isto, Paulo escreveu em 2 Coríntios 10:5, 6: “Pois estamos demolindo raciocínios e toda coisa altiva levantada contra o conhecimento de Deus; e trazemos todo pensamento ao cativeiro, para fazê-lo obediente ao Cristo; e mantemo-nos em prontidão, para infligir punição por toda desobediência, assim que a vossa obediência tiver sido executada.”

      8, 9. Quais eram algumas das violações da lei de Deus que Paulo, Judas, Tiago e Jesus corrigiram para impedir que o Diabo derrubasse a congregação cristã?

      8 Outras violações da lei e do espírito de Cristo que os apóstolos tiveram de corrigir foram: equívocos sobre a ressurreição, alguns ensinando que ela já havia ocorrido, uma espécie de “ressurreição espiritual” dos que viviam, em vez de uma ressurreição dos mortos. (2 Tim. 2:18) Outros diziam diretamente que não havia ressurreição. Assim como Paulo escreveu, em 1 Coríntios 15:12, 35, 36: “Ora, se se prega Cristo, que ele tem sido levantado dentre os mortos, como é que alguns entre vós dizem que não há ressurreição dos mortos? Não obstante, alguém dirá: ‘Como hão de ser levantados os mortos? Sim, com que sorte de corpo hão de vir?’ Ó desarrazoado! Aquilo que semeias não é vivificado a menos que primeiro morra.” Certos judaizantes, chamando-se cristãos, estavam procurando levar os cristãos de volta a escravidão ao pecado, por se confiar nas obras da lei mosaica. Isto ocorria não porque amavam a Deus e o seu povo, mas porque temiam a perseguição da parte dos judeus. A carta de Paulo aos gálatas agiu para corrigir este ensino falso. — Gál. 5:2-4; 6:12, 13.

      9 A carta de Judas, que não era apóstolo, mas sim meio-irmão de Jesus Cristo, repreendia poderosamente a imoralidade, com a qual alguns tentavam introduzir-se na congregação, procurando corrompê-la. Lemos em Judas 4: “A minha razão é que se introduziram sorrateiramente certos homens que há muito têm sido designados pelas Escrituras para este julgamento, homens ímpios, que transformam a benignidade imerecida de nosso Deus numa desculpa para conduta desenfreada e que se mostram falsos para com o nosso único Dono e Senhor, Jesus Cristo.” Tiago, outro meio-irmão de Jesus, escreveu em condenação do favoritismo, dizendo: “Tendes distinções de classes entre vós e . . . vos tendes tornado juízes, fazendo decisões iníquas.” (Tia. 2:1-4) Anos depois, pouco antes da morte do apóstolo João, estas coisas más estavam surgindo na congregação; a mensagem de Jesus às sete congregações foi uma forte repreensão, registrada em Revelação 2:6, 14, 15, 20. O Diabo lutou arduamente para derrubar a primitiva congregação logo no início. Enquanto os apóstolos viviam como juízes e conselheiros, a congregação era mantida limpa e a apostasia não podia firmar-se. Mas depois da morte dos apóstolos, ela ocorreu. (2 Tes. 2:6-8) Conforme Paulo disse em Atos 20:29, 30: “Sei que depois de eu ter ido embora entrarão no meio de vós lobos opressivos e eles não tratarão o rebanho com ternura, e dentre vós mesmos surgirão homens e falarão coisas deturpadas, para atrair a si os discípulos.”

      JUÍZES E CONSELHEIROS ATUALMENTE

      10. Como se pode dizer que chegou o cumprimento final da profecia de Isaías?

      10 E agora chegou o cumprimento final e grandioso da profecia de Isaías! A organização de Jeová está novamente estabelecida em plena base teocrática, pois as mais de 25.000 congregações das testemunhas de Jeová em todo o mundo estão em plena união e seguem a mesma lei em toda congregação. Esta lei temos nas instruções e nos conselhos de Jesus e dos seus apóstolos e discípulos. A organização é apostólica, quer dizer, funciona como fez sob a supervisão direta dos apóstolos. Homens maduros e fiéis são designados como superintendentes e servos ministeriais para dirigir a congregação e cuidar das violações da lei de Deus.

      11. Em que sentido constitui hoje a congregação de Deus um baluarte da adoração verdadeira, e o que provê para os que vêem o fracasso deste mundo?

      11 Hoje em dia, a congregação cristã pode ser mantida limpa, pode continuar no favor de Deus e preservar a união na realização da obra. A congregação mundial do povo de Deus, atualmente, constitui um baluarte da adoração verdadeira. (1 Tim. 3:15) Todos os que vêem o fracasso deste mundo e reconhecem as suas injustiças podem assim vir a um lugar em que se pratica a justiça e podem aguardar o tempo já muito próximo em que a lei de Deus vigorará em toda a terra, aplicando a justiça e o juízo para com todos, nunca mais permitindo que a rebelião cause um colapso. Predizendo isso, Isaías 60:17, 18 diz: “Em lugar de cobre trarei ouro, e em lugar de ferro trarei prata, e em lugar de madeira, cobre, e em lugar de pedras, ferro; e eu vou designar a paz como teus superintendentes e a justiça como teus feitores. Não mais se ouvirá de violência na tua terra, de assolação ou de desmoronamento dentro dos teus termos. E certamente chamarás as tuas próprias muralhas de Salvação e os teus portões de Louvor.”

      12. Como são governadas hoje as congregações do povo de Deus?

      12 Nestes “últimos dias”, quando a congregação cristã atinge a plena madureza, os interesses terrestres do Reino foram confiados ao “escravo fiel e discreto”, à classe ‘serva’ de Deus, composta dos membros remanescentes dos irmãos de Cristo, gerados pelo espírito, ainda na terra. (Mat. 24:45-47) Apegando-se à lei de Cristo, conforme apresentada na Bíblia, dirigem as congregações das testemunhas de Jeová em toda a terra. Por meio deles, o espírito santo tem designado homens nas congregações, segundo os requisitos bíblicos, para cuidarem dos assuntos que possam surgir com respeito à violação da lei de Deus. Por isso disse Paulo em Atos 20:28: “Prestai atenção a vós mesmos e a todo o rebanho, entre o qual o espírito santo vos designou superintendentes para pastorear a congregação de Deus, que ele comprou com o sangue do seu próprio Filho.”

      13. Que arranjo há para se cuidar das violações sérias da lei de Deus?

      13 Usualmente são três homens maduros que consideram tal caso, a saber, o servo ou superintendente da congregação, o servo ajudante de congregação e o servo de estudos bíblicos. Estes precisam ser homens que se provaram fiéis e que amam a justiça e a misericórdia. (1 Tim. 3:1-10) Os casos de transgressões sérias, que afetam a congregação e a sua posição perante Deus, bem como aquilo que traz vitupério sobre a congregação, são tratados por estes três homens designados, conhecidos como “comissão de serviço da congregação”. Estes homens agem para salvaguardar a pureza doutrinal e moral da congregação. — 1 Tim. 4:11-16; 5:19-21; 6:3-5, 13, 14, 20; Tito 3:9-11.

      14. (a) Qual era o arranjo para se lidar com disputas na primitiva congregação cristã? (b) Por que não devem os cristãos instaurar processos uns contra os outros nos tribunais do mundo?

      14 Na primitiva congregação cristã não havia classe privilegiada. (Mat. 23:8; Rom. 12:10) Cada um tinha a mesma oportunidade e os mesmos direitos perante os superintendentes designados espiritualmente. (Pro. 28:21; 1 Tim. 5:21) Quando havia alguma dificuldade entre os membros da congregação, estes podiam levar a disputa perante tais homens e obter um julgamento justo baseado na lei de Deus. O apóstolo Paulo aconselhou que não havia necessidade de os cristãos levarem uns aos outros perante os tribunais do mundo; que deviam levar as suas disputas perante a congregação. Isto era razoável, porque, no tempo devido de Deus, os que ele havia escolhido para serem co-herdeiros de Cristo, nos céus, julgarão o mundo, sim, até mesmo os anjos. Portanto, significava realmente desconsiderar o arranjo teocrático e causar uma derrota para si mesmos, como congregação cristã, instaurar processos uns contra os outros nos tribunais do mundo. Era um vitupério, uma derrota para eles. Como podiam afirmar representar a Deus, o Juiz de tudo, e o seu Filho Jesus Cristo, sim, como podiam incentivar os outros a abandonar o mundo e se juntar a eles, se eles mesmos não podiam tratar das suas próprias diferenças? — 1 Cor. 6:1-8.

      UM CASO COMO ILUSTRAÇÃO

      15. (a) Quais são os dois objetivos primários da comissão em tratar dos casos de transgressão? (b) No caso dado como ilustração, qual é a situação?

      15 Para ilustrar como a congregação expressa hoje julgamento contra a transgressão, apresentamos um relatório abreviado dum caso imaginário surgido em certa congregação. Observará que o procedimento é simples, sem complicações e informal. Os objetivos são: (1) Manter a congregação pura aos olhos de Jeová e livre de vitupério; (2) ajudar o ofensor, se possível. Todos os envolvidos são sempre tratados com bondade. A situação envolve um rapaz adolescente, dedicado, cujos pais são testemunhas de Jeová. Ele tem agido contrário ao conselho dos pais e se envolveu na má companhia de alguns rapazes da vizinhança, o que por fim levou a furtos. Os pais, ao descobrirem isso, sabem que afeta a reputação da congregação na comunidade, não só porque os pais são testemunhas de Jeová, mas também porque o filho é membro dedicado da congregação. Trazem o caso à atenção dos membros responsáveis da congregação, para ser corrigido, para que se possa retirar o vitupério sobre a congregação.

      16. (a) Qual é a atitude do rapaz perante a comissão (b) Como maneja a comissão a audiência?

      16 O rapaz, cujo furto foi descoberto pelos seus pais, tentou encobrir o assunto. Mas, perante a comissão da congregação, ele compreende a seriedade do mal que fez e o confessa, apresentando evidência do espírito de arrependimento e do seu desejo de fazer o que é direito. Toda a evidência, as circunstâncias e os fatores do caso ficam claramente expostos. Ouvem-se as expressões dos pais, da parte prejudicada e especialmente do rapaz. Ele furtou dinheiro do lar de um dos membros da congregação para ir com seus amigos mundanos a um bar e a um salão de bailes. Aquele de quem furtou está disposto a perdoar ao rapaz por causa do arrependimento evidente. A comissão se retira então e considera a aplicação da lei de Deus aos fatos do caso, falando depois outra vez com a família. Ouvimos o superintendente da congregação, o irmão Cristão, dirigir-se ao rapaz, a quem chamaremos de João Errante. (Os textos citados mostram os princípios envolvidos.)

      17. Como lança o servo de congregação, o irmão Cristão, a base para expressar a decisão da comissão?

      17 Cristão: “João, a comissão considerou a evidência neste caso e todas as circunstâncias e fatores ligados com ele. Agora, conforme bem sabe, a prática daquilo de

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