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  • Mantenha-se firme — aproxima-se o cumprimento da promessa!
    A Sentinela — 1977 | 15 de março
    • fielmente tal ódio e maus tratos do mundo.

      20. Segundo Hebreus 10:32-34, de que precisavam lembrar-se os judeus cristianizados. que foram odiados assim como Jesus?

      20 Os judeus cristianizados, na província romana da Judéia, e especialmente os na sua capital, Jerusalém, chegaram a conhecer a verdade destas palavras de aviso de seu Mestre messiânico, Jesus Cristo. Cerca de vinte e cinco anos depois de Jesus ter proferido as palavras acima citadas, o apóstolo Paulo, que era judeu cristianizado, estava em condições de escrever aos hebreus crentes em Jerusalém as seguintes palavras revigorantes: “Persisti em lembrar-vos dos dias anteriores, em que, depois de terdes sido esclarecidos, perseverastes em uma grande competição, debaixo de sofrimentos, às vezes enquanto expostos como que num teatro, tanto a vitupérios como a tribulações, e tornando-vos às vezes parceiros dos que estavam tendo tal experiência. Porque vós tanto expressastes compaixão pelos em prisão como suportastes alegremente o saque de vossos bens, sabendo que vós mesmos tendes uma possessão melhor e subsistente.” — Heb. 10:32-34.

      “EMBAIXADORES” CRISTÃOS

      21, 22. (a) Por causa da hostilidade do mundo, a quem envia Deus às pessoas, e para fazerem o quê? (b) Como é isso trazido a nossa atenção em 2 Coríntios 5:19-21?

      21 O mundo é admitidamente hostil a Jeová Deus e ao povo devoto dele. Por causa disso, Deus designou um serviço de embaixadores aos seus adoradores dedicados e batizados, que receberam dele um “novo nascimento”. (1 Ped. 1:3) Por conseguinte, ele os envia ao mundo apartado, não para promover a paz e entrar num compromisso com o mundo. Não cabe ao mundo condenado ditar termos de paz a Deus. (Luc. 14:31, 32) Deus envia seus embaixadores para rogar a pessoas individuais do mundo a se aproveitarem dos termos amorosos de Deus para entrar numa relação pacífica, salvadora de vida, com Ele. O judeu cristianizado Paulo, junto com seu companheiro, meio judeu, Timóteo, traz este fato à nossa atenção, dizendo, em 2 Coríntios 5:19-21:

      22 “Deus, por meio de Cristo, estava reconciliando o mundo consigo mesmo, não lhes imputando as suas falhas, e ele nos encarregou da palavra da reconciliação. Somos, portanto, embaixadores, substituindo a Cristo, como se Deus instasse por nosso intermédio. Rogamos, como substitutos de Cristo: ‘Sede reconciliados com Deus.’ Aquele que não conheceu pecado, ele fez pecado por nós, para que, por meio dele, nos tornássemos a justiça de Deus.”

      23. Em vista da “palavra da reconciliação” levada pelos “embaixadores” cristãos, por que não tem eles autorização para se meter na política e nos conflitos do mundo?

      23 Por serem embaixadores, substituindo a Cristo em todas as nações, os cristãos comissionados têm de levar a “palavra da reconciliação” às pessoas de toda espécie de crença política — a democratas, a republicanos, a socialistas, às de mentalidade nazista, às de mentalidade fascista, a comunistas, a conservadores, a trabalhistas, e assim por diante. A “palavra da reconciliação” de Deus é igual para todas essas, sem parcialidade. Por este motivo, seus “embaixadores, substituindo a Cristo”, não se podem meter na política de nenhum país, nem se tornar membro de nenhum partido político, em qualquer parte. Como “embaixadores” da parte de Deus, são “forasteiros e residentes temporários”, não importa em que país preguem “estas boas novas do reino”. Lembrando-se das palavras do apóstolo Paulo: “Nossa cidadania existe nos céus” (Fil. 3:20, 21), reconhecem que não têm direito, nem autorização, para se meterem em assuntos políticos. Precisam manter estrita neutralidade para com a política nacional ou local, e para com todos os conflitos egoístas deste mundo.

      24. Apesar de acatarem bem as leis, o que sofrem estes “embaixadores” por parte do mundo, conforme mostram as palavras de Paulo em Efésios 6:19, 20?

      24 Por isso são as pessoas que mais acatam as leis, pagando os impostos e atuando nos melhores interesses da comunidade. No entanto, estes embaixadores que substituem a Cristo são odiados pelo mundo, assim como o próprio Cristo foi. (Mat. 22:21; Rom. 13:1-7) Não é de estranhar, portanto, que apenas seis anos depois de Paulo ter escrito aquilo em 2 Coríntios 5:19-21 ele mesmo era prisioneiro em Roma, na Itália, e por isso escreveu à congregação em Éfeso, na Ásia Menor, para que orasse por ele: “Que me seja dada a capacidade de falar, ao abrir a minha boca com toda a franqueza no falar, a fim de tornar conhecido o segredo sagrado das boas novas, para as quais atuo como embaixador em cadeias.” — Efé. 6:19, 20.

      25. O que exige o cumprimento do serviço de embaixador cristão, tendo em mente que conhecimento sobre os bens?

      25 Assim como há dezenove séculos atrás, servir alguém como ‘embaixador, substituindo a Cristo’, entre as pessoas que hoje estão apartadas de Deus, exige suportar tal sofrimento. Como modelo para nós, Paulo perseverou fielmente. Manteve-se firme na sua embaixada ou no seu ministério cristão. Ele disse: “Recomendamo-nos de todo modo como ministros de Deus, na perseverança em muito, em tribulações, em necessidades, em dificuldades, em espancamentos, em prisões”, e assim por diante. (2 Cor. 6:4, 5) Como companheiro nos sofrimentos, Paulo podia dizer aos seus irmãos hebreus, cristianizados, que continuassem a perseverar, assim como haviam suportado muito quando primeiro obtiveram a luz da verdade bíblica. Embora pudessem perder todos os seus bens terrenos, possuíam, assim como também ele, “uma possessão melhor e subsistente”. — Heb. 10:32-34.

      26. Por que persiste ainda a necessidade de que os embaixadores e emissários cristãos se mantenham firmes na sua perseverança fiel?

      26 Como embaixadores ou emissários de Deus, substituindo a Cristo, nós, testemunhas cristãs de Jeová, na atualidade, precisamos desenvolver a faculdade da perseverança, não é verdade! Sim, porque precisamos continuar a perseverar. Desde o fim dos Tempos dos Gentios, em 1914, suportamos muita perseguição e muitos maus tratos no mundo hostil. Aguardam-nos ainda mais experiências assim, antes de obtermos o cumprimento da promessa de Deus, de “novos céus e uma nova terra”, em que há de morar a justiça, para sempre. (2 Ped. 3:13) O cumprimento desta promessa se aproxima cada vez mais. A geração atual, na qual se cometeram todas essas perseguições injustas dos embaixadores e emissários de Deus, desde a Primeira Guerra Mundial de 1914-1918, é uma geração marcada. Como! No sentido de que presenciará o cumprimento da promessa de Deus, de ele introduzir um novo sistema justo de coisas. (Mat. 24:34; Mar. 13:30) Portanto, mantenhamo-nos firmes em fiel perseverança!

  • Manter-se separado do mundo pode salvar a vida
    A Sentinela — 1977 | 15 de março
    • Manter-se separado do mundo pode salvar a vida

      “O mundo os tem odiado”, disse Jesus Cristo a respeito de seus seguidores, “porque não fazem parte do mundo”. (João 17:14) Visto que se mantêm separados do mundo — de sua política, seu proceder e suas atitudes — os verdadeiros cristãos muitas vezes tornam-se alvos de zombarias e flagrante ódio. Mas essa separação pode servir também de proteção em tempos de perturbações políticas.

      Certo homem, que mora numa cidade universitária da América do Sul, verificou que é assim no seu caso. Ele era muito ativo na universidade, em dirigir as atividades políticas. Daí, seu interesse casual nas Escrituras, estimulado por uma palestra com uma Testemunha de Jeová, desenvolveu-se num estudo sério da Bíblia. Inteirando-se do conceito cristão de não envolvimento na política, retirou-se aos poucos de seu círculo de amigos e das ideologias deles.

      Seus antigos amigos e companheiros de política zombavam e escarneciam do que chamavam de sua “recém-encontrada ignorância”. Vez após vez ele lhes explicou sua atitude baseada na Bíblia. Daí, no começo da década dos 1970, uma repentina reviravolta no cenário político causou uma mudança de atitude para com as ideologias antes adotadas por aquele homem. Seus antigos companheiros foram exilados, encarcerados ou mortos. Quão feliz ele se sente de estar hoje vivo e livre, por ter tomado sua posição como discípulo de Jesus Cristo!

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