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  • Espírito santo em ação
    A Sentinela — 1977 | 15 de junho
    • a prosseguir, apesar da oposição montanhesca por mundanos de fora, Deus lhe disse: “‘Não por força militar, nem por poder, mas por meu espírito’, disse Jeová dos exércitos.” — Zac. 4:6.

      16. Como no caso do Governador Zorobabel, o que somos obrigados a submeter a uma prova, se queremos estar do lado vencedor no Har-Magedon?

      16 No sexto século antes de nossa Era Comum, o governador de Jerusalém pôs o espírito de Deus à prova, por agir em harmonia com a comissão que recebera de Deus. Por provar que Deus era verdadeiro, ele teve a alegria de ver o templo terminado no ano 515 A. E. C. e de inaugurá-lo. (Zac. 4:8-10) Do mesmo modo hoje, nossa fé no espírito de Deus está sendo posta à prova, porque enfrentamos a oposição da aliança tríplice da “fera”, do “falso profeta” e do “dragão”. Somos obrigados a pôr o espírito de Deus à prova, a fim de continuarmos a adorar Jeová como Deus, no seu templo espiritual, e permanecermos separados e distintos do mundo. Se fizermos isso, forçosamente estaremos do lado vitorioso na “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Har-Magedon.

      ESPÍRITO DESPEJADO DO ALTO

      17, 18. (a) Quanto ao espírito, de que modo não falhou Jeová ao seu povo após a desolação deles na Primeira Guerra Mundial? (b) Como foi indicado isso de antemão por Jeová, em Isaías 32:12-16?

      17 Jeová, a Fonte de espírito santo, não falhou aos seus adoradores neste crítico “tempo do fim”, em que nos encontramos desde o ano da Guerra Mundial de 1914. Fielmente, ele pôs o espírito santo em operação a favor de seu povo dedicado e batizado. Predisse que faria isso. A Primeira Guerra Mundial, de 1914-1918 E. C., foi assinalada por dificuldades mundiais e pela perseguição desoladora movida a estes estudantes conscienciosos e proclamadores da Palavra escrita de Deus, a Bíblia Sagrada. Não questionamos nem por um instante que Deus era sábio e correto em permitir que lhes sobreviesse tal provação disciplinar. Ela foi até mesmo prefigurada pelo que sobreveio ao antigo reino de Judá e sua capital, Jerusalém. No capítulo trinta e dois da profecia de Isaías, Jeová descreveu a devastação lamentável que havia de sobrevir ao seu povo delinqüente, e o que aconteceria quando se arrependessem e retornassem a Ele. Ele disse:

      18 “Batei-vos no peito em lamentação pelos campos desejáveis, pela videira frutífera. [Por quê?] No solo do meu povo surgem apenas espinhos, espinheiros, pois estão sobre todas as casas de exultação, sim, sobre a vila rejubilante [Jerusalém]. Pois a própria torre de habitação foi abandonada, e o próprio rebuliço da cidade foi deixado; [a elevação de] Ofel e a torre de vigia se tornaram campos baldios, por tempo indefinido a exultação de zebras, pasto de greis; até que o espírito seja despejado sobre nós do alto e o ermo se torne um pomar, e o próprio pomar seja considerado como uma verdadeira floresta. E no ermo há de residir o juízo e no pomar morará a própria justiça.” — Isa. 32:12-16.

      19. Qual foi a calamidade nacional a que Isaías se referiu?

      19 Podemos hoje identificar a calamidade nacional que o profeta Isaías descreveu ali com mais de um século de antecedência? Sim, foi a desolação da terra do reino de Judá, por setenta anos, tempo em que os israelitas deportados foram mantidos como exilados na terra pagã de Babilônia. Eles eram os sobreviventes da chocante destruição da cidade santa de Jerusalém e de seu templo, pelos babilônios, em 607 A. E. C. Isto certamente deve ter sido uma experiência desanimadora para aqueles sobreviventes. Enquanto languesciam num país idólatra, o templo da adoração de Jeová jazia em ruínas, Jerusalém era uma cidade morta, sem movimentação, e sua terra, antes produtiva, era um matagal cheio de espinheiros, lugar de zebras pularem, sem serem molestadas pelo homem.

      20. (a) Como foi que a antiga Babilônia calculou mal o seu poder como carcereira do povo de Jeová? (b) Na força de que retornaram os israelitas arrependidos, e com que efeito sobre sua pátria?

      20 A Babilônia idólatra, em desafio a Jeová Deus, mantinha os exilados israelitas como numa prisão. Como Terceira Potência Mundial no cenário do mundo antigo, sentia-se bastante forte para impedir que a terra desolada de Judá alguma vez fosse de novo ocupada pelos adoradores do Deus rival, Jeová. Ela não acreditava que Jeová pudesse suscitar o conquistador persa, Ciro, a quem ele mencionara por nome já muito tempo antes. No tempo devido, este conquistador apareceu em cena. Assim como predito, Ciro quebrantou o poder dos carcereiros impiedosos e libertou os prisioneiros israelitas. Assim, em 539 A. E. C., o desolador do domínio terrestre do povo de Jeová foi derrotado de sua posição elevada de Potência Mundial. Então, em 537 A. E. C., foi despejado do alto o espírito de Jeová sobre os exilados israelitas, arrependidos. Na força e sob a orientação daquela força ativa da parte do Deus Altíssimo, o restante dos israelitas arrependidos partiu de Babilônia e retornou à sua pátria desolada, para reconstruir Jerusalém e seu santo templo. Sua terra novamente ocupada perdeu aos poucos seu aspecto desolado, ao passo que a converteram numa terra muito frutífera, cuja beleza se avizinhava à do Paraíso, o Jardim do Éden.

      21. Como se enquadra aquele acontecimento antigo no cumprimento da profecia de Isaías, capítulo trinta e dois?

      21 Entretanto, constituiu aquele acontecimento, de há mais de 2.500 anos, todo o cumprimento que a profecia de Isaías, capítulo trinta e dois, havia de ter? Não! O cumprimento que houve lá naquele tempo foi apenas um cumprimento em miniatura, para ilustrar um cumprimento pleno durante nosso próprio século vinte. Este cumprimento maior e derradeiro já tem ocorrido agora com aqueles que hoje são o povo aprovado do mesmo Deus, Jeová.

      22. Durante a Primeira Guerra Mundial, que espécie de armas foram usadas na guerra contra as testemunhas cristãs de Jeová, e por que se enfureceram as nações com elas?

      22 Desde o ano de 1931 E. C., estes cristãos restabelecidos são conhecidos como Testemunhas de Jeová. Mas, anos antes disso, houve uma calamidade espiritual que lhes sobreveio durante a Primeira Guerra Mundial. Simultaneamente com aquela guerra sangrenta, com armas mortíferas, travou-se contra eles uma guerra por parte da “fera” simbólica, que havia recebido seu poder, um trono e grande autoridade do “dragão”, Satanás, o Diabo. No entanto, esta guerra não foi travada com armas mortíferas, porque os atacados Estudantes da Bíblia, cristãos, eram gente inofensiva e desarmada. Antes, usaram-se armas políticas e judiciais, chegando ao encarceramento de cristãos pacíficos e inocentes. (Rev. 13:3-7) As nações inclinadas à guerra, que constituem a “fera” simbólica, ficaram furiosas porque estas testemunhas cristãs de Jeová proclamavam o reino Dele, por Cristo, como único governo legítimo para toda a terra agora, visto que os designados “tempos dos gentios” já haviam terminado por volta dos meados do segundo semestre do ano de 1914 E. C. — Luc. 21:24, Almeida; Rev. 11:15-18.

      23. Por quem foram instigadas as nações inclinadas à guerra, e por que trio poderoso foi vencido o restante dos proclamadores do Reino?

      23 As nações furiosas foram instigadas pelos líderes religiosos, pertencentes a Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa, que tem suas raízes na antiga Babilônia. Naquele império religioso, a cristandade tomou a dianteira em incitar as nações a agir e a perseguir o pequeno restante de israelitas espirituais. O restante, sendo uma minoria inofensiva e desarmada, foi vencido pela aliança tríplice da “fera”, do “falso profeta” e do “dragão”. Este trio poderoso conjugou as forças para levar o restante dos proclamadores do Reino ao cativeiro à Babilônia, a Grande. Veremos nas páginas seguintes o que se seguiu então e como a profecia de Isaías, capítulo trinta e dois, teve seu cumprimento final.

  • A atuação do espírito despejado do alto
    A Sentinela — 1977 | 15 de junho
    • A atuação do espírito despejado do alto

      1. Antes de findar a Primeira Guerra Mundial, em 1918, a que condição havia sido reduzido o domínio espiritual do restante do Israel espiritual?

      ANTES de terminar a Primeira Guerra Mundial, em 11 de novembro de 1918, veio a desolação do domínio espiritual do restante perseguido dos israelitas espirituais. Em sentido espiritual, tornou-se como ermo, em que não se produziam publicamente os ‘frutos do reino’ por meio da pregação destemida destas “boas novas do reino”, por parte do restante ungido. (Mat. 21:43; 24:14) Abateu-se então sobre o internacionalmente odiado e oprimido restante dos embaixadores do Reino a incerteza e o desânimo.

      2. O que serviu de indício se a condição desolada do restante havia de continuar indefinidamente, e o que era necessário para alterar a situação?

      2 Aprovou Jeová Deus que esta condição desoladora de seu povo dedicado continuasse para sempre? Não. Nos tempos pré-cristãos, ele decretara que Jerusalém e a terra de Judá jazessem desoladas por um tempo limitado, por não mais de setenta anos. O Império Babilônico não se devia gloriar de suas vítimas, Jerusalém e Judá, por todo o tempo. Do mesmo modo, não era do propósito de Deus que as vítimas de Babilônia, a Grande, a saber, os do restante do Israel espiritual, fossem deixados indefinidamente no estado de desolação. Portanto, do que se precisava então para alterar a situação para a glória de seu Deus, Jeová? Duma operação especial do espírito santo para com eles!

      3. De acordo com Isaías 32:15, 16, a condição desolada do povo de Jeová devia continuar até a ocorrência de quê?

      3 Em Isaías 32:15, Jeová assegurou ao seu povo que sua condição lamentavelmente desolada duraria apenas “até que o espírito seja despejado sobre nós do alto”. O que aconteceria então? “E o ermo”, conforme prossegue a profecia, “se torne um pomar, e o próprio pomar seja considerado como uma verdadeira floresta. E no ermo há de residir o juízo e no pomar morará a própria justiça”. — Isa. 32:15, 16.

      4, 5. (a) Assim o que havia de acontecer ao restante dos israelitas espirituais? (b) Como foi isso confirmado ao restante, na visão dada a Ezequiel, mostrando um vale cheio de ossos de mortos?

      4 Ah! sim, para o restante dos israelitas espirituais havia de ter um derramamento do espírito, junto com sua libertação de Babilônia, a Grande. Esta perspectiva brilhante lhes foi confirmada pela visão que Jeová deu ao seu profeta Ezequiel, enquanto este profeta ainda era exilado na antiga Babilônia. Na visão, ele observou um vale plano cheio de ossos desconjuntados de inúmeros israelitas mortos.

      5 O caso parecia desesperador para aqueles israelitas falecidos. Para os israelitas vivos, exilados na antiga Babilônia, centenas de quilômetros longe de sua pátria desolada, o caso parecia igualmente desesperador. Não era desesperador, porém, do ponto de vista do Deus Todo-poderoso. Ele é o Deus que pode até mesmo ressuscitar os mortos. Séculos antes disso, ele usara seus profetas Elias e Eliseu para ressuscitar literalmente pessoas falecidas, por meio do espírito santo. Portanto, na visão dada a Ezequiel, ele recriou e revivificou todos aqueles israelitas falecidos. Explicando o significado da visão, Jeová disse: “Tereis de saber que eu sou Jeová, quando eu abrir as vossas sepulturas e quando vos fizer subir das vossas sepulturas [em Babilônia], ó meu povo. E vou pôr em vós o meu espírito e tereis de reviver, e vou estabelecer-vos sobre o vosso solo; e tereis de saber que eu, Jeová, é que falei e fiz isso.” — Eze. 37:13, 14.

      6. Como veio a haver uma ressurreição espiritual, e o que diziam as nações espectadoras em espanto, diante do que observavam?

      6 Fiel a esta profecia, Babilônia deixou de ser sepultura da nação judaica. Ocorreu uma ressurreição espiritual. Como por milagre, em 537 A.E.C., um grupo de israelitas exilados e de seus ajudantes saiu marchando de Babilônia e se estabeleceu na sua pátria. Puseram-se a reconstruir Jerusalém e seu templo, transformando sua pátria, por muito tempo desolada, num paraíso. Não mais havia qualquer razão para se baterem no peito em “lamentação pelos campos desejáveis, pela videira frutífera”, que foram desolados pelos conquistadores babilônicos, em 607 A. E. C. Que manifestação do espírito santo em ação! As nações pagãs, observando isso, ficaram espantadas! O Salmo 126:2 relata que disseram: “Jeová tem feito uma grande coisa naquilo que fez com eles.”

      7. Neste século vinte, a respeito de quem se proferiram as palavras do Salmo 126:2, e por quê?

      7 O mesmo foi dito em nosso próprio século vinte. Referente a quem? Não referente aos judeus naturais, que povoaram a Palestina depois da Primeira Guerra Mundial e que mais tarde lutaram com uma “força militar” para estabelecer a república de Israel, em 1948. Não, mas as palavras proféticas do Salmo 126:2 foram escritas referente aos internacionais odiados e perseguidos Estudantes da Bíblia, libertos da servidão à Babilônia, a Grande, no ano de após guerra de 1919. Sobre esses cristãos restabelecidos, que são israelitas espirituais, veio um derramamento de espírito desde o alto. Lembrava aos Estudantes da Bíblia o Pentecostes de 33 E. C., embora não fosse acompanhado por “línguas, como que de fogo”, visíveis, pousando sobre as cabeças dos discípulos, habilitando-os milagrosamente a falar em diferentes línguas estrangeiras, que não haviam aprendido. — Atos 2:1-4; Joel 2:28, 29; Isa. 32:15.

      8. Para que obra do após-guerra fora preservado o restante do Israel espiritual e por que podiam eles legitimamente adotar o nome “Testemunhas de Jeová”?

      8 Em resultado, estes espiritualmente revitalizados cristãos ficaram mais animados no serviço ativo de Jeová do que em qualquer tempo anterior. Testemunhar, testemunhar, testemunhar sobre o reino estabelecido de Deus — em todo o mundo! passou a ser seu brado. Este se tornou então seu objetivo principal na vida. Segundo a Bíblia, este foi o motivo pelo qual Deus os preservou vivos durante a Primeira Guerra Mundial e os libertou da servidão à Babilônia, a Grande. (Mat. 24:9-14) De modo que reajuntaram seus membros espalhados e se reorganizaram para dar o testemunho mundial do Reino, até o fim. Veio então o ano de 1931. Por meio de centenas de milhões de tratados gratuitos, por dezenas de milhões de livros encadernados, por uma campanha mundial de conferências bíblicas e por meio de centenas de estações de rádio, haviam até então dado testemunho global do nome de Jeová e de seu reino messiânico. Fizeram tudo isso livres do “espírito de covardia”. (2 Tim. 1:7) Então, com as palavras de Isaías 43:10 ressoando-lhes nos ouvidos, estes defensores ungidos de Jeová e de seu reino por Cristo adotaram o nome apoiado pela Bíblia de “Testemunhas de Jeová”.

      9, 10. (a) Quem fracassou em livrar a terra daquele nome? (b) Quem além do restante do Israel espiritual está decidido a que o nome continue vivo, e, por isso, o que fizeram?

      9 Até o dia de hoje, todas as forças religiosas de Babilônia, a Grande, e seus sequazes políticos, judiciais e militares tentaram, mas mostraram-se incapazes de eliminar da terra este nome levado pelos proclamadores do Reino de Deus. Ele continua vivo! E assim também aqueles que o levam!

      10 Uma “grande multidão” de pessoas tementes a Deus, em toda a terra, está decidida a que este nome continue vivo e significativo, embora elas mesmas não sejam israelitas espirituais. Observaram o que o Deus, que leva o nome Jeová, fez pelo povo do seu nome, pelo restante do Israel espiritual. Discerniram sobre quem foi despejado do alto o espírito de Deus. Por isso, os que hoje constituem a “grande multidão” são aqueles, “entre as nações”, que dizem: “Jeová tem feito uma grande coisa naquilo que fez com eles. (Sal. 126:2) O Deus que pôde fazer isso com um restante tão pequeno de israelitas espirituais é o Deus a quem os da “grande multidão” querem adorar e servir. Sem temerem o ódio e a perseguição internacionais, dedicaram-se ao mesmo Deus, por meio de Cristo, e puseram-se do lado do restante ungido das testemunhas cristãs de Jeová. Assumiram também a responsabilidade de ser Suas Testemunhas, sem se envergonharem. — Rev. 7:9-17; Zac. 8:23.

      DEFESA CONTRA “EXPRESSÕES INSPIRADAS POR DEMÔNIOS”

      11. Sobre que coaxam o dragão, a fera e o falso profeta, mas, não obstante, o que fazem ouvir o restante e a “grande multidão”?

      11 Atualmente, o restante ungido e a “grande multidão” enfrentam unidos o “dragão” diabólico, a “fera” de potência nuclear e o “falso profeta” político. Revelação 12:17 esclarece que o “dragão”, Satanás, o Diabo, saiu para travar guerra contra o restante ungido. Para isso, ele usa sua “fera” política e o “falso profeta” anglo-americano aqui na terra. Prosseguem, assim, as expressões inspiradas por demônios, semelhantes a rãs, a sair de sua boca, sobre a adoração do Estado, sobre a soberania nacional, sobre o materialismo, sobre a paz e segurança mundiais mediante as Nações Unidas. Não obstante, as Testemunhas de Jeová fizeram com que se ouvissem em todo o mundo as boas novas do reino messiânico de Deus. Esta mensagem do Reino penetrou em mais de duzentas terras e ilhas do mar. É evidente que o coaxante dragão, a fera e o falso profeta gostariam de abafar a mensagem do Reino. A religiosa Babilônia, a Grande, especialmente a cristandade, gostaria de fazer isso, visto que a cristandade afirma ser ela a única a falar por Deus.

      12. A situação atual é semelhante a que situação do Rei Acabe e de seus falsos profetas, e do profeta de Jeová, Micaías?

      12 A situação é semelhante à do profeta de Jeová, Micaías e os falsos profetas de Acabe, rei de Israel, por volta de 920 A. E. C. Os falsos profetas predisseram uma vitória militar ao Rei Acabe. Micaías, porém, predisse-lhe calamidade. Ele salientou que, pela permissão de Jeová, o Rei Acabe estava sendo enganado para a sua própria ruína, por uma enganosa expressão inspirada na boca de seus falsos profetas. Um falso profeta, chamado Zedequias, objetou a isso. Segundo 1 Reis 22:24, ele “aproximou-se então e deu uma bofetada em Micaías, e disse: ‘Por onde é que passou o espírito de Jeová de mim para falar contigo?’” No entanto, o espírito de Jeová havia realmente falado por meio de Micaías, porque o Rei Acabe não voltou com vida daquela guerra. — 1 Reis 22:20-38.

      13. Em que sentido mostrou o restante ungido do Israel espiritual que era semelhante ao profeta Micaías?

      13 Há um paralelo moderno deste incidente, especialmente desde o ano de 1919, quando os vitoriosos aliados militares da Primeira Guerra Mundial adotaram a proposta da Liga das Nações, a fim de resguardar a paz e segurança mundiais. O restante ungido dos israelitas espirituais foi como o profeta Micaías. Do alto, despejara-se sobre eles espírito santo, e, conforme predito, o efeito foi que profetizaram, declarando as profecias da Bíblia inspirada de Jeová. (Joel 2:28, 29) Predisseram destemidamente, à base das profecias, que a Liga das Nações fracassaria. Proclamaram também uma mensagem de aviso contra os reis ou governantes políticos da cristandade, que correspondem ao Rei Acabe, do Israel apóstata.

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