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O caminho para o restabelecimento aberto por DeusA Sentinela — 1981 | 15 de junho
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O caminho para o restabelecimento aberto por Deus
“Rapidamente surgiria para ti o restabelecimento.” — Isa. 58:8.
Antes de considerar os próximos três artigos, o leitor fará bem em primeiro familiarizar-se com a matéria em que se baseiam estes artigos, a saber, os capítulos 58 e 59 da profecia de Isaías.
1. Por que precisa a humanidade ser restabelecida no seu estado geral de saúde?
PRECISA toda a humanidade ser restabelecida e curada? Aqueles que se mantêm informados através dos veículos modernos da divulgação de informações, de toda a parte, dificilmente hesitarão em dizer que sim! A questão é: Dentre nós, humanos, quem é que pode trazer o muito necessitado restabelecimento? Pessoas humanitárias, esperançosas, continuam a tentar, mas todos os seus esforços sinceros têm falhado em impedir a piora da condição da saúde da humanidade, em sentido social, moral, econômico e doméstico. O clamor de queixa da humanidade padecente aumenta cada vez mais!
2, 3. (a) Quem tem maior motivo para se queixar de quanto a humanidade decaiu do que a própria raça humana? (b) Como é o estado decaído da humanidade descrito em Romanos 3:9-18?
2 Se nós, criaturas comuns, achamos bastantes motivos para queixa, quanto mais os deve achar o Criador sobre-humano do universo! Ele certamente não depreciou sua capacidade criativa, nem deu início à sua criação humana numa calamidade tal como nos encontramos hoje. Declarou francamente que tudo isso foi causado pela entrada do pecado. Há dezenove séculos, ele salientou quanto a humanidade havia decaído da perfeição original, por inspirar um dos escritores dos livros da Bíblia a registrar as seguintes palavras de explicação:
3 “O que então? Estamos em melhor situação? Absolutamente não! Pois já fizemos antes a acusação de que tanto os judeus como os gregos estão todos debaixo de pecado; assim como está escrito: ‘Não há um justo, nem sequer um só; não há ninguém que tenha perspicácia, não há ninguém que busque a Deus. Todos se apartaram, todos eles juntos se tornaram inúteis; não há ninguém que faça benignidade, não há nem sequer um só.’ ‘Sua garganta é um sepulcro aberto, com as suas línguas usaram de fraude.’ ‘Veneno de áspides está atrás dos seus lábios.’ ‘E a sua boca está cheia de maldição e expressão amarga.’ ‘Seus pés são velozes para derramar sangue.’ ‘Ruína e miséria estão nos seus caminhos, e não conheceram o caminho da paz.’ ‘Não há temor de Deus diante dos seus olhos.’” — Rom. 3:9-18.
4. (a) Com estas palavras, o que estava Paulo citando? (b) Então, o que encontramos quanto à situação atual, 19 séculos mais tarde?
4 Na parte acima citada de sua carta, escrita à congregação cristã na antiga Roma, o apóstolo Paulo fez citações das Escrituras Hebraicas, todas escritas sob inspiração mais de 450 anos antes de ele escrever a sua carta por volta do ano 56 E.C. Por exemplo, Paulo citou Isaías 59:7-20. Isto indica que a situação já estava bastante ruim lá nos seus dias, não só com respeito à humanidade em geral, mas especialmente com respeito àqueles que afirmavam ser o povo de Jeová Deus, a saber, os judeus ou israelitas. Pois bem, hoje, mais de 19 séculos depois de Paulo ter escrito essas coisas à congregação cristã na capital imperial de Roma, o que deveríamos esperar quanto à condição moral e religiosa do mundo, sem omitir a parte que se chama cristandade? O que nos revelam sobre isso inúmeros jornais e revistas em linguagem franca e bastante chocante, sim, é aterrorizante.
5, 6. (a) Em harmonia com a origem do nome da cristandade, como deveriam comportar-se as nações que constituem o domínio dela? (b) Quando lemos as profecias de Isaías dirigidas a Israel, que aplicação maior delas devemos ter em mente?
5 Segundo a origem de seu nome, a cristandade deveria imitar a Cristo Jesus e viver segundo os ensinos dele. As nações que constituem a cristandade deviam saber como fazer isso. Nessas nações chamadas cristãs, Bíblias e especialmente exemplares do “Novo Testamento” circulam às centenas de milhões de exemplares, em todos os idiomas conhecidos de seu domínio. A maioria de seus habitantes sabe ler essas Escrituras inspiradas para aprender a ser cristãos. Visto que a cristandade se identifica com Cristo e afirma ser a congregação dele, seu fracasso em seguir o exemplo de Cristo marca-a como hipócrita. Sua condição social, moral e religiosa é como a do antigo “povo escolhido” de Jeová Deus, nos dias do profeta Isaías, 800 anos antes de o cristianismo surgir no cenário terrestre.
6 Realmente, o estado lastimável da cristandade é paralelo ao de Israel nos dias de Isaías, porque ela afirma ter substituído Israel como povo escolhido de Deus. Portanto, ao lermos certos capítulos da profecia de Isaías, podemos ter em mente sua aplicação maior à cristandade. Será que o Deus de Isaías encarou o Israel do tempo do profeta como sendo hipócrita e como precisando de restabelecimento espiritual? Deixemos que Jeová Deus diga o que descobriu!
Descobertas Divinas Sobre a Hipocrisia Religiosa
7. Segundo Isaías 58:1, que descoberta de Jeová devia o profeta proclamar ao seu povo escolhido?
7 A ordem de Deus para Isaías era: “Clama à plena garganta; não te refreies. Eleva a tua voz qual buzina e informa meu povo sobre a sua revolta e a casa de Jacó sobre os seus pecados.” — Isa. 58:1.
8. Com que audibilidade devia ser feita por Isaías a proclamação das descobertas de Jeová, e por que deve ele ter sentido o impulso de profetizar?
8 Segundo esta ordem, Jeová Deus havia descoberto que Israel era culpado de “revolta” ou rebeldia, e de outros “pecados” não especificados. Ele usou Isaías como seu porta-voz para anunciar o que Ele havia descoberto, e mandou-se que esse profeta bradasse as acusações de Deus tão alto como uma “buzina” ou trombeta. Quando se lhe mandou: “Não te refreies”, Isaías pode ter-se sentido como Amós, quando este profeta anterior disse: “Há um leão que bramiu! Quem não terá medo? O próprio Soberano Senhor Jeová falou! Quem não profetizará?” — Amós 3:8.
9. Até que ponto deve hoje ser proclamada a mensagem dura de Jeová, e o que deverá ela ajudar os ouvintes a fazer?
9 Os do povo dedicado e batizado do Soberano Senhor Jeová devem hoje sentir o mesmo. Devem sentir-se induzidos a tomar esta mensagem divina para hoje e divulgá-la com grande volume sobre uma vasta região. Como Testemunhas de Jeová, que proclamem que há uma rebelião mundial contra o Soberano Senhor do universo, o qual requer que seu povo lhe seja leal e evite pecados mundanos. Isto explica por que esta mensagem dura está sendo proclamada em toda a terra. Os ouvintes que a acatam podem ser ajudados a obter o restabelecimento.
10, 11. Ao mesmo tempo em que os israelitas ostentavam seu deleite em Jeová por jejuarem e por atribularem a si mesmos, o que mais faziam sem autodomínio?
10 Naquilo que se mandou que Isaías proclamasse em voz alta à “casa de Jacó”, ele expôs a hipocrisia dela por dizer:
11 “No entanto, dia após dia fui eu a quem buscavam, e era no conhecimento dos meus caminhos que expressavam seu agrado, qual nação que praticava a própria justiça e que não abandonava o próprio juízo de seu Deus, visto que me pediam julgamentos justos, chegando-se ao Deus em quem se agradavam [dizendo]: ‘Por que razão jejuamos e tu não o viste, e atribulamos a nossa alma e tu não o notavas?’ Deveras, vós vos agradastes do próprio dia de vosso jejum, quando havia todos os vossos labutadores que vós impelíeis a trabalhar. Deveras, jejuáveis para altercação e para rixa, e para socar com o punho da iniqüidade.
12. Seria o dia de jejum aceitável para Jeová um tempo de ostentação de piedade e de atribulação infligida a si mesmo?
12 “Não continuastes a jejuar como no dia para se fazer ouvir a vossa voz na altura? Acaso deve o jejum que eu escolho tornar-se assim, como um dia em que o homem terreno atribula a sua alma? Para encurvar a sua cabeça como o junco e para que estenda apenas serapilheira e cinzas como o seu leito? É isto o que chamais de jejum e de dia aceitável para Jeová?” — Isa. 58:2-5.
13. O que disse Jesus no seu Sermão do Monte, sem ser hipócrita, sobre o jejum por parte do povo de Deus?
13 De fato, Jesus Cristo, depois de ser ungido com o espírito de Jeová, jejuou por 40 dias, mas fez isso sem ser observado por homens, e no ermo da Judéia. E por isso, mais tarde, no seu Sermão do Monte, ele podia dizer sem hipocrisia: “Quando jejuares, parai de ficar com o rosto triste, como os hipócritas, pois desfiguram os seus rostos para que pareça aos homens que estão jejuando. Deveras, eu vos digo: Eles já têm plenamente a sua recompensa. Mas tu, quando jejuares, unta a tua cabeça e lava o rosto, para que não pareça aos homens que estás jejuando, mas ao teu Pai, que está em secreto; então o teu Pai, que olha em secreto, te recompensará.” — Mat. 6:16-18.
14. (a) Na cristandade, que espécie de arranjo são os jejuns religiosos, e por quê? (b) No antigo Israel, os jejuns formais e afligir a si mesmo não podiam servir de disfarce para quê?
14 Não se impuseram dias de jejum aos discípulos de Cristo; o jejum é voluntário, opcional. A cristandade tem seus jejuns obrigatórios, mas trata-se de arranjos feitos por homens. Nos dias do profeta Isaías, se os jejuns escolhidos pela própria “casa de Jacó” tivessem contido a idéia e a motivação certas, não haveria objeção a eles. Mas, lembremo-nos do que estava acontecendo na “casa de Jacó” enquanto havia jejum, ou antes e depois dos dias de jejum, as altercações, as rixas, as invectivas lançadas uns contra os outros com voz berrante, e socar os outros com “o punho da iniqüidade”. Jejuar formalmente e afligir a si mesmo nunca poderia servir de disfarce para toda esta maldade, perante os olhos penetrantes de Jeová Deus. Não era de admirar que não parecia ver ou notar os jejuns deles!
15. (a) Em Israel, a ostentação de piedade e a abstinência imposta a si mesmo eram anuladas por causa de que tratamento imposto à classe trabalhadora? (b) O caso de quem é similar hoje, e por que é impróprio?
15 Os judeus formalísticos, para fazerem ostentação de piedade, deixavam a cabeça cair como a espiga dum junco, ou estendiam debaixo de si serapilheira e cinzas, como que em profundo luto. Mas, essas demonstrações não eram indícios sinceros de arrependimento de coração pelos seus pecados e por sua revolta ou rebeldia contra Deus, nem por sua desordem e suas irregularidades. Se o seu jejum era do tipo certo, a abstinência de coisas comumente legítimas, então por que, ao mesmo tempo, impeliam impiedosamente seus “labutadores”, seus próprios irmãos, a trabalharem, impondo-lhes assim uma aflição opressiva? A abstinência formal em dias de jejum, por parte dos patrões que agiam como capatazes de escravos para com os que trabalhavam para eles, era realmente hipocrisia. Não granjeava o favor ou a aprovação de Deus, nem lhe dava prazer. O mesmo se dá hoje com a cristandade, observadora de jejuns, porque afirma adorar o próprio Deus que inspirou Isaías a tornar públicos a revolta e os pecados do povo escolhido de Deus.
16. Que medidas de alívio, se fossem tomadas pelos israelitas, impressionariam mais favoravelmente a Deus do que seus jejuns formais?
16 Que espécie de jejum, que tipo de abstinência, é aceitável para o Deus de Isaías, o Deus a quem a cristandade faz ostentação de adorar? Podemos ler as palavras de Jeová registradas por Isaías, a fim de saber. Ele diz em benefício dos que sentem a necessidade dum restabelecimento espiritual ou que querem melhorar sua relação com o Deus da Bíblia Sagrada: “Não é este o jejum que escolhi? Soltar os grilhões da iniqüidade, desatar as brochas da canga e deixar ir livres os esmagados, e que rompais toda canga? Não é partilhares o teu pão ao faminto e introduzires na tua casa pessoas atribuladas, sem lar? Que, caso vires alguém nu, tu o tenhas de cobrir, e que não te ocultes da tua própria carne?” — Isa. 58:6, 7.
17. Essas palavras de Isaías 58:6, 7, indicam que em Israel estava ocorrendo o quê? Portanto, de que precisavam restabelecer-se?
17 Estas palavras descritivas revelam de modo indireto que os israelitas estavam sendo agrilhoados injustamente, de maneira iníqua. Outros eram obrigados a levar uma canga como se fossem animais de carga. Mais outros estavam sendo esmagados pelo montão de trabalho que se lhes impunha. Deixava-se que israelitas desafortunados passassem fome ou sem o devido abrigo. Os que tinham os meios de dar alívio faziam de conta que não sabiam da situação lastimável de seus companheiros israelitas. Era verdade que cumpriam minuciosamente com as formalidades do jejum nacional, mas não tinham bastante amor fraternal para tirar as injustiças e as opressões de cima de sua própria carne e sangue. A mera observância de jejuns não eliminava tais práticas impiedosas, nem acatava o mandamento de Deus: “Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou Jeová.” (Lev. 19:18) Mais do que outra coisa, esses israelitas precisavam ser restabelecidos dum padecimento espiritual que traria a morte certa à sua relação com Deus!
18. Por que não é exagero dizer que o padecimento religioso de Israel, se fosse deixado sem controle, significaria a morte da sua relação com Jeová?
18 Isto não é exagero, porque, no século depois da profecia de Isaías, a nação de Israel perdeu sua pátria e foi como que enterrada, fora da vista, em Babilônia, de 607 a 537 A.E.C. (Eze. 37:1-11) Embora reintegrada no seu próprio território, pela benignidade imerecida de Jeová, a nação perdeu sua relação pactuada com Jeová Deus 569 anos mais tarde, no ano 33 E.C. Em 70 E.C., os romanos, sob o General Tito, destruíram a Jerusalém rebelde, e o povo judaico foi espalhado pelo mundo afora, como alvo de vitupério. Tudo isso representa um aviso para a mortalmente doente cristandade.
Os Que Tomaram o Caminho Para o Restabelecimento
19. Tinha o próprio Isaías o padecimento espiritual de seus companheiros israelitas? E o que indicam as palavras dele citadas no livro de Hebreus?
19 Que ninguém imagine que o profeta Isaías ficou espiritualmente doente com a hipocrisia religiosa que afligia a sua nação. O homem a quem Jeová Deus usaria para expor tal hipocrisia precisava ter uma relação sadia com Ele. Isaías indicou a sua própria saúde espiritual e a de sua família quando disse: “Eis que eu e os filhos que Jeová me deu somos como sinais e como milagres em Israel, da parte de Jeová dos exércitos, que reside no monte Sião.” (Isa. 8:18) O apóstolo cristão Paulo citou isto na sua carta aos hebreus, e o aplicou a Jesus Cristo e seus discípulos ungidos, gerados pelo espírito, nas seguintes palavras: “Dizendo: ‘Declararei o teu nome a meus irmãos; no meio da congregação louvar-te-ei com cântico.’ E, novamente: ‘Terei nele a minha confiança.’ E, novamente: ‘Aqui estou eu e as criancinhas que Jeová me deu.’” — Heb. 2:12, 13.
20. Quem eram no começo as “criancinhas” que Jeová deu ao Isaías Maior, Jesus Cristo?
20 As “criancinhas” de Jeová Deus, que ele deu a Jesus Cristo em Pentecostes de 33 E.C. eram homens e mulheres que pertenciam à organização judaica, cuja capital era Jerusalém. Portanto, antes de serem ungidos com o espírito de Deus, em Pentecostes, haviam estado associados com aquele sistema de coisas espiritualmente doente que abrangia os que Jesus Cristo chamou de “ovelhas perdidas da casa de Israel”. (Mat. 10:6; 15:24) Mas, a partir de Pentecostes, eles não mais pertenciam à organização religiosa à qual o profeta Isaías recebera ordens de declarar as palavras de crítica de Jeová. Sob a orientação de Jesus Cristo, eles haviam tomado o caminho para o restabelecimento prometido por Jeová, em Isaías 58:8. Eles haviam abandonado a organização que tinha entre os seus membros os fariseus justos aos seus próprios olhos, os quais, em oração no templo, diziam jactanciosamente: “Jejuo duas vezes por semana.” — Luc. 18:11, 12.
21. Pelo seu rompimento com o equivalente moderno do Israel infiel, que benefícios foram profeticamente prometidos aos discípulos de Cristo, em Isaías 58:8?
21 De maneira similar, as testemunhas dedicadas e batizadas de Jeová, hoje em dia, na maior parte, têm saído das seitas e denominações da cristandade, que é o equivalente moderno da nação israelita nos dias de Isaías e nos dias de Cristo. Em recompensa por romperem com a espiritualmente doente e obumbrada cristandade, cumpriu-se neles a promessa profética de Isaías 58:8, que diz: “Neste caso romperia a tua luz como a alva; e rapidamente surgiria para ti o restabelecimento. E certamente andaria diante de ti a tua justiça; a própria glória de Jeová seria a tua retaguarda.”
22. Quando começou a surgir o prometido “restabelecimento” para os discípulos que haviam rompido com a cristandade?
22 Esta profecia começou a cumprir-se prontamente no ano de após-guerra de 1919 E.C. nas testemunhas cristãs de Jeová, que então já haviam rompido completamente com a cristandade presa a credos e a tradições, e dominada pelo clero. Para estes libertos, o esclarecimento da verdade e da profecia bíblicas começou a romper “como a alva”. Seu “restabelecimento” na boa saúde espiritual na relação com Jeová Deus, mediante Cristo, surgiu com uma melhora rápida. Iguais a Isaías no templo, foram purificados para servirem quais Testemunhas de Jeová. — Isa. 6:1-10; 43:10-12.
23. Que espécie de vanguarda e “retaguarda” tiveram mesmo durante a Segunda Guerra Mundial?
23 A “justiça”, não a desonestidade da cristandade, passou a andar diante deles, para guiá-los em caminhos retos aos olhos de Jeová. Para proteção deles, ele tem ficado na sua “retaguarda” até agora. Por isso, continuam sob a sua aprovação e foram preservados do extermínio com que seus inimigos os ameaçaram durante a Segunda Guerra Mundial de 1939-1945. — Mat. 24:9-14.
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O estado de saúde da humanidade que poderia ter havidoA Sentinela — 1981 | 15 de junho
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O estado de saúde da humanidade que poderia ter havido
1. Por que há necessidade dum médico para o mundo, e que regra citada por Jesus aplica-se à profissão médica e às instituições de saúde?
O ESTADO de saúde da humanidade é lastimável! Mais que nunca há necessidade dum médico para o mundo, porque se descobrem novos padecimentos que causam vítimas. Tanto a profissão médica como as instituições de saúde não mostraram ser médico para o mundo, capaz de curar todos os males da terra. Não poderíamos esperar outra coisa, porque parece aplicar-se a regra: “Médico, cura-te a ter mesmo.” Quem citou isso? Um homem que curou todo tipo de padecimentos, até mesmo ressuscitando um homem à vida depois de este ter estado morto por quatro dias. O homem com tais antecedentes de medicina foi Jesus Cristo. (Luc. 4:23; Mar. 6:4-6) Sua própria morte em 33 E.C. não ocorreu por causas naturais. Foi pelas mãos de assassinos. (Atos 7:52) Qual teria sido o estado da saúde da humanidade, hoje, se ela o tivesse aceito lá naquele tempo?
2, 3. (a) Que pergunta fazemos com respeito a Jeová como Médico? (b) O que fez Jeová recair sobre o antigo Egito para libertar seu povo, e sobre que advertiu os israelitas, se não escutassem a sua voz?
2 Fazendo a pergunta remontar ainda mais no tempo, perguntamos: O que teria acontecido se as pessoas tivessem aceito os serviços Daquele que disse ao seu povo escolhido, nos dias do profeta Moisés: “Eu sou Jeová, quem te sara”? — Êxo. 15:26.
3 Com o objetivo de libertar seu povo da escravidão no antigo Egito, Jeová afligiu essa terra com pragas milagrosas. Depois, suspendeu as nove pragas preliminares. Ele introduziu os do seu povo liberto num pacto nacional que resultaria no bem-estar físico, mental e espiritual deles. Usou Moisés para advertir esses israelitas sobre o que aconteceria se persistissem em violar a lei desse pacto, dizendo: “Também, qualquer doença e qualquer praga que não se achar escrita no livro desta lei, Jeová as fará vir sobre ti até que tenhas sido aniquilado. E deveras sereis deixados poucos em número, embora vos tornastes em multidão como as estrelas dos céus, por não teres escutado a voz de Jeová, teu Deus.” — Deut. 28:61, 62.
4, 5. (a) Visto que hoje os judeus sobreviventes não estão nada bem, que pergunta poderíamos fazer sobre o equivalente moderno de Israel? (b) Se tivessem endireitado o seu caminho, o que poderia ter acontecido segundo Isaías 58:9-12?
4 Hoje em dia, não são apenas os milhões de judeus sobreviventes que sofrem padecimentos físicos, sem se falar dos distúrbios mentais, religiosos, sociais e econômicos, mas também toda a humanidade. Neste respeito, nem mesmo a cristandade tem qualquer vantagem sobre os judeus naturais. De fato, a cristandade tem maior responsabilidade perante Deus. Se o antigo Israel saiu-se tão mal por não querer endireitar-se assim como Jeová lhe disse, por meio de Isaías, que devia fazer, como é que podemos esperar que a cristandade se saia finalmente, e isso em breve? O que poderia ter havido foi especificado pelo profeta Isaías como segue:
5 “Neste caso chamarias e o próprio Jeová te responderia; clamarias por ajuda e ele diria: ‘Eis-me aqui!’ Se removeres do teu meio a canga, o apontar com o dedo [em desprezo ou condenação] e falar o que é prejudicial, e concederes ao faminto o teu próprio desejo da alma e fartares a alma atribulada, então certamente raiará a tua luz mesmo na escuridão e as tuas trevas serão como o meio-dia. E Jeová forçosamente te guiará constantemente e fartará a tua alma mesmo numa terra abrasada e revigorará os próprios ossos teus; e terás de tornar-te igual a um jardim bem regado e como nascente de água, cujas águas não mentem. E às tuas instâncias, homens certamente edificarão os lugares há muito devastados; erigirás até mesmo os alicerces de gerações contínuas. E serás realmente chamado consertador de brecha, restaurador de sendas junto às quais se pode morar.” — Isa. 58:9-12.
6. À luz das possibilidades apresentadas ao Israel dos dias de Isaías, que pergunta somos induzidos a fazer sobre as possibilidades no caso do equivalente moderno de Israel?
6 Qual não poderia ter sido a condição nacional do antigo Israel, se tivesse seguido o conselho claro dado por Jeová! Em vista da onipotência dele, poderia ter facilmente produzido as condições que mencionou como conseqüentes, se Israel eliminasse de si as coisas objetáveis, que prejudicavam tanto a ele como a sua relação pactuada com Deus. Por não fazer isso, Israel foi de mal a pior. Terrível foi a disciplina que Israel sofreu no século seguinte à profecia de Isaías. À luz de tudo isso, como ilustração, somos induzidos a perguntar: Que dizer do equivalente moderno de Israel, a cristandade? Qual poderia ter sido seu estado de saúde em sentido social, econômico, moral e religioso, se tivesse aceito o remédio do Médico Divino, Jeová, e se tivesse aceito a mensagem do Reino proclamada pelas Testemunhas cristãs dele já por mais de um século?
7. Que ilustração viva temos hoje do que poderia ter havido com a cristandade?
7 O que poderia ter acontecido com a cristandade foi ilustrado. Como? Por aquilo que acontece hoje com os representados pelos filhos de Isaías, os “filhos” que Jeová lhe deu e que Jeová usou para tipificar os discípulos de Jesus Cristo, ungidos pelo espírito. (Isa. 8:18; Heb. 2:13) Já por mais de 65 anos, estes têm anunciado ao mundo que o reino messiânico de Jeová repousa agora nos ombros do entronizado Filho de Deus, Jesus Cristo, que é o Príncipe da Paz. (Isa. 9:6, 7) Dissiparam assim de cima de centenas de milhares de pessoas desesperadas as trevas agourentas que encobrem todo o mundo. Por meio das novas do Reino, conforme predito, por Jesus, em Mateus 24:14, eles têm alimentado os espiritualmente famintos com algo mais vitalizador do que o alimento material. Isto lhes tem dado restabelecimento espiritual.
8. Os espiritualmente restabelecidos acatam agora que palavras adicionais de Jeová sobre o sábado, em face de que promessas?
8 Todos os espiritualmente restabelecidos acatam agora as palavras adicionais de orientação, de Jeová, que o antigo Israel não acatou: “Se em vista do sábado fizeres teu pé retornar de fazer os teus próprios agrados no meu dia santo e realmente chamares o sábado de deleite, dia santo de Jeová, um que se glorifica, e tu realmente o glorificares em vez de seguires os teus próprios caminhos, em vez de achares o que te agrada e falares uma palavra, neste caso te deleitarás em Jeová e eu vou fazer-te cavalgar sobre os altos da terra; e eu vou fazer-te comer da propriedade hereditária de Jacó, teu antepassado, porque a própria boca de Jeová falou isso.” — Isa 58:13, 14.
9. Encontram-se agora os cristãos dedicados e batizados sob algum arranjo de sábado semanal, e de que período sabático aproximam-se rapidamente?
9 Cristãos dedicados e batizados, tais como as Testemunhas de Jeová da atualidade, não têm nenhuma obrigação de guardar um sábado semanal, que começa ao pôr-do-sol de sexta-feira e termina ao pôr-do-sol de sábado, porque não estão debaixo do código de leis dado por Moisés como mediador. (Êxo. 20:1-11) Tampouco ordenou Jesus Cristo, o Mediador do novo pacto, que seus discípulos guardassem o domingo como dia sabático. Sabem que vivem no sétimo dia da semana criativa de Jeová Deus, durante o qual ele tem descansado de obras criativas diretas com respeito à nossa terra. (Gên. 1:1 a 2:4) Os acontecimentos mundiais, bem como a cronologia bíblica, indicam que nos aproximamos agora rapidamente do tempo do começo do reinado milenar de Jesus Cristo. Seu reinado de mil anos de bênção para toda a humanidade ocupará os últimos mil anos do dia de descanso ou dia sabático de sete mil anos de Jeová. O reinado de Cristo será um dia sabático de deleite para toda a humanidade.
10. É bíblico o “sábado” semanal da cristandade, e para que fim é hoje usado principalmente?
10 Durante mais de 1.500 anos, a cristandade tem guardado formalmente o domingo como uma espécie de sábado cristão. Mas o domingo não é nem cristão, nem judaico. Conforme mostra seu nome, é realmente um feriado pagão, em celebração do deus-sol. Atualmente, a cristandade certamente não está observando nem seu próprio domingo como dia de descanso em honra a Jeová e para o bem do corpo humano. Na maior parte, ela se aproveita dele como dia para esportes, piqueniques, teatro, e outras atividades não-religiosas e deleites egoístas, sem se mencionarem a jogatina e uma variedade de atividades imorais.
11. Como é que as testemunhas cristãos de Jeová guardam o verdadeiro “sábado”, harmonizando-se assim com o próprio exemplo dele?
11 O que as testemunhas cristãs de Jeová estão observando é um “sábado” contínuo para Jeová Deus. Como? Por repousarem ou desistirem de suas próprias obras, feitas na tentativa de se justificarem perante Deus, e assim merecerem sua própria salvação eterna. Pela fé, baseiam-se no mérito ou no valor redentor do sacrifício resgatador de Cristo, como fundamento para a sua salvação eterna. Harmonizam-se assim com o grande sétimo “dia” da Semana Criativa de Jeová, “dia” figurativo em que ele mesmo tem descansado.
12. Qual é o atual “descanso sabático” que “resta” para o povo de Deus, e, assim, como usam as Testemunhas de Jeová o sábado judaico e o domingo da cristandade?
12 Sobre o cristão descansar pela fé no “sábado” de sete milênios de Jeová, lemos: “Num lugar ele disse do sétimo dia o seguinte: ‘E Deus descansou no sétimo dia de todas as suas obras.’ . . . De modo que resta um descanso sabático para o povo de Deus. Porque o homem que entrou no descanso de Deus descansou também das suas próprias obras, assim como Deus das suas.” (Heb. 4:4-10) As Testemunhas de Jeová descansam pela fé no sacrifício de Cristo, como provisão de Deus para a salvação dos homens. De modo que podem conscienciosamente usar o sábado judaico e o domingo da cristandade para pregar as boas novas do reino de Deus, de casa em casa.
Separação Entre a Cristandade e o Médico Necessário
13. Segundo Isaías 59:1-4, que espécie de conduta dos que professam ser o povo de Deus tem causado uma separação entre ele e eles?
13 Que hoje é diferente com a cristandade do que poderia ter sido não se deve à falta de capacidade do Deus Todo-poderoso. Então, por que não houve salvação para o antigo Israel, e, de maneira correspondente, por que não há salvação para a cristandade ou para o restante do mundo? O motivo é apresentado nas seguintes palavras: “Eis que a mão de Jeová não ficou tão curta que não possa salvar, nem ficou seu ouvido tão pesado que não possa ouvir. Não, mas os vossos próprios erros tornaram-se as coisas que causam separação entre vós e vosso Deus, e os vossos próprios pecados fizeram que escondesse de vós a sua face para não ouvir. Pois as palmas das vossas próprias mãos ficaram poluídas com sangue, e os vossos dedos, com erro. Vossos próprios lábios falaram falsidade. Vossa própria língua tem murmurado pura injustiça. Não há quem clame em justiça e absolutamente ninguém foi a juízo em fidelidade. Confiava-se na irrealidade e falava-se futilidade. Concebia-se desgraça e dava-se à luz o que é prejudicial.” — Isa. 59:1-4
14. Igual ao Israel dos dias de Isaías, por que não conseguiria eximir-se a cristandade do século 20 perante a corte divina de justiça?
14 O exame do que Israel era nos dias de Isaías revelou muitos pormenores. Como é que Jeová podia manter-se achegado a pessoas duma nação assim ou abençoá-las? Era a nação que criava a brecha entre si e ele. O mesmo se dá com respeito à brecha entre ele e o povo que professa ser dele, a cristandade. Mãos, dedos, lábios, língua, todos tomam parte no que é mau, com prejuízo para a própria cristandade. Após duas guerras mundiais, as mãos dela não só gotejam sangue humano, mas ela planeja derramar sangue humano em escala ainda mais ampla, provavelmente da próxima vez com bombas atômicas e nucleares, além de outros meios hediondos de causar uma morte aflitiva a inúmeras pessoas. Levar ela problemas internacionais às Nações Unidas ou à Corte Internacional de Justiça, em Haia, na Holanda, certamente não é o mesmo que levar assuntos à corte divina de justiça, “em fidelidade”, perante todo o céu e a terra. Perante tal corte divina, a cristandade nunca conseguiria eximir-se!
15, 16. Em vista do que é internacionalmente concebido, o que, naturalmente, deve ser dado à luz, e toda a discussão diplomática é apenas falar e murmurar o quê?
15 Nas Nações Unidas, as nações não-cristãs já ultrapassam as nações da cristandade. No entanto, seus clérigos e líderes religiosos encaram este substituto do reino de Deus como “a única esperança do mundo”, e agem e procedem como se fosse tal. Se este não é um caso de ‘se confiar na irrealidade’, então o que é? Toda a conversa pública e particular sobre confiar nas Nações Unidas e em outras instituições humanas para paz e segurança mundiais — não é isso ‘falar futilidade’, especialmente por parte da cristandade? Senão, o que tem sido toda esta conversa?
16 Visto que, em vez de relações pacíficas com Jeová Deus, concebe-se internacionalmente apenas “desgraça”, só se pode naturalmente esperar ou dar à luz “o que é prejudicial”. Que problema será isso forçosamente! Do ponto de vista de Jeová, toda a discussão diplomática entre nações, cristãs e não-cristãs, só tem sido ‘falar falsidade’ e ‘murmurar pura injustiça’.
17. Os que professam ser o povo de Deus estão sendo envenenados como que por meio de quê? E por que o rumo que tomaram não provê um caminho seguro para viajantes?
17 Hoje em dia, as pessoas tanto dentro como fora da cristandade estão sendo envenenadas, não só quimicamente, mas também espiritualmente. Segundo Isaías 59:5-8, os queixosos poderiam dizer perante Deus, o Juiz de todos: “Ovos duma cobra venenosa é o que eles chocaram e estavam tecendo a mera teia duma aranha. Qualquer que comia dos seus ovos morria e o ovo esmagado era chocado para resultar numa víbora. A mera teia deles não servirá de roupa, nem se cobrirão eles com os seus trabalhos. Seus trabalhos são trabalhos prejudiciais e há atividade de violência nas palmas das suas mãos. Seus próprios pés estão correndo para a pura maldade e eles se apressam a derramar sangue inocente. Seus pensamentos são pensamentos prejudiciais; a assolação e o desmoronamento estão nas suas estradas principais. Desconheceram o caminho da paz e não há juízo nos seus trilhos. Suas sendas eles perverteram para si mesmos. Absolutamente ninguém que pisar nelas conhecerá realmente a paz.”
18. Que espécie de exemplo tem sido a cristandade quanto a manter a paz?
18 Se a cristandade nem consegue manter a paz no seu próprio meio, como podemos esperar que os demais do mundo o façam? Ela tem dado mau exemplo, deturpando grandemente o que o verdadeiro cristianismo é. Tem aberto muito a boca em apelos de paz e segurança, mas, certamente, armar-se ela pesadamente para a guerra, por suspeitar de seus vizinhos no mundo, não é a maneira de preparar o caminho para a paz.
19. Em que resultou a condição hipócrita do antigo Israel com respeito à justiça e a se discernir o caminho certo a seguir?
19 “Por isso é que o juízo ficou longe de nós”, prossegue o profeta de Jeová, Isaías, “e a justiça não nos alcança. Continuamos a esperar luz, mas eis a escuridão; a claridade, mas estávamos andando em contínuas trevas. Continuamos a tatear pelo muro assim como os cegos e prosseguimos “ateando como os que não têm olhos. Tropeçamos ao meio-dia como no crepúsculo vespertino; entre os robustos somos como mortos.
20. (a) Eram claramente visíveis as revoltas, as transgressões e os pecados de Israel? (b) Portanto, nessas circunstâncias, o que acontecia ao juízo, à justiça e à verdade?
20 “Estamos gemendo, todos nós, assim como ursos; e como pombas arrulhamos em lamento. Esperávamos o juízo, mas não havia nenhum; a salvação, mas ela ficou longe de nós. Pois as nossas revoltas tornaram-se muitas diante de ti; e quanto aos nossos pecados, cada um testificou contra nós. Porque as nossas revoltas estão conosco; e quanto aos nossos erros, conhecemo-los bem. Houve transgressão e renegação de Jeová; e recuou-se de nosso Deus, falando-se de opressão e de revolta, concebendo-se e murmurando-se palavras de falsidade procedentes do próprio coração. E o juízo foi forçado a recuar e a própria justiça ficou simplesmente parada de longe. Pois a verdade tropeçou mesmo na praça pública, e aquilo que é direito não pode entrar E a verdade mostra estar faltando, e quem se desvia da maldade está sendo despojado.” — Isa. 59:9-15; Rom. 3:15-18.
21. Essa descrição de Israel nos dias de Isaías ajusta-se muito bem a que condição atual, e de que modo poderia ter tido a humanidade uma perspectiva melhor?
21 Quão bem esta descrição antiga se ajusta à condição atual da cristandade! Desde o fim da Primeira Guerra Mundial em 1918, as Testemunhas de Jeová passaram a destacar-se no cenário do mundo apesar de furiosa perseguição. O que teria acontecido se a mensagem do reino de Jeová nas mãos do glorificado Cristo tivesse sido aceita favoravelmente, em vez de haver resistência a ela com injustiça e perseguição movida às Testemunhas de Jeová em todo o mundo? Quanto melhor seria agora o estado de saúde da humanidade e especialmente da cristandade, em todos os sentidos! Que perspectiva mais luminosa haveria para a humanidade!
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“Jeová dos Exércitos” salva!A Sentinela — 1981 | 15 de junho
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“Jeová dos Exércitos” salva!
1. Visto que há opositores, o que significará em primeiro lugar o alívio duradouro trazido à humanidade?
UMA calamidade mundial é inescapavelmente iminente! Mas, seguir-se-á com toda a certeza um restabelecimento após os seus efeitos globais. As “boas novas” disso estão sendo divulgadas em toda a terra por homens e mulheres dedicados, encarregados da gloriosa mensagem de alívio duradouro para a humanidade. A informação deles é fidedigna, porque procede Daquele que está mais preocupado com a condição da humanidade do que qualquer outro, em todo o céu e terra. Felizmente, ele é perfeitamente capaz de trazer o necessário alívio a toda a humanidade. De fato, tem o propósito de fazer isso. Mas, isto significará lutar contra os opostos ao seu propósito, na maior de todas as lutas!
2. Segundo Isaías 59:15b, quem é este lutador vitorioso?
2 O profeta Isaías, sob inspiração, dá a conhecer quem é este lutador vitorioso, dizendo: “E Jeová chegou a ver isso, e era mau aos seus olhos que não havia juízo.” — Isa. 59:15b.
3. Falando-se figurativamente, o que é esta terra para Jeová, como Rei, e, contudo, interessa-se ele no que está acontecendo aqui?
3 Atualmente, as pessoas, em geral, não levam em conta que o Criador do céu e da terra está bem atento aos assuntos humanos. E por que não devia fazer isso o Criador? Uma das últimas coisas que seu profeta Isaías escreveu foi esta declaração: “Assim disse Jeová: ‘Os céus são o meu trono e a terra é o meu escabelo.’” (Isa. 66:1) Pois bem, não devia este Rei, que está entronizado acima de toda a criação, estar interessado no seu escabelo terrestre e no que ocorre nele? Ele tem mostrado que está interessado. Como?
4. Como mostrou Jeová seu interesse no que estava acontecendo no seu escabelo durante os dias de Noé que temia a Deus?
4 Que hoje não temos suspenso no espaço e em volta de todo o nosso globo uma vasta abóbada de água, bloqueando a luz direta do sol, da lua e das estrelas, deve-se a Jeová ter visto o que estava acontecendo aqui no seu escabelo Terra e ter agido. Ele lançou desde o alto essas águas suspensas sobre o seu escabelo, não para lavar os pés, mas para eliminar as condições más dentre toda a humanidade. O registro inspirado sobre isso diz: “Jeová viu que a maldade do homem era abundante na terra e que toda inclinação dos pensamentos do
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