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    Aproximou-se o Reino de Deus de Mil Anos
    • isso? Deveras, foi um tempo de prova para estes escravos cristãos.

      45. (a) Segundo a parábola, o que estava para fazer o “amo daqueles escravos”? (b) Quanto a estarem de posse dos “talentos”, o que precisava ser feito a favor daqueles escravos cristãos?

      45 A parábola dos “talentos” retratou que quando o viajante voltasse de fora, ajustaria as contas com eles. Isto significaria um exame deles. Era bastante lógico que, em vista dos acontecimentos na primavera (setentrional) de 1919, seria o tempo devido para o celestial “amo daqueles escravos” examiná-los. Mas que contas podiam eles prestar com respeito aos seus “talentos”, confiados à classe dos escravos? Qualquer aumento que tivessem obtido antes do clímax da perseguição do tempo de guerra, em 1918, parecia ter sido eliminado. Estavam como que sem “talentos” figurativos. Então, se haviam de mostrar um aumento dos “talentos” de seu Amo, teriam de produzir este aumento no período do após-guerra e entregar-lhe no futuro tal aumento de seus bens. Teriam de receber uma nova oportunidade adicional de ‘fazer negócios’ com os preciosos “talentos” dele. E foi assim que aconteceu historicamente, por causa da consideração misericordiosa de seu Amo celestial.

      46. (a) Era tempo para dissiparem o quê? E para que precisavam reorganizar-se? (b) Visto que seu Amo celestial estava de posse do “poder régio”, para que era oportuna a situação e auspicioso o tempo?

      46 O ano de 1919 foi o tempo vital para a dissipação do temor dos homens que se havia criado entre os da classe dos escravos, durante a violência e a histeria da primeira guerra mundial e que havia feito com que os da classe dos escravos se retraíssem consideravelmente de fazer negócios como escravos responsáveis do Rei reinante, Jesus Cristo. Era então tempo para começarem a reorganizar suas fileiras quebradas e desfeitas para o maior empenho da sua vida no seu serviço prestado ao seu Amo, que então já estava de posse do poder régio. Então, mais do que nunca, seu Amo podia reivindicar de direito toda a terra como campo à sua disposição para produzir mais discípulos favorecidos com a esperança do reino celestial. Podia confiar-lhes esta situação oportuna para ‘fazerem negócios’ no seu serviço. Era um tempo oportuno para a classe ‘escrava’ de discípulos se levantar, conforme retratada pelo escravo a quem se confiaram “cinco talentos” e também para a classe retratada pelo escravo a quem se confiaram dois talentos. Fizeram isso, pois a parábola dos “talentos” não podia deixar de se cumprir, especialmente no seu clímax.

      47. Como foram fortalecidos em 1919 para não temerem, mas para se apresentarem para a obra do após-guerra?

      47 Não se perdeu tempo. Estas duas classes de “escravos” passaram a atarefar-se em 1919. Receberam forte confiança renovada dos artigos da Torre de Vigia em inglês, de 1.º e 15 de agosto de 1919, sobre o tema “Benditos os Destemidos”. Aclamaram o anúncio do congresso de oito dias a ser realizado em Cedar Point, Ohio, de 1.º a 8 de setembro de 1919. Não deixaram de assistir àquele congresso geral por medo de ficarem confrontados com uma obra do após-guerra que exigisse muita energia e coragem de sua parte, com mais perseguição.

      48. (a) Como acolheram os congressistas em Cedar Point o anúncio sobre uma nova revista como companheira da Torre de Vigia? (b) Como se usou até agora esta revista adicional?

      48 Avidamente querendo saber como Jeová queria que fizessem a obra diante deles, seis mil dos que vieram, especialmente do Canadá e dos Estados Unidos da América, assistiram diariamente às sessões deste congresso da Associação Internacional dos Estudantes da Bíblia. Com surpresa, mas com forte apreço de coração, receberam o anúncio duma nova revista a ser publicada a partir de 1.º de outubro de 1919, A Idade de Ouro, como companheira da Torre de Vigia e Arauto da Presença de Cristo. Esta nova revista seria um auxiliar adicional na proclamação do estabelecido reino messiânico de Deus. Seria mais um instrumento para usarem em plantar, regar e cultivar novas regiões para a produção de mais discípulos do Senhor Jesus Cristo. Lado a lado com A Torre de Vigia (agora A Sentinela), esta nova revista (agora Despertai!) tem tido uma tiragem cada vez maior, suscitando novo interesse nas pessoas sinceras e aprontando-as para receber as coisas mais profundas da Palavra de Deus. Tem feito uma excelente obra preparatória.

      49. O que se fez com respeito às filiais da Sociedade Torre de Vigia e até que ponto se trouxeram assim mais regiões sob o cultivo?

      49 Restabeleceram-se e fortaleceram-se também as comunicações entre a sede da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados e suas organizações congêneres em todo o globo, interrompidas pela guerra mundial, e, conforme o tempo e as circunstâncias mostraram a necessidade disso, estabeleceram-se novas filiais em diversos países. Isto aumentou a região trazida sob supervisão mais detida dos “escravos” do Amo celestial Jesus Cristo e ajudou muito na intensificação da obra do cultivo de tais regiões para o recolhimento de mais discípulos de pessoas de todas as nações. Partindo das poucas filiais então existentes, o número aumentou ao atual de noventa e seis filiais. Estas supervisionam a sementeira e o cultivo realizados em duzentos e sete países e ilhas do mar.

      50. (a) Por que é que os que assistiram ao congresso de Cedar Point em 1922 se viram na situação de Isaías no templo? (b) A resposta de Isaías ao convite de Jeová suscitava que pergunta a respeito deles?

      50 Em setembro de 1922, estes escravos cristãos, candidatos ao reino celestial, foram obrigados a aperceber-se de que estavam então deveras sob o exame do Rei dos reis e Senhor dos senhores, o reinante Senhor Jesus. Em cumprimento de Malaquias 3:1, ele acompanhara a Jeová Deus na vinda ao seu templo espiritual para a obra de julgamento com respeito aos seus “escravos” gerados pelo espírito, naquele templo. Os que assistiram ao segundo congresso da Associação Internacional dos Estudantes da Bíblia, em Cedar Point, Ohio, no seu quarto dia, 8 de setembro de 1922, chamado de “O Dia”, viram-se então na situação do profeta Isaías, quando teve uma visão de Jeová Deus no seu templo. Isaías sentiu a necessidade de limpeza espiritual, e recebeu misericordiosamente a necessária limpeza. Isto o colocou na situação favorável de responder ao convite de Jeová com o clamor ávido: “Eis-me aqui! Envia-me.” (Isaías 6:1-8) Portanto, a questão era: Responderiam os congressistas da A. I. E. B. de modo similar ao convite de Jeová para serviço, que então se lhes fez?

      51. No encerramento de seu discurso sobre “O Dia”, que perguntas fez o presidente da Sociedade aos congressistas, e que exortação final lhes deu?

      51 No penúltimo parágrafo de seu discurso, tratando da visão de Isaías, o presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos E. U. A.), J. F. Rutherford, fez uma série de perguntas aos congressistas, inclusive estas últimas: “Crêem que o Senhor está agora no seu templo, julgando as nações da terra? Crêem que o Rei da glória já começou o seu reinado?” Com enorme entusiasmo, os milhares de congressistas clamaram sua resposta afirmativa. Então, o orador culminou seu discurso por dizer: “Então, voltem ao campo, ó filhos do altíssimo Deus! Ponham sua armadura! Sejam sóbrios, vigilantes, ativos, valentes. Sejam testemunhas fiéis e verdadeiras do Senhor. Avancem na luta até que fique desolado todo vestígio de Babilônia. Proclamem a mensagem em toda a parte. O mundo precisa saber que Jeová é Deus e que Jesus Cristo é Rei dos reis e Senhor dos senhores. Este é o dia de todos os dias. Eis que o Rei reina! São os seus agentes de publicidade. Portanto, anunciem, anunciem, anunciem o Rei e seu reino.” — Veja The Watch Tower (A Torre de Vigia) de 1.º de novembro de 1922, páginas 332-337.

      52. (a) O que fez a Sociedade em 1922 para aumentar a distribuição de publicações bíblicas? (b) Em 1924, que outros meios para se anunciar o Reino começaram a ser usados pela Sociedade, aumentados mais tarde com que outros meios de publicidade?

      52 Com maior zelo e esforço do que nunca antes, os “escravos” do retornado Senhor Jesus Cristo saíram para anunciá-lo como Rei reinante, pregando publicamente tanto de casa em casa como da tribuna pública. Desde 1920, haviam começado a operar sua própria gráfica em Brooklyn, Nova Iorque, e isto os habilitou a obter maiores quantidades de literatura bíblica, revistas, folhetos, tratados, livros encadernados e finalmente as próprias Bíblias, com maior economia, para usar em anunciar o Rei messiânico e seu reino. A partir de domingo, 24 de fevereiro de 1924, começaram a ser usadas estações de rádio de propriedade de pessoas jurídicas destes “escravos”, na divulgação da mensagem do Reino aos inúmeros ouvintes invisíveis nos seus receptores de rádio. Com o decorrer do tempo, passaram a usar-se dezenas de estações de rádio, quer com tempo alugado, quer gratuitamente, em diversos países, para transmitir as boas novas do Reino até os próprios confins da terra. A estes meios de publicidade acrescentaram-se, anos depois, carros sonantes com alto-falantes e vitrolas portáteis, levadas de porta em porta pelos “escravos” de Cristo, para anunciar o Reino aos moradores.

      53. Por que tiveram os leitores motivos para ficar emocionados com o artigo principal do número inglês de 1.º de março de 1925 da Torre de Vigia?

      53 Os leitores da Torre de Vigia e Arauto da Presença de Cristo ficaram emocionados ao receberem seu número inglês de 1.º de março de 1925 e lerem o artigo principal, intitulado “Nascimento da Nação”. Por quê? Porque receberam ali melhor entendimento de Revelação, capítulo doze. Seus olhos de discernimento espiritual foram abertos para ver que o nascimento simbólico do filho varão, apresentado de modo tão emocionante naquele capítulo, que por muito tempo lhes foi um mistério, representava o nascimento do reino messiânico de Deus no ano 1914, no fim dos Tempos dos Gentios. O artigo concluiu, na página 74, dizendo: “O reino do céu está aqui. O dia de livramento está à vista. Proclamem-se estas boas novas aos povos da terra. A vitória é de nosso Rei. Então, fiéis até o fim da guerra; e nos aqueceremos para sempre ao sol de seu amor, onde há plenitude de alegria e prazeres para todo o sempre.”

      54, 55. Como indicou o número dos participantes da Ceia do Senhor um aumento nos campos de atividade?

      54 A celebração anual da Cela do Senhor na próxima data, quarta-feira, 8 de abril de 1925, trouxe à luz algo animador. Em vista da obra de plantar, regar e cultivar feita até então em regiões adicionais de atividade, com novos instrumentos providos para a divulgação do Reino, o número de congregações dos discípulos com esperanças celestiais havia aumentado. O número dos membros das congregações havia aumentado. De modo que, nesta celebração da Ceia do Senhor, o número dos participantes dela indicou este aumento e a produção de discípulos de Cristo. Então, quantos participaram naquele ano? O número inglês de 1.º de setembro de 1925 da Torre de Vigia, na página 263, sob “Relatórios da Comemoração”, dizia:

      55 “Ficamos contentes de que o número dos que participam na Comemoração da morte de Cristo seja tão grande, porque manifesta tamanho interesse na verdade em toda a parte, e isto se dá como deveria. O total geral relatado até a data é de 90.434 pessoas, que é de 25.329 pessoas mais do que o relatado há um ano atrás.”

      56. O que indicou isso a respeito das transações de “negócios” dos discípulos “escravos” aos quais se confiaram os “talentos”?

      56 Deveras, os “escravos” de Cristo, a classe representada pelo escravo a quem se confiaram “cinco talentos” e a classe representada pelo escravo a quem se confiaram dois talentos, ‘faziam negócios’ com eles prontamente e logo cedo, para acrescentar outras regiões que poderiam ser frutíferas com mais discípulos de Cristo. Os fatos publicados provam que estes “escravos” foram abençoados nos seus esforços e foram recompensados com aumento. Isto os estimulou ainda mais.

      ALEGRIA

      57. (a) Por que viajou para fora o homem rico da parábola? (b) Portanto, que perguntas surgem a respeito de Jesus Cristo no cumprimento da parábola?

      57 No entanto, historicamente entra agora outro fator claro no assunto. Na parábola de Jesus, o homem que tinha oito talentos de prata e três escravos não foi viajar para fora só por prazer, como numa excursão. Tinha um motivo sério para viajar para fora; queria obter algo valioso. Conforme a parábola mostra, viajou para fora para obter certa “alegria”, junto com “muitas coisas”. Por conseguinte, tinha de viajar para longe, levando muito tempo, a fim de recorrer àquele que lhe podia dar esta “alegria” específica. Isto é subentendido na parábola de Jesus, embora a parábola dos “talentos” não o mencione explicitamente. Visto que o homem rico da parábola representa o Senhor Jesus Cristo, o homem que viajou para fora, numa longa viagem, representa o Senhor Jesus dirigir-se à única Fonte da alegria especial que visava. A quem se dirigiu, pois? Quem era esta Fonte de alegria?

      58, 59. (a) A quem se dirigiu o ressuscitado Jesus Cristo para obter esta “alegria”? (b) Para quem mais é Ele Fonte de alegria, conforme indicado em Romanos 15:13?

      58 Isto nos é indicado em Hebreus 12:2, que reza: “[Olhamos] atentamente para o Agente principal e Aperfeiçoador da nossa fé, Jesus. Pela alegria que se lhe apresentou, ele aturou uma estaca de tortura, desprezando a vergonha, e se tem assentado à direita do trono de Deus.”

      59 Sim, Jeová Deus é a Fonte desta “alegria”. A ele é que o ressuscitado Jesus Cristo foi, deixando seus discípulos fiéis aqui na terra, encarregados de seus “bens”, seus “talentos”. O Pai celestial era a Fonte da causa especial de “alegria” de Jesus. Jeová Deus é também a Fonte de alegria dos discípulos de seu Filho amado. Em harmonia com isso, um destes discípulos disse, ao escrever a concristãos em Roma: “Que o Deus que dá esperança vos encha de toda a alegria e paz pela vossa crença, para que abundeis em esperança com poder de espírito santo.” (Romanos 15:13) Deus pôde responder a esta oração correta.

      60. (a) Era oportuno dar o devido destaque a quem, já que Jesus Cristo voltará com a sua “alegria”? (b) Como se lhe deu este destaque devido com respeito ao Seu nome?

      60 No desenrolar dos acontecimentos, seria oportuno que Deus, a Fonte celestial da alegria, recebesse o devido destaque aos olhos dos “escravos” do Senhor Jesus Cristo, após a sua volta alegre, já que o reino messiânico de Deus havia nascido nos céus. Havia chegado o tempo para esta Fonte divina de alegria fazer um nome para si, e isto exigia primeiro que Seu nome pessoal fosse conhecido. Este Nome foi devidamente divulgado. Merecidamente, passou a ser usado de modo regular entre seus adoradores reverentes na terra e foi divulgado em toda a terra, assim como nunca tinha sido divulgado em qualquer tempo anterior. Ao se iniciar o ano de 1926, o primeiro número inglês da Torre de Vigia publicou o artigo principal intitulado “Quem Honrará a Jeová?”. Daí em diante, o nome divino que aparece milhares de vezes no texto hebraico original da Bíblia Sagrada foi enaltecido no seu destaque legítimo entre os “escravos” do Filho de Deus. Estes começaram a ser em primeiro lugar testemunhas Dele, sem diminuírem seu testemunho do Filho dele, Jesus Cristo. Desincumbiram-se amorosamente de sua obrigação de ser testemunhas do Único que leva o nome Jeová.

      61. (a) Por meio duma resolução em 1931, os discípulos escravos de Jesus Cristo declararam-se opostos a ser chamados por que nomes? (b) Por que nome desejavam daí em diante ser chamados?

      61 Seguiram-se cinco anos e meio de tal testemunho do Nome divino. Veio então o tempo para os “escravos” cristãos se identificarem, para se diferenciar de todos os professos cristãos da cristandade religiosa. Para este fim, os “escravos” de Jesus Cristo tomaram ação na tarde de domingo, 26 de julho de 1931, no congresso internacional realizado em Columbus, Ohio, E. U. A. As 16 horas, apresentou-se e leu-se perante os milhares de congressistas uma resolução, cujo quarto, quinto e sexto parágrafos temos o prazer de citar aqui:

      AGORA, POIS, a fim de que nossa verdadeira situação seja conhecida, e crendo que isto está em harmonia com a vontade de Deus, conforme expressa na sua Palavra, SEJA RESOLVIDO, conforme segue, a saber:

      QUE temos grande amor ao irmão Charles T. Russell pela sua obra e que reconhecemos de bom grado que o Senhor o usou e que abençoou grandemente a sua obra, mas não podemos ser coerentes com a Palavra de Deus por consentir ser chamados pelo nome de “russelitas”, que a Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados [dos E. U. A.], e a Associação Internacional dos Estudantes da Bíblia, e a Associação do Púlpito do Povo são apenas nomes de sociedades que nós, como grupo de pessoas cristãs, mantemos, controlamos e usamos para realizar nossa obra em obediência aos mandamentos de Deus, mas que nenhum destes nomes se prende ou aplica devidamente a nós como corpo de cristãos que seguimos as pisadas de nosso Senhor e Amo, Cristo Jesus, que somos estudantes da Bíblia, mas como corpo de cristãos constituindo uma sociedade, rejeitamos assumir ou ser chamados pelo nome de “Estudantes da Bíblia” ou por nomes similares, como meio de identificação de nossa situação correta perante o Senhor; recusamos levar ou ser chamados pelo nome de qualquer homem;

      QUE, tendo sido comprados pelo precioso sangue de Jesus Cristo, nosso Senhor e Redentor, justificados e gerados por Jeová Deus e chamados para seu reino, declaramos sem hesitação a nossa inteira lealdade e devoção a Jeová Deus e seu reino, que somos servos de Jeová Deus, mandados a fazer uma obra em seu nome, e, em obediência ao seu mandamento, a dar testemunho de Jesus Cristo e a tornar conhecido às pessoas que Jeová é o Deus Todo-poderoso e verdadeiro, portanto, alegremente adotamos e tomamos o nome dado pela boca do Senhor Deus, e desejamos ser conhecidos e chamados pelo nome, a saber, testemunhas de Jeová. — Isa. 43:10-12; 62:2; Rev. 12:17.

      62. Que convite se fez no último parágrafo da resolução?

      62 O oitavo e último parágrafo da Resolução dizia:

      Convidamos humildemente a todos os inteiramente devotados a Jeová e ao seu reino a participar na proclamação destas boas novas a outros, a fim de erguer o estandarte justo do Senhor, para que as pessoas do mundo saibam onde encontrar a verdade e a esperança de alívio; e, acima de tudo, para que se vindique e enalteça o grande e santo nome de Jeová Deus.

      63. (a) Ao todo, por quem foi adotada esta resolução sobre o Novo Nome? (b) Que publicidade se deu depois a essa resolução, como aviso para o mundo?

      63 Esta resolução foi adotada entusiasticamente não só pelos reunidos em congresso em Columbus, Ohio, mas também mais tarde pelas congregações dos “escravos” de Jesus Cristo em todo o globo. Adotaram assim voluntariamente o nome “testemunhas de Jeová”. Esta Resolução sobre o nome foi também publicada no folheto lançado no congresso, intitulado “O Reino, a Esperança do Mundo”. Este título foi também o tema do discurso público do presidente da Sociedade, J. F. Rutherford, tanto perante a assistência visível do congresso, bem como perante a assistência invisível que o escutou por meio duma vasta rede radiofônica, a partir do meio-dia. Depois, este folheto contendo tanto o discurso público como a resolução foi levado diretamente por portadores pessoais às mãos dos clérigos religiosos, católicos e protestantes, e mais tarde às mãos de destacados políticos e profissionais liberais. Houve também uma distribuição mais ampla entre o povo em geral. Foi assim que se avisou todo o mundo de que estes adoradores do Deus Altíssimo, justificados e gerados pelo espírito, andariam no nome de seu Deus e reconheceriam apenas o nome de testemunhas de Jeová. — Miquéias 4:5.

      64. Por que se reconhecem como testemunhas cristãs de Jeová?

      64 Visto que houve também testemunhas do único Deus vivente e verdadeiro antes da primeira vinda do Senhor Jesus Cristo, reconhecem-se como sendo testemunhas cristãs de Jeová. — Isaías 43:10-12; 44:8; Hebreus 11:1 a 12:1. Veja também The Watch Tower de 15 de setembro de 1931, páginas 278, 279.

  • Ajuste de contas com os escravos atuais
    Aproximou-se o Reino de Deus de Mil Anos
    • Capítulo 13

      Ajuste de contas com os escravos atuais

      1, 2. (a) O que deu aos do restante dos “escravos” de Cristo levarem o nome divino, e quem era a fonte disso? (b) Que menção se faz desta alegria na parábola dos “talentos”?

      LEVAREM o nome divino a partir do ano de 1931 deu nova alegria aos do restante dos “escravos” do Senhor Jesus Cristo ainda na terra. Sua alegria procedeu da mesma fonte da qual seu Senhor e Dono obteve a alegria dele, a saber, de Jeová Deus. O Senhor Jesus Cristo referiu-se a esta alegria sua quando ajustou as contas com seus escravos, no cumprimento da parábola dos “talentos”. Observamos isso em Mateus 25:20-23, onde lemos:

      2 “Apresentou-se então o que recebera cinco talentos e trouxe cinco talentos adicionais, dizendo: ‘Amo, confiaste-me cinco talentos; eis que ganhei mais cinco talentos.’ Seu amo disse-lhe: ‘Muito bem, escravo bom e fiel! Foste fiel em poucas coisas. Designar-te-ei sobre muitas coisas. Entra na alegria do teu amo.’ A seguir, apresentou-se aquele que recebera dois talentos e disse: ‘Amo, confiaste-me dois talentos; eis que ganhei mais dois talentos.’ Seu amo disse-lhe: ‘Muito bem, escravo

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