BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Quando os mortos viverem outra vez!
    A Sentinela — 1984 | 1.° de janeiro
    • os mortos foram julgados pelas coisas escritas nos rolos, segundo as suas ações. E o mar entregou os mortos nele, e a morte e o Hades entregaram os mortos neles, e foram julgados individualmente segundo as suas ações. E a morte e o Hades foram lançados no lago de fogo. Este significa a segunda morte, o lago de fogo.”

      20. No fim do dia de julgamento de mil anos, o que acontecerá com os humanos que tiverem seu nome inscrito no livro da vida, e com aqueles cujo nome não será inscrito nele?

      20 Durante este “dia” de mil anos de duração, que Deus “fixou” e em que “se propôs julgar em justiça a terra habitada, por meio dum homem a quem designou”, os ressuscitados mortos humanos terão de aproveitar-se de todas as provisões divinas feitas para a sua salvação eterna. (Atos 17:31) Neste sentido terão de ‘abençoar a si mesmas’. Por passarem com perfeição a prova final de sua integridade, obterão a recompensa da vida eterna no Paraíso global. Do contrário, o que lhes aconteceria? “A segunda morte”, da qual não há ressurreição. (Revelação 20:14) Assim como está escrito em Revelação 20:15: “Outrossim, todo aquele que não foi achado inscrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.”

      Lembra-se?

      ◻ Por que é que hoje ninguém pode fazer pouco da ressurreição de Jesus Cristo como mera estória?

      ◻ Em que base podia Jesus tornar-se Pai Eterno dos descendentes de Adão?

      ◻ Quando morre uma pessoa fiel que não foi gerada pelo espírito de Deus, qual é a situação dela ao ser ressuscitada?

      ◻ De que nos oferece Revelação 20:11-14 um quadro profético?

  • Os vivos com fé que nunca morrerão
    A Sentinela — 1984 | 1.° de janeiro
    • Os vivos com fé que nunca morrerão

      1, 2. Milhões de pessoas que amam o Soberano Senhor, Jeová Deus, não desejam ir aonde, para usufruir a vida eterna, e que palavras de Jesus Cristo sobre viver sem jamais morrer são lembradas por elas?

      ATUALMENTE há bilhões de pessoas vivendo na terra. Milhões delas estão agora aprendendo algo sobre a maravilhosa oportunidade de continuar a viver na terra sem jamais morrer. Muitas de tais pessoas talvez se lembrem do antigo cântico religioso: ‘Tens de amar ao Senhor, ou não irás para o céu ao morrer.’ Mas há milhões de pessoas vivas que amam o Soberano Senhor, Jeová Deus, e que de modo algum querem ir para o céu. A esperança que Deus lhes deu é a do restabelecimento do Paraíso nesta terra e a extensão dele para abranger todo o globo. É ali que querem viver para sempre, em perfeição humana, sob um justo governo celestial. (Lucas 23:43) Estão lembradas das notáveis palavras de Jesus Cristo, dirigidas a Marta, cujo irmão Lázaro estava prestes a ser ressuscitado dentre os mortos. Estas são palavras de séria consideração para todos os que hoje estão vivos. São as seguintes:

      2 “E todo aquele que vive e exerce fé em mim nunca jamais morrerá.” — João 11:26.

      3. Que discurso sobre a vida humana, ininterrupta foi proferido em 24 de fevereiro de 1918, e que acontecimentos adicionais durante aquele ano interrompeu o prosseguimento com outros proferimentos deste discurso?

      3 Homens e mulheres deste século 20 foram alertados a esta esperança notável no domingo, 24 de fevereiro de 1918, em Los Angeles, Califórnia, EUA. Ali, pela primeira vez, o então presidente da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados (dos EUA) proferiu o discurso público intitulado: “O Mundo Terminou . . . Milhões Que Agora Vivem Talvez Jamais Morram.”a Isto se deu no mesmo tempo em que a Primeira Guerra Mundial, que havia envolvido os Estados Unidos da América, estava chegando ao seu clímax. O prosseguimento com outros proferimentos dessa conferência bíblica que marcava época foi interrompido, especialmente quando pouco depois, em 8 de maio de 1918, o presidente desta Sociedade Torre de Vigia e sete dos seus associados na sede em Brooklyn, Nova Iorque, foram presos. Anteriormente, em 12 de fevereiro de 1918, o governo do Canadá havia proscrito o mais novo livro encadernado da Sociedade, intitulado O Mistério Consumado, bem como os tratados gratuitos da Sociedade, intitulados Mensário dos Estudantes da Bíblia. Em 14 de março, o governo dos Estados Unidos seguiu este exemplo e proscreveu O Mistério Consumado e um número relacionado do Mensário dos Estudantes da Bíblia, publicações endossadas pelo presidente da Sociedade. Daí, em 21 de junho, depois de semanas de julgamento no tribunal, o tribunal federal dos Estados Unidos sentenciou a longas penas na Penitenciária Federal em Atlanta, Geórgia, o presidente da Sociedade, seu secretário-tesoureiro, os dois co-autores de O Mistério Consumado, mais três membros do pessoal da sede em Brooklyn e o tradutor italiano da Sociedade. Em 4 de julho de 1918, todos os oito foram transferidos de Brooklyn, Nova Iorque, para a Penitenciária Federal em Atlanta, Geórgia, enquanto a Primeira Guerra Mundial ainda prosseguia.

      4. Falando-se em sentido espiritual, como é que o restante do povo de Jeová na terra ficou como morto, e o que aconteceu com a sua esperança celestial?

      4 Antes da chegada do próximo inverno, a Sociedade sentiu-se obrigada a se mudar de Brooklyn, Nova Iorque, de volta para Pittsburgo, Pensilvânia, segundo o Aviso de Transferência publicado na revista Sentinela de 1.º de outubro de 1918 (em inglês), página 290. Em toda a terra, membros jovens das congregações dos Estudantes Internacionais da Bíblia foram detidos em acampamentos militares ou mesmo em prisões. Falando-se em sentido espiritual, os do povo de Jeová, dedicados e batizados, ficaram como mortos, especialmente no que se referia à destemida pregação do Evangelho ou das boas novas. Achavam que tinham chegado ao fim de sua carreira terrestre e que a sua glorificação celestial estava prestes a ocorrer. Mas não era para ser assim, pois no mês de novembro veio a assinatura do armistício pelas nações envolvidas na guerra mundial, começou a paz, e eis que ainda havia um restante dos adoradores de Jeová vivo na terra ferida pela guerra.

      5. Seu adormecimento espiritual era similar ao de quem durante um longo exílio, mas o que predissera sobre eles a Palavra de Deus?

      5 E agora? Ora, a palavra profética de Jeová havia predito que suas testemunhas, aparentemente mortas, seriam restabelecidas em renovada atividade animada no Seu serviço real na terra. Durante o primeiro conflito mundial, sua condição espiritual havia ficado similar à dos israelitas depois de sua capital nacional, Jerusalém, ter sido destruída pelas forças militares de Babilônia, em 607 AEC, e eles terem sido deportados para a distante Babilônia, ficando ali espiritualmente adormecidos por 70 anos.

      6. Como foi usado o profeta Ezequiel para prover um quadro profético sobre o reavivamento da nação judaica e do seu restabelecimento na adoração na sua pátria?

      6 Essa situação do antigo Israel, durante 607-537 AEC, foi indicada pelo profeta de Jeová, Ezequiel, que também se encontrava exilado em Babilônia. Em uma de suas visões, ele viu uma planície cheia de ossos secos. Foi-lhe dito que esses ossos desorganizados representavam toda a casa de Israel na sua condição exilada. Quando Ezequiel, em obediência à ordem de Deus, profetizou sobre esses ossos espalhados, eles se reagruparam em esqueletos, e os esqueletos revestiram-se de carne. Por fim entrou neles fôlego, e esses corpos se puseram eretos de pé. (Ezequiel, capítulo 37.) No cumprimento típico desta profecia, isto representava como os israelitas seriam soltos de Babilônia, após a queda dela, e reviveriam como nação, adorando seu misericordioso Deus novamente num templo reconstruído, na sua restabelecida capital nacional, Jerusalém.

      7. Que coisa similar a esse reavivamento nacional foi predito em Revelação 11:3-13?

      7 Séculos depois dessa ressurreição nacional, algo similar foi predito em linguagem simbólica, em Revelação 11:3-13:

      “‘E farei as minhas duas testemunhas profetizar por mil duzentos e sessenta dias trajadas de saco.’ . . . E quando tiverem terminado seu testemunho, a fera que ascende do abismo far-lhes-á guerra, e as vencerá, e as matará. E os seus cadáveres jazerão na rua larga da grande cidade . . . E depois dos três dias e meio entrou neles espírito de vida da parte de Deus, e puseram-se de pé, e caiu grande temor sobre os que os observavam. E ouviram uma voz alta dizer-lhes desde o céu: ‘Subi para cá.’ E subiram para o céu, numa nuvem, e seus inimigos os observavam. E naquela hora houve um grande terremoto.”

      8, 9. (a) Nos tempos modernos, quando se fez a convocação à ação ao povo espiritualmente morto de Deus? (b) Em que linguagem simbólica foi apresentada a convocação profética a ação em Isaías 26:19?

      8 Similar a isso, a convocação à ação, no após-guerra, devia ser feita ao espiritualmente morto restante dos dedicados a Jeová, a fim de que servissem como suas testemunhas, observáveis a todos os habitantes da terra. No primeiro ano do após-guerra, 1919, fez-se-lhes esta convocação, depois de terem sido despertados para se darem conta de que Jeová Deus os deixara vivos na carne, na terra, para uma finalidade vital. Reconheciam profundamente que sem a ajuda dele não poderiam fazer nada durante a sua peregrinação adicional no meio dum mundo hostil. (Isaías 26:18) No tempo devido, obtiveram a garantia e a ordem do Deus Todo-poderoso, conforme predito em Isaías 26:19, onde as palavras proféticas, preservadas em seu benefício, dizem o seguinte:

      9 “Os teus mortos viverão. Um cadáver meu — eles se levantarão. Acordai e gritai de júbilo, os que residis no pó! Pois o teu orvalho é como o orvalho das malvas, e a própria terra deixará nascer mesmo os impotentes na morte.”

      10. Usando tais palavras, Jeová recorria a uma linguagem apropriada para que ocasião, mas por que era apropriada essa linguagem?

      10 Com essas palavras, Jeová usa ou recorre a linguagem apropriada para o tempo da ressurreição literal dos resgatados mortos da humanidade, sob o Reino celestial nas mãos de seu Rei entronizado, Jesus Cristo, o Resgatador. Iguais aos israelitas da antiguidade, que haviam sido deportados da terra de sua vida como nação, e, em sentido espiritual, enterrados por 70 anos em Babilônia, assim os do restante dos hodiernos israelitas espirituais foram ameaçados de extinção durante os anos 1914-1918. O fim da Primeira Guerra Mundial em 1918 deixou-os como “cadáver” nas mãos de Jeová, em sentido espiritual.

      11. (a) Quem somente podia causar um renascimento espiritual, similar a viçosidade de que espécie de planta? (b) Chegara o tempo para que espécie de convocação feita ao povo de Jeová?

      11 Jeová, como o grande Dador da Vida, cuidaria de que esses “mortos” vivessem outra vez como suas testemunhas ungidas. Ele os ressuscitaria. Agora que se apresentavam as oportunidades da era do após-guerra, não era mais tempo para lamentarem e ficarem como mortos, como os que ‘residiam no pó’. Chegara o tempo inadiável de Jeová para despertá-los para a vida espiritual, e para gritarem de júbilo por estarem vivos e no serviço dele. (Salmo 126) Em vez de estarem secos como cadáveres, como os que residem no pó seco, haviam de ter o frescor da vida, como que banhados pela abundância de orvalho da malva rasteira. O Ciro Maior, Jesus Cristo, já reinava nos céus, e chegara o tempo devido de Jeová para eles serem soltos dum exílio similar ao de estarem na terra mortífera de Babilônia. Sua condição de exílio, similar à terra de Babilônia em que os israelitas da antiguidade foram mantidos em exílio, não devia mais retê-los em impotência semelhante à morte; chegara o tempo de libertá-los para um renascimento espiritual, com coragem e habilidade para sair de Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa. A convocação perfeitamente cronometrada de Deus era: “Saí dela, povo meu.” (Revelação 18:4) Pela pronta obediência, evitaram ser verberados por Jeová por continuarem a se sujeitar a Babilônia, a Grande, e os aliados mundanos dela.

      12. (a) Como se esconderiam os do povo de Jeová da verberação divina, e por quanto tempo? (b) Que exposição de Babilônia, a Grande, ocorreria então, e com que retribuição?

      12 Isaías 26:20, 21, prossegue, dizendo: “Vai, povo meu, entra nos teus quartos interiores e fecha as tuas portas atrás de ti. Esconde-te por um instante, até que passe a verberação. Pois, eis que Jeová está saindo do seu lugar para ajustar contas pelo erro do habitante da terra contra ele, e a terra certamente exporá seu derramamento de sangue e não mais encobrirá os seus que foram mortos.” Não demoraria então muito, mas seria como que “por um instante” até que Jeová expressasse plenamente a sua verberação contra Babilônia, a Grande, por fazer com que os aliados mundanos dela a destruíssem antes de eles mesmos serem destruídos durante “a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no campo de batalha do Har-Magedon. (Revelação 16:14, 16) Expor-se-á e retribuir-se-á então o derramamento de sangue pelo qual Babilônia, a Grande, terá sido culpada. As criaturas humanas, por cuja morte ela foi responsável, direta ou indiretamente, não jazerão mais encobertas e ignoradas. Haverá então retribuição por elas, pela execução da matadora. Muitas são as testemunhas de Jeová que foram mortas por Babilônia, a Grande!

      COMPANHEIROS VIVOS DOS ESCONDIDOS DA VERBERAÇÃO DIVINA

      13. (a) Que bênçãos de restauração coroaram o ano de após-guerra de 1919? (b) De acordo com o capítulo 35 de Isaías, por que caminho retornaram eles a uma condição de infindável alegria?

      13 O ano de 1919 foi coroado pela bondade divina. Em 21 de março, mesmo já antes de poder ser completada a obra com uma petição de âmbito nacional nos Estados Unidos, por parte dos Estudantes Internacionais da Bíblia, os oito representantes da Sociedade puderam prestar fiança e em 25 de março foram libertos da Penitenciária de Atlanta, nunca mais voltando para lá. Por quê? Porque mais tarde foram exonerados e achados não culpados de qualquer crime contra os Estados Unidos. Mais tarde, naquele ano, a sede da Sociedade voltou para Brooklyn, Nova Iorque, para o seu endereço original. Foi assim que os do restante dos israelitas espirituais se livraram da sua escravidão a Babilônia, a Grande, e voltaram à sua condição espiritual correta à vista do Deus a quem adoravam. Conforme predito em Isaías 35:8-10, retornaram à vida espiritual e à atividade do serviço de Jeová — por uma estrada simbólica: “Chamar-se-á Caminho de Santidade.” A profecia prossegue, dizendo: Retornarão os próprios

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar