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  • Defendida lealmente a Palavra de Deus
    A Sentinela — 1982 | 15 de setembro
    • 16. Conforme sugerido em Atos 20:30 e; 2 Timóteo 4:3, 4, qual pode ser outra razão pare a entrada do “escravo” no campo da tradução da Bíblia?

      16 Finalmente, há a questão do entendimento correto da Bíblia, que é uma das principais razões pelas quais se produziu a Tradução do Novo Mundo. Não podemos escapar do fato de que as crenças religiosas da pessoa influem nos seus empenhos de tradução. De fato, forçosamente é assim quando uma palavra ou um texto pode ser traduzido em mais de uma forma. Visto que os tradutores, ocasionalmente, quer consciente, quer inconscientemente, violam o sentido da língua original em certas passagens que parecem contradizer suas crenças, tornou-se imperioso que fosse produzida uma versão por homens que se apegavam realmente à Palavra de Deus.

      FALTA DE ADERÊNCIA LEAL À PALAVRA DE DEUS

      17. Quais são alguns exemplos de versículos espúrios que se introduziram no texto bíblico?

      17 Visto que alguns escribas deixaram de aderir realmente à Palavra de Deus, partes inteiras de versículos espúrios introduziram-se no “Texto Recebido”, no qual a Versão Rei Jaime (em inglês) se baseia. Esses versículos foram acrescentados ao texto inspirado original. Entre esses encontram-se João 8:1-11 e Marcos 16:9-20. Outro exemplo de um texto espúrio encontra-se em 1 João 5:7, 8. Ali, as palavras “no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírita Santo; e estes três são um” (Versão Almeida), parecem apoiar a Trindade. Mas a pesquisa revelou que essas palavras foram acrescentadas por certo escriba desonesto mais de 1.000 anos depois que a escrita das Escrituras inspiradas estava completada.

      18, 19. (a) De que modo alguns tradutores adulteraram e deturparam a Palavra de Deus? (b) Como se deu isso com respeito a textos sobre a condição dos mortos?

      18 Os produtores de modernas paráfrases da Bíblia têm, em especial, tomado liberdades, às vezes no texto, às vezes nas notas ao pé da página. Por exemplo, em Eclesiastes 9:5, 10, A Bíblia Viva (em inglês), de Taylor, diz: “Pois os vivos pelo menos sabem que morrerão! Mas os mortos nada sabem.” E “o que for que fizer, faça-o bem feito, pois na morte, para onde você vai, não há trabalho nem planejamento, ou conhecimento, ou entendimento”. Por não concordar com essas palavras inspiradas, o tradutor acrescentou a nota ao pé da página: “Essas declarações são a opinião desalentada de Salomão e não refletem um conhecimento da verdade de Deus acerca desses assuntos!”

      19 Essa tradução também deturpa a Palavra de Deus no Salmo 115:17. A Versão Rei Jaime (em inglês), diz ali: “Os mortos não louvam ao SENHOR, tampouco qualquer um que desce ao silêncio.” Mas o tradutor de A Bíblia Viva aparentemente crê que os mortos estão vivos em algum lugar e torna isso implícito por traduzir assim o versículo: “Os mortos não podem cantar louvores a Jeová aqui na terra.”

      20. Com respeito a João 1:1, de que maneira a crença na Trindade tem influenciado certas traduções, mas que outra maneira exata de traduzir e aceitável?

      20 Mas, mesmo com a melhor das intenções, se não tiver um entendimento correto da Palavra de Deus, o tradutor da Bíblia forçosamente errará ocasionalmente. Por exemplo, quase todos os tradutores crêem na Trindade, e por isso vertem João 1:1 assim: “e o Verbo era Deus”. Mas, isso pode ser traduzido corretamente também de outro modo, tomando-se em consideração a ausência do artigo definido diante da palavra grega Theos. Assim, Uma Tradução Americana (em inglês) verte esta frase: “E a Palavra era divina.” A Tradução do Novo Mundo (em inglês) verte esta frase: “E a Palavra era um deus.” Nem é a única a fazer isso. É exatamente assim que uma revisão da tradução do arcebispo Newcome verteu a frase, em inglês, lá em 1807.

      EM DEFESA LEAL DO NOME DE DEUS

      21. Como tem a maioria das versões modernas da Bíblia discordado do próprio Deus?

      21 Todavia, um modo muito sério em que a maioria das versões modernas deixam de apegar-se lealmente à Palavra de Deus é não fazerem justiça ao nome distintivo de Deus, Jeová. Ele é representado em hebraico por uma palavra de quatro letras, conhecida como tetragrama. Uma prova de que o próprio Jeová Deus toma a sério seu nome pessoal pode ser vista no fato de que inspirou seus escritores hebraicos a usá-lo no total de 6.961 vezes nas Escrituras Hebraicas. (Isto inclui as 134 vezes em que os escribas hebraicos o deixaram fora, de propósito.)

      22, 23. (a) Que mostra que é errado traduzir o nome de Deus por um substantivo comum? (b) Que avaliação honesta a respeito disso faz A Bíblia de Jerusalém? (c) Segundo certos especialistas, por que é preferível usar o nome “Jeová” a “Iahweh” ou “Javé”?

      22 Acontece que o Criador é mencionado nas Escrituras Hebraicas mais vezes pelo seu nome distintivo Jeová do que por todas as outras designações juntas. Ainda mais, simplesmente não tem sentido traduzir um nome próprio, tal como Jeová, por um substantivo comum, tal como senhor; como não teria sentido traduzir “Rolls Royce” (nome do automóvel mais caro do mundo) simplesmente pela palavra “automóvel” ou “carro”, quando existem tantos outros automóveis ou carros. A Bíblia de Jerusalém, embora prefira “Iahweh” a “Jeová”, apresenta um forte argumento para usá-lo em vez de usar “Senhor”. O prefácio daquela tradução (ed. inglesa) declara: “Dizer: ‘O Senhor é Deus’, certamente é tautológico [uma repetição desnecessária], ao passo que dizer ‘Iahweh é Deus’ não é.”

      23 Então, devia-se usar “Iahweh” ou “Javé” em vez de “Jeová”? Não necessariamente. Segundo o Cônego D. D. Williams, de Cambridge, a “evidência indica, não, quase que prova, que Iahweh [ou Javé] não era a verdadeira pronúncia do tetragrama, . . .” A Bíblia Hebraica, publicada em Stuttgart, em 1951, dá ao tetragrama uma pontuação vocálica para rezar “Yehwáh”. Esta edição foi usada pela Comissão de Tradução da Bíblia do Novo Mundo. O professor Gustav Oehler, de Tübingen, declarou: “Deste ponto em diante, eu uso a palavra Jeová, porque, na realidade, este nome ficou mais comum no nosso vocabulário e não pode ser substituído.” O tradutor bíblico Rotherham, na sua Emphasied Bible, estava entre os primeiros a usar a forma “Javé”. Contudo, em seu Studies in the Psalms (Estudos dos Salmos) publicado pela primeira vez após sua morte, ele voltou à forma “Jeová”, declarando que fez isso por causa da “conveniência de estar em consonância com o olho e o ouvido público”.

      “JEOVÁ” NAS ESCRITURAS GREGAS CRISTÃS

      24. (a) Quantas vezes a Tradução do Novo Mundo usa o nome Jeová nas Escrituras Gregas Cristãs? (b) Que exemplos há de traduções anteriores que fizeram o mesmo?

      24 Mas, que dizer do uso de “Jeová” no chamado “Novo Testamento”, as Escrituras Gregas Cristãs? Na Tradução do Novo Mundo, ele aparece 237 vezes. Embora isso possa parecer bem incomum, esta tradução de modo algum é a primeira a usar este nome nesta parte da Bíblia. Seu uso remonta pelo menos a 1796, quando o tradutor alemão Brentano usou a forma “Jeová” em Marcos 12:29. Existe também a Emphatic Diaglott, uma tradução interlinear das Escrituras Gregas Cristãs, publicada pela primeira vez em 1864. Ela usa repetidas vezes “Jeová” nas suas citações das Escrituras Hebraicas em que aparece este nome, num total de 18 vezes. Por exemplo, veja Mateus 22:37, 44; Marcos 12:29, 30; Lucas 20:42.

      25. (a) Que evidência recente indica que o nome de Deus aparecia no texto original das Escrituras Gregas? (b) Que dupla mudança aparentemente ocorreu no segundo século da E.C.?

      25 A razão de parecer muito incomum que o nome “Jeová” apareça nas Escrituras Gregas Cristãs é que se pensava durante séculos que este nome não aparecia na Versão dos Setenta das Escrituras Hebraicas usada por Jesus e pelos seus apóstolos. Mas, descobertas mais recentes provam definitivamente que o tetragrama aparecia mesmo na Versão dos Setenta daqueles tempos. Por isso, o professor Howard, da Universidade de Geórgia, E.U.A., declarou: “Sabemos com certeza que os judeus de língua grega continuaram a escrever [o tetragrama] nas suas Escrituras gregas. Além disso, é bem improvável que os primitivos cristãos judaicos, conservadores, de língua grega, se afastassem deste costume. . . . Teria sido extremamente incomum para eles excluírem o tetragrama do próprio texto bíblico.” De modo que ele concluiu: “Visto que o tetragrama ainda era escrito nas cópias da Bíblia grega, que constituía as Escrituras da primitiva igreja, é razoável concluir que os escritores do N[ovo] T[estamento], ao citarem as Escrituras, preservassem o Tetragrama no texto bíblico. À base da analogia do costume judaico pré-cristão, podemos imaginar que o texto do NT incorporava o tetragrama nas suas citações do VT.” O professor Howard observou também que, quando o tetragrama foi retirado da Versão dos Setenta, foi também retirado das citações das Escrituras Hebraicas que aparecem nas Escrituras Gregas Cristãs. Esta mudança ocorreu evidentemente no começo do segundo século E.C. Não há dúvida de que o nome de Jeová deve ficar nas Escrituras Gregas Cristãs, assim como encontramos na Tradução do Novo Mundo.

      26. Que precedentes têm a Tradução do Novo Mundo quanto ao seu uso mais amplo do Nome?

      26 A Tradução do Novo Mundo também usa o nome “Jeová” em outros lugares, além das ocorrências do nome em citações das Escrituras Hebraicas. Por quê? Para ajudar o leitor a saber se se fala de Jeová Deus ou de Jesus Cristo quando no texto grego aparece “Senhor” [Kyrios]. Há algum bom precedente para isso? Sim, pois encontramos esta prática em umas 20 versões hebraicas das Escrituras Gregas. Há também muitas traduções missionárias das Escrituras Gregas Cristãs que fazem o mesmo. Por exemplo, uma das mais antigas traduções das Escrituras Gregas Cristãs para o japonês usa liberalmente o nome “Ehoba” (Jeová).

      27. Independente de quê, e por que razão, devem os servos leais de Deus usar plenamente a Tradução do Novo Mundo?

      27 Independente de os eruditos em hebraico e em grego da cristandade elogiarem ou criticarem a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, resta o fato de que foi produzida por homens que aderiram lealmente à Palavra de Deus. Ela é deveras de grande ajuda em ‘nos fazer sábios para a salvação e em ajudar-nos a ser plenamente competentes, e em estar completamente equipados para toda boa obra’. (2 Timóteo 3:15-17) Que todos dentre nós que temos disponível esta excelente tradução em nosso idioma sejamos abençoados ao usá-la plenamente.

      COM RESPEITO A DEFENDER LEALMENTE A PALAVRA DE DEUS, COMO ESTIVERAM À ALTURA O QUE SE SEGUE, E POR QUE?

      □ Os edifícios da sede das Testemunhas de Jeová.

      □ Jesus Cristo e seus apóstolos.

      □ O “escravo fiel e discreto” dos tempos modernos.

      □ Os escribas que copiaram e recopiaram o texto bíblico.

      □ Os primitivos tradutores para idiomas modernos.

      □ Os tradutores de versões recentes da Bíblia.

      □ A Comissão da Tradução do Novo Mundo da Bíblia.

  • Outras particularidades da Tradução do Novo Mundo
    A Sentinela — 1982 | 15 de setembro
    • Outras particularidades da Tradução do Novo Mundo

      Há também muitas outras particularidades que recomendam a Tradução do Novo Mundo aos que amam a Bíblia. Uma delas é que, em harmonia com os verbos hebraicos e gregos, ela faz coerentemente uma distinção entre um ato único ou um repetido, um contínuo. Traduções tais como a de João Ferreira de Almeida, edição revista e corrigida, que não reconhecem tais diferenças, fazem o apóstolo João contradizer-se. Como? Por ele dizer em 1 João 2:1: “Se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai.” Mas, em 1 João 3:6 lemos: “Qualquer que permanece nele não peca.” Mas, a Tradução do Novo Mundo torna isso bem claro, porque reza em 1 João 2:1: “Se alguém cometer pecado, temos um ajudador junto ao Pai.” Ao passo que reza em 1 João 3:6: “Todo aquele que permanece em união com ele não pratica pecado.”

      De maneira similar, em Lucas 11:5-10, Jesus usou uma ilustração para enfatizar o ponto de que temos de perseverar em oração. De modo que ele não diz simplesmente que, se ‘pedirmos’, ‘buscarmos’ e ‘batermos’, Deus responderá, mas que “todo o que continua pedindo recebe, e todo o que continua buscando, acha e a todo o que continua batendo, abrir-se-á” (em inglês), indicando uma ação contínua.

      Além disso, a Tradução do Novo Mundo faz uma distinção entre o adjetivo kalos, que significa primoroso, excelente, magnífico, seleto, e agathos, que significa principalmente aquilo que é moralmente bom. Portanto, em João 10:2-16, Jesus não fala de si mesmo apenas como um bom pastor, mas como um pastor primoroso, excelente e magnífico.

      A Tradução do Novo Mundo recomenda-se também pela extraordinária diferenciação que faz de cinco palavras hebraicas usualmente traduzidas sem discriminação por “homem”. Há uma diferença no significado destas palavras, e os escritores das Escrituras Hebraicas reconheceram esta diferença. Assim, em harmonia com o significado original, a Tradução do Novo Mundo verte adam por “homem terreno”, referindo-se ao homem como criatura da terra. Enosh é traduzido por “homem mortal”; isto salienta a condição insignificante e fraca do homem. Geber é traduzido por “varão vigoroso”, porque a palavra hebraica indica um homem forte. Ish é traduzido simplesmente por “homem”, como diferente de ishah, mulher ou simplesmente pessoa; e zakar é traduzido por “macho”, porque em geral é usado com referência a relações sexuais.

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