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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1971 | 15 de fevereiro
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todos. Terão os seus lugares assegurados como “os chamados, e escolhidos, e fiéis. (Rev. 17:14) Conforme salientado no livro “Cumprir-se-á Então, o Mistério de Deus, página 83, esta selagem se refere à selagem final e irremovível do pleno número dos cristãos dedicados, batizados e ungidos, ‘os escravos de nosso Deus’, . . . dos que mantinham o ‘selo do Deus vivente’ na sua testa até à sua prova final e decisiva, até à morte de mártir, se necessário”.
O apóstolo Paulo, perto do fim de seu ministério terrestre, expressou a convicção de que tinha mantido o selo pela fidelidade, pois escreveu: “O tempo devido para o meu livramento é iminente. Tenho travado a luta excelente, tenho corrido até o fim da carreira, tenho observado a fé. Doravante me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, o justo juiz, me dará como recompensa naquele dia.” — 2 Tim. 4:6-8.
Recentemente, em diversas partes da terra, têm aparecido alguns que agora professam ser dos remanescentes que têm a esperança de serem herdeiros do Reino, embora se tenham apenas recentemente dedicado a Jeová Deus. Se são em verdade e de fato destes prospectivos associados ou do “restante” do Reino não cabe a nós julgar. O caso é entre a pessoa e Jeová Deus, e só o tempo o mostrará. Todos os que fazem tal afirmação, porém, farão bem em se perguntar se a sua convicção é algo remanescente do ensino babilônico, de que todos os bons vão para o céu, ou se talvez se deva a um conceito errôneo, ao emocionalismo, ou mesmo à procura enganada de destaque. (Veja A Verdade Que Conduz à Vida Eterna, páginas 78-80.) Os que deveras foram gerados pelo espírito de Deus e chamados para a esperança celestial têm certeza disso, assim como diz o apóstolo Paulo: “O próprio espírito dá testemunho com o nosso espírito de que somos filhos de Deus. Então, se somos filhos, somos também herdeiros: deveras, herdeiros de Deus, mas co-herdeiros de Cristo, desde que soframos juntamente, para que também sejamos glorificados juntamente.” — Rom. 8:16, 17.
No passado, alguém talvez tenha participado sinceramente dos emblemas na celebração da Refeição Noturna do Senhor, porém, mais tarde se deu conta de que nunca foi do “restante”, mas que é da “grande multidão”. Torna-o isso culpado de participar dos emblemas “indignamente”, no significado das palavras de Paulo em 1 Coríntios 11:27-34? Não, se não tiver mostrado intencionalmente desrespeito pelo significado destes emblemas.
O contexto mostra que Paulo, ao falar do julgamento que sobreviria a alguém que participasse indignamente dos emblemas, falava de pessoas que tratavam a refeição como apenas parte de sua refeição noturna regular, alguns até mesmo se embriagando nesta ocasião. Tais mostravam desrespeito e assim desprezavam o valor do corpo e do sangue do Senhor Jesus Cristo. (1 Cor. 11:20-22, 33, 34) Por certo, os que enganadamente participaram, laborando sob uma impressão errônea, mas que fizeram isso com todo o respeito, não procuravam ser desrespeitosos. Lembre-se de que Paulo estava escrevendo aos “santificados”, “chamados para ser santos”, portanto, a cristãos que estavam sob a obrigação de celebrar a refeição noturna do Senhor em lembrança dele, participando dos seus emblemas. (1 Cor. 1:2) Segue-se também, logicamente, que qualquer que pretenda ser do “restante” e que participe de modo insincero e hipócrita cai no desfavor de Deus. Portanto, a pessoa deve certamente primeiro esquadrinhar o coração, e também dar séria consideração às Escrituras, antes de participar. Deve ter muito cuidado o estar plenamente convencida, antes de participar.
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Uma criança responde com tatoA Sentinela — 1971 | 15 de fevereiro
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Uma criança responde com tato
◆ Em Atlanta, Geórgia, uma menina de nove anos, que é testemunha de Jeová, falava às suas colegas de escola sobre as suas crenças baseadas na Bíblia. Informava-as também sobre o conceito cristão com respeito a atos de nacionalismo. Aconteceu o seguinte:
“Uma menina disse-me que a mãe dela mandou que não brincasse mais comigo. Eu perguntei por que, e ela disse que a mãe dela não queria que brincasse com qualquer das testemunhas de Jeová. Eu disse então a menina: ‘Bem, se eu fosse você, obedeceria a ela. Isto é o que a Bíblia nos ensina que devemos fazer. Por isso acho que não vamos mais brincar juntas.’
“No dia seguinte ela voltou e me disse: ‘Rita, eu contei à mamãe que você me disse que eu devia obedecer a ela e não mais brincar com você, e ela disse: “Se esta é a crença de Rita, então pode brincar com ela. Talvez um pouco disso se apegue a você!”’”
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